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sexta-feira, setembro 12, 2014

BlackBerry compra startup britânica de telefonia Movirtu

Com a compra, a Blackberry aumenta o portfólio de serviços para atender sua base principal de clientes corporativos e governamentais


Claramente isso se encaixa bem dentro da estratégia que temos articulado até agora, disse o chefe da unidade empresarial da BlackBerry, John SimsFoto: Reuters

A BlackBerry adquiriu uma startup britânica de tecnologia de dispositivos móveis cujo software permite que usuários tenham múltiplos números de telefones no mesmo dispositivo, anunciou a firma canadense de tecnologia nesta quinta-feira.

Com a compra da Movirtu, a companhia canadense aumenta o portfólio de serviços para atender as necessidades de sua base principal de clientes corporativos e governamentais. Os valores da transação não foram revelados.

A tecnologia de SIM virtual da Movirtu permite que um indivíduo tenha os números pessoal e corporativo em um único dispositivo móvel, com faturamento separado para uso de voz, dados e mensagens em cada número. Isso permite que funcionários troquem entre os perfis pessoal e de trabalho facilmente sem carregar vários dispositivos ou chips SIM.


A tecnologia da Movirtu permite que um indivíduo tenha os números pessoal e corporativo em um único dispositivo móvelFoto: FacebookMovirtu / Reprodução

"Claramente isso se encaixa bem dentro da estratégia que temos articulado até agora. Estamos construindo fluxos de receita recorrentes em serviços com valor agregado e oferecendo mais valor para empresas", disse o chefe da unidade empresarial da BlackBerry, John Sims, em uma entrevista.

Sims disse que a tecnologia da Movirtu vai permitir que administradores de TI por exemplo restrinjam chamadas e emails para um número corporativo após um horário específico, sem bloquear emails ou chamadas pessoais para o mesmo dispositivo.

quinta-feira, setembro 11, 2014

Amazon Fire Phone passa a ser vendido por US$ 0,99 nos EUA

Celular teve quase US$ 200 de redução em seu preço


Fire Phone foi vendido inicialmente a US$ 200 em junho, mas teve pouco sucesso de vendasFoto: Getty Images

A Amazon reduziu o preço de seu smartphone, o Fire Phone, para US$ 0,99 centavos (próximo de R$ 2,24) na modalidade pós-pago nos Estados Unidos – tanto para os modelo de 16 gigabytes quanto para o de 32 GB.

Os novos valores já aparecem nesta segunda-feira na plataforma de comércio eletrônico da companhia. Antes, o celular era vendido a uma média de US$ 200, com contrato de dois anos com a operadora AT&T.

Com o contrato, o consumidor americano deve desembolsar US$ 18,75 por mês.

Para se ter uma ideia, a capa do Fire Phone já está mais cara que o próprio smartphone, saindo ao preço de
O motivo da redução de preço ainda não está claro, mas coincide com o anúncio do próximo smartphone da Apple, o iPhone 6, que deve ocorrer na próxima terça-feira. Apresentado pelo presidente-executivo da Amazon, Jeff Bezos, em junho deste ano, as estimativas apontam que o Fire Phone vendeu apenas 35 mil unidades no 1º mês.

O Fire Phone deve chegar a Europa ainda neste mês, no dia 30, no Reino Unido (pela operadora O2) e na Alemanha (pela Deutsche Telekom).

Saiba o que levar em conta na hora de comprar um tablet

Armazenamento, sistema operacional e tamanho. Conheça as características para escolher um aparelho ideal para você


Escolha um tablet que atenda as suas exigênciasFoto: iStock

O preço atrativo e a diversidade de tablets no mercado têm atraído cada vez mais consumidores. Segundo dados da IDC Brasil, no ano passado foram vendidos 8,4 milhões de unidades, o que representa um crescimento de 157% se comparado ao volume comercializado em 2012.

Diante de todo esse crescimento, o Terra convidou o coordenador de Projeto Informática e Tecnologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), César Adriano de Oliveira, e o professor do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Ezequiel Zorzal, para darem algumas dicas para você não errar na hora de comprar um tablet.

Capacidade de armazenamento
Se você for apenas ler e-mails, documentos e fazer coisas mais simples, um tablet de 4 GB a 8 GB de memória interna já resolve sua vida. Se a ideia é armazenar arquivos de música, vídeos, fotos e aplicativos, o ideal seria de 16 GB a 32 GB. Agora, se você que armazenar muitos arquivos, ver diversos filmes, o melhor é que o aparelho seja de 64 GB até 100 GB de memória interna.

“Não podemos confundir memória interna com memória RAM, pois a interna é como se fosse o disco rígido do tablet”, ressalva César.

Se você ainda quiser aumentar o armazenamento, existem vários modelos que permitem que arquivos sejam salvos em cartões micro SD. Dessa forma, deixam a memória interna mais vazia e o equipamento trabalha mais leve. “Não podemos esquecer que o cartão de memória não pode ser considerado uma área de backup a não ser que o mesmo seja guardado em local seguro”, lembra César.


Tamanho da tela
Aparelhos de até 8 polegadas têm maior portabilidade. Como são leves, é possível segurá-los em uma das mãos.

Já os tablets de 10 polegadas são ideais para ver filmes e vídeos. São confortáveis para leitura de e-books, além de permitir digitação em seu teclado QWERTY de toque, podendo até substituir um netbook. Porém, eles se tornam pouco práticos na hora de transportar.

Sistema operacional
Atualmente existem diversos plataformas disponíveis no mercado. As mais comuns são Android, iOS, BlackBerry e Windows. A escolha deve levar em conta os aplicativos que você pretende usar, pois esses programas estão atrelados ao sistema operacional. “O mais importante é verificar qual atende as necessidades de uso”, explica o professor Ezequiel.

Android - A plataforma adquirida pela Google tem base no Linux e atualmente gerencia a maioria dos aparelhos móveis do mundo, sendo perfeita para utilizar os serviços como Gmail, GoogleMap etc. O desenvolvimento de aplicativos para o Android é muito simples e o custo para divulgação na loja Play Store é zero. Verifique qual versão do Android está instalada no tablet antes de comprá-lo – quanto mais nova, mais fácil é de encontrar bons aplicativos compatíveis.

iOS - Sistema operacional da Apple, é concorrente direto do Android. Só é encontrado nos equipamentos do fabricante, o que limita o mercado mundial. Uma das grandes vantagens desse sistema é sua tela de toque mais refinada e a imagem mais nítida, quando se fala em fotos, vídeos e filmes.

BlackBerry - A característica principal desse sistema operacional é gerenciar aparelhos móveis com um nível de segurança mais elevado. Possui aplicativos como Microsoft PowerPoint e Word e um cliente para gerenciar e-mails, o que transforma o equipamento ideal para uso empresarial.

Windows - Sistema operacional desenvolvido pela gigante de computadores Microsoft, é relativamente novo no mercado de tablets, por isso são poucos os aparelhos que utilizam essa plataforma. De maneira simples e personalizável, os ícones nas telas se movem e mostram informações relevantes, podendo se tornar uma eficiente interface. Porém ainda não há grande variedade de aplicativos na Windows Store comparada com o Google Play e a AppStore.

Processador
O processador é responsável, principalmente, pela rapidez na execução das tarefas. Existem hoje diversas opções no mercado. “Pode-se citar a família de processadores Exynos, da Samsung, que apresenta alto desempenho em aplicações gráficas. A família Apple AX para aparelhos específicos da Apple. A família Tegra, da NVIDIA, que permite a decodificação de jogos e vídeos de alta resolução”, explica Ezequiel. “Além da família Snapdragon, da Qualcomm, que apresenta modelos equipados com até quatro núcleos e está presente em tablets de baixo, médio e alto desempenho”, completa.


Conectividade
A maioria dos tablets vem com conexão wi-fi embutida no aparelho, o que permite conexão gratuita em lugares onde exista sinal de internet aberto, como shoppings, bares, restaurantes e outros de circulação pública. Já conexões 3G ou 4G geralmente não estão presentes em todos os aparelhos e os que têm esse recurso só vão ser úteis com um plano de uma operadora de celular já contratado.

Relógio da Apple impulsiona recarga sem fio de baterias

A adoção pela Apple da recarga sem fio da bateria do seu novo relógio pode ser um momento decisivo para uma tecnologia que tem sofrido no limbo há anos em meio a padrões concorrentes e confusão de consumidores.

Apoiadores do recarregamento sem fio de bateria veem um futuro no qual pessoas não se preocupam mais em completar a bateria de seus aparelhos; estão livres de cabos de energia embaraçados e avisos de bateria baixa, e onde termos como "tomada" e "conectado a cabo" serão tão anacrônicos quanto "discar" um telefone.

No entanto, embora a tecnologia já exista em grande parte para se alcançar isso, a concorrência para definir um padrão global está dificultando a sua entrega. Isso lembra as guerras das fitas Betamax contra VHS há três ou quatro décadas, ou a mais recente entre Blu-ray e HD DVD pela supremacia no formato de disco óptico de alta definição.

No momento existem três alianças, sem muito para mostrar. No ano passado, menos de 20 milhões de celulares foram vendidos com capacidade de recarga sem fio, segundo a consultoria em tecnologia IHS - menos de 2 por cento do bilhão de smartphones vendidos no mundo.

"Existe agora muitas abelhas em volta da colmeia", disse Omri Lachman, presidente-executivo da Humavox, uma startup israelense com sua própria tecnologia de recarga sem fios. "Até agora, não vimos um grande agrupamento de recarga de bateria sem fio em dispositivos. Há um bom motivo para isso: três padrões para o mesmo tipo de tecnologia".

Embora usuários claramente veem a recarga de aparelhos sem fios - com celulares, tablets e outros dispositivos sendo carregados ao deixá-los sobre uma plataforma ou outra superfície - como o natural próximo passo, alguns líderes da indústria alertaram que ainda ter de ligar o dispositivo de recarga na tomada pode ser trabalhoso para alguns. "Ter que criar outro dispositivo que você precisa ligar na tomada na verdade é, na maioria das situações, mais complicado", disse o vice-presidente da Apple, Phil Schiller, há apenas dois anos.

Sony Mobile cresce no Brasil enquanto enfrenta dificuldades no mundo


As receitas da operação brasileira da Sony Mobile quadruplicaram no ano passado, ampliando sua relevância nos negócios globais da japonesa Sony, que enfrenta dificuldades para lucrar com o segmento móvel em outros países.

Segundo o presidente da Sony Mobile do Brasil, Ricardo Junqueira, em 2013 as receitas da operação brasileira mais do que quadruplicaram na comparação com 2012 devido ao crescimento das vendas de smartphones. Ele não deu detalhes.

No mundo, as receitas consolidadas da Sony Corp somaram 72 bilhões de dólares no ano fiscal de 2013 encerrado em março, alta anual de 14,3 por cento. O segmento mobile respondeu por 15,3 bilhões de dólares, alta de 29,7 por cento.

Segundo ranking da consultoria Teleco, com base em dados da IDC, a Sony não está entre as oito maiores do mercado global de smartphones.

Para ampliar sua fatia no Brasil, a empresa está apostando em smartphones mais simples à prova d'água, capacidade anteriormente restrita a aparelhos top de linha, tablets de tamanho menor e maior durabilidade de bateria, disse Junqueira.

Alguns dos lançamentos recentes à prova d'água foram os smartphones e tablets Xperia Z3. Foi lançado ainda o Xperia M2 Aqua, o primeiro aparelho intermediário à prova d'água.

"No ano passado, a operação brasileira passou a ter importância grande (dentro da empresa)", disse Junqueira.

Segundo o executivo, esse aumento ocorreu porque a partir do ano passado a matriz passou a dar mais atenção ao mercado brasileiro, o que permitiu à marca lançar no país modelos até então restritos ao exterior.


"Conseguimos trazer para o país uma linha de produtos na faixa de preços que antes não atingíamos, com aparelhos de entrada a 499 reais", disse, lembrando que os top de linha podem chegar a 2,6 mil reais.

A Sony também ampliou o portfólio de aparelhos produzidos no Brasil. Segundo Junqueira, a fábrica que a companhia tinha no país não conseguiu acompanhar o aumento da demanda. "Abrimos a segunda fábrica em janeiro no interior de São Paulo", disse.

A aposta continua sendo a plataforma Android, do Google, porém, a Sony Mobile não descarta novidades em termos de sistema operacional. "A Sony está aberta a analisar outras plataformas", declarou Junqueira, sem dar detalhes.

De acordo com a consultoria IDC, foram vendidos 35,6 milhões de smartphones no Brasil em 2013, crescimento de 123 por cento frente ao ano anterior. A consultoria ainda não divulgou dados deste ano, mas a previsão é de crescimento de 30 por cento.

Apesar do avanço em mercados como o Brasil, a Sony Mobile vem enfrentando dificuldades no mundo. A Sony alertou em julho que não espera lucrar com smartphones este ano, citando a fraca demanda global.

Em julho, a companhia reduziu sua meta de vendas de smartphones no mundo de 50 milhões para 43 milhões de unidades em 2014. A meta anterior foi considerada "um pouco agressiva" pelo diretor de planejamento Hiroki Totoki.

Uma das marcas japonesas mais conhecidas, a Sony luta para tirar sua divisão de eletrônicos do vermelho.

quarta-feira, setembro 10, 2014

Acionistas da Oi apoiam Bava e fazem auditoria na PT

O calote de R$ 2,7 bilhões que o Grupo Espírito Santo deu em julho na Portugal Telecom (PT), em processo de fusão com a brasileira Oi, criou um novo mal-estar entre os sócios, acentuando animosidades em um processo que nunca foi um mar de rosas. Mas o que se nota agora é que o presidente da Oi, Zeinal Bava, que também presidiu a PT, tem o apoio de controladores e minoritários, em um alinhamento raro na história da companhia.

Bava tem afirmado a interlocutores que jamais soube do empréstimo de € 897 milhões (R$ 2,7 bilhões) que a PT fez à Rioforte, empresa do Grupo Espírito Santo. Os acionistas da Oi estão dando um voto de confiança a Bava até mesmo porque não identificam, hoje, pessoa mais preparada para comandar a companhia.

Mas esse voto tem como base uma situação, vivenciada por eles e pelo executivo, poucos meses atrás e que acabou transformando-se, para Bava, numa espécie de proteção. No dia 28 de abril foi fechado o preço das ações da Oi na oferta pública para capitalizar a empresa, uma etapa fundamental da fusão. A operação somou R$ 8,25 bilhões, avaliando a ação preferencial em R$ 2. A última palavra sobre esses valores veio de Bava.

O livro da oferta somaria R$ 2 bilhões a mais se as ações tivessem sido vendidas a R$ 1,60, faixa que concentrava maior demanda dos investidores. Bava bateu o pé, inclusive contra argumento dos banqueiros que coordenavam a oferta e avaliavam que a companhia deveria pegar mais dinheiro, até certo ponto surpreendentemente disponível neste ano de mercado difícil. Bava optou por preservar as cotações da Oi, que já vinham muito depreciadas por conta do tamanho da operação. A aposta dele era que tendo início a fusão, o valor das ações se recuperaria, o que julgava relevante, inclusive, para os acionistas e para uma nova investida no mercado.

Os controladores avaliam que se Bava soubesse do rombo que se abria na PT com o empréstimo à Rioforte, praticamente ao mesmo tempo em que a oferta estava na rua, teria optado por captar mais recursos no mercado naquele momento.

O relacionamento de Bava com o mercado continua sendo de confiança. Mas investidores e analistas querem ver os resultados que o comando da Oi promete entregar.

Se os planos de reduzir o endividamento, gerar mais caixa e comprar uma fatia da TIM forem concretizados, as ações da Oi em bolsa deverão se valorizar.

Esse argumento já foi apresentado aos acionistas portugueses que nesta-segunda feira se reúnem em assembleia em Lisboa. Ele dirão se aprovam ou não ficar com uma fatia menor da operadora brasileira, com a opção de retomar as ações da Oi que ficarão na tesouraria pelo valor de R$ 1,85, mais próximo ao de hoje. Desde que a fusão com PT foi divulgada, em outubro de 2013, a queda acumulada pelas ações da Oi é de 65%.

Uma auditoria está sendo feita pela Oi na PT. A possibilidade de Bava deixar a empresa, na visão de representantes dos atuais controladores, existirá apenas se algo na investigação indicar que ele teve conhecimento do empréstimo à Rioforte. A expectativa é que até o fim do ano essa investigação esteja concluída e que a empresa explique a seus investidores como, por que e, especialmente, quem autorizou essa operação.

Por outro lado, se a fusão não prosseguir, cenário que a Oi prefere nem olhar, há quem especule que o próprio Bava poderá não ter interesse em continuar à frente da empresa. Hoje, o executivo - que fez de Bayard Gontijo, diretor financeiro e de relações com investidores da Oi, seu braço direito - não cogita abandonar o posto. Ambos têm motivado a equipe da companhia, abalada pelo episódio da Rioforte.

Nos corredores da operadora brasileira o clima indica que, se antes os portugueses davam as cartas, agora são os sócios brasileiros que estão "arrumando a governança" e auditando a tele portuguesa.

Desde que iniciaram as negociações para resolver o problema criado pelo calote do Grupo Espírito Santo (GES), os brasileiros da Oi têm sido claros: o problema surgiu em Portugal e lá ficará. Mas as conversas foram duras desde o princípio, desgastando o relacionamento entre todos.

Os controladores da PT tentaram usar como arma de negociação um ponto crítico da operação que, segundo os minoritários brasileiros, favoreceu os controladores da Oi, que tiveram seu endividamento extinto no processo de fusão. O fato é que essa etapa, independentemente de ter sido um favorecimento ou não aos controladores da Oi, foi pública desde o princípio.

O relacionamento entre portugueses da PT e brasileiros da Oi azedou desde que surgiu a notícia do empréstimo ao GES, há pouco mais de dois meses. Em conversas reservadas, os brasileiros alegam que só ficaram sabendo da aplicação na Rioforte porque questionaram a PT sobre a operação, noticiada na mídia portuguesa.

Em contato com os executivos de Portugal, foram informados num fim de semana que na segunda-feira, 31 de junho, a empresa divulgaria um comunicado confirmando a aplicação. Por meio da representação no conselho, pediram esclarecimentos antes do comunicado ao mercado, o que foi descartado por Portugal, alegando que a tesouraria da empresa tinha poderes para fazer a aplicação. Diante da recusa e do comunicado, optaram por renunciar às vagas no conselho da PT.

As reuniões para buscar uma solução para a questão em Lisboa foram tensas. Culminaram com decisão de Henrique Granadeiro sair da presidência da PT e do conselho de administração. Armando Almeida assumiu o comando da companhia portuguesa com a missão de recuperar o equilíbrio que depende, fundamentalmente, do resultado da assembleia, na segunda-feira.

CEO da Apple busca inspiração em Steve Jobs



Quando o CEO da Apple, Tim Cook, disse ontem "Mais uma coisa...", repetindo expressão cunhada por Steve Jobs, foi muito aplaudido: relógio inteligente



O evento organizado pela Apple ontem na Califórnia, para mostrar novos produtos, parecia estar chegando ao fim quando o CEO Tim Cook subiu ao palco e disse: "Mais uma coisa...". Muito aplaudido, Cook mostrou, então, o relógio inteligente Watch, que marca a entrada da Apple na nascente categoria de dispositivos de vestir.

Ele usou ontem pela primeira vez a expressão "mais uma coisa...", cunhada pelo cofundador da empresa, Steve Jobs, morto em 2011. A frase, na boca de Jobs, virou sinônimo do espírito de inovação da dona do iPhone. Dita por Cook, mostra que, sob seu comando, a Apple tenta ter um rumo próprio, sem perder a visão de Jobs.

O relógio é a primeira nova categoria de produto na qual a Apple investe desde o lançamento do iPad, em 2010. "Este é um novo capítulo na história da Apple", disse Cook.

Com chegada ao varejo prevista para o começo de 2015, o Watch teve reações distintas em sua estreia. Alguns especialistas destacaram recursos como a interação com a assistente pessoal Siri e a possibilidade de usá-lo para acompanhar trajetos em mapas. Outros criticaram seu preço: US$ 349, valor mais alto que os US$ 250 do Moto 360, da Motorola, lançado na semana passado. "Se fazendo valer do seu forte legado, a Apple já se posiciona com destaque na categoria", disse Bruno Tasco, analista da empresa de pesquisa Frost & Sullivan.

Antes do relógio, a Apple fez ontem dois outros anúncios. Um deles foi o sistema de pagamento Apple Pay. Com apoio de cartões como Mastercard, Visa e American Express, o sistema vai concorrer com serviços como o PayPal, permitindo que o celular e o Watch sejam usados como uma carteira digital.

A tecnologia NFC permite fazer pagamentos encostando o aparelho em um leitor específico. O recurso já é usado pela Nokia e em alguns modelos com sistema operacional Android, do Google, que vem tendo dificuldades para deslanchar o Google Wallet.

A adoção da tecnologia NFC era uma das grandes expectativas com relação às novas versões do iPhone. Também se esperava aparelhos com tela maior. E eles vieram: o iPhone 6 tem tela de 4,7 polegadas e o iPhone 6 Plus, de 5,5 polegadas. Hoje, a Apple usa telas de 4. Com os novos celulares, a Apple se rende à tendência de aparelhos de tela grande, que foi iniciada pela Samsung há cerca de três anos, e busca reconquistar usuários que abandonaram o iPhone, ou que não trocam seu aparelho há pelo menos dois anos.

Os dois celulares chegarão às lojas dos Estados Unidos e mais nove países em 19 de setembro. O 6 terá os mesmos preços praticados com o modelo anterior, o 5S: US$ 199 a US$ 399. Já o 6 Plus custará US$ 100 a mais para cada um dos modelos oferecidos no contrato de dois anos com uma operadora. Nenhum dos aparelhos terá disponível a capacidade de 32 gigabytes (GB) de espaço para armazenar arquivos. Eles serão vendidos apenas com 16 GB, 64 GB e 124 GB.

Como normalmente acontece, o Brasil não está na lista dos primeiros países a receber os novos iPhones. A expectativa é que o lançamento aconteça em novembro, e que os preços sejam os mesmo do 5S: entre R$ 2,8 mil e R$ 3,6 mil. Os valores podem até ser maiores por conta da cotação do dólar.

Até o fim do ano, a fabricante pretender ter os novos iPhones disponíveis em 115 países. O número é maior que os 100 prometidos pela Apple no lançamento do 5S, há um ano e representa mais um item para a lista de promessas que Cook terá que cumprir à frente da companhia.

América Móvil fala com Oi sobre TIM


O plano da Oi para se unir aos concorrentes e fazer uma oferta à Telecom Italia pela TIM Brasil já está a pleno vapor. Ontem, o diretor financeiro da América Móvil, Carlos García-Moreno, confirmou que o grupo está conversando com a Oi sobre o assunto. Mas ressaltou que não há, ainda, qualquer acordo formal entre seu grupo, controlado pelo bilionário mexicano Carlos Slim, e a Oi.

"Inicialmente, estamos interessados em conversar com a Oi para entender melhor a oferta e explorar a oportunidade", disse o executivo à Bloomberg. "Em termos de financiamento, não acho que será um problema. Assumindo que a aquisição ocorra, teríamos que saber de que tamanho ela será e, provavelmente, teríamos de contrair alguma dívida para financiá-la."

A América Móvil é dona da Claro, Embratel Star One e Net no Brasil. Como as conversas estão apenas no começo, não está definido ainda como os potenciais interessados na TIM planejam dividir a companhia, caso sejam bem-sucedidos em fazer a proposta e obter sinal verde do grupo italiano para levar as negociações adiante.

As declarações do executivo reacenderam o entusiasmo dos investidores com uma possível solução para a TIM, que acabou ficando isolada em serviços móveis no Brasil diante dos competidores. As conversas, entretanto, ainda estão sendo amarradas, apurou o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor.

Da parte da Telefônica Vivo, conforme o esperado, o ritmo é ainda mais lento. A prioridade da tele, agora, é concluir a compra da GVT. Não que a TIM não seja atrativa. É só uma questão de dar um passo de cada vez.

No fim de agosto, a Oi anunciou que contratou o BTG Pactual como comissário mercantil para estruturar uma proposta de aquisição da TIM. A ideia de dividir a operadora com os concorrentes não apenas deixa o negócio mais acessível para todos, em termos de custos, como também se espera que ajude a evitar questionamentos regulatórios no país.

São grandes as chances de as conversas avançarem. Telefonia móvel é um negócio de escala e, por isso, o setor está em processo de consolidação no mundo todo. No Brasil, a competição acirrada vem corroendo as margens das teles, o que representa um estímulo adicional para as negociações.

No entanto, quem tem mais urgência é a própria Oi, pressionada por uma dívida líquida de R$ 46 bilhões. Nos planos da tele, a compra da TIM - que não tem dívidas - seria financiada pela venda de ativos e ajudaria a aliviar sua própria alavancagem.

Com dinheiro em caixa, América Móvil e Telefônica não têm a mesma pressa da rival que lidera as negociações por meio do BTG.

De acordo com o jornal "O Estado de S. Paulo", as rivais pretendem fazer uma proposta conjunta superior a R$ 30 bilhões, antes do leilão de 4G, marcado para este mês.

Com iniciativas como essa, a Oi é recolocada de volta ao jogo da consolidação de empresas, que começa na sede dos grupos estrangeiros e tem impacto no Brasil. Enquanto começa a colocar em prática uma estratégia para estruturar um lance pela rival italiana, a Oi trabalha na fusão com a Portugal Telecom, aprovada ontem pelos acionistas da empresa portuguesa. São dois movimentos paralelos que expõem de modo positivo a imagem da Oi, que vem sendo desgastada por dívidas e, principalmente, incidentes durante o processo de fusão.

As ações da TIM ontem tiveram forte valorização na BM&FBovespa e, após marcar máxima acima de 9%, encerraram o dia em alta de 6,15%, a R$ 13,28.


Presidente da Claro confirma interesse pela TIM Brasil

A operadora de telefonia móvel Claro, pertencente à mexicana América Móvil, está avaliando a aquisição de parte da concorrente TIM Brasil. A informação foi confirmada ontem pelo presidente da Claro, Carlos Zenteno.

De acordo com o executivo, o banco BTG Pactual procurou a direção da América Móvil, controladora da Claro, para oferecer o negócio.

O executivo titubeou, mas confirmou que a proposta é que a compra seja feita em parceria com outras operadoras, como vem sendo ventilado no mercado brasileiro desde o segundo semestre do ano passado. Zenteno não disse, entretanto, se as sócias no negócio seriam mesmo as operadoras Oi e Vivo. "Não entraram em detalhes, pois vários formatos estão sendo avaliados", disse ele.

Zenteno afirmou que o negócio interessa à Claro, desde que os valores envolvidos sejam "razoáveis". O valor de mercado da TIM em agosto era de R$ 30,2 bilhões.

Questionado se realizar uma compra fatiada não estaria fora do perfil da Claro, Zenteno justificou a possibilidade ao dizer que as situações de mercado mudam e que o cenário hoje é diferente de outros tempos. Ele também disse que o mercado brasileiro de telefonia é "muito dividido" e que vê espaço para maior concentração.

Antes dele, o presidente da TIM, Rodrigo Abreu, voltou a dizer que a operadora não está à venda e que a empresa mantém seu compromisso de longo prazo com o país. Ele disse ainda que a TIM irá participar do leilão de 4G na faixa de 700 Mhz, em 30 de setembro.

O presidente da Claro não confirmou a presença no leilão. O conselho da América Móvil ainda avalia as regras do leilão. Zenteno observou, no entanto, que a oferta do serviço na faixa de 700 Mhz é importante para a Claro e rechaçou a possibilidade de as operadoras se juntarem para boicotar o leilão. As empresas consideram muito alto o custo da "limpeza" da faixa, que é ocupada hoje por serviços de TV. O custo da limpeza é estimado em R$ 3,6 bilhões.


Aumenta oferta de celulares usados

Com lançamento dos novos iPhones, da Apple, sites que vendem celulares usados recebem mais produtos. Mesmo sem saber a data de chegada ao varejo ou o preço do iPhone 6 e 6 Plus no Brasil, consumidores já se preparam para ir às compras.

A demanda fica patente quando se olha o aumento no número de aparelhos usados colocados à venda em sites como Brused e Ziggo. A ideia é vender o aparelho usado e levantar uma "grana" para ajudar na compra do novo celular.

No Brused, que trabalha com aparelhos Apple de segundo mão desde o fim do ano passado, Bruno Fuschi, seu fundador, viu a oferta do modelo 5S, o antecessor imediato do novo aparelho, crescer 20% nos últimos dias. Já no Ziggo, que começou a operar oficialmente no fim de julho, a oferta dos modelos 4, 4S, 5 e 5S mais do que triplicou. "Muita gente já entrou em contato para colocar produtos à venda com a intenção de comprar o iPhone 6", disse Fuschi.

Nas duas páginas, o perfil dos vendedores é bem diferente. Segundo Guilherme Macedo, sócio-fundador do Ziggo, a oferta tem sido maior por parte de usuários de aparelhos mais antigos, que estão no momento de trocar de aparelho. Já no Brused, usuários do 5S são a maioria. "São caras mais ligados em tecnologia, que troca de celular todo ano", disse Fuschi.

Comuns nos Estados Unidos e na Europa, os serviços de compra de aparelhos usados (também conhecido como recommerce) engatinham no Brasil por conta da falta de infraestrutura de logística reversa no país e também pela resistência do brasileiro em comprar produtos usados. Para Fuschi, essa cultura começa a mudar. "Se a pessoa encontra um aparelho usado em boas condições e por um bom preço, ela já não liga tanto para isso", diz. Segundo ele, boa parte dos compradores do Brused é de consumidores que estão comprando seu primeiro iPhone.

Consumidor terá aplicativo gratuito








A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mobilizou sua equipe técnica para submeter aos testes finais a ferramenta de monitoramento da rede de celular voltada para o usuário final. Além da versão para computadores, a ser acessada no portal da agência, também já foi iniciado o desenvolvimento da versão para celulares, com aplicativos gratuitos para iPhone e Android.

A nova interface tecnológica será lançada pela Anatel até meados de outubro. Sua principal função é permitir a consulta da disponibilidade de redes das prestadoras de serviços móveis. As buscas podem ser realizadas por município ou bairro. Os resultados listam a quantidade de antenas de cada operadora em determinado local.





Além de apontar redes com mais chances de terem "pontos cegos" de cobertura, o dispositivo também apresentará um ranking das empresas com base nos indicadores de qualidade daquela região escolhida na busca realizada. O desenvolvimento do sistema custará aproximadamente R$ 100 mil, já incluídos na despesa com o Sistema de Gestão de Riscos e Monitoramento de Redes.

Técnicos da Anatel entendem que este esforço pode ajudar o órgão a recuperar sua credibilidade em relação ao enfrentamento dos problemas relacionados à qualidade dos serviços prestados pelas operadoras. A Anatel é associada à imagem negativa do setor pelo fato deste liderar, em geral, o ranking de reclamações em órgãos de defesa do consumidor.

O superintendente de Controle de Obrigações da Anatel, Roberto Martins, afirmou ao Valor que a agência quer avançar ainda mais no uso de ferramentas de monitoramento da qualidade. Ele informou que, já para 2015, o aplicativo instalado nos celulares deve contar com uma "versão 2.0". Esta otimização criará a possibilidade do usuário comunicar as falhas ou a deterioração da qualidade do serviço direto à central de monitoramento do órgão, com a possibilidade de envio de fotos e localização por sistemas de satélite.

"Isso tudo reflete a evolução do trabalho da agência ao longo do tempo. Antes, não era dessa forma. Os dados eram apenas coletados junto às empresas, mas agora são mostrados aqui. Você pode ter um retrato do que aconteceu ou do que está acontecendo neste exato momento", disse Martins ao mostrar a versão para teste do aplicativo da Anatel no celular.

Anatel investe para acelerar fiscalização





Rezende, da Anatel: nova sala de monitoramento custou R$ 8,58 milhões, sendo R$ 7,17 milhões em software



Os serviços de telefonia fixa, celular, conexão à internet e TV por assinatura ganharam uma central de monitoramento de qualidade que promete uma fiscalização mais eficaz por parte da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Trata-se do Sistema de Gestão de Riscos e Monitoramento das Redes voltado para o tratamento de informações operacionais coletadas das prestadoras com mais de 50 mil clientes. O sistema foi instalado em uma sala na sede da autarquia, onde o comportamento de mais de 135 mil estações de rede é acompanhado pela equipe de fiscalização. Tanto os dados detalhados como os elementos gráficos que mostram as redes de cada operadora estão dispostos em telões de alta definição.

A infraestrutura tecnológica custou R$ 8,58 milhões. Destes, R$ 7,17 milhões estão atrelados à aquisição do software de gerenciamento de risco, o que inclui a licença do produto, sua otimização para fins de monitoramento de rede e suporte técnico oferecido por cinco anos pelas empresas contratadas em pregão eletrônico. À preparação da sala foram destinados R$ 898 mil. Já os painéis de imagens consumiram outros R$ 510 mil do orçamento da agência.

"Não precisamos de muita gente para operar. Tivemos até agora 1.700 fiscais para cuidar das redes, mas com dez pessoas na bancada conseguiremos reunir muito mais informações sem precisar ir a campo", afirmou o presidente da Anatel, João Rezende, que abriu a sala de monitoramento ao Valor. A sala é de acesso restrito ao grupo pequeno de técnicos, pois nela ficam expostos dados estratégicos das empresas.

A viabilidade tecnológica do projeto foi testada pela Anatel na Copa do Mundo, com a sala de situação provisória montada para acompanhar a qualidade dos serviços durante o evento. O monitoramento foi feito em aproximadamente 3 mil estações de rede das sedes e sub sedes dos jogos.

O novo modelo de fiscalização é abastecido por três tipos de informações. O primeiro deles, relacionado à telefonia fixa e celular, registra as taxas de sucesso de chamadas completadas e o limite permitido de queda das ligações. No tráfego de dados (internet) e na transmissão de imagens e som (TV paga) será observado o cumprimento dos índices mínimos de acesso bem-sucedido às redes e o respeito à tolerância máxima de perda da conexão.

O segundo grupo trata da "folga" com que as redes operam. Este indicador de desempenho cruza os números sobre a capacidade da infraestrutura das prestadoras e o nível de demanda por serviços. O tratamento destes dados mostra o risco de saturação das redes.

Para esses dois primeiros conjuntos de informações, a Anatel reduzirá o prazo de atualização dos dados coletados para 15 dias. Hoje, os indicadores são coletados com as operadoras de celular apenas a cada trimestre. Com o novo sistema, as empresas receberão uma chave de segurança para ter acesso direto à plataforma on-line e abastecê-la de informações de rede para análise da autarquia.

O terceiro foco de acompanhamento exigirá uma resposta quase instantânea das operadoras. Diante de eventuais interrupções na entrega do serviço, as prestadoras terão até meia hora para fazer o registro na Anatel. Este prazo poderá ser reduzido para dez minutos se o problema - causado, por exemplo, pela ruptura acidental de uma fibra óptica - envolver riscos à estratégia nacional de defesa ou gerar impactos econômico e social relevantes.

Para seguir estratégias de proteção de infraestruturas críticas de telecomunicações, a Anatel enviou às operadoras um questionário de 470 perguntas sobre segurança de rede. A agência seguiu a recomendação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), da Presidência da República. Em processo semelhante realizado durante a Copa, o órgão recomendou a adoção, por exemplo, de sistemas de suprimento auxiliar de energia (no break) nas centrais de troca de dados e câmeras de monitoramento para aumentar a segurança nas estações de transmissão de sinal.

A sala de monitoramento entrará em plena atividade apenas em meados de novembro, quando encerrará o prazo de 60 dias para as empresas se adaptarem e enviarem a primeira leva completa de dados. Atualmente, o telão mostra apenas o mapeamento de redes para a realização dos jogos da Copa. A depender dos níveis de saturação e vulnerabilidade a falhas, as redes recebem os status verde, amarelo ou vermelho.

Rezende considera que os fiscais da Anatel terão acesso mais ágil às informações que levaram o órgão a, por exemplo, expedir a medida cautelar em 2012 que impôs a proibição da venda de celulares por 11 dias em 18 estados e no Distrito Federal. Na ocasião, foi percebida uma queda substancial na qualidade dos serviços justificada pelo fato de os investimentos não terem acompanhado o crescimento da base de clientes e a intensificação do uso das redes. Foi uma medida inédita, apontada como "desproporcional" pelas empresas, mas necessária na visão dos usuários.

"A [medida] cautelar nos mostrou que era fundamental inverter a lógica da fiscalização. Fica muito mais fácil trabalhar preventivamente do que esperar o usuário ligar aqui para reclamar que o serviço está ruim", disse Rezende.

O presidente da agência considera que, apesar de prever o aumento da pressão por desempenho satisfatório, as prestadoras vão perceber as vantagens do sistema, que abre a possibilidade de evitar o desgaste de processos de apuração de infrações. "Aqui, a gente vai ter que chamar a empresa para dizer que ela tem que resolver o problema. Isso é melhor do que abrir um processo que vai circular por dois ou três anos na agência e gerar uma porção de recursos administrativos até parar na Justiça. Acredito, agora, que isso vai diminuir o custo regulatório para as empresas e também o custo processual para agência", afirmou. Vale ressaltar, porém, que as informações colhidas pelo novo sistema serão usadas na abertura de processos punitivos se revelarem uma postura negligente das empresas na busca pela qualidade dos serviços.

Valor para limpar faixa de 4G é 'mais que suficiente', diz Anatel

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, disse ontem que o valor de R$ 3,6 bilhões previsto no edital do leilão de serviços móveis de quarta geração (4G) "é mais que suficiente" para limpeza da faixa 700 megahertz usada atualmente por emissoras da TV aberta.

O temor de que os gastos com a desocupação da faixa ultrapassem o previsto pela Anatel fez com que as operadoras entrassem com pedido de impugnação desse item do edital. O leilão 4G está marcado para 30 de setembro. "Se extrapolar, [as operadoras] terão que pagar, pois esse também é um risco do negócio", afirmou o conselheiro da Anatel Rodrigo Zerbone.

Outro ponto questionado foi o prazo de 12 meses para início de oferta dos serviços 4G, contados a partir do desligamento das redes de TV que ocupam o mesmo espaço na faixa de 700 MHz. O presidente da Anatel disse que pode haver uma antecipação se emissoras de TV e operadoras de celular chegarem a um acordo.

Ao todo, seis pedidos de impugnação foram apresentados pelas prestadoras ao órgão regulador. Rezende afirmou que as solicitações do setor, que incluem os pleitos das quatro principais operadoras (Vivo, TIM, Claro e Oi), serão julgadas até o dia 13 pelo conselho diretor da agência.

O presidente da Anatel ressaltou que a decisão final do colegiado não será tomada em reunião pública. O comando da agência assumirá uma posição por meio de "circuito deliberativo", onde o processo é analisado internamente por cada gabinete dos integrantes do conselho diretor.

terça-feira, setembro 09, 2014

Apple anuncia novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus, com tela maior

Empresa anuncia pela 1ª vez iPhones com telas de tamanho diferente.
Aparelhos foram revelados em evento na Califórnia (EUA).
Tim
A Apple anunciou nesta terça-feira (9) dois novos iPhones: o iPhone 6, com tela de 4,7 polegadas, e o iPhone 6 Plus, com tela de 5,5 polegadas. Essa é a primeira vez que a empresa anuncia ao mesmo tempo aparelhos com displays de tamanho diferente.

"Desde a concepção dos novos iPhones, pensamos em telas com tamanhos diferentes", disse Phil Schiller, vice-presidente da Apple, durante o evento.
Apple comparou espessura dos aparelhos em
evento de lançamento dos iPhones 6 e 6 Plus
(Foto: Divulgação/Apple)

Os novos iPhones têm linhas mais arredondadas e são mais finos que os modelos anteriores. Enquanto o 5S tem 7,6 mm de espessura, o iPhone 6 tem 6,9 mm e o 6 Plus, 7,1 mm.

Os novos smartphones da Apple vêm com resolução Retina HD, de altíssima definição. De acordo com a Apple, o iPhone 6 Plus tem 185% mais pixels que o 5S. No caso do iPhone 6, a superioridade é de 38%.

Outra novidade é uma tecnologia de reinforçamento por íons no vidro. A iniciativa visa evitar rachaduras nas telas, problema comum no iPhone.

Por ter uma tela maior, o iPhone 6 Plus assume várias funcionalidades já vistas no iPad Mini, por exemplo. O aparelho consegue mostrar o menu principal de aplicativos na horizontal e mais informações. No caso do app Messages, por exemplo, o 6 Plus é capaz de mostrar fotos de todos os contatos da lista.
saiba mais

Um novo recurso foi apresentado para navegaçao na internet. Ao pressionar o botão home duas vezes, a página desde para mostrar os botões que estão em cima, como, por exemplo, a barra de endereço.

Outra mudança importante é que o botão Liga/Desliga sai da parte superior do aparelho e fica localizado na lateral, para facilitar o acesso do usuário. Isso faz o novo iPhone lembrar aparelhos na Nokia e da Motorola.

A iTunes Store tem 1,3 milhão de aplicativos e todos funcionam nos novos iPhones com telas grandes, informou a empresa. Os desenvolvedores podem ainda atualizar seus apps para ficarem melhores na tela grande.

Muitos estúdios de games já desenvolvem títulos pensando no novo processamento dos iPhones 6 usando o motor de jogos da Apple, o Metal. Um dos jogos apresentados feitos para os iPhone 6, Vain Glory, pode mostrar até 100 personagens ao mesmo tempo na tela usando os novos recursos dos smartphones.

Os novos iPhones usam o chip da Apple A8 de 64 bits. Este chip tem 2 bilhões de transistores e é 13% menor do que o chip A7, do iPhone 5S. O processamento é 20% mais velos e os gráficos para games são 50% mais velozes no processamento.

A bateria ainda pode ser o calcanhar de Aquiles dos novos iPhones. A Apple diz que o desempenho será igual ou melhor ao do iPhone 5S, com 1 dia de conversa usando 3G.

O iPhone 6 tem duração da bateria de 14h de conversa usando 3G.

Para focar nos exercícios físicos, há um novo processador de movimento chamado M8. Ele entende quando o usuário está correndo, subindo escadas ou andando de bicicleta, calcula elevação e distância e mostra calorias queimadas.

Este processador possui um barometro para ver diferenças de pressão do ar e altitude. Os novos iPhones aceitam 20 diferentes tipos de frequencias 4G, além de ter maiores velocidades da internet móvel.

Ele também usa recurso de voz sobre LTE, que usa a rede 4G para as conversas por voz e, desse modo, fazer a qualidade do audio ser melhor. Apenas algumas operadoras do mundo usam este recurso no momento A conexão Wi-Fi esta 3x mais rápida e o aparelho aceita ligações telefônicas por

sexta-feira, setembro 05, 2014

Huawei apresenta novo smartphone Ascend Mate7

A Huawei lançou hoje na IFA 2014 seu mais novo smartphone, o Ascend Mate7. Equipado com tela full HD (FHD) de 6 polegadas, o dispositivo é ideal para atividades de entretenimento, possui apenas 7.9mm de espessura, pesando 185g, chipset octa-core, alta performance e bateria de 4100mAh.

"Apresentamos hoje aos consumidores nosso smartphone de tela grande mais avançado em velocidade e definição de tela – tanto em tamanho como em resolução. O Ascend Mate 7 se torna o símbolo do compromisso da Huawei em tornar em realidade os desejos dos usuários com a melhor qualidade do mercado", comenta Richard Yu, CEO do Huawei Consumer Business Group.

"O Huawei Ascend Mate7 lidera agora o segmento de smartphones de tela grande (phablets) e alto poder de desempenho aliado a consumo inteligente de energia e tecnologias de ponta como o dispositivo de single-touch fingerprint", complementou Richard Yu.

O Ascend Mate7 é o primeiro smartphone de 6 polegadas do mercado com acesso instantâneo à ferramenta de single-touch fingerprint. Essa tecnologia permite que o usuário destrave o telefone de forma 80% mais rápida do que os dispositivos que usam uma opção mais lenta de reconhecimento. Localizado na parte traseira do dispositivo e medindo 9.16mm x 9.16mm, o leitor suporta até 5 conjuntos de diferentes registros de impressões digitais que podem ser alocados para os modos normal de convidados, para que o usuário possa trocar de modos e melhorar a proteção de pastas, aplicativos e informações de pagamento privadas.

O aparelho possui maior taxa de 508PPI, o que aumenta a precisão do leitor e evita repetidas leituras antes de desbloquear o dispositivo – mesmo com dedos molhados ou sob chuva fraca. A tecnologia ARN TrustZone também armazena dados criptografados da impressão digital dentro do chipset para melhor proteção do SecureOS, o que previne o acesso direto de terceiros.

Características Técnicas


Baseado na arquitetura octa-core, o Ascend Mate7 conta com o processador Huawei Kirin 925 formado por 4 grandes chipsets A15 de 1.8 GHz e 4 pequenos A7 de 1.3 GHz, que são ativados em diferentes configurações de acordo com as necessidades de potência ou função operada pelo smartphone, sempre com o objetivo de oferecer a melhor experiência com economia de bateria.

O Ascend Mate7 economiza até 50% de bateria ao usar automaticamente núcleos menores A7 para aplicativos tradicionais que o consumidor usa pelo menos 80% do tempo, e ligando os maiores A15 durante usos que exigem maior desempenho, como jogos. O processador também ativará automaticamente os núcleos adicionais quando detectar que entre 85% e 95% da capacidade de processamento de um núcleo estiver sendo usada.

Equipado com a mais rápida conectividade LTE Cat6, e velocidade de download de até 300 Mbps, o Ascend Mate7 permite que filmes em HD sejam baixados em menos de 30 segundos. Rodando em um bateria Li-Polymer de 4100 mAh, o Ascend Mate7 também permite o encaixe de uma bateria grande em uma estrutura fina para mais de 2 dias de uso normal sem parar. Com a tecnologia proprietária de economia de energia da Huawei, o Ascend Mate7 oferece 3 modos de economia – normal, inteligente e ultra econômico.

Estilo e Conteúdo

Ascend Mate7 é composto por mais de 95% de metal e conta com uma estrutura interior feita de ligas de alumínio para uma melhor redução do aquecimento. O Ascend Mate7 está disponível em cinco cores que são, prata luar, negro e ouro.

Ele possui ainda uma câmera traseira de 13 MP para capturar fotos em ambientes com pouca luz com a Quarta Geração do sensor BSI da Sony e abertura f/2.0. Além disso, a câmera frontal de 5MP adota a lente não esférica 5P, que é líder da indústria oferecendo maior resolução e menor distorção da imagem.

Simplicidade Intuitiva

O Ascend Mate7 lançará a EMUI 3.0, a nova versão da interface de usuário intuitiva da Huawei que facilita a operação com uma mão e conta com novo visual em toda a interface de software. O novo design da timeline é usado extensivamente para maior facilidade no uso de vários apps. Além disso, o smartphone atende as necessidades diárias de forma intuitiva por meio do design prático e fácil organização, como a convergência das principais funções de chamada, contatos e mensagens do smartphone, que podem ser trocadas entre si com um simples movimento horizontal.

Disponibilidade e Acessórios

O produto estará disponível em mais de 30 países a partir de hoje, e muitos outros mercados em breve.

Os acessórios incluem o novo fone de ouvido com Power Active Noise Cancelling, que reduzem os ruídos entre 15 e 30 db e conta pela primeira vez com uma bateria interna que carrega automaticamente quando conectada ao smartphone, ou após 2 horas de uso quando conectada a outros dispositivos, bem como capa de couro e estação de carregamento que converte o smartphone em um porta-retrato digital de fotos.

Philips apresenta lançamentos durante a feira de eletrônicos IFA


 A IFA 2014, maior feira de eletrônicos de consumo do mundo, será palco da apresentação dos novos produtos do portfólio de headphones, áudio e optical video da Philips. De 5 a 10 de setembro, em Berlim, na Alemanha, estarão expostos no espaço da marca alguns modelos de equipamentos que trazem aos consumidores as mais recentes tendências do mercado.

São exemplos um speaker portátil desenhado especialmente para caber em qualquer bolsa ou mochila e um headphone com bobina de voz mais leve para melhorar a precisão do som e o controle dos graves.

Na categoria de produtos voltados para home cinema - o destaque da feira será a soundbar Fidelio B5 wireless surround sound speaker. Confira abaixo os detalhes dos lançamentos, que chegarão ao mercado europeu até o final deste ano:

Headphones

Philips Fidelio M1MKII - Sucessor do premiado fone Philips Fidelio M1, o modelo M1MKII possui bobina de voz mais leve para melhorar a precisão do som e o controle dos graves. As altas frequências foram aprimoradas para entregar completa clareza de som: agora é possível, literalmente, detectar os pequenos detalhes. Os drivers de neodímio 40mm de alta potência são ajustados para graves mais precisos, o que garante que cada detalhe sonoro chegue aos ouvidos da forma como o artista pretendia. As conchas do M1MKII possuem ainda o sistema Bass Reflex, que deixam os graves mais dinâmicos e equilibrados.

Áudio

Philips Original Rádio (ORT7500) - O Philips Original Rádio, uma releitura contemporânea do clássico rádio Philips Philetta, lançado pela primeira vez em 1955, agora vem equipado com a tecnologia sem fio Bluetooth para permitir uma maior liberdade para o ouvinte, adicionando a capacidade de streaming de música a partir de qualquer dispositivo compatível com a tecnologia. Equipado com DAB+, FM e capacidade para sintonia digital com 30 estações pré-definidas, o Philips Original Rádio é um sistema de som estéreo avançado. A tecnologia Philips de áudio não só garante sons cristalinos, mas também um poderoso grave mais profundo com o sistema Bass Reflex Speaker. Suas características o fazem um objeto de desejo para os amantes de som e estilo. O design vermelho brilhante estilo diner americano representa a era do Rock 'n' Roll dos anos 50 e 60. A frente preta e a caixa de madeira formam a moldura de acabamento de alta qualidade do sistema.

Philips Classic micro sound system (OTT2000) - A linha Original Philips recebeu mais um modelo. É o micro-system modelo Philips Classic. Inspirado no lendário toca-discos 1965 Philips AG4131, ele possui alto-falantes de alta eficiência e plataforma giratória equilibrada dinamicamente. E o modelo não parou em 1965: o sistema de som também inclui transmissão sem fios Bluetooth e unidade USB, tornando possível transformar facilmente os discos de vinil preferidos em MP3, para ouvir em qualquer lugar. Além disso, ele reproduz MP3-CD, CD e CD-R/RW, possui entrada de áudio para reprodução de música portátil e sintonia digital FM com memórias. Tudo isso envolto por uma estrutura de aparência retrô acentuada e elegante.

Wireless home speaker (BT7500) - O maior speaker do portfólio, o BT7500 é ideal para equipar o principal espaço da casa. A riqueza do som é criada pela combinação dos tweeters, woofers e radiadores de baixo separados, aliada ao processamento digital de som. Ele também inclui Bluetooth de alta fidelidade para streaming de música com aptX® e AAC e produz um som nítido, mesmo em ambientes maiores. Vem com a tecnologia MULTIPAIR, que possibilita conectar até três dispositivos inteligentes ao speaker sem fio ao mesmo tempo. O Wireless home speaker alterna facilmente entre cada device conectado. Equipado também com o recurso NFC, ele possibilita conectar os dispositivos e o speaker com um simples toque. Para completar, também é possível executar músicas e carregar o dispositivo de origem ao mesmo tempo, por meio da porta USB.

Wireless room-to-room speakers (BT5500, BT5580) - Com design especialmente pensado para mobilidade, os modelos BT5500 e BT5580 foram desenvolvidos para que as músicas preferidas possam ser transportadas e executadas em qualquer lugar, com sons balanceados e alta qualidade sonora. O microfone integrado permite atender/realizar chamadas telefônicas com as mãos livres e a entrada USB oferece a opção de carregar qualquer dispositivo móvel conectado. Portáteis, o BT5580 inclui bateria recarregável e o BT5500 inclui a opção de ser alimentado por quatro pilhas AA. Os novos speakers contam ainda com recurso NFC para emparelhamento e streaming de alta fidelidade com aptX e AAC.

Speaker estéreo portátil sem fio (BT3500) - O speaker portátil wireless cabe perfeitamente dentro da bolsa ou da mochila para ser carregado para qualquer lugar. Equipado com um apoio, é possível projetar a música onde quiser. Para completar, é possível aproveitar ao máximo os dispositivos móveis com a função de emparelhamento, usando NFC para tocar as músicas favoritas.


Speaker portátil sem fio (BT2500) - O BT2500 é um speaker versátil que cabe na palma da mão. Ele pode ser usado verticalmente ou horizontalmente. Também é possível desfrutar de uma chamada telefônica com as mãos livres, usando o microfone embutido.

Philips Bluetooth Tower - Conectividade múltipla é o principal atributo da Philips Bluetooth Tower, o que possibilita executar áudios a partir de qualquer dispositivo. Com ela, é possível transmitir música sem fio via Bluetooth de qualquer device, como tablet ou laptop, por exemplo, ou ainda melhorar o som de um vídeo ou game. A torre inclui entrada USB Direct para fácil acesso aos arquivos de música digital, assim como um sintonizador FM digital e conexão de áudio. O produto é um sistema 2.1 totalmente integrado, que inclui um subwoofer embutido. A potência de 80W RMS permite desfrutar das músicas favoritas, mesmo em ambientes maiores. Os cinco controles predefinidos de som digital fazem com que a Philips Bluetooth Tower melhore a qualidade do áudio, não importa o estilo. O poder do subwoofer embutido com o recurso Dynamic Bass Boost enriquece os graves.

Optical video

Philips wireless subwoofer - O subwoofer sem fio da Philips acrescenta som explosivo a uma ampla gama de televisores Philips. O design slim do subwoofer faz com que ele possa ser instalado em qualquer lugar - na posição vertical ou horizontal. Para completar, ele é fácil de configurar: basta controlar tudo via controle remoto da TV. A tecnologia Soundbeam wireless integrada significa que não é preciso nenhuma conexão com fio entre o subwoofer e o televisor. Apesar do seu tamanho compacto, a qualidade de som e o poder dos graves são maximizados. O driver de 6.5" combina portas duplas de graves e 50W RMS de potência para criar um som com batidas impactante que preenchem o ambiente. Dependendo de onde o subwoofer é colocado, a frequência de crossover pode ser ajustada para assegurar o melhor equilíbrio entre o subwoofer e os speakers da própria TV. O equipamento é compatível com as TVs Philips Ultra High Definition (UHD) e Full High Definition (FHD).

Philips Fidelio B5 wireless surround sound speaker - O Philips Fidelio B5 wireless surround sound speaker é o modelo de soundbar mais inteligente e mais versátil da marca. Alinhado com as características do portfólio premium Philips Fidelio, o equipamento é a solução perfeita para quem procura uma experiência de cinema completa e autêntica em casa. Ele proporciona um desempenho de som cristalino para programas de TV, filmes e música. Quando utilizado na configuração padrão, ele potencializa o som da televisão. Para uma total imersão em um filme, por exemplo, basta colocar os dois alto-falantes destacáveis sem fio em qualquer lugar do ambiente para uma experiência de som surround real. Graças ao seu algoritmo de calibração avançada, não é preciso se preocupar com o posicionamento das caixas , já que ele se adapta para entregar a mesma experiência de qualidade em qualquer local do ambiente.

O som equilibrado e dinâmico é entregue pelos drivers e tweeters premium, com um som surround imersivo fornecido pelas tecnologias Dolby Pro Logic II e Dolby Digital. Por conta da tecnologia de áudio sem fio patenteada, não há qualquer risco de interferência de rede entre os alto-falantes, não importa onde tenham sido colocados.

Além disso, o Fidelio B5 também possui um excelente design, com abordagem minimalista, que inclui um acabamento em alumínio premium. Até mesmo o tecido de revestimento do alto-falante é avançado: tratado com uma camada especial que garante resistência à poeira e todos os derramamentos acidentais de líquidos, mas, ao mesmo tempo, respirável - deixando as ondas sonoras passar livremente.

Cada parte da soundbar, incluindo a estrutura principal e dos dois alto-falantes destacáveis , pode ser usada como speakers Bluetooth independentes. Versáteis e poderosos, os alto-falantes destacáveis podem ser usados em qualquer lugar da casa ou jardim: sua bateria pode durar até 5 horas de música ou até mesmo por até 10 horas em modo de filme, com apenas uma carga completa. A estrutura principal também inclui Bluetooth aptX e AAC para streaming de alta fidelidade, assim como NFC para o emparelhamento fácil e intuitivo.

LG lanca relógio inteligente LG G Watch R na IFA 2014

Após lançar, em junho, um dos primeiros dispositivos de vestir com sistema operacional Android Wear do mercado, a LG Electronics expande sua linha de produtos de vestir com um novo dispositivo Android Wear — o LG G Watch R, que será apresentado pela primeira vez na IFA 2014, evento que acontece em Berlim entre 4 e 10 de setembro. O LG G Watch R será o primeiro dispositivo em formato de relógio a vir com um display full circle Plastic OLED (P-OLED), que utiliza 100% de seu display circular.

A característica do LG G Watch R que mais chama atenção é seu display P-OLED redondo, de 1,3 polegadas, que produz imagens claras, mesmo sob o sol forte, e nítidas, não importa o ângulo de visualização. Equipado com um processador Snapdragon 400 de 1.2GHz, o LG G Watch R oferece 4GB de armazenamento, 512MB de memória RAM e uma bateria de longa duração de 410 mAh. Esse dispositivo Android Wear rodará tranquilamente todos os aplicativos disponíveis na Google Play Store. Além disso, possui certificação IP67, o que significa que o LG G Watch R foi criado para operar por até 30 minutos sob um metro de água.

Equipado com o Android Wear, o LG G Watch R entrega informações essenciais e relevantes na hora e lugar certos, por meio de notificações baseadas em reconhecimento de voz. Com a ajuda de vários aplicativos com foco em saúde e boa forma da LG e do sensor de fotopletismografia integrado (PPG), os usuários podem usar o dispositivo para monitorar seus batimentos cardíacos. Notificações inteligentes lembram os usuários de ligações perdidas, mensagens não lidas, reuniões e eventos, além de fornecer previsões meteorológicas locais.

O LG G Watch R estará disponível nos principais mercados no início do quarto trimestre de 2014. Os preços e os detalhes da disponibilidade serão anunciados localmente, na época do lançamento.

Informações técnicas G Watch R
• Processador: 1.2 GHz Qualcomm Snapdragon400
• Tela: 1.3" P-OLED (320X320)
• Memória: 4GB / 512MB RAM
• Bateria: 410 mAh
• Sistema Operacional: Android Wear (compatível com versões do Android a parti do 4.3)
• Sensores: 9-Eixos (Giro/ Acelerômetro/ Compasso)
• Cor: Preto
• Outros: Resistente à agua e poeira (IP67)

Sony Mobile apresenta o Xperia Z3 Tablet Compact com PS4 Remote Play

Rodando um poderoso processador em um tablet compacto, possui display de 8" Full HD, além da mais recente tecnologia de áudio. É o único tablet com PS4 Remote Play, tornando a mobilidade em jogos uma realidade. Com 6,4 mm de espessura, é perfeito para usar em qualquer lugar e pesando apenas 270g, o gadget parece ainda mais leve em sua mão. As bordas em aço inoxidável, a moldura arredondada ultrafina e a frente de vidro temperado dão acabamento elegante e durável ao Xperia Z3 Tablet Compact.

Entretenimento no único tablet do mundo com PS4 Remote Play

Com o PS4 Remote Play é possível usar o Xperia Z3 Tablet Compact como uma tela remota para conectar e controlar os jogos no PS4. Se a TV está ocupada, conecte o tablet em seu PS4 pelo Wi-Fi e use o DUALSHOCK 4 Wireless Controller com o GCM10 Game Control Mount para continuar os jogos em qualquer lugar da casa.

O PlayStation App permite usar o Xperia Z3 Tablet Compact como uma segunda tela para os jogos de PS4, assistir remotamente o game play de seus amigos, comunicar-se com os parceiros da PSN, comprar jogos, fazer downloads ou controlar seu PS4.

Estas opções estarão disponíveis no Sony Xperia Z3, Z3 Compact e Z3 Tablet Compact a partir de novembro de 2014. PlayStation 4 System, DUALSHOCK 4, Sony Entertainment Network e conexão à internet de alta velocidade são necessários. Alguns jogos podem não suportar este recurso.

Potência de áudio

A expertise da Sony traz uma incrível potência de áudio para ouvir todas as faixas com alta resolução, principalmente com o uso dos fones de ouvido, como a nova série MDR-1A. Para as faixas que estão em baixa qualidade, a tecnologia DSEE HX da Sony (disponível pela primeira vez na série Z3) aumenta a fidelidade do MP3, bem como as listas de reprodução no serviço de música digital da Sony baseado na nuvem (Music Unlimited) para chegar à alta resolução de áudio.

A série Xperia Z3 Tablet Compact também conta com a tecnologia de cancelamento de ruído digital da Sony. O barulho do ambiente é reduzido em até 98% quando pareado com o fone de ouvido MDR-NC31EM Digital Noise Cancelling.

Especificações

• Fino (6.4mm) e leve (270g)
• PS4 Remote Play
• À prova d'água e poeira (IP65/68)
• Tela Full HD 8" Triluminos Live Colour LED
• Qualcomm Snapdragon 801 com 2.5 GHz quad-core CPUs
• Modo Stamina

Download - BlackMart v.0.99.2.44 Apk


Download - BlackMart v.0.99.2.44 Apk




BlackMart ,um aplicativo em que você pode baixar qualquer jogo ou aplicativo pago de graça alem de contar com outros que não tem na google play





BlackMart, esse é demais, realmente funciona. Existem muitos apps, pagos, e alguns grátis que você não encontraria no Market. Porque não encontraria no Market? O Market faz uma leitura e detecta qual o seu aparelho, marca, modelo, versão do Android, então ele só mostra para você os aplicativos compatíveis com o seu aparelho.




Todos os apps que você baixar irão estar salvos no seu cartão de memória. “sdcartd/blackmart/downloads/”




Site do Blackmart para pc

http://webmarket.black-port.com.ua/



Imagens:









ATUALIZADO EM: 20 de Outubro de 2013 VERSÃO ATUAL 0.99.2.44 NECESSITA DO ANDROID: Varia de acordo com o dispositivo CATEGORIA: Ferramentas
Como instalar:
1. Baixe o aplicativo e copie para o seu aparelho.
2. Instale e abra-o.
3. Inicie e faça o download de qualquer jogo ou aplicativo de graça.



Link Não disponível na Google Play




Download do aplicativo:


Servidor DepositFiles

Motorola Mobility inicia nova faze e tenta recobrar prestígio perdido


 

Rick Osterloh, presidente da Motorola Mobility:
  produtos com estilo, que as pessoas realmente queiram usar, e aposta na melhor relação custo-benefício

Depois de trocar de mãos duas vezes nos últimos dois anos, a Motorola Mobility mostrou, ontem, as armas com que pretende recuperar o papel de destaque que já ocupou no mercado de tecnologia. Paralelamente ao lançamento de novos dispositivos, a companhia deu sinais de que, em termos de estratégia, pretende se assemelhar mais à Apple - leia-se um portfólio enxuto de aparelhos e preços - do que à Samsung, que atualmente oferece mais de 40 modelos ao consumidor.

A Motorola Mobility foi criada em 2011, como resultado do desmembramento da antiga companhia em duas partes. A outra, concentrada em redes, é a Motorola Solutions. Em agosto de 2012, a Motorola Mobility foi adquirida pelo Google, por US$ 12,5 bilhões. À época, o que se desenhava era um cenário em que os donos dos sistemas operacionais teriam suas próprias empresas de aparelhos: a Apple já fabricava o iPhone, o Google passou a controlar a Motorola e a Microsoft compraria a Nokia no ano seguinte.

Em janeiro deste ano, porém, o Google repassou a Motorola para a chinesa Lenovo, por um preço bem menor ao desembolsado - US$ 2,91 bilhões. A expectativa é que o acordo seja finalizado até o fim do ano. "A Lenovo tem acompanhado os desenvolvimentos e está animada com os nossos planos", disse Rick Osterloh, presidente da Motorola Mobility, ao Valor por telefone. Segundo o executivo, que assumiu o comando em abril, com a saída de Dennis Woodside, a Motorola será um complemento importante para a Lenovo em regiões como a Europa Ocidental e os Estados Unidos.

A Lenovo ganhou exposição em 2005, quando comprou a divisão de computadores pessoais da IBM, e desde então tem feito um grande esforço para expandir sua atuação internacional. Além de lançar aparelhos com marca própria, tem usado outros marcas para avançar. No Brasil, vende telefones da CCE, adquirida em 2012. Para Osterloh, administrar esse portfólio de diferentes marcas não será uma grande dificuldade. "A Lenovo tem bastante experiência em fazer isso", disse.

Nos anúncios de ontem, a Motorola dedicou bastante tempo para apresentar seus dispositivos de vestir, ou "wearables". Apresentou o relógio inteligente Moto 360, que ao contrário da maioria dos concorrentes tem tela redonda - mais semelhante à de um relógio tradicional - e um fone de ouvido com conexão sem fio Bluetooth que parece um ponto eletrônico usado por apresentadores de TV, o Moto Hint.

Posicionar-se em uma categoria emergente, mas que tem potencial para crescer seis vezes nos próximos quatro anos, com vendas estimadas em US$ 12,6 bilhões ao fim desse período, é um passo estratégico para a Motorola, que luta para se reposicionar há pelo seis anos. "Acho que temos condições de fazer esse mercado funcionar, criando produtos com estilo que as pessoas realmente queiram usar", disse Osterloh.

Além dos "wearables", a Motorola apresentou novas versões de dois de seus smartphones, o Moto G e o Moto X. Os nomes dos produtos foram mantidos, assim como a tabela de preços anterior, práticas comuns à Apple. "Não queremos ter aparelhos voltados para essa ou aquela faixa de renda, o foco é a relação custo-benefício", disse Sérgio Buniac, vice-presidente para América Latina da Motorola. Os aparelhos chegarão ao Brasil nos próximos dias, custando R$ 799 e R$ 1499, respectivamente. O lançamento do 360 e do Hint ainda estão em estudo.

Osterloh disse que os anúncios precisavam ser feitos, apesar de a aquisição pela Lenovo ainda não ter sido concluída. "Você tem que se movimentar. O mercado não espera", afirmou. A companhia tem obtido um razoável sucesso nos últimos meses. No 1º trimestre, voltou à lista dos 10 maiores vendedores de celulares do mundo, desbancando a Nokia. No Brasil e em outros países emergentes, o Moto G também tem figurado na lista dos modelos mais vendidos.

A competição, no entanto, tende a se intensificar. O lançamento de novos iPhones está previsto para terça-feira, e uma enxurrada de modelos vem sendo anunciada nesta semana na IFA, a feira de tecnologia que ocorre em Berlim, na Alemanha. Em meio a tantas incertezas, uma coisa é certa: como diz Osterloh, o mercado não para

quinta-feira, setembro 04, 2014

Aprovado leilão do 4G


Em meio a protestos das operadoras, o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou ontem o início do primeiro estágio do leilão de telefonia móvel de quarta geração (4G), que o governo pretende realizar no próximo dia 30. Relator do processo na corte, o ministro Benjamin Zymler disse que, após alguns ajustes solicitados, são "enormes" as chances de a licitação ser "um sucesso".

Apesar de não ser uma exigência legal para a realização do certame, o aval da corte de contas é praxe nesse tipo de concorrência. "Antes, o TCU era visto como um fator de risco e agora é um fator de estabilidade", disse Zymler, antes de proferir seu voto, no qual recomendou a aprovação do leilão com ressalvas.

O ministro é autor da medida cautelar que barrou, no início de agosto, a publicação do edital do leilão, pelo qual será comercializado o direito de exploração do serviço 4G na frequência de 700 MHz. O pedido de suspensão da publicação foi baseado em falhas no edital que, segundo Zymler, poderiam ferir a isonomia entre os competidores do leilão.

De acordo com o relator, as operadoras que venceram o leilão de 4G para a faixa de 2,5 gigahertz, realizado em 2012, teriam vantagens competitivas em relação a eventuais novos participantes. Para equilibrar a disputa, ficou acertado que as vencedoras do certame anterior terão que pagar um valor adicional para ficarem com os lotes da faixa de 700 MHz.

O pagamento extra é uma das queixas das quatro principais operadoras de telefonia do país - Vivo, Claro, TIM e Oi -, que na terça-feira entraram com pedidos de impugnação do edital de 4G. As empresas também estão preocupadas com os elevados custos da "limpeza" da faixa de 700 MHz, ainda ocupada por serviços de TV aberta.

O processo de limpeza também foi alvo do TCU. Segundo o relator, estava previsto no edital original que as operadoras seriam ressarcidas futuramente por gastos que excedessem os R$ 3,6 bilhões previstos para a limpeza. A possibilidade foi retirada da versão publicada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

"Dessa forma, considerei que (a questão) não mais representava obstáculos à continuidade do processo licitatório", disse Zymler em seu relatório, aprovado por unanimidade no plenário do TCU.

Ao contrário das operadoras, a Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) desistiu de entrar com pedido de impugnação do leilão. Em vez disso, a organização enviou dois pedidos formais de esclarecimento à Anatel, que tem prazo até 12 de setembro para responder. Se não concordar com as respostas, a Abert pode levar o caso à Justiça, disse o diretor-geral da entidade, Luiz Roberto Antonik.

A Abert pediu para a Anatel esclarecer qual foi o cálculo usado para chegar à conclusão de que os custos das operadoras com desocupação da faixa de 700 MHz e eliminação de problemas de interferência de sinal de TV digital atingiriam R$ 3,6 bilhões. Para Daniel Slaviero, presidente da Abert, serão necessários R$ 6 bilhões.

A outra pergunta é: no caso de esse valor ser insuficiente, como será o relacionamento da Anatel com as operadoras para que façam o aporte da diferença. Embora as emissoras não tenham de pagar por isso, já que estão sendo desalojadas, a preocupação é que se as teles não assumirem a eventual diferença de valores, isso acabe prejudicando a qualidade da TV digital.

No caso de pedido de impugnação das operadoras, a Anatel tem prazo até 13 de setembro para responder. A Abert, que analisava também fazer o pedido de impugnação, desistiu da ideia com o argumento que tinha pouco tempo para trabalhar no assunto - o prazo vencia em 1º de setembro.

Além disso, a situação para as emissoras é menos problemática do que para as operadoras. Os radiodifusores terão que desocupar a faixa, o que é um incômodo, mas as teles é que terão de assumir todos os custos relativos a isso, inclusive com novos equipamentos para que migrem para TV digital. Além disso, as operadoras ainda não sabem quanto terão de pagar a mais se os R$ 3,6 bilhões não forem suficientes. E como o prazo para que a rede 4G em 700 MHz é longo - 2018 na maioria dos casos -, o retorno sobre o investimento é considerado demorado.

Os pedidos de impugnação e de informações não devem atrasar o leilão, segundo a Abert. Todas as etapas do edital estão associadas a prazos anteriores ao certame.

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