Sexta-feira, Julho 10, 2009

Google G0, o smartphone do futuro – que não deverá existir


Enquanto a Apple comemora as boas vendas do novo iPhone 3GS e a HTC, Palm e Nokia se preparam para mais um round da guerra com o Hero, o Pre e o N97, respectivamente, o designer Tryi Yeh criou o Google G0, o smartphone revolucionário que só deverá ficar no papel.

Mesmo sendo apenas uma concepção artística, o Google G0 desperta sonhos nos fãs do Android. O bonitinho teria uma grande tela sensível ao toque com quatro botões virtuais básicos de discar, contatos, browser e aplicativos.

Lateralmente ele teria um formato todo inovador, lembrando até uma releitura de um telefone de fio antigo. Atrás, pequenos speakers dariam um bom som ao aparelho e um slide esconderia a potente câmera.

No fundo, o celular lembra um pouco o iPhone, mas talvez em uma versão mais potente e para seguidores do Google. A chance de o Google G0 sair do papel é muito baixa, mas podemos nos preparar para smartphones nervosos assim no futuro. Dá pra curtir mais algumas imagens dele no site do designer.

Quinta-feira, Julho 09, 2009

LG prepara o novo Chocolate para agosto



Antes que perguntem, não, a LG não entrou no ramo das guloseimas. A marca gosta mesmo é de batizar seus celulares com doces nomes, como o Cookie e Chocolate. O segundo, inclusive, ganhará nova versão em agosto, e muito mistério ronda a novidade.

Para causar grande mistério, a marca só liberou algumas imagens no escuro do sucessor do Chocolate. É possível ver detalhes em vermelho e um belo acabamento. Mas a dica que a LG deu foi: a tela será uma revolução no mundo dos celulares.



Há quem diga que ele será o primeiro celular com aspect ratio de 21:9, como a TV Cinema da Philips. Dizem por aí também que terá resolução de 800 por 345 em uma tela de 3 polegadas em diagonal e que a câmera teria 5 megapixels. 3G também estaria no pacote.

Mas por enquanto são somente especulações. Vale lembrar que a primeira versão do Chocolate vendeu 21 milhões de unidades pelo mundo, e que a LG tem um apreço muito grande por seu doce de cacau. O mistério será revelado em agosto.

Celular ROKR ZN50, da Motorola, troca de faixas com chacoalhões




Com a pergunta “Você é um ROKR?” a Motorola quer intimar os coreanos a aderir ao estilo de vida do novo celular ROKR ZN50 – totalmente centrado em música.

Assim, ao som de bandas como Shinee, Suju ou Dong Bang Shin Ki, os coreanos do Sul vão se esquecer da mente maligna do chefe de estado do norte e se esbaldar com a tela sensível ao toque de 3,2 polegadas do ZN50. Outras diversões, com certeza, serão a rotação automática de telas e o sistema de mudança de faixas por meio de chacoalhões - um sucesso de público.

Com dimensões de 5,4 por 10,8, por 1,4 centímetros e peso de 143 gramas, o ZN50 vem com Bluetooth, GPS embutido e câmera de 3,2 MP. Além de porta USB 2.0 e entrada de fones de ouvido de 3,5 milímetros.

Nenhuma palavra se ele cruzará o Pacífico e chegará às Américas. Mas, convenhamos, seria interessante ouvir as bandas coreanas listadas acima direto em um celular tão gracinha como este.

Celular ZN300, da Motorola, manda fotos de até 3,1 MP para o Facebook



Pouco a pouco, o Facebook vem ganhando terreno aqui na nossa terrinha de Vera Cruz. E, para atender essa demanda crescente, a Motorola acaba de lançar o ZN300, seu celular com câmera de 3,1 MP que manda fotos e vídeos direto para o Facebook e o YouTube.

Com display de 240 por 330 pixels, o celular é equipado com tecnologia Crystal Talk, que reduz os ruídos do ambiente durante as chamadas telefônicas, e com Bluetooth. Além disso, ele vem com o recurso Video Mixer, que oferece uma série de efeitos de edição de vídeos.

Ele possui entrada para fones de ouvido padrão, de 3,5 milímetros, e armazenamento interno de 8 MB, que pode ser estendido até 32 GB, via cartão microSD. Para fechar a grade de recursos, o ZN300 é pré-carregado com o Google Maps. Tudo para você não se perder por aí.

O preço? 469 reais.

HTC tem lucro menor no segundo trimestre

Taipé – Apesar da queda anual, lucro de US$ 197,4 milhões garante crescimento de 33% em relação ao 1º trimestre.

A fabricante taiwanesa de smartphones, HTC, registrou queda de 1,9% em seu lucro no segundo trimestre deste ano, informa uma reportagem do jornal The Wall Street Journal nesta terça-feira (7/7).

No período encerrado em 30 de junho, a HTC lucrou 6,49 bilhões de dólares taiwaneses (197,4 milhões de dólares) ou 8,15 dólares taiwaneses (25 centavos de dólar) por ação, o que revela uma queda em relação ao lucro de 6,62 bilhões de dólares taiwaneses (200,8 milhões de dólares) registrado no mesmo período do ano passado.

O resultado representa um crescimento de 33% em relação ao primeiro trimestre deste ano, quando a empresa apresentou um lucro de 4,87 bilhões de dólares taiwaneses (148 milhões de dólares).

A receita da HTC no segundo trimestre atingiu 38,2 bilhões de dólares taiwaneses (1,16 bilhão de dólares), um crescimento de 10% em um ano e de 21% em relação ao primeiro trimestre de 2009. No fim de abril, a fabricante anunciou uma previsão de receita entre 37,5 bilhões e 38,5 bilhões de dólares taiwaneses (1,13 bilhão e 1,16 bilhão de dólares).

Atualmente, a HTC é a maior fabricante de dispositivos móveis com o sistema operacional Windows Mobile, da Microsoft. A empresa foi a primeira a lançar um celular com o sistema Android, do Google. O G1 foi lançado nos Estados Unidos em 2008 pela operadora T-Mobile e a HTC anunciou que planeja vender um segundo aparelho com Android, chamado Hero, no final do ano.

Ministério da Fazenda aprova compra da BrT pela Oi

Análise considera apenas serviço prestado pelos provedores de acesso à internet das duas empresas. Documento segue para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica.

A Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), do Ministério da Fazenda, deu parecer favorável e sem restrições à aquisição da Brasil Telecom pela Oi. A análise da secretaria levou em conta somente as questões sobre a internet discada e banda larga, considerando apenas o serviço prestado pelos provedores de acesso à internet das duas empresas.

O texto do parecer encaminhado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica nesta segunda-feira (07/07) diz que "Apesar da alta concentração de mercado alcançada pós-operação devido, sobretudo, a já elevada participação do provedor da Oi em sua área de concessão, tanto no provimento de acesso discado quanto no de banda larga, a Seae concluiu que as barreiras à entrada no mercado de provimento de acesso à Internet (SVA) são baixas e que a rivalidade no setor contribui para a redução da probabilidade de exercício de poder de mercado pelas partes após a operação".

Claro quer incentivar consumo de mensagens de texto

Operadora reduz preço de SMS em 50% durante a madrugada. Objetivo é catequizar clientes no uso de aplicativos de dados.

A Claro quer aumentar o consumo de mensagens de texto (SMS) entre seus assinantes. Para incentivar o consumo deste produto, a operadora reduziu em 50% o preço de mensagens de texto enviadas por seus clientes durante a madrugada. Com a promoção, que vale até 31/07, cada SMS custará 15 centavos de real. De acordo com Fiamma Zarife, diretora de serviços de valor agregado e roaming da Claro, o horário de 0h às 7h59min foi escolhido para atingir jovens que marcam encontros para sair.

O serviço de mensagens de texto já é o mais utilizado pelos clientes da operadora atualmente. No entanto, Fiamma acredita que ainda há muito espaço para o crescimento do uso do SMS. Uma comparação entre as diferentes empresas do grupo América Móvil – do qual a Claro faz parte – mostra que a média de uso mensal de mensagens de texto no Brasil está muito abaixo da utilização em outros países da América Latina. “O tráfego de SMS é alto, mas o número de mensagens enviadas por mês por usuário é baixo, quando comparado à América Latina”, diz a diretora.

No Brasil, a média mensal é de sete mensagens enviadas por usuário, contra 100 na Argentina e 60 no México. A avaliação de Fiamma é que é possível atingir a marca de 20 mensagens de texto por cliente, ao mês.

Ao incentivar o uso desta ferramenta, a intenção da Claro é catequizar o cliente no serviço de dados mais básico disponível no celular, fazendo com que o usuário comece a experimentar aplicações que vão além da voz. “Nossas pesquisas mostram que o usuário de dados usa mais o celular como um todo, usa mais voz, mais dados, mais SMS”, avalia Fiamma.

Serviços de dados têm alcançado cada vez mais destaque no resultado financeiro das empresas de telecomunicações, devido ao crescimento acelerado que eles vêm obtendo nos últimos anos, principalmente por conta do avanço nas vendas de banda larga móvel. Os últimos dados divulgados pela América Móvil, referentes ao primeiro trimestre de 2009, indicam que esses serviços representam 11,1% das receitas de serviços da Claro. Há um ano, este percentual era de 7,1%. Segundo o grupo do setor de telecomunicações, essa fonte de receitas vem experimentando um avanço rápido, de 70,9% ano-a-ano.

Segunda-feira, Julho 06, 2009

Celular da Samsung tem câmera com visão noturna



Não é comum você estar em alguma balada e decidir fazer uma videoconferência? É sempre triste ligar a câmera para falar com executivos às 3 horas da manhã e aparecer tudo escuro, né? Por isso, a Samsung quer mudar sua vida noturna com o W760.

Entrando na onda do “queremos ser os primeiros em alguma coisa”, o celular é o primeiro com câmera infravermelha, com visão noturna. Mesmo se você discordar do parágrafo acima, se você quiser mostrar para aquele amigo desconfiado que a balada está boa, é só ligar a câmera de 3 megapixels.

Fora isso, o W760 tem tela de 2,8 polegadas de AMOLED, memória de 8 GB e suporte à 3G. Ele começa a ser vendido primeiro na Coreia por cerca de 900 reais. Nenhuma previsão de jornada para outros mercados do mundo.

Nokia E75 é fininho e tem QWERTY legal


Com 3G, Wi-Fi e novo sistema de e-mail, o smartphone manda bem no trabalho

Sabe aqueles celulares torpedeiros que passaram por aqui algumas semanas atrás? Pois bem, a Nokia viu no design do Samsung Scrapy e do LG Messenger um caminho para modernizar seus smartphones corporativos – e acertou de mão cheia. Quando fechado, o E75 tem cara de telefone comum, mas aberto vira uma poderosa ferramenta de trabalho, com um teclado QWERTY completo na vertical. O aparelho utiliza o novo aplicativo de e-mail da Nokia, navega em alta velocidade por 3G ou Wi-Fi e roda um sistema com recursos de E71, mas visual de N95. Promissor, não? Testamos a versão desbloqueada, que está em pré-venda por 1 499 reais.

Quando a fabricante apresentou o E71, gostamos muito da quantidade de recursos, mas dissemos que ele parecia um aparelho da antiga geração. Explicando melhor: para ter cara de novo, um smartphone não precisa ser touch screen, mas o estilão de Palm, embora tenha a preferência de muita gente no trabalho, precisa mesmo passar por uma atualização. Nessa tentativa da fabricante finlandesa, o E75 ganhou tela de 2,4 polegadas (grande para uma carcaça desse tamanho) e teclado numérico pequeno, ficando fininho e comprido. Vale ressaltar a construção sólida, com chapa de metal na traseira. E, mesmo robusto assim e pesando 140 gramas, ele não incomoda no bolso da calça jeans.

O mecanismo do teclado deslizante é mais forte que o usado nos concorrentes, por causa do material mais nobre. E o teclado QWERTY possui botões grandes, proporcionando certo conforto ao digitar. É fácil mandar SMS, escrever e-mails e até editar arquivos do Office. O problema é que não há relevo entre os botões, dificultando a identificação das letras somente pelo tato. Algumas vezes, você acaba apertando duas teclas ao mesmo tempo. Agora, ruim mesmo é o teclado numérico. Os botões dele ficam muito juntinhos, seguindo o padrão usado no N85.


E-mail melhorado

O grande avanço do E75 em relação a seus antecessores é o sistema de e-mail mais esperto. Agora é possível acessar várias contas e receber mensagens em todas elas ao mesmo tempo. O software é compatível com vários clientes, como Gmail, Yahoo!, Windows Live, Microsoft Exchange e Lotus Notes. No entanto, ele ainda possui algumas limitações: além de ser lento, você consegue apenas ler e responder as mensagens que chegam, mas não tem acesso direto à sua caixa de entrada.

Você encontra no E75 os mesmos aplicativos dos demais aparelhos da série E. Dá para abrir documentos em PDF, compactar arquivos, fazer ligações por VoiP e traçar rotas usando o Nokia Maps (ao comprar o smartphone, você ganha uma licença de seis meses). Um recurso importante para quem trabalha com o celular é a criptografia de dados gravados na memória ou num microSD. Colocando o cartão em outro celular, não é possível acessar o conteúdo protegido sem a chave de acesso.

O navegador da Nokia não tem nada de espetacular, mas funciona bem. Ele suporta o Flash Lite 3.0, para acessar sites de vídeo como o YouTube. E um pequeno cursor faz o seu passeio pelas páginas, pulando de link em link. Se ajustasse as colunas à tela do celular, aí seria bem bacana. Durantes os testes do INFOLAB, não tivemos dificuldade para fazer a conexão com a internet, tanto pela rede 3G da Claro como pelo sinal Wi-Fi do laboratório.

A performance geral do aparelho foi razoável, com uma certa lentidão para girar a telinha, usando o sensor de posição. Aliás, o E75 foi o primeiro modelo nesse formato com acelerômetro que passou por aqui. Os demais giravam a telinha apenas quando o teclado QWERTY estava aberto. Para usar os programas, não sofremos nada. Nossa maior reclamação vai para a qualidade das chamadas de voz, muito abaixo do esperado. Durante ligações de teste, percebemos engasgos o tempo todo. Quem estava do outro lado da linha também reclamou do eco excessivo.


O que mais tem de bom

Mesmo sendo mais voltado para usuários que trabalham com o smartphone, o E75 possui alguns recursos básicos de multimídia. Ele usa o tradicional player daNokia para reproduzir músicas, que exibe as capas dos discos, mas não permite navegar por elas, como o iPhone. O modelo tem sintonizador FM e um equalizador competente. Para quem gosta de andar com o celular no bolso ouvindo música, a entrada para fones P2 na parte de cima do aparelho é uma escolha acertada.

O E75 tem uma câmera de 3,2 megapixels com flash bem potente e marca a localização das fotos automaticamente, usando o receptor de GPS integrado. Há um editor para fazer coisas simples, como reduzir olhos vermelhos e ajustar o balanço de branco. O maior problema que notamos foi a lentidão na hora de ajustar o foco, antes do clique. Mesmo assim, dá para fazer fotos e também vídeos curtinhos com boa qualidade em ambientes bem iluminados.

Você pode guardar tudo na memória interna de 50 MB ou no cartão microSD de 2 GB, que já veio junto com o modelo avaliado pelo INFOLAB. O smartphonesuporta, no máximo, 16 GB. Uma reclamação vai para a baixa duração da bateria. Ela aguentou apenas 359 minutos durante chamadas, enquanto o E71 havia superado os 600 minutos. Se você é daqueles executivos que falam demais ao celular, é melhor carregar uma bateria extra – mesmo porque a tampinha da traseira, que você precisa tirar para realizar a troca, é fantástica. Basta acionar uma trava na parte inferior para ela saltar.


HTC Magic tem o DNA do Google

Não sei você, mas quando eu vi o Android pela primeira vez, fiquei pensando: “Isso aí numa carcaça com estilão de iPhone faria o maior estrago”. Pois o competente, porém desengonçado, HTC G1 acabou de ganhar um irmão fininho e sem teclado físico para estragar sua elegância. O nome dele é Magic, mas pode chamar de G2. Afinal, a evolução não ficou só no design. Mais rápido e com mudanças sutis na interface, o smartphone com sistema operacional do Google está pronto para desembarcar no Brasil. Ou melhor, quase pronto. Nos últimos três dias, testei uma versão beta nacional sem previsão para chegar às lojas, nem preço definido – esse valor da tabela ao lado é de modelos gringos vendidos no mercado alternativo. Pequenas alterações de hardware e software ainda podem acontecer, mas falta pouco para o aparelho ficar redondinho. Dá uma olhada.

Começando pelo que está na parte de dentro, o celular saltou de 192 para 288 MB de memória RAM. Isso o deixou visivelmente mais rápido que seu antecessor nas atividades como mostrar o menu principal, abrir programas, carregar páginas da web e, principalmente, girar a tela para visualizar aplicativos na vertical. Quando liguei o cronômetro para verificar o tempo de boot, foi batata: um minuto e quatro segundos para o G1 contra 53 segundos para o Magic (e, convenhamos, os dois são tempos altos). Ainda falando em números, pedi para o pessoal do INFOLAB fazer algumas ligações e medir a duração da bateria, que melhorou bastante, passando de 266 para 381 minutos.

Confesso que senti falta do belo QWERTY do G1. Mas, para compensar isso, o teclado virtual do Magic ficou mais espaçoso, com inspiração no iPhone. O método para predição de palavras, do que não sou muito adepto, aqui também ganhou em eficiência. Os cinco botões físicos na base do aparelho continuam fundamentais para a navegação, pois os menus não possuem opção para voltar à tela anterior, por exemplo. Um detalhe curioso é que o design deles é diferente do visto nas fotos do aparelho vendido no exterior – dando força à tese de que a carcaça pode ser modificada antes do lançamento.

Quando bati o olho no aparelho, pensei que a tela dele era idêntica à do seu antecessor. Mas, além de ganhar no brilho e na nitidez, o display do Magic exibe 16 milhões de cores, contra 65 mil do G1. Não vi diferença na sensibilidade, que continua ótima, e as funções também são iguais em ambos. Ou seja, nada de comandos de pinça para dar zoom no navegador ou nas fotos. O tamanho de 3,2 polegadas garante liberdade para arrastar e soltar atalhos na tela – uma coisa que você usa muito quando está personalizando a página principal. Afinal, dá para colocar seus aplicativos preferidos lá e mudar o plano de fundo de um jeito muito prático.

Mais fácil de usar

Infelizmente, o HTC Magic testado não veio com o Android Market na memória. Por isso, não pude baixar e instalar novos programas nele. Porém, percebi que alguns dos aplicativos mais usados no dia a dia, como calendário, agenda e contatos, ficaram mais acessíveis. No G1, era preciso apertar várias vezes um botão físico para abrir os menus contextuais que deslizam sobre a tela. No G2, eles continuam existindo, mas a página principal desses programas já exibe algumas informações, praticamente eliminando a necessidade dos submenus. Um exemplo: a opção “sincronizar contatos do Exchange” fica na página dos contatos, na cara do usuário, e não escondida numa aba.

O aplicativo de e-mail também ganhou um belo upgrade. Agora, além de aceitar contas POP3 e IMAP, ele suporta o Microsoft Exchange, permitindo a sincronização de mensagens e contatos com o Outlook. Ponto para o Android no ambiente corporativo. Outra coisa que faz diferença para esse público é o Quickoffice nativo, para visualizar documentos do Office. Porém, não é possível editar planilhas, documentos de texto e apresentações. A navegação pela web não teve nenhum avanço, mas continua com diversos recursos, como bloqueio de janelas pop-up e cookies. Ah, o browser ainda ignora solenemente as páginas em flash, como o iPhone.

Dando uma olhadinha na lista de software inclusa no HTC Magic, não foi difícil concluir que, definitivamente, essa não será a versão disponível nas lojas brasileiras. Afinal, não estavam incluídos serviços como Google Maps, Street View e GTalk. E o principal chamariz do sistema operacional é justamente a integração fácil com eles, o que se traduz numa tremenda experiência de web 2.0 no bolso. Enfim, para vermos se essas soluções terão novidades na versão abrasileirada do aparelho, só quando a fabricante resolver que está na hora de lançá-lo.

Agora cabe no bolso

Tudo bem, já era possível carregar o G1 no bolso da calça jeans. Mas ele ficava desconfortável. O Magic é mais arredondado e menor que o iPhone, fininho o suficiente para não incomodar. Uma pequena curvatura na base deixa a boca próxima do microfone usado nas chamadas de voz. Certamente não é só por isso, mas a qualidade das chamadas me surpreendeu. Nos testes com um chip da Claro, não ouvi eco excessivo, nem chiado ou ligações cortadas. Outra novidade nessa carcaça é a entrada para cartão microSD (um modelo de 1 GB vem junto) na parte de dentro, e não na lateral. Mesmo assim, o acesso a ele é facílimo, pois basta arrastar a tampa traseira para abri-la.

Terminados os três dias de teste, concluí que a maior limitação do Android continua sendo o quesito multimídia. A câmera de 3,2 megapixels até possui boa qualidade, mas não tem flash. O aparelho também não é capaz de gravar vídeos. Ou seja, ele apenas toca arquivos de música e filmes – e ainda leva um banho doiPhone. Uma boa novidade é que o Bluetooth do Magic suporta AD2P, permitindo ao usuário ouvir música usando um fone sem fio. Para o público que curte MP3 no smartphone, no qual me incluo, o acesso fácil ao YouTube é uma maravilha, mas o Google ainda fica devendo uma interface caprichada para multimídia para ser usada quando o aparelho estiver offline.

A câmera astronômica Ocam deu, em junho, as primeiras amostras de seu poderio, tirando 1500 fotos por segundo em lugares mal iluminados e produzindo

Primeiro smartphone brasileiro com Android é uma beleza para navegar na web
HTC Magic tem o DNA do Google

Não sei você, mas quando eu vi o Android pela primeira vez, fiquei pensando: “Isso aí numa carcaça com estilão de iPhone faria o maior estrago”. Pois o competente, porém desengonçado, HTC G1 acabou de ganhar um irmão fininho e sem teclado físico para estragar sua elegância. O nome dele é Magic, mas pode chamar de G2. Afinal, a evolução não ficou só no design. Mais rápido e com mudanças sutis na interface, o smartphone com sistema operacional do Google está pronto para desembarcar no Brasil. Ou melhor, quase pronto. Nos últimos três dias, testei uma versão beta nacional sem previsão para chegar às lojas, nem preço definido – esse valor da tabela ao lado é de modelos gringos vendidos no mercado alternativo. Pequenas alterações de hardware e software ainda podem acontecer, mas falta pouco para o aparelho ficar redondinho. Dá uma olhada.

Começando pelo que está na parte de dentro, o celular saltou de 192 para 288 MB de memória RAM. Isso o deixou visivelmente mais rápido que seu antecessor nas atividades como mostrar o menu principal, abrir programas, carregar páginas da web e, principalmente, girar a tela para visualizar aplicativos na vertical. Quando liguei o cronômetro para verificar o tempo de boot, foi batata: um minuto e quatro segundos para o G1 contra 53 segundos para o Magic (e, convenhamos, os dois são tempos altos). Ainda falando em números, pedi para o pessoal do INFOLAB fazer algumas ligações e medir a duração da bateria, que melhorou bastante, passando de 266 para 381 minutos.

Confesso que senti falta do belo QWERTY do G1. Mas, para compensar isso, o teclado virtual do Magic ficou mais espaçoso, com inspiração no iPhone. O método para predição de palavras, do que não sou muito adepto, aqui também ganhou em eficiência. Os cinco botões físicos na base do aparelho continuam fundamentais para a navegação, pois os menus não possuem opção para voltar à tela anterior, por exemplo. Um detalhe curioso é que o design deles é diferente do visto nas fotos do aparelho vendido no exterior – dando força à tese de que a carcaça pode ser modificada antes do lançamento.

Quando bati o olho no aparelho, pensei que a tela dele era idêntica à do seu antecessor. Mas, além de ganhar no brilho e na nitidez, o display do Magic exibe 16 milhões de cores, contra 65 mil do G1. Não vi diferença na sensibilidade, que continua ótima, e as funções também são iguais em ambos. Ou seja, nada de comandos de pinça para dar zoom no navegador ou nas fotos. O tamanho de 3,2 polegadas garante liberdade para arrastar e soltar atalhos na tela – uma coisa que você usa muito quando está personalizando a página principal. Afinal, dá para colocar seus aplicativos preferidos lá e mudar o plano de fundo de um jeito muito prático.

Mais fácil de usar

Infelizmente, o HTC Magic testado não veio com o Android Market na memória. Por isso, não pude baixar e instalar novos programas nele. Porém, percebi que alguns dos aplicativos mais usados no dia a dia, como calendário, agenda e contatos, ficaram mais acessíveis. No G1, era preciso apertar várias vezes um botão físico para abrir os menus contextuais que deslizam sobre a tela. No G2, eles continuam existindo, mas a página principal desses programas já exibe algumas informações, praticamente eliminando a necessidade dos submenus. Um exemplo: a opção “sincronizar contatos do Exchange” fica na página dos contatos, na cara do usuário, e não escondida numa aba.

O aplicativo de e-mail também ganhou um belo upgrade. Agora, além de aceitar contas POP3 e IMAP, ele suporta o Microsoft Exchange, permitindo a sincronização de mensagens e contatos com o Outlook. Ponto para o Android no ambiente corporativo. Outra coisa que faz diferença para esse público é o Quickoffice nativo, para visualizar documentos do Office. Porém, não é possível editar planilhas, documentos de texto e apresentações. A navegação pela web não teve nenhum avanço, mas continua com diversos recursos, como bloqueio de janelas pop-up e cookies. Ah, o browser ainda ignora solenemente as páginas em flash, como o iPhone.

Dando uma olhadinha na lista de software inclusa no HTC Magic, não foi difícil concluir que, definitivamente, essa não será a versão disponível nas lojas brasileiras. Afinal, não estavam incluídos serviços como Google Maps, Street View e GTalk. E o principal chamariz do sistema operacional é justamente a integração fácil com eles, o que se traduz numa tremenda experiência de web 2.0 no bolso. Enfim, para vermos se essas soluções terão novidades na versão abrasileirada do aparelho, só quando a fabricante resolver que está na hora de lançá-lo.

Agora cabe no bolso

Tudo bem, já era possível carregar o G1 no bolso da calça jeans. Mas ele ficava desconfortável. O Magic é mais arredondado e menor que o iPhone, fininho o suficiente para não incomodar. Uma pequena curvatura na base deixa a boca próxima do microfone usado nas chamadas de voz. Certamente não é só por isso, mas a qualidade das chamadas me surpreendeu. Nos testes com um chip da Claro, não ouvi eco excessivo, nem chiado ou ligações cortadas. Outra novidade nessa carcaça é a entrada para cartão microSD (um modelo de 1 GB vem junto) na parte de dentro, e não na lateral. Mesmo assim, o acesso a ele é facílimo, pois basta arrastar a tampa traseira para abri-la.

Terminados os três dias de teste, concluí que a maior limitação do Android continua sendo o quesito multimídia. A câmera de 3,2 megapixels até possui boa qualidade, mas não tem flash. O aparelho também não é capaz de gravar vídeos. Ou seja, ele apenas toca arquivos de música e filmes – e ainda leva um banho doiPhone. Uma boa novidade é que o Bluetooth do Magic suporta AD2P, permitindo ao usuário ouvir música usando um fone sem fio. Para o público que curte MP3 no smartphone, no qual me incluo, o acesso fácil ao YouTube é uma maravilha, mas o Google ainda fica devendo uma interface caprichada para multimídia para ser usada quando o aparelho estiver offline.

Nokia nega planos de smartphone com Android




Reuters
Nokia nega planos de smartphone com Android
Olli-Pekka Kallasvuo, CEO e presidente da Nokia, mostra o celular E75: marca continua dando preferência ao Symbian.

Chips NVIDIA estarão nos celulares este ano





Chips NVIDIA estarão nos celulares este ano
Plataforma Tegra deve embarcar em celulares como este protótipo da empresa

Fotos do 1º Sony Ericsson com Android são publicadas em site

Sony Ericsson Android Rachael_glog


A Sony Ericsson já vem trabalhado em um celular com o sistema operacional do Google, o Android, há algum tempo, mas procurava manter segredo a respeito de mais detalhes. No final de semana, no entanto, um site dinamarquês revelou algumas imagens do que deve ser o primeiro Android Phone da fabricante.

Apelidado de Rachael, o smartphone será anunciado no final do ano, afirma a revista Danish Mobil. O aparelho será parte da série XPERIA, que também inclui o modelo X1, baseado em Windows Mobile.

> Mercado terá 18 celulares com Android em 2009
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Por ser membro da Open Handset Alliance desde dezembro, era quase certo que a Sony Ericsson entraria no “exército "do celular com sistema operacional de código aberto.

As fotos vazadas mostram que o Rachael possui câmera de 8,1 megapixels com autofoco e flash. No topo do aparelho há um entrada para fone de ouvido de 3,5 milímetros e uma porta mini USB. Não há mais detalhes sobre o tamanho da tela ou resolução, mas a revista dinamarquesa afirma que o aparelho é touchscreen.

É provável que o aparelho já seja lançado rodando a versão 2.0 do Android, que o Google pretende lançar ainda este ano. Não se sabe, porém, se o aparelho oferecerá suporte ao Adobe Flash.

Publicado por Evelin Ribeiro, às 08h55

HTC lança software personalizável para novos celulares com Android

HTC Sense_glog

A fabricante de smartphones HTC renovou a interface de usuário do HTC Hero, seu aparelho mais recente que roda o Android, sistema operacional do Google. O objetivo da companhia é destacar que os usuários precisam gostar do software que roda em seus celulares.

O novo software da HTC foi desenvolvido para que as pessoas possam customizar o aparelho conforme suas necessidades, escolhendo o melhor estilo de relógio ou as funções usadas mais frequentemente logo no menu inicial, como o gadget de previsão do tempo, o símbolo do Wi-Fi ou um widgets para os feeds do Twitter ou Facebook, por exemplo.

"Temos desenvolvido isso por três anos", disse o responsável pela área de marketing - Chief Marketing Officer (CMO) - da HTC, John Wang. “O ponto é enriquecer a experiência do usuário, tornar mais pessoal, conveniente e oferecer momentos de prazer”, completou.

O novo software batizado de HTC Sense começará a ser distribuído a partir do HTC Hero - o terceiro “Google Phone” da fabricante - sendo expandido para outros modelos do portifólio da HTC posteriormente.

O Hero é um smartphone que funciona em redes GSM e WCDMA, tem tela sensível ao toque de 3,2 polegadas, câmera de 5 megapixels, slot para cartão de memória MicroSD e GPS.

O aparelho também conta com um botão de busca que vai além de pesquisas na internet, contatos na agenda e e-mails. Ele permite até a tão desejada busca em tempo real no Twitter, promete a HTC.

O Hero chega ao mercado europeu em julho e na Ásia em setembro. Na América do Norte, o aparelho chega no final do ano. Embora o Google tenha prometido que o Android chegará ainda este ano ao Brasil, a HTC não tem nenhuma previsão sobre quando vai trazer qualquer de seus smartphones com Android ao País.

Venda de celulares com Android crescerá 10 vezes em 2009

Consultoria Strategy Analytics aponta alta de 900% na venda de celulares com o sistema operacional do Google este ano.

As vendas de celulares com Android, o sistema operacional do Google para dispositivos móveis, crescerão 900% em 2009, informa uma análise da consultoria Strategy Analytics. A previsão se baiseia ao suporte de operadoras, fabricantes e desenvolvedores, que começam a adotar o software para seus smarthones.

Até novembro de 2008, a HTC - única fabricante que já tinha colocado o Android à venda - estimava fechar o ano com um milhão de aparelhos vendidos. Se as estimativas da Strategy Analytics se comprovarem, poderão ser vendidos entre oito e nove milhões de smartphones com a plataforma - um volume 10 vezes maior que no ano passado.

O Android começou a atrair atenção nos Estados Unidos no segundo semestre de 2008 e foi gradualmente expandindo sua presença na Europa e Ásia nos primeiros meses deste ano. O aumento da base de usuários do Android será maior que o crescimento dos usuários do iPhone OS, sistema operacional do celular da Apple, que deve ser de 79% em 2009, segundo a consultoria.

Neil Mawston, director da Strategy Analytics, afirma que o modelo de baixo custo de licença, a estrutura de código semi-aberto e o suporte do Google para serviços “na nuvem” - ou seja, armazenados virtualmente - têm encorajado companhias como HTC, Motorola, Samsung, T-Mobile, Vodafone e outras a darem suporte ao Android. Mawston diz ainda que o Android deve se tornar um dos principais sistemas para smartphones em dois ou três anos.

Mercado terá 18 celulares com Android até o fim do ano, diz Google

Diretor de Plataformas Móveis do Google não diz quais fabricantes ou operadoras têm interesse em lançar novos Android Phones.

Até o fim do ano haverá no mercado pelo menos 18 modelos de celulares baseados no Android, o sistema operacional do Google para dispositivos móveis, afirmou a companhia na quarta-feira (27/05) durante o evento Google I/O para desenvolvedores, em São Francisco (EUA).

Segundo o jornal The New York Times, o diretor sênior para Plataformas Móveis do Google, Andy Rubin, declarou que o número pode chegar até 20. Rubin não confirmou quais seriam os fabricantes ou operadoras interessados em oferecer os aparelhos. Atualmente há dois Android Phones à venda: o HTC Dream, ou G1, oferecido pela operadora T-Mobile nos Estados Unidos, e o HTC Magic, vendido pela operadora britânica Vodafone.

Se os celulares realmente se popularizarem como prevê o Google, a plataforma Android pode se tornar um verdadeiro rival para o iPhone da Apple, pois a fabricante tem sido criticada pelo modelo fechado de políticas para aprovação de aplicativos de terceiros. Já o Google, tentará ao máximo atrair desenvolvedores de aplicativos para seu sistema operacional móvel, o que pode despertar o interesse de muitos consumidores.

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