Operadora apresenta nova família Power, que tem ofertas com velocidades a partir de 3 Megabits por segundo. O custo começa em R$ 49,90.

A operadora de telefonia fixa e banda larga GVT anunciou, nesta quinta-feira (30/7), a nova família Power, que oferece banda larga com velocidade de até 100 Megabits por segundo (Mbps).

A oferta com menor velocidade é a de 3 Mbps e sua mensalidade é de 49,90 reais. O usuário pode optar ainda pelas velocidades de 10 Mbps, 15 Mbps, 35 Mbps, 50 Mbps e 100 Mbps. Os valores são, respectivamente, 69,90 reais, 99,90 reais, 199,90 reais, 299,90 reais e 499,90 reais. Estes preços valem para a aquisição do serviço de internet em alta velocidade nos pacotes Unique e Smart Maxx, que incluem telefonia fixa e custam a partir de 102,87 reais a 552,87 reais.

A família Power, que começa a ser comercializada em agosto, substitui a TurboNet, que continua para a base de assinantes. "Nossa expectativa é que nossos clientes migrem para a Power", afirma o vice-presidente de marketing e vendas da GVT, Alcides Troller Pinto. Os interessados podem degustar o serviço no site Power GVT a partir de domingo (2/8).

Os habitantes de 56 cidades brasileiras - entre as 82 em que a operadora atua em massa - poderão contratar a banda larga Power. Os Estados que terão acesso à nova família de produtos são Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Santa Catarina, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia, além do Distrito Federal.

A expectativa da operadora é aumentar a base de clientes adeptos ao pacote com velocidade de 10 Mbps, tornando-a a maior da empresa, afirma Pinto. Atualmente, são 21% que têm esta velocidade. Todos os clientes que contratam 10 Mbps ou pacote superior recebem um modem da GVT, "adequado para as necessidades da conexão", garante o executivo.

Devido à concessão, a fidelização aos planos é de um ano. Por enquanto, "cerca de 25% de nossa receita de banda larga vem dos pacotes de 10 Mbps", diz.

A empresa tem investido para aumentar a agilidade de seus serviços. "Nos últimos três meses, aumentamos em 40% nossa equipe para instalação de banda larga", explica o vice-presidente de marketing.

Quanto a expansão territorial, Pinto aponta que a operadora considera algumas cidades em seu cronograma de planejamento. "Queremos atuação nacional e entrar em São Paulo com ofertas em massa", afirma. Atualmente, a GVT atua, nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, somente no segmento corporativo.

"No último trimestre, pretendemos entrar em mais três cidades, que somam 2,6 milhões de habitantes", diz Pinto.

Vivo vai recorrer de multa de R$ 3,19 milhões aplicada pelo Procon

Operadora de telefonia celular alegou que autuação “foi baseada em avaliação feita em dezembro, logo após a entrada em vigor da lei”.

A operadora de telefonia celular Vivo informou nesta quinta-feira (30/7) que vai recorrer da multa de 3,19 milhões de reais aplicada pelo Procon-SP, por causa de desrespeito à lei que regulamenta os Serviços de Atendimento ao Consumidor (SAC). “Trata-se de uma autuação baseada em uma avaliação feita pelo órgão em dezembro de 2008, imediatamente após a entrada em vigor do Decreto 6.523”, afirmou a empresa, por meio de comunicado.

A empresa se justificou e alegou que “é a única do setor de telecomunicações móveis a atingir a pontuação máxima do ranking Índice de Desempenho de Atendimento (IDA)” da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), órgão que regulamenta o setor. Segundo a Vivo, um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Relações com o Cliente indica que a empresa foi a melhor avaliada no setor de telecomunicações, obtendo nota 9 do máximo de 10 pontos.

A empresa também reafirmou “seu respeito à regulamentação que ampara os direitos do consumidor, fazendo deste princípio uma base norteadora para o atendimento de seus mais de 46 milhões de clientes”.

Multa
O Procon-SP informou nesta quinta-feira (30/7) que 20 empresas foram multadas por não cumprirem com as regras de atendimento ao consumidor estabelecidas pelo Decreto 6.523, que começou a vigorar em dezembro de 2008.

Além da Vivo, a operadora de telefonia celular Claro foi outra empresa a ser multada em 3,19 milhões de reais. A reportagem do IDG Now! entrou em contato com a operadora, que informou que "respeita as decisões do Procon e está analisando para decidir se recorrerá ou não”.

Pesquisa: 51% dos usuários de 3G no País não têm banda larga fixa em casa

Estudo realizado pela consultoria Yankee Group aponta que 42% dos assinantes do serviço usam internet móvel para fins comerciais e pessoais.

Os serviços de banda larga móvel têm conquistado espaço no mercado brasileiro como opção de acesso à internet, tanto por usuários residenciais quanto corporativos. É o que mostra uma pesquisa realizada pela consultoria Yankee Group, que indica que 51% dos usuários desse serviço no País não têm banda larga fixa em casa. Além disso, 42% deles fazem uso da internet móvel para fins comerciais e pessoais, indica o relatório, realizado em parceria com a fornecedora de equipamentos de telecomunicações Ericsson.

Pelos cálculos da pesquisa, o Brasil encerrará 2009 com 4,6 milhões de assinantes que realmente utilizam serviços 3G - dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) indicam que o mercado brasileiro tem aproximandamente 2,1 milhões linhas capazes de usar serviços de terceira geração e outros 3,6 milhões de dispositivos como modems e cartões de acesso exclusivamente à rede de dados 3G.

Outro relatório, desenvolvido pela consultoria Pyramid Research, corrobora o aumento da competição entre banda larga fixa e móvel no Brasil. O estudo prevê que já em 2011 o total de usuários de serviços de banda larga móvel no País ultrapassará o número de clientes de serviços fixos de acesso rápido à internet. Em dois anos, os assinantes móveis serão aproximadamente 18 milhões. Já os fixos totalizarão cerca de 17 milhões.

A análise leva em consideração exclusivamente dispositivos como modems e placas PCMCIA, usados em notebooks e desktops para conectividade de dados. Segundo o analista da Pyramid Research responsável pela pesquisa, Fernando Faria, três fatores contribuem para o avanço da banda larga móvel no mercado nacional.

O primeiro deles é a demanda da população por serviços do tipo, o que deve incentivar o avanço no número de usuários. E, à medida que a penetração das ofertas aumentar, as operadoras poderão reduzir preços de suas ofertas. Este é o segundo aspecto considerado por Faria. Em terceiro lugar, está a simplicidade oferecida pela banda larga 3G sobre os produtos de internet rápida fixa. Com modems e placas PCMCIA, o usuário tem o benefício da mobilidade e da autoinstalação.

Pelas contas de Faria, cerca de um ano e meio após o lançamento das primeiras redes de terceira geração no Brasil, placas e modems já representam cerca de 30% do mercado de banda larga nacional. De acordo com a Pyramid Research, esses equipamentos terão papel fundamental para disseminar a penetração da banda larga no Brasil nos próximos cinco anos.

Mas o analista da consultoria afirma que as ofertas de internet veloz das operadoras móveis não disputarão mercado com o serviço fixo no que diz respeito a clientes que consomem muita banda, os chamados "heavy users". "Vai usar a banda larga móvel quem está saindo da conexão discada e quem está satisfeito com velocidades de 1Mbps", diz Faria.

Para o analista sênior do Yankee Group, Julio Püschel, o domínio de placas e modems no mercado de terceira geração de telefonia celular deve-se, em parte, à própria estratégia das operadoras, que focaram na oferta deste tipo de equipamento para disseminar a terceira geração. Dos cerca de 2,1 milhões de assinantes de 3G contabilizados no final de 2008 no Brasil (entre usuários da tecnologia EVDO e WCDMA), 1,2 milhão utilizavam modems ou placas.

Püschel diz que a tendência é que, com o passar do tempo, a banda larga fixa ocupe o nicho de provedor de serviços de entretenimento, servindo de plataforma para a oferta de soluções como TV por meio de protocolo internet e para pacotes de acesso à internet em alta velocidade. Já o serviço das celulares terá como diferenciais preço e a mobilidade.

Uso residencial e corporativo
A pesquisa do Yankee Group mostra que 26% das assinaturas de terceira geração são corporativas, indicando que as empresas ainda estão em fase de análise da relação custo-benefício do 3G como forma adicional de acesso a internet. No entanto, 27% dos usuários desse tipo de oferta utilizam o serviço no escritório e em visitas a clientes.

"Muitos dos assinantes estão pagando um plano pessoal e usando para finalidade corporativa sem pedir reembolso da empresa", afirma o especialista. Püschel acredita que o percentual de uso do serviço vai crescer no mercado corporativo.

A maioria dos assinantes de terceira geração (72%) são jovens com idades entre 20 anos e 30 anos. De acordo com o estudo, este perfil está ligado ao fato de o processo de adoção do 3G ainda estar em fase inicial, por isso, os assinantes são pessoas que dão valor a inovações e se dispõem a usar uma nova tecnologia antes de uma adoção em massa.

A pesquisa do Yankee Group foi realizada com 611 assinantes de serviços de terceira geração em três capitais brasileiras: Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo, durante o mês de março deste ano.

Vendas de celulares têm queda menor no 2º trimestre de 2009, diz IDC

Apesar de terem caído 10,8% em relação ao mesmo período de 2008, vendas de celulares mostram ligeira recuperação, especialmente em smartphones.

As vendas globais de celulares continuaram fracas no segundo trimestre do ano, apesar de alguns sinais de recuperação no setor de smartphones, revelou novo levantamento da consultoria IDC.

A queda foi de 10,8% em relação ao segundo trimestre de 2008, registrando 269,6 milhões de unidades vendidas. No primeiro trimestre de 2009, a queda havia sido pior - de 17,2% em comparação com o ano anterior.

"Os desafios dos últimos nove meses - câmbio estrangeiro volátil e incerteza na demanda - continuaram a afetar o mercado de celulares, mas não estão mais tão severos quanto antes", disse o analista sênior do IDC, Ramon Llamas. Os pequenos sinais de melhorias giram em torno dos celulares de tecnologia mais avançada, como os smartphones.

O IDC prevê que as vendas de celulares em todo o ano de 2009 sofram uma queda de 13% em comparação com 2008.

"O corte no preço do iPhone 3G feito pela Apple reflete uma tendência que deve continuar nos próximos trimestres", afirmou o especialista.

A Nokia continua no topo da lista dos maiores fabricantes do mundo e atingiu 103,2 milhões de aparelhos vendidos, uma queda anual de 15,4%, de acordo com a IDC. A Samsung Electronics ocupa o segundo lugar, tendo vendido 52,3 milhões de celulares no segundo trimestre do ano, queda de 14,2% comparados ao mesmo período do ano passado.

Em terceiro lugar está a LG, que vendeu 29,8 milhões - 6% a menos que no ano anterior. Já a Motorola sofreu queda anual de 47%, registrando a venda de 14,8 milhões de aparelhos vendidos no período.

Faturamento da Motorola cai no segundo trimestre de 2009

Unidade de celulares foi a que teve pior desempenho, com queda de 45%. Outras divisões tiveram resultado um pouco melhor.

O faturamento da Motorola caiu em todas as três divisões da empresa no segundo trimestre, informou a companhia na quinta-feira (30/7) à noite, ao divulgar o balanço do período.

A unidade de celulares foi a que apresentou o pior resultado, enquanto as outras divisões tiveram desempenho um pouco melhor. Mas a receita das três unidades foi impactada pela crise econômica mundial.

No geral, a Motorola registrou lucro de 26 milhões de dólares, ou 0,01 centavo de dólar por ação. Esse resultado inclui gastos extraordinários, como custos da reestruturação da empresa e desativação de fábricas. A receita no período foi de 5,5 bilhões de dólares, contra 8,1 bilhões de dólares registrados no mesmo trimestre de 2008.

A unidade de celulares teve prejuízo de 253 milhões de dólares no período, menor que o prejuízo de 346 milhões de dólares registrado no segundo trimestre do ano passado. As vendas de telefones celulares caíram 45% em comparação com o mesmo período do ano anterior, ficando em 1,8 bilhão de dólares. A empresa vendeu 14,8 milhões de telefones celulares no período, contra 28,1 milhões de unidades comercializadas no segundo trimestre de 2008.

A divisão de produtos para redes domésticas e de infraestrutura para operadoras de telecomunicação viu sua receita encolher 27%, para 2 bilhões de dólares, enquanto o faturamento caiu de 245 milhões para 153 milhões de dólares. Já a unidade de soluções de mobilidade corporativa teve queda de 17% nas vendas, que ficaram em 227 milhões de dólares, contra 377 milhões de dólares de vendas registrados no segundo trimestre do ano passado.

Stephen Lawson, editor do IDG News Service, em São Francisco

Lançamento do iPhone 3GS no Brasil deve ser em agosto

Já homologado pela Anatel, novo smartphone da Apple vendeu mais de um milhão de unidades em três dias de comercialização no exterior

Está tudo certo para a chegada do novo smartphone da Apple o iPhone 3GS ao Brasil. O equipamento deve estar no mercado nacional em agosto. Na semana passada, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) homologou o novo equipamento, que conta agora com o certificado de conformidade técnica para produtos de telecomunicações (datado de 21/7), necessário para a comercialização do produto.

Apesar de não divulgarem a data de lançamento (muito menos os preços), as operadoras (Vivo, Claro e Tim) já oferecem em seus sites o cadastramento de interessados no novo equipamento, que foi lançado nos Estados Unidos em 19 de junho.

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iPhone 3GS: sinal verde da Anatel

O novo aparelho, que conta com esperados recursos, como a gravação de vídeo e reconhecimento de voz, vendeu mais de um milhão de unidades em apenas três dias.

Sabia mais sobre ele no nosso teste, que compara o 3GS com suas versões anteriores.

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