TIM perde mais no pré-pago e é superada pela Claro no total de celulares

A tendência de encolhimento da base de pré-pago iniciada em 2015, com adições líquidas de -28,4 milhões, continua em 2016. Os usuários estão abandonando o 2º chip e passando a se comunicar mais intensamente através de mensagens utilizando aplicativos móveis, como o WhatsApp.

Nos primeiros seis meses do ano o Brasil apresentou adições líquidas de -5,8 milhões de pré-pagos, sendo -2,4 milhões da TIM e -2,0 milhões da Claro.




Como consequência, TIM e Claro perderam market share de pré-pago enquanto Vivo e Oi ganharam, apesar de todas as quatro operadoras terem apresentado adições líquidas negativas de pré-pago nos seis primeiros meses de 2016.



No pós-pago, a Vivo liderou com adições líquidas de +0,6 milhões nesse período (Jan-Jun/16).


Nota: Oi estimada pela Teleco em jun/16.


Com este resultado a Claro apresentou adições líquidas de -1,7 milhões de celulares (Jan-Jun/16), 562 mil celulares menos que a TIM (-2,3 milhões) e conseguiu ultrapassar em market share do total de celulares, por uma diferença de 305 mil celulares (detalhes desta disputa).


A tendência de queda da participação do pré-pago no total de celulares do Brasil deve continuar no 2º semestre de 2016. Ela já foi de 83% em 2009 e caiu para 70% em jun/16.



Nota: Estimativa da Teleco baseada em dados preliminares da Anatel para jun/16


Diante deste cenário pergunta-se:
Até quando a participação do pré-pago no total de celulares vai continuar caindo?
Que operadoras estão apresentando um melhor desempenho neste processo?
Que tipo de plano de serviço pode ser mais eficiente para migrar pré-pagos para pós?
Qual o impacto da queda do pré-pago no market share de celulares do Brasil? E na receita?
A inadimplência no Serviço Móvel tende a aumentar?
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