Lojas Americanas

quinta-feira, maio 28, 2015

Operadoras de telefonia celular não cumpriram meta de qualidade da Anatel

As operadoras parecem não ter aprendido a lição: três anos após a proibição na venda de novos chips, uma publicação da Anatel no Diário Oficial da União estabelece prazos para que Algar/CTBC, Claro, Nextel, Oi, Sercomtel, TIM e Vivo apresentem melhora na qualidade de suas redes.

De acordo com a Anatel, o cumprimento dos indicadores de qualidade – acesso e queda das redes de voz e dados – foi de 69,4% pela Algar, 93,1% pela Claro, 86,1% pela TIM, 83,5% pela Vivo, 78,1% pela Oi e 37,5% pela Sercomtel. Por ter operação recente no Serviço Móvel Pessoal, as medições da Nextel não constam nos dados divulgados pela agência, embora a determinação sobre melhorias contemple a operadora da mesma forma. A exigência é de 85% para acesso a voz e dados e queda máxima de 5%.



O prazo para as operadoras cumprirem as metas é de seis meses para municípios onde há apenas uma operadora, nove meses onde há apenas duas operadoras e 15 meses para as cidades restantes. Isso parece eficaz já que prioriza as cidades onde há pouca ou nenhuma concorrência, lugares onde consumidor não tem outra opção de telefonia móvel.

As exigências não param por aí: as operadoras deverão divulgar via SMS para seus clientes o Serviço Móvel, ranking de qualidade da Anatel que permite verificar o índice de acesso e queda por empresa para cada cidade, localização de antenas e tecnologias de operação (2G/3G/4G). Os dados também são acessíveis em aplicativo para smartphone.

De 2012 a 2014, houve um investimento de 33 bilhões nas redes móveis, segundo as operadoras. A Anatel reconhece que houve o cumprimento parcial dos compromissos assumidos no plano de melhoria apresentado há 3 anos e determinou a instauração de Procedimentos de Apuração de Descumprimento de Obrigações, que podem resultar em penalidades para as prestadoras.



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Justiça do Rio proíbe operadoras de cortarem internet após fim da franquia

A novela da internet móvel ilimitada ainda não acabou: o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro deferiu uma liminar proibindo que Claro, Oi, TIM e Vivo bloqueiem o acesso após o término da franquia. A medida vale para clientes que contrataram os serviços de dados até o dia 23 de fevereiro, época em que todas as quatro operadoras haviam mudado as regras de seus planos pré-pagos.




A decisão vale para todo o estado do Rio de Janeiro, e as operadoras serão multadas em R$ 50 mil por dia caso desrespeitem a liminar. A ação foi movida pelo Procon fluminense, com a argumentação de que houve mudança unilateral de contrato. Pelo regulamento da Anatel, as prestadoras de serviço podem fazer alterações em seus planos desde que os consumidores sejam informados sobre as mudanças com pelo menos 30 dias de antecedência.

Muitos juízes e o próprio Procon consideram que a regulamentação da Anatel não pode ultrapassar o Código de Defesa do Consumidor, que proíbe qualquer mudança unilateral de contrato. Decisões similares já foram tomadas pela Justiça de vários estados, como São Paulo, Rio Grande do Sul e Maranhão — onde é prevista uma indenização no valor de R$ 2 milhões partindo de cada operadora.

Ainda sobre o assunto, o Procon realizou na semana passada a Operação Fora de Área que identificou 15 filiais de operadoras móveis anunciando planos ilimitados de internet que já deixaram de ser ofertados. 11 dessas filiais foram multadas e tiveram exemplares de contratos apreendidos para análise jurídica.



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Operadoras deverão entregar pelo menos 80% da velocidade contratada de internet

A partir de amanhã, os limites mínimos de velocidade da internet ficarão ainda mais rígidos para as operadoras. Terminando o cronograma iniciado em 2012, as empresas deverão entregar pelo menos 80% da taxa de transmissão média e 40% da taxa de transmissão instantânea.
Os valores estabelecidos pela Anatel são bem rígidos quando comparados com padrões internacionais. Em conjunto com usuários que se inscreveram no site Brasil Banda Larga, a agência realiza medições durante todo o mês e estabelece um índice de qualidade da conexão através de um roteador instalado nas casas dos clientes.

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Para averiguar a qualidade, a Anatel aplica dois parâmetros: a taxa de transmissão média e a taxa de transmissão instantânea.
Por exemplo, se uma operadora oferece uma banda larga de 10 Mb/s ao cliente, ela deve atingir a média mensal de 8 Mb/s. Essa média é tida com base na taxa de transmissão instantânea, que representa o momento exato em que a conexão é medida. Nesse caso, a taxa de transmissão instantânea mínima seria de 4 Mb/s, mas a velocidade oferecida no restante do mês deve ser mais alta para que a operadora cumpra a meta.
Os índices de taxa de transmissão são exigidos tanto na banda larga fixa quanto em conexões de internet móvel, como 3G e 4G. No caso da fixa, o programa também mede a latência, jitter (variação de latência), perda de pacotes e disponibilidade (se uma conexão cai, por exemplo).
As exigências na banda larga fizeram com que as operadoras investissem mais em qualidade do serviço prestado. , todas as medições realizadas pela Anatel estão disponíveis e categorizadas por local, permitindo que o cliente escolha a operadora com os melhores índices de sua região.




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Área de celulares gera prejuízo bilionário à Sony



 
Apesar de alguns bons resultados no geral, principalmente graças ao sucesso de sua divisão de games, a Sony ainda tem problemas. Mais especificamente: a Sony Mobile tem problemas. A área de celulares e tablets da companhia japonesa continua no vermelho, contribuindo para a redução do lucro.

A área de comunicações móveis da empresa viu um aumento no volume de vendas e receitas de 11% no ano fiscal de 2014 da empresa (que compreende o período entre 1º de abril de 2014 e 31 de março de 2015). É um salto importante, mas que não foi o suficiente: o prejuízo operacional chegou a US$ 1,8 bilhões de dólares durante o ano fiscal, em comparação com um lucro operacional de US$ 105 milhões no ano anterior. Ou seja: a área que dava pouco lucro começou a dar prejuízo de um ano para o outro.

Para o ano fiscal de 2015, que se encerrará 31 de março de 2016, a Sony tem algumas previsões mais otimistas, mas ainda espera perder dinheiro com a área de mobilidade. A expectativa da companhia é ter receitas de US$ 11 bilhões, mas isso signficaria uma queda de 7,1% no faturamento. No entanto, a empresa também espera reduzir suas perdas para apenas US$ 325 milhões.





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Lenovo lança tablet com projetor integrado


 
A Lenovo anunciou hoje o lançamento do YGCA Tablet 2 Pro no Brasil, com projetor integrado. A novidade foi criada em parceria com o ator Ashton Kutcher, que se juntou à companhia no ano passado como engenheiro de produtos.

O modelo tem tela de 13 polegadas Quad HD e seu projetor é capaz de produzir imagens HD em até 50 polegadas. Para ampliar a experiência, a Lenovo desenvolveu um sistema integrado de som com oito watts, que intensifica o poder dos auto-falantes acoplados na parte frontal do aparelho e também tem um subwoofer JBL instalado na parte traseira.

O YOGA Tablet 2 Pro vem com processador Intel AtomT de quarta geração, memória de 32GB - possibilitandio expansão de 64 GB por meio do cartão micro SD -, Android e câmera traseira de 8 MP. A bateria dura até 15 horas e o 4G é opcional. O tablet já está disponível para venda custando R$ 2.499,00.



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Sony Xperia C4


No ano passado, a Sony deu a entender que lançaria menos smartphones em 2015, mas isso não quer dizer que a redução de modelos será drástica, certo? Pois bem, a companhia acaba de anunciar mais um telefone: o Xperia C4.





Assim como o C3, o modelo antecessor, o Xperia C4 chama atenção pela sua câmera frontal de 5 megapixels acompanhada de flash LED. A intenção aqui é óbvia: atender ao público que adora selfies. Para tanto, a câmera frontal também conta com lente grande angular de 25 mm e campo de visão de 80 graus, além de estabilização óptica.

A câmera traseira, por sua vez, evoluiu ligeiramente em relação ao Xperia C3. Sai de cena um sensor de 8 megapixels e entra um com 13 megapixels e, claro, flash LED.



O Xperia C4 tem 7,9 mm de espessura, uma boa medida

Também há mudanças na tela. O componente continua tendo 5,5 polegadas de tamanho e tecnologia IPS LCD, mas agora vem com resolução full HD (o Xperia C3 é HD).

Para dar conta de tudo, o Xperia C4 foi equipado com processador octa-core MediaTek MTK6752 de 1,7 GHz (64 bits), 2 GB de RAM, 16 GB para armazenamento interno de dados expansíveis com microSD e bateria de 2.600 mAh. Na conectividade, há Wi-Fi 802.11n, Bluetooth 4.1, NFC e 4G.





O sistema operacional é o Android 5.0 Lollipop. Exceto por um detalhe ou outro, a interface é a mesma que a Sony emprega há algum tempo na linha Xperia (ela é funcional, mas o seu visual já dá sinais de que precisa de uma boa renovação). Segundo a companhia, o modelo será oferecido em versões single e dual SIM a partir de junho em “países selecionados”. Ainda não há informação sobre lançamento no Brasil

Sony Xperia C4: mais uma opção com câmera de 5 MP e flash LED na frente

No ano passado, a Sony deu a entender que lançaria menos smartphones em 2015, mas isso não quer dizer que a redução de modelos será drástica, certo? Pois bem, a companhia acaba de anunciar mais um telefone: o Xperia C4.



Assim como o C3, o modelo antecessor, o Xperia C4 chama atenção pela sua câmera frontal de 5 megapixels acompanhada de flash LED. A intenção aqui é óbvia: atender ao público que adora selfies. Para tanto, a câmera frontal também conta com lente grande angular de 25 mm e campo de visão de 80 graus, além de estabilização óptica.

A câmera traseira, por sua vez, evoluiu ligeiramente em relação ao Xperia C3. Sai de cena um sensor de 8 megapixels e entra um com 13 megapixels e, claro, flash LED.




O Xperia C4 tem 7,9 mm de espessura, uma boa medida

Também há mudanças na tela. O componente continua tendo 5,5 polegadas de tamanho e tecnologia IPS LCD, mas agora vem com resolução full HD (o Xperia C3 é HD).

Para dar conta de tudo, o Xperia C4 foi equipado com processador octa-core MediaTek MTK6752 de 1,7 GHz (64 bits), 2 GB de RAM, 16 GB para armazenamento interno de dados expansíveis com microSD e bateria de 2.600 mAh. Na conectividade, há Wi-Fi 802.11n, Bluetooth 4.1, NFC e 4G.



O sistema operacional é o Android 5.0 Lollipop. Exceto por um detalhe ou outro, a interface é a mesma que a Sony emprega há algum tempo na linha Xperia (ela é funcional, mas o seu visual já dá sinais de que precisa de uma boa renovação).

Segundo a companhia, o modelo será oferecido em versões single e dual SIM a partir de junho em “países selecionados”. Ainda não há informação sobre lançamento no Brasil

Nokia realmente está fazendo um smartphone Android


Nokia foi praticamente esquecida desde que a Microsoft comprou sua parte de telefonia móvel, mas um retorno agora é iminente.
Houve rumores desde o ano passado que a Nokia iria voltar a entrar no mercado de smartphones com um novo celular Android e hoje esses rumores foram confirmados.
O presidente da Nokia na China, Mike Wang, relatou ao G for Games que a empresa vai usar suas fábricas chinesas para construir novas smartphones Android em 2016.
Nokia pode estar pensando em voltar ao mercado com alguns dispositivos low-end ou mid-tier, mas só podemos especular sobre isso, Wang não revelou mais detalhes.


Smartphone barato da Alcatel com 4G chega ao Brasil.







A Alcatel Onetouch tem um novo baratinho no mercado nacional. É o OneTouch POP2 que tem preço sugerido de apenas R$ 619 na versão desbloqueada e valor ainda mais em conta se adquirido com a operadora Vivo. Uma alternativa para quem busca um smartphone e não quer gastar muito.

O celular vem com um hardware modesto, mas que é suficiente para a navegação do dia a dia. O suporte para Internet 4G LTE é um diferencial entre os baratinhos, que costumam suportar apenas Internet 3G. Além disso, o smart conta com conectividade Wi-Fi, processador quad-core Qualcomm com 1.2 GHz, 1 GB de memória RAM e sistema operacional Android 4.4. Um conjunto bem justo para seu preço sugerido.

"[O POP2] Também oferece recursos úteis como zoom de um dedo, recurso para leitura de códigos QR usando a função de câmera, e tela Wi-Fi que permite enviar imagens do seu telefone para uma tela maior", destaca a fabricante.

O smartphone tem tela de 4,5 polegadas, câmera de 5 megapixels com Flash LED na traseira e frontal de 1.3 megapixels, e está disponível nas cores branca, prata e preta, com traseiras removíveis que podem ser trocadas quando o usuário desejar. Ele mede 132.5 x 65.4 x 9.95 mm e pesa 147 gramas




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Smartphone chinês faz selfies de 32 megapixels





A Vivo (não confunda com a operadora de telefonia) é uma empresa chinesa de tecnologia que atualmente aposta em smartphones com recursos e configurações robustas. Esta semana, a empresa mostra sua nova investida que foca na qualidade da selfie.

Embora os grandes players do mercado de celulares já tenham notado o apelo comercial das câmeras frontais de dispositivos móveis, oferecendo lentes cada vez mais potentes e com ângulos maiores de captura, o modelo X5 Pro da empresa chinesa dá um passo além: através do método de interpolação da captura de imagens, aliado a uma câmera frontal de 8MP, é possível capturar selfies de até 32MP. É a melhor resolução encontrada no mercado para essa modalidade de fotografia com celular.

Tela Super AMOLED de 5,2 polegadas com resolução Full HD (1080 x 1920 pixels) e curvatura 2.5D
Chipset Qualcomm Snapdragon 615 64-bit Octa-Core
2GB de RAM
Câmera principal de 13MP com foco rápido e lente Safira
Câmera frontal de 8MP capaz de tirar fotos de até 32MP
Bateria de 2.300mAh
Dimensões 147,9 x 73,45 x 6,44 mm
Dual-SIM 4G LTE
Android 5.0 Lollipop com interface Funtouch OS 3.0

Quando chegar as prateleiras, o modelo vai ser vendido na casa dos US$ 450, quase R$ 1400. Um preço competitivo se comparado aos rivais que oferecem configurações semelhantes. Poucas informações sobre disponibilidade foram divulgadas pela chinesa, entretanto, publicações especializadas apostam que o produto ficará restrito a Ásia, Europa e EUA.

Fonte: PhoneArena




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Alcatel Pop C9: Um phablet de baixo custo, chega ao Brasil por salgados R$ 799





Nem só de phablets e smartphones parrudos vive o Brasil. A Alcatel OneTouch acaba de anunciar a chegada de um dos modelos que são econômicos no hardware e, principalmente, na hora de cobrar seu valor do consumidor. O Pop C9 conta com tela de 5,5 polegadas, processador quad-core e custa R$ 799, valor muito acima do que ele poderia custar.

O aparelho lembra o design de outros da família Pop, que teve fortíssima inspiração no que a Samsung criou para os Galaxy S3 e S4. Chamado de mini-tablet pela fabricante, o gadget chega com tela de 5,5 polegadas e atrasado em quase um ano quando olhamos seu lançamento mundial, que aconteceu em junho do ano passado. O processador é umMediatek rodando quatro núcleos com 1,3 GHz, acompanhado de 1 GB de memória RAM e, infelizmente, apenas 4 GB de espaço interno – que costuma liberar pouco mais de 1 GB para o usuário, quantidade que não comporta, por exemplo, o Asphalt 8 sozinho. Vale lembrar que, o que ainda vai limitar esta memória interna são apps pré-instalados, algo comum em todos os fabricantes. A própria Alcatel afirma que há "aplicativos pré-embarcados como ferramentas para a mídia social, produtividade e jogos".

Esta quantidade tão irrisória de memória interna é um ponto extremamente negativo para um aparelho que propõe o consumo mais intenso de mídia, como jogos e vídeos. Para contornar este problema, não por completo, há espaço para um cartão microSD de até 32 GB. Medida não tão prática, já que o microSD, por padrão, não pode receber apps e jogos baixados do Google Play. Outro ponto negativo está na tela com resolução de 960 x 540 pixels e que entrega densidade de aproximadamente 200 pixels por polegada.

A bateria é de 2.500mAh, suficiente para apenas 4 horas de conversa em 3G e 24 horas de reprodução contínua de música. O Android também chega bem defasado, na versão 4.2 (no mínimo quatro versões atrás do mais atual, o Android 5.1) e sem qualquer previsão de atualização.

O preço de R$ 799 é muito salgado para tantos pontos negativos – ok, a Alcatel poderia vender pela metade do preço. Pensando neste valor, você encontra no mercado o Moto G e suas 5 polegadas de tela, com o dobro de memória interna, Android mais atualizado (longe do Android 4.2), interface mais limpa, menor número de apps pré-instalados, proteção Gorilla Glass 3 no vidro, maior resolução de tela, câmera traseira de melhor qualidade e um design que não lembra tanto outra marca. Ainda há, mantendo o padrão de 5 ou mais polegadas, o Zenfone 5 que também oferece melhor desempenho, maior resolução de tela, melhor câmera, menor quantidade de apps pré-instalados, mais memória interna e Android longe do 4.2.

Motorola pode lançar smartphones com tela QHD

motorola
A Motorola parece realmente disposta a tirar seu atraso quando o assunto são os celulares com resolução QHD. Pelo menos, é isso que indicam dois novos rumores publicados nesta quarta-feira (27), que mostram que a fabricante não apenas está produzindo smartphones com telas do tipo, mas que eles também já estariam quase prontos e entregues à operadora americana Verizon para testes.
As informações preliminares indicam a iminente chegada de dois modelos de topo de linha. O primeiro deles é o XT1578, codinome Clark, que traz tela de 5,25 polegadas e uma resolução de 1440 x 2560 pixels, ou seja, trazendo uma alta densidade de pontos para as imagens exibidas. Para dar força a tudo isso, na parte de dentro, estaria o processador Snapdragon 808, da Qualcomm, rodando o sistema operacional Android 5.1.1 Lollipop. Configurações robustas, sem dúvida.
O segundo aparelho da lista é o XT1585, também conhecido como Kinzie. Menor, ele não abre mão da resolução QHD, apesar de ter uma tela menor, de 4,6 polegadas. O resultado disso é um aumento ainda maior na densidade de pixels, que chega a 640 pixels por polegada. O processador é um Snapdragon 810 e o sistema operacional também é o Android Lollipop, em sua versão 5.1.1.Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/motorola/motorola-pode-lancar-smartphones-com-tela-qhd-42251/#ixzz3bS5zlv7c
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sexta-feira, maio 15, 2015

Tablet Dell Venue 11 Pro começa a ser vendido no Brasil

Com tela de 10,8″ e Windows 8.1, a Dell Venue 11 Pro já está sendo vendido oficialmente no Brasil. Tendo como plataforma o Windows 8.1, o dispositivo pode ser equipado com processador Intel Atom ou Intel Core i5 (4ª geração) e “transformado” em laptop com um teclado acoplável opcional.
O modelo conta com tela IPS de 10,8 polegadas e resolução Full HD (1920×1080 pixels), de 2 a 8 GB de RAM, 64 GB de storage (ou até 256 GB na versão com Core i5) expansíveis com cartão microSD, câmera traseira de 8 megapixels, câmera frontal de 2 megapixels, bateria removível de 32 Wh (Watt-hora), além de recursos de conectividade, como NFC, Wi-Fi 802.11n e Bluetooth 4.0.
As unidades que a Dell começou a vender no Brasil são equipadas apenas com processador quad-core Atom Z3770 de 2,4 GHz. A opção com Core i5 deverá ser disponibilizada em breve, apesar de a empresa não ter especificado quando.
Dell Venue 11 Pro: teclado opcional
Dell Venue 11 Pro: teclado opcional
Estes componentes todos fazem o Venue 11 Pro pesar quase 800 gramas, segundo a Dell. Talvez seja um pouco mais pesado que o aceitável para quem pretende usá-lo somente como tablet, mas provavelmente está na média para quem deseja usufruir de sua capacidade híbrida (tablet ou notebook), mesmo considerando o peso dos acessórios necessários para isso.
Para o modo laptop, a opção mais razoável é a aquisição do teclado acoplável, que oferece também touchpad e bateria adicional de 28 Wh. Um dock Dell Latitude 10 e que adiciona portas USB, Ethernet e outras também é uma opção para uso com teclados e mouses convencionais.
Quanto aos preços, bom, o Venue 11 Pro custa a partir de R$ 2.299, com o teclado opcional saindo por R$ 530 e o dock por R$ 329, considerando os valores verificados no site da Dell Brasil nesta quinta-feira.
Vale destacar ainda que a companhia também já está comercializando o Venue 8 no Brasil, um tablet Android com processador Intel Atom e tela de 8 polegadas que tem preço sugerido de R$ 999.

quinta-feira, maio 14, 2015

Android One chega na Europa pelo Google





"Nosso objetivo com o Android One é possibilitar que mais pessoas possam fazer grandes coisas com a internet", disse o Google

 O Google anunciou nesta terça-feira (12) que lançou um modelo Android One na Turquia. O lançamento marca a estreia do programa na Europa, e aumenta para sete o número de países onde os aparelhos são vendidos.

Apresentado pelo Google em setembro, o Android One busca aumentar o número de smartphones em países em desenvolvimento. Os aparelhos rodam uma versão modificada do Android, com hardware de gerações anteriores.

"Nosso objetivo com o Android One é possibilitar que mais pessoas possam fazer grandes coisas com a internet, colocando um smartphone de alta qualidade nas mãos delas", diz o Google em um comunicado.

Na Turquia, o telefone é vendido em parceria com a operadora General Mobile. O aparelho tem processador Qualcomm Snapdragon 410 com 2 GB de memória RAM.
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Além disso, tem tela de 5 polegadas e câmera de 13 megapixels. O telefone é o primeiro aparelho do programa Android One a ser compatível com LTE.

O aparelho lançado na Turquia custa cerca de 260 dólares (785 reais). Nos países asiáticos no qual foi lançado, uma versão mais rudimentar o Android One custa 105 dólares (315 reais).

App Kernel Toolkit traz design Material e vários controles para domar o seu Android




Para quem curte modificações no Android já deve ter se arriscado na mudança do kernel do sistema. Usar uma versão alternativa pode permitir que você tenha um maior controle sobre o hardware do seu smartphone, podendo fazer overclock ou modificando o gerenciador da CPU para que melhore o desempenhou ou mesmo reduza o consumo. Para ter este controle, você precisa de um bom aplicativo, e muitas opções estão disponíveis na Play Store, mas nem todas apresentam uma interface amigável ou mesmo um layout simples e limpo para uma usabilidade descomplicada. Pensando nisso, o desenvolvedor Heisenberg420 do fórum XDA lançou uma nova ferramenta, chamada de Kernel Toolkit, que oferece várias opções com design Material do Android Lollipop.

O aplicativo está bem estável para a sua primeira versão liberada, mas o dev informa que muita coisa ainda será feita, com a possibilidade de salvar e carregar perfis para que não seja necessário reconfigurar tudo sempre que você trocar de ROM em seu smartphone. Até o momento, ele está disponível apenas em inglês, mas o desenvolvedor já trabalha no suporte a outros idiomas. Confira abaixo os principais recursos do Kernel Toolkit:

Kernel Toolkit no Galaxy Note 4 com UltimateKernel

Opções disponíveis até o momento:
Acompanhamento em tempo real de cada núcleo da CPU
Registro de uso de cada frequência da CPU e tempo de standby (deep sleep)
Controle do gerenciador da CPU
Controle da velocidade máxima e mínima com possibilidade de overclock (depende de cada kernel)
Lista de opções do escalonador de I/O
Seleção do tamanho dos blocos de leitura da memória
Controle da voltagem da CPU (depende de cada kernel)
Aumento da carga elétrica enviada via USB
Controle do acendimento da tela quando é conectado o carregador do dispositivo
Vários parâmetros de controle do kernel Nas próximas versões será adicionada a possibilidade de fazer backup e restaurar suas configurações, controle térmico da CPU e GPU, e também suporte ampliado para o Android 4.0 ICS. Até o momento, apenas dispositivos com Android 4.1 ou mais atual podem conferir a novidade. O aplicativo Kernel Toolkit está disponível gratuitamente via Play Store, mas também conta com compra interna que libera alguns recursos a mais para permitir um controle mais afinado do kernel do seu smartphone

quarta-feira, maio 13, 2015

WLauncher promete deixar Android com interface e funções do Windows Phone

Novo processador com 10 núcleos vem ai



   

É provável que em 2016 alguma empresa lance smartphones com processadores de 10 núcleos, porque até o final deste ano esses chips já estarão no mercado.
Quem está desenvolvendo a novidade é a MediaTek. Como explica o Re/Code, a empresa pretende organizar tudo isso dentro de três agrupamentos.
Um deles contará com dois núcleos do ARM A72 de 2,5 GHz e ficará responsável pelas tarefas mais pesadas. Os demais, cada um com quatro núcleos, ficam com as tarefas mais leves. Com mais núcleos, as funções são compartilhadas de acordo com sua complexidade.
A MediaTek tem chips rodando em boa parte dos aparelhos de entrada disponíveis no mercado, mas não conseguiu entrar no terreno dos tops de linha. O processador de 10 núcleos, batizado de Helio X20, pode dar uma forcinha.

Empresa cria computador de US$ 9 mais potente que o Raspberry Pi



A startup Next Thing Co. abriu um projeto no site de financiamento colaborativo Kickstarter para desenvolver o C.H.I.P., um computador de apenas nove dólares com especificações mais potentes que as do Raspberry Pi. A 25 dias do término da campanha, a empresa já arrecadou quase US$ 800 mil; sua meta inicial era de apenas US$ 50 mil.

O C.H.I.P. possui um processador de 1GHz, 512MB de RAM e 4GB de espaço de armazenamento interno, além de conexões WiFi e Bluetooth. Ele pode se conectar a telas por meio de saídas VGA ou HDMI, e é completamente open source.

O pequeno computador pode ser usado para editar documentos com o LibreOffice, como ferramenta de ensino de programação (ele vem com o editor de texto Scratch pré-instalado), para navegar na internet e até mesmo para games, já que os controles podem ser conectados a ele via Bluetooth.

A empresa desenvolve também o Pocket C.H.I.P., uma pequena tela de 4,3 poleagadas com teclado na qual é possível inserir o computador para poder usá-lo em qualquer lugar. O Pocket C.H.I.P. possui também uma bateria que deve permitir até 5 horas de uso.

Assim como a maioria dos equipamentos open source, a empresa pretende ter uma comunidade de usuários focados em desenvolver novas funcionalidades para o equipamento ao longo do tempo.

A empresa pretende ter os equipamentos prontos para entregar aos apoiadores por volta de maio de 2016. É possível adquirí-lo em pré-venda na página do Kickstarter em diversas combinações de acessórios por preços a partir de US$ 9.

Internet - proteste entra com ação civil contra operadoras

Proteste tenta bloquear venda de planos que cortem internet móvel




A associação de consumidores Proteste entrou nesta terça-feira, 12, com um processo de ação civil pública contra as operadoras TIM, Oi, Vivo, Claro e NET para que sejam impedidas de vender novos planos que cortem a conexão ao fim da franquia do 3G e da internet fixa.

De acordo com a associação, a prática fere o inciso IV do artigo 7º do Marco Civil da Internet, que estabelece que o acesso à rede é essencial para o exercício de cidadania e só pode ser interrompido caso não seja realizado o pagamento.

“Trata-se de prática abusiva alterar contratos, mesmo os que já estavam em vigor antes da aprovação do Marco Civil da Internet, porque o serviço de conexão à internet não é um serviço de telecomunicações” afirma a Proteste.

A ação pede que as condições originais dos contratos que oferecem acesso ilimitado sejam garantidas, com ou sem redução de velocidade. Contratos que discriminam a redução da velocidade também não poderão bloquear o acesso à internet. “Questões contratuais relativas ao serviço de conexão à internet devem ser resolvidas exclusivamente à luz do Marco Civil da Internet e do Código de Defesa do Consumidor”, explica a associação.

Caso seja aprovada, a medida deve valer em todo o território brasileiro

Nokia lançamentos estranhos


celulares esquisitos lançados pela Nokia






Além de ter lançado muitos celulares icônicos nos 150 anos de história que completa hoje, a Nokia também colocou muita coisa estranha no mercado.


Confira:

1) Nokia 3650



Em 2003 a falta de espaço na parte da frente dos celulares era um problema sério, já que demandava botões para todas as funções que hoje são centralizadas no touchscreen. Curiosa é a disposição dos números, em círculo, lembrando um antigo telefone de disco. A resolução da tela era de 176 x 208 pixels.


2) Nokia 7600


O 7600 certamente tinha um design ousado, mas não era particularmente atraente. Apesar de possuir capinhas intercambiáveis (aqui, na foto, uma que imita couro), ele precisava sempre de duas mãos para ser utilizado e era bastante largo, além de ter especificações inferiores a smartphones com preço similar na época.

3) N-Gage


O N-Gage foi uma tentativa da Nokia de mostrar que era possível criar um videogame portátil e um celular ao mesmo tempo, que fosse bom para as duas coisas. Na semana de lançamento, no entanto, o Gameboy Advance, da Nintendo (que não possuía funcionalidades de celular), vendeu 100 vezes mais que o concorrente da Nokia. Isso, somado ao fato de que para falar ao celular era necessário segurá-lo de lado no rosto, com a parte mais fina (o que a Nokia chamava de Sidetalk), contribuiu para seu fracasso.

4) Nokia 7710
Segundo o Phone Arena, o Nokia 7710 foi o primeiro smartphone do mundo capaz de ser utilizado como GPS (embora o módulo precisasse acoplado externamente). Com tela de 3,5 polegadas e resolução de 640x320, este foi o primeiro modelo touchscreen da Nokia, vendido em 2004.

5) Nokia N93 i
O Nokia N93 i apresentava câmera lateral e "cara" de telefone de flip, mas sua tela poderia ser girada, dando aparência de filmadora portátil. A câmera tinha sensor de 3,2MP para fotos, mas os vídeos eram feitos a uma resolução de, no máximo, 640x480 @30 fps.

6) Nokia 7280
Idealizado como um telefone simples e elegante, o Nokia 7280 oferecia teclado numérico. Mas sua utilização não era tão prática assim, pois exigia que se escolhesse números e letras individualmente ao digitar um número de telefone ou uma mensagem.

7) Nokia 5700 XpressMusic
Em mais uma tentativa de resolver o problema crônico de espaço na era pré-touchscreen, a Nokia decidiu colocar botões específicos para o controle da música na parte de trás do celular e tornar a parte de baixo rotativa, trocando estes botões pelas letras e números do teclado convencional.

8) Nokia N91



Andando na mesma linha da economia de espaço, o Nokia N91 não girava, mas escondia seu teclado numérico atrás de seus botões para controle do player de música.

9) Nokia Twist 7705

Embora a Nokia não tenha sido a única a tentar um celular quadrado, com com o "twist", que escondia um teclado QWERTY, a companhia foi a primeira a usar um celular com um buraco no eixo de rotação. Uma luz brilhava ao receber ligações, e o aparelho era pequeno para a época (6,8 x 6,8 cm), mas isso não o ajudou a obter sucesso de vendas.

Helio X20 é o novo processador deca-core da MediaTek para smartphones e tablets




Com quantos núcleos se faz um bom processador móvel? A MediaTek anunciou nesta terça-feira (12) o Helio X20, um chip para smartphones e tablets com CPU de nada menos que 10 núcleos. O processador deca-core, que será lançado em dezembro, combina três clusters de núcleos para melhorar a eficiência energética.

Nós estamos acostumados a ver chips big.LITTLE com dois grupos de núcleos de processamento, sendo um de alto desempenho e outro de baixo consumo energético. É assim com o Snapdragon 810 do G Flex 2 (quatro Cortex-A57 de 2,0 GHz e quatro Cortex-A53 de 1,6 GHz) e o Exynos 7420 do Galaxy S6 (quatro Cortex-A57 de 2,1 GHz e quatro Cortex-A53 de 1,5 GHz).

No Helio X20, são três grupos. Os quatro Cortex-A53 de 1,4 GHz serão ativados em tarefas leves. Mais quatro Cortex-A53, só que com frequências maiores (até 2,0 GHz), oferecem um equilíbrio entre desempenho e consumo de energia. Quando você estiver jogando ou executando algo realmente pesado, entram os dois Cortex-A72 de 2,5 GHz.

A MediaTek explicou isso de uma forma bem legal, comparando os diferentes núcleos do Helio X20 às marchas de um automóvel:



Quando a ARM anunciou o novo Cortex-A72, em fevereiro, a empresa prometeu um desempenho até 90% maior que o atual Cortex-A57, então acho que podemos ter boas expectativas sobre o chip da MediaTek. Teoricamente, o Cortex-A72 consome até 75% menos energia que o Cortex-A57 quando faz o mesmo trabalho.

Curioso é que a MediaTek poderia ter anunciado o Helio X20 como sendo um processador undeca-core (?), uma vez que há um pequeno núcleo Cortex-M4 que fica sempre alerta para dar conta de tarefas que não exigem muito processamento, como o reconhecimento de fala em standby dos assistentes pessoais e até reprodução de MP3.

Segundo a fabricante, o Helio X20 é fabricado em processo de 20 nanômetros e gasta até 30% menos energia quando comparado com um big.LITTLE formado por apenas dois clusters de processamento. Ele lida com displays de até 2560×1600 pixels em 60 Hz ou 1920×1080 pixels em 120 Hz (!). Os gadgets com o chip poderão usar câmeras de até 32 megapixels com filmagem em 4K a 30 fps e HDR.

O novo chip da MediaTek deverá chegar ao mercado em dezembro de 2015, dentro de smartphones e tablets flagships. Saberemos mais sobre a capacidade do Helio X20 nos próximos meses, quando os primeiros benchmarks surgirem.

Smart chinês 'ignora' Google e Microsoft e traz Android e Windows ao mesmo tempo



Android 5.0 (Lollipop) e Windows 10 no mesmo smartphone. Este é o maior atrativo do novo aparelho da fabricante chinesa Elephone, que promete oferecer dual-boot entre os dois sistemas operacionais.

Além disso, conta com o hardware avançado, que obviamente, será necessário para rodar as plataformas.



 

Elephone promete gadget com dual-boot Windows e Android
Aparelhos com dual-boot não são muito comuns, até porque as próprias desenvolvedoras dos sistemas operacionais não são favoráveis a isso. Companhias que têm a relação mais próxima com as fabricantes, como Samsung e ASUS, por exemplo, não investem nessa tecnologia.
Mas a Elephone, que ainda sequer escolheu o nome do aparelho, não se importa com as possíveis reações de Microsoft e Google. A empresa confirmou que o gadget será, sim, lançado com os dois sistemas, em junho. Uma versão dele somente com o Android 5.0 também chegará ao mercado chinês, um mês antes, em maio.
O dispositivo terá tela de 5,5 polegadas com resolução 2560 x 1440 pixels, processador Intel Atom e câmera Sony IMX 230 de 20,7 megapixels, além de 4 GB de RAM, leitor de digitais e bateria com cerca de 3.800 mAh. Um conjunto de especificações bem potentes que rivaliza com qualquer top de linha do momento.
Seu preço ainda não foi divulgado, nem se haverá disponibilização do aparelho em algum mercado além da China.


BitTorrent Bleep lança Serviço de chat seguro

Quase um ano depois do primeiro “preview”, eis que o Bleep, serviço de mensagens instantâneas da BitTorrent Inc., chega a uma fase mais estável, por assim dizer. Nesta terça-feira (12), a companhia disponibilizou versões mais completas da ferramenta para Windows, OS X e Android, assim como finalmente lançou um cliente para iOS.



É difícil disputar espaço em um segmento abarrotado de competidores – WhatsApp, Telegram, Facebook Messenger, Skype, Hangouts e tantos outros. Para se diferenciar, a BitTorrent aposta em uma característica que ganhou força após as denúncias de espionagem pelo governo dos Estados Unidos: a segurança.

O Bleep é baseado no protocolo BitTorrent, funcionando, portanto, como um sistema peer-to-peer (P2P): em vez de servidores gerenciarem o serviço, a comunicação é feita de forma descentralizada. Esse modo faz com que os usuários conectem seus dispositivos entre si para realizar o chat.

Não havendo servidores centrais intermediando a comunicação, o risco de captura indevida de dados é muito pequeno, segundo a empresa. Para reforçar ainda mais a proteção das conversas, sejam elas baseadas em texto ou voz, a BitTorrent reforçou a troca de informações com criptografia de chaves públicas.

Há ainda uma função chamada Whisper que, quando ativada, destrói as mensagens trocadas após 25 segundos, um modo que lembra bastante o Snapchat. A função também oculta o nome do usuário para evitar identificação em capturas de tela.

Mas nem tudo é perfeito. Como não há armazenamento de dados nas nuvens, o Bleep não é capaz de fazer sincronização entre dispositivos diferentes. Isso significa que, se você usar o serviço no desktop, terá que adicionar os contatos novamente se depois decidir usar uma versão para smartphones.

Quer testar? O Bleep pode ser baixado aqui.

quinta-feira, maio 07, 2015

Velocidade da internet no brasil veja onde estamos

Velocidade de conexão à internet no Brasil é mais lenta que no Azerbaijão e Iraque

Líder, Coreia do Sul tem velocidade média de 21,9 Mb/s; Brasil é 83º lugar

A Akamai liberou nesta quarta-feira (23) mais um relatório do estado da internet mundial, referente ao último trimestre de 2013, que revela dados como a velocidade das conexões por país e a quantidade de ataques a servidores. A boa notícia é que, no mundo todo, as conexões melhoraram 27% em um ano. A má notícia é que o Brasil amarga o 83º lugar, atrás de países menos desenvolvidos, como Azerbaijão e Iraque.

A velocidade média da internet mundial é de 3,8 Mb/s. Sem surpresa, Coreia do Sul e Japão encabeçam a lista de países com as conexões mais rápidas do mundo: eles possuem conexões com médias de 21,9 Mb/s e 12,8 Mb/s, respectivamente. O ranking é seguido por Países Baixos, Hong Kong, Suíça, República Checa, Suécia, Letônia, Irlanda e Estados Unidos, todos com médias entre 10,0 Mb/s e 12,4 Mb/s.



Com velocidade média de 2,7 Mb/s, o Brasil está apenas em 83º lugar. Mesmo considerando apenas o nosso continente, nossa posição não é boa: em nono lugar nas Américas, estamos bem atrás dos líderes Estados Unidos (10º) e Canadá (16º) e logo abaixo da Argentina (73º) e Colômbia (79º). Nossa conexão é pior que a do Azerbaijão (2,8 Mb/s), Iraque (2,9 Mb/s) e Cazaquistão (3,9 Mb/s).






22% das conexões brasileiras possuem velocidade acima de 4 Mb/s

O relatório da Akamai também aponta as médias de pico, ou seja, a média entre as velocidades máximas entre os IPs únicos em uma região geográfica. Nesse ranking, nossa velocidade aumenta bastante, mas a dos outros países também, o que não nos ajuda muito a subir na lista: em 76º lugar, a média de pico no Brasil foi de 20,4 Mb/s, também abaixo da média mundial, de 23,2 Mb/s. Hong Kong é o líder, com invejáveis 68 Mb/s.

As conexões acima de 10 Mb/s no Brasil representam apenas 0,4% do total. Quando consideradas as velocidades acima de 4 Mb/s, essa porcentagem sobe para 22%. Enquanto isso, do outro lado do mundo, na Coreia do Sul, só 6% das conexões são abaixo de 4 Mb/s. É fato que, embora grandes cidades brasileiras contem com boas conexões, regiões mais afastadas ainda sofrem com a falta de infraestrutura e possuem poucas opções.

Você pode conferir o relatório de 44 páginas da Akamai na página State of the Internet ou logo abaixo. O documento não mostra todos os países avaliados pela Akamai; para ver todos os dados em um mapa, acesse esta página.

Área de celulares gera prejuízo bilionário à Sony mobile





Apesar de alguns bons resultados no geral, principalmente graças ao sucesso de sua divisão de games, a Sony ainda tem problemas. Mais especificamente: a Sony Mobile tem problemas. A área de celulares e tablets da companhia japonesa continua no vermelho, contribuindo para a redução do lucro.

A área de comunicações móveis da empresa viu um aumento no volume de vendas e receitas de 11% no ano fiscal de 2014 da empresa (que compreende o período entre 1º de abril de 2014 e 31 de março de 2015).

É um salto importante, mas que não foi o suficiente: o prejuízo operacional chegou a US$ 1,8 bilhões de dólares durante o ano fiscal, em comparação com um lucro operacional de US$ 105 milhões no ano anterior. Ou seja: a área que dava pouco lucro começou a dar prejuízo de um ano para o outro.

Para o ano fiscal de 2015, que se encerrará 31 de março de 2016, a Sony tem algumas previsões mais otimistas, mas ainda espera perder dinheiro com a área de mobilidade. A expectativa da companhia é ter receitas de US$ 11 bilhões, mas isso signficaria uma queda de 7,1% no faturamento. No entanto, a empresa também espera reduzir suas perdas para apenas US$ 325 milhões.




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"Smartphone mais rápido do mundo"

"Smartphone mais rápido do mundo" custa metade do Galaxy S5



A chinesa Xiaomi (lê-se Xáomi) tem mostrado produtos de qualidade que questionam o estereótipo de produtos chineses ruins. Anúncio mais recente, o smartphone Mi4 tem especificações superiores às dos modelos Android top de linha e custa quase metade do preço: US$ 320 (R$ 714) pela versão de 16GB, contra US$ 600 (R$ 1.332) do Galaxy S5, por exemplo.

Anunciado como "smartphone mais rápido do mundo", o Mi4 tem tela de 5 polegadas com resolução de 1920x1080 (densidade de 441 ppi), processador Snapdragon 801 (2,5 GHz) - similar ao do Samsung Galaxy S5 - 3 GB de RAM (superiores aos 2 GB do Galaxy S5) e bateria de 3,080 mAh. Quanto ao armazenamento, será possível adquirir versões de 16 ou 64 GB, sendo que nenhuma delas possui slot para cartão MicroSD.

O aparelho é feito inteiramente de metal, com visual que remete ao iPhone, e não possui bateria removível. As capinhas protetoras são feitas de materiais como couro e madeira. A câmera traseira tem sensor de 13 megapixels e lente com uma grande abertura, de f/1,8, enquanto a frontal possui um sensor de 8 megapixels, proporcionando boas selfies.

Como acessório, também será vendida a Mi Band, um bracelete disponível em várias cores que, quando conectado ao smartphone, pode destravar a tela automaticamente (sem a necessidade de senha), além de aferir dados sobre o sono dos usuários e servir como alarme. A Mi Band custa US$ 13 (R$ 29) e não possui tela, sendo necessário utilizar o smartphone para ver os dados colhidos.

O aparelho não será vendido no Brasil a princípio, mas existem planos de a empresa de trazê-lo para cá. Por enquanto o Mi4 é comercializado exclusivamente na Ásia, particularmente em Taiwan, China, Singapura, Malásia e Índia.




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LG G4 será apresentado no Brasil em 28 de maio



 

O próximo smartphone topo de linha da LG não irá demorar muito para ser lançado no Brasil. A LG enviou emails nesta terça-feira (5) pedindo para que jornalistas brasileiros reservem o dia 28 de maio, uma quinta-feira, para um evento que deverá anunciar a chegada do LG G4 ao país.

O LG G4 tem processador hexa-core Snapdragon 808, 3 GB de RAM, tela IPS LCD de 5,5 polegadas com resolução de 2560×1440 pixels e bateria de 3.000 mAh. As câmeras prometem bastante: o sensor traseiro possui tamanho generoso (1/2,6 polegada), tem resolução de 16 MP e conta com ajuda de uma lente f/1,8. A LG também fez um belo upgrade na câmera frontal, agora de 8 MP.

Veja dicas para deixar o seu celular Android mais rápido

O seu celular Android deixou de ser tão ágil como era quando você o tirou da caixa pela primeira vez. Isso é normal, já que a idade desgasta qualquer eletrônico, principalmente os mais baratos. Isso não significa, no entanto, que não haja soluções, ainda que a maioria seja paliativa.

Limpe o que for inútil

É fácil começar a empilhar aplicativos, vídeos e fotos no seu celular depois de algum tempo. Remova estes arquivos de mídia que você não usa, guardando-os na nuvem ou no seu computador, e libere um pouco de espaço no aparelho.

Para aplicativos, acesse o gerenciador de aplicativos. No Android Lollipop, isso pode ser feito entrando em Configurações > Apps. Na aba de Instalados, você encontrará uma lista de tudo que está instalado e ocupando espaço no seu aparelho. Selecione algum que você não use e pressione. Em seguida, aperte Desinstalar.

Há também os aplicativos inúteis que não podem ser desinstalados, infelizmente. Normalmente eles são distribuídos pela fabricante e são apelidados de “bloatware”. No entanto, você pode ao menos desabilitá-los para que ocupem menos espaço e utilize recursos do aparelho. O processo é similar à desinstalação, mas pressione Desativar.




Pare os aplicativos inúteis em segundo plano

Não é óbvio para todo mundo, mas tem muitos aplicativos funcionando no seu celular sem que você perceba. Eles estão consumindo memória, processamento e bateria sem uma função real. No entanto, há como interromper estes processos para aliviar o seu aparelho.

Para isso, volte a Configurações > Apps e entre na aba Rodando. Você verá uma lista de aplicativos sendo executados no seu celular e quanta memória RAM eles estão utilizando. Para encerrar algum dos aplicativos, pressione algum dos itens na lista e aperte Parar.


Limpe o cache dos apps

Cache são arquivos temporários que fazem aplicativos funcionem mais rapidamente. Eles são baixados uma vez para que eles não seja necessário fazer o download deles todas as vezes que você acessa um serviço. Isso é importante, mas também pode ser um problema quando há um acúmulo deste tipo de dados, causando queda de desempenho, principalmente para aplicativos que você não utiliza constantemente.

Para limpar o cache, entre em Configurações > Armazenamento. Pressione Dados em cache e confirme para limpar todas essas informações.




Menos atrações visuais

Widgets, wallpapers animados e basicamente qualquer coisa na sua tela que não sejam atalhos para os aplicativos e um papel de parede estático ajuda a consumir bateria e processamento, causando lentidão em aparelhos mais antigos. Se você prefere velocidade a estes atrativos visuais, é hora de fazer uma limpeza na tela inicial do seu aparelho.

Para excluir os widgets, basta pressioná-los e arrastá-los para a parte superior da tela, onde há a opção Remover.



Se, por um acaso, você quiser estes widgets de volta, basta pressionar uma área vazia da tela, entrar em Widgets, escolher alguma das opções apresentadas e arraste-o para a posição original.

Desativar animações

Você pode nem reparar, mas tudo que você faz no celular tem uma pequena animaçãozinha para tornar a experiência de uso mais agradável, o que fica ainda mais óbvio com o Android 5.0 (Lollipop). No entanto, elas também consomem bateria.

Os passos a seguir não são recomendáveis para todos os usuários. Faça apenas se já tiver intimidade com seu aparelho e com tecnologia.

Para desligar as animações, é necessário ter acesso às opções de desenvolvedor do seu aparelho, que estão escondidas. Isso acontece quando você entra em Configurações > Sobre o telefone e pressione a opção Número da versão 7 vezes.



Em seguida, volte à tela de Configurações e entre em Opções do desenvolvedor. Procure pela opção Escala de anim. da janela e marque a opção Animação desligada. Para voltar ao normal, repita estes últimos passos e selecione Escala da animação 1x.




Mantenha o celular atualizado

Esse passo não depende somente de você, já que as atualizações do Android passam pelas mãos do Google, da fabricante do seu aparelho e possivelmente pela operadora antes que você possa ter a chance de fazer o update do seu aparelho.

Atualizações em geral trazem correções de falhas e novidades que otimizam o desempenho do celular, o que pode ser exatamente o que você está precisando para acelerar seu aparelho.

Para conferir se há alguma novidade para seu aparelho, entre em Configurações >cac; Sobre o telefone e pressione a opção Atualizações do sistema. Aqui, é possível apertar Verificar atualizações para confirmar se há algo de novo para o seu aparelho.



A opção final: formatar seu celular

Se nada der certo, você pode fazer a restauração de fábrica. É a solução mais grosseira, mas funciona, limpando todos os arquivos e aplicativos que você tem armazenados, zerando o software como novo para acelerar as coisas.

Esse passo é especialmente recomendado para quem reclama que uma atualização causou lentidão no seu aparelho, como é comum com quem migra do KitKat para o Lollipop. O reset do celular limpa resquícios da versão antiga do sistema que causam problemas no smartphone.

Antes de fazer isso, assegure-se de que suas fotos e vídeos tenham backup. Armazene-os em algum serviço de nuvem ou guarde-os no computador. Alguns aparelhos têm a opção de fazer o reset sem apagar arquivos de mídia, mas não são todos.

Em seguida, entre em Configurações > Fazer backup e redefinir. Em seguida, acesse Configuração original e pressione Redefinir telefone. O processo deve levar entre 5 e 10 minutos para ser concluído.