sexta-feira, dezembro 02, 2016

Análise: Quantum LIV, um fone de ouvido Bluetooth com excelente custo-benefício

Contando com pouquíssimas falhas, podemos dizer que o Quantum LIV repete a boa surpresa que o Quantum Go foi em 2015.
Se tivéssemos que chutar, diríamos que fones de ouvido Bluetooth ficarão cada vez mais comuns daqui para frente. Empresas como a Apple já abandonaram o conector P2, mas o iPhone 7 não foi o primeiro modelo a seguir nessa direção. Marcas como a Motorola saíram na frente, caso do Moto Z. Muitos discordam desse movimento (não sem motivos, vale registrar), mas o fato é que isso cria uma demanda para modelos sem fios. Abre espaço para modelos como o Quantum LIV que vamos conhecer hoje, e temos muitas coisas boas para falar sobre ele, contando com algumas poucas falhas.
Design e qualidade da construção

Focando no aspecto estritamente estético, o Quantum LIV é um modelo bem caprichado. Ele mistura metal e plástico com um resultado ao mesmo tempo sóbrio e elegante. Na parte de baixo do aro, temos uma leve cobertura emborrachada, que está lá mais para fixá-lo melhor na cabeça do que por conforto, propriamente dito. A pressão das conchas já são suficiente para mantê-lo fixo. E, mesmo usando uma espuma de tamanho reduzido, não chegamos a sentir desconforto mesmo depois de horas de uso.






As regiões de metal passam uma sensação de robustez ao Quantum LIV. Ao contrário do que acontece com muitos modelos Bluetooth, não precisamos cuidar dele com "luvas de pelica". Sua construção passa a segurança de que ele durará alguns bons anos de uso, quesito importante para quem gosta de escutar músicas em movimento. Porém, temos uma reserva. O plástico da parte de fora da concha se mostrou resistente a impactos, de fato. Mas não exige muito esforço para arranhá-lo. Ou seja, não passa a sensação de que quebrará, mas certamente terá avarias em pouco tempo.


Na região externa da concha temos o botão de controle principal. Ele é responsável pelo pareamento, ligá-lo/desligá-lo e pausar as músicas. Cada função varia conforme quanto tempo este fica pressionado. Aliás, todos os controles ficam na concha direita de uma forma bastante discreta. Há o controle de volume, microfone embutido e um segundo microfone secundário para isolamento de ruído. Há um terceiro na concha externa dedicado ao isolamento acústico, como veremos mais adiante.
Qualidade de som

Aqui tivemos uma agradável surpresa. Em meio a um mar de modelos de baixa qualidade no mercado, o Quantum LIV brilha ("faz barulho" seria uma expressão mais precisa). O que acontece, na maioria dos casos, é ver fabricantes focando em deixar o visual de seus modelos mais agressivo. Via de regra, a qualidade do som fica em segundo plano. Não é o que acontece aqui. Temos certeza que o LIV não agradará os audiófilos, mas certamente não decepciona que busca um som de excelente qualidade para o dia a dia.





O mais bacana é que o Quantum LIV não foca excessivamente nos graves, fingindo ter uma qualidade maior do que realmente tem. Os graves e os agudos são bem equilibrados, ainda que os médios fiquem um pouco apagados. Dentro de sua faixa de preços, porém, ainda mais por ser um modelo Bluetooth (comumente mais caros), ele realmente surpreende. Vale destacar que isso não chega a ser uma característica exclusiva desse modelo. Modelos que trazem níveis médios de boa qualidade são bastante raros. Muitas vezes, excessivamente caros.


Risco causado por um leve arrasto em uma superfície de madeira.
Vale a pena baixar músicas em qualidade máxima em apps como o Spotify e o Deezer. A diferença de qualidade é perceptível, mostrando que o Quantum LIV tem um excelente decodificador interno. O mesmo vale para o amplificador, já que, no volume máximo, o som fica bem alto (mesmo), a ponto de machucar o ouvido. No quesito qualidade de som, é difícil ver alguém decepcionado com ele.
Isolamento acústico e autonomia de bateria

O isolamento acústico do Quantum LIV é tanto ativo quanto passivo. Colocando-o na cabeça, mesmo desligado, já há uma diminuição expressiva dos ruídos externos. Quando ligado, a tecnologia CVC 6.0 entra em ação. O microfone do lado esquerdo, abaixo do botão Power, faz um bom papel cortando completamente os ruídos externos. Não é necessário colocá-lo em um volume alto para que ele entre em ação. Aliás, depois de usá-lo alguns dias, você se acostuma a ver pessoas mexendo os lábios enquanto fala. Elas ficam meio frustadas quando percebem que você não está escutando. Mas, bom, isso quer dizer que o sistema funciona.



A Quantum promete até 20 horas de reprodução de música com o LIV, ou 300 horas em stand-by. Não chegamos a medir precisamente, mas é fácil acreditar que ele chega à essa marca com facilidade. Durante 5 dias consecutivos, usando-o por aproximadamente 3 horas por dia, ele ainda tinha carga sobrando. Essa é uma excelente marca. Em nossos testes, o carregamos mais por prevenção do que por qualquer outra coisa. Ou seja, una o isolamento acústico com a alta autonomia para termos um excelente candidato para quem costuma voar com frequência. Especialmente quando o seu assento está perto da turbina.



Sinceramente, não sabemos de onde veio esse risco.

Na embalagem temos também o cabo USB-micro USB para carregamento e um cabo P2-P2. Mesmo que a bateria acabe, ainda é possível continuar a usá-lo com cabo.
Conclusão

Encontramos o Quantum LIV pelo preço sugerido de R$ 399. Contando com pouquíssimas falhas, podemos dizer com tranquilidade que ele repete a boa surpresa que o Quantum Go foi em 2015. Um conjunto completo com preço acessível que "mostrou ao que veio", encarando de frente concorrentes sem medo. Contando com um pequeno portfólio de produtos ainda, cada um dos lançamentos da Quantum mostra um enorme planejamento prévio. Se a empresa continuar assim, certamente tem um futuro brilhante, surpreendendo o consumidor que está acostumado a produtos superfaturados por aqui.





Essencialmente, temos somente duas críticas. Na verdade, uma crítica e uma recomendação para um futuro Quantum LIV 2. A crítica é, como dissemos, a fragilidade do plástico da parte externa da concha em relação à riscos. Como dissemos, ela não se mostrou frágil a impactos, mas a facilidade com que apresenta riscos é algo que deve ficar registrado. Em segundo lugar, vale registrar que ele dobra, algo importante para caber na mochila. Porém, não vem com uma bolsa de proteção, acessório que seria extremamente bem-vindo em futuras versões.

De qualquer forma, considerando o seu preço, podemos dizer que "esperávamos menos". Raros são os produtos que realmente superam expectativas, e o Quantum LIV é certamente um desses.

Permitir locais fictícios

Ativar essa opção junto ao uso de um aplicativo como o Fake GPS Location faz o seu dispositivo "pensar" que você está numa parte diferente da terra. Isso pode trazer algumas vantagens, como enganar seus amigos sobre a sua localização ou evitar que o Google saiba sempre onde você está. Para ativá-la, vá a Opções de desenvolvedor > Permitir locais fictícios.

Usando o app Fake GPS Location ou similares, você ativa a função de local fictício / © AndroidPITFake GPS Location Spoofer Free



Recomendamos que você não ative as seções das opções de desenvolvedor caso não tenha pleno conhecimento sobre seu funcionamento. De modo geral, as opções apresentadas nesse artigo encontram-se a partir da versão Android 4.2, com uma exceção, ou outra.

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Todos os novos, todos privados, o tempo todo
O foco é o navegador para iPhone que bloqueia automaticamente os trackers e torna mais fácil para apagar seu histórico, senhas e cookies. Então você não vai ficar seguido por coisas como anúncios indesejados, e você pode pedir a Internet a todas as perguntas embaraçosas que você deseja.
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ZTE BLADE A510: NOVOS ARES PARA O SEGMENTO DE ENTRADA NACIONAL


As grandes fabricantes sempre dominaram o segmento de entrada nacional, oferecendo opções com configurações questionáveis. É verdade, contudo, que novas marcas estão investindo nessa fatia que é consideravelmente popular no país, como a Lenovo e, agora, a ZTE. O Blade A510 é a nova aposta chinesa voltada para usuários que não exigem muito de um smartphone. Saiba o que eu achei do dispositivo a seguir.



Prós
✓Tela
✓Bateria
✓Software




Contras
✕Armazenamento
✕Tempo de carregamento

Blade A510 – Data de lançamento e preço

O ZTE Blade A510 ainda não está disponível para compra, mas sua fabricante pretende colocá-lo à venda ainda durante o mês de dezembro. O dispositivo será vendido numa única versão de 8GB e custará o preço sugerido de R$ 699,00 no varejo físico e online.

Blade A510 – Desenho & Qualidade de Construção

O design do Blade A510 não é feito em alumínio ou vidro, mas nem por isso desagrada no toque. Temos aqui uma variação de policarbonato em tons e texturas diferentes que, em sua maioria, imitam o aspecto de alumínio. Pessoalmente, gostei bastante da construção do aparelho e, mesmo tendo a tampa traseira removível, não aparenta ser frágil ou mal construído.

Estética do Blade A510 © AndroidPIT



Os únicos botões físicos que o Blade tem estão posicionados no lado direito, energia e volumes, enquanto a entrada para fones de ouvido está na parte superior. Na parte inferior temos a conexão USB, que vem acompanhada por uma grade de som mono e outra para resfriamento do dispositivo.

O que me chamou atenção aqui foram os botões capacitivos, que possuem um desenho bem diferente daquilo que estamos acostumados. O home é representado por um círculo maior ao centro, enquanto o de multitarefa e o "voltar" sao representados por dois pontos. Felizmente, a ZTE não inverteu a ordem dos botões como a Samsung faz, o que pode causar uma confusão em usuários de outras marcas.

Acabamento traseiro © AndroidPIT



Utilizei o A510 por duas semanas e, até o momento, não notei nenhum destacamento ou desgaste na traseira do aparelho, que geralmente é algo normal em smartphones que tem esse aspecto metalizado esmaltado na traseira. A ergonomia é boa, assim como as proporções do dispositivo.


Embora eu seja conta o uso de botões capacitivos, é incontestável que os mesmos conferem aspecto melhor para a parte frontal dos smartphones, que parecem ser melhor aproveitada.

Parte frontal do ZTE Blade A510 © AndroidPIT



Blade A510 – Tela

O Blade A510 tem uma tela de 5 polegadas com resolução HD, que está dentro da média de seus concorrentes. Contudo, numa comparação direta com o Vibe C2, modelo de entrada da Lenovo que testei há alguns meses, posso dizer que o painel do dispositivo da ZTE é superior. O Blade tem cores mais pronunciadas, melhor nitidez e brilho, que são proporcionados pela tecnologia TFT IPS.


Não notei qualquer problema no ângulo de visão da tela ou durante o uso do dispositivo em ambientes com forte iluminação. Pelo fato do modelo ser embalado por um processador da MediaTek, temos em suas configurações de tela o assistente calibrador MiraVision. O nível de nitidez é bom, a proporção da tela e resolução é totalmente aceitável.

Tela do ZTE Blade A510

Blade A510 – Software

Confesso que eu ainda não havia tido uma experiência com o software da ZTE até o momento. É claro que o Blade A510 roda com uma versão modesta da interface MiFavor UI, até porque este é um dispositivo de entrada. Essa versão é mais simples do que aquela que embala o Axon 7, por exemplo. No entanto, tive uma primeira impressão positiva sobre essa skin. O sistema aqui é o Android 6.0.1 Marshmallow.

Primeiramente, a fabricante adaptou os recursos da interface para que a mesma pudesse rodar melhor em baixas especificações, o que é um ponto positivo, pois caso o contrário teríamos um "elefante dentro de um fusca". O segundo ponto é que, ao menos neste dispositivo, a ZTE procurou alterar minimamente os aspectos visuais do Android, incluindo os aplicativos pré-instalados. Como resultado disso temos um software próximo do puro, quase sem bloatwares e bem familiar para os usuários que podem migrar de marca.


Software do ZTE Blade A510 © AndroidPIT

Minha única ressalva aqui é a presença de um segundo navegador de internet além do Chrome, que é desnecessário, até porque esses browsers não são atualizados com a mesma frequência dos navegadores mais populares. Além disso, temos um gerenciador de arquivos, um rádio FM, um gravador de áudio e uma loja com apps de terceiros (essa pode ser removida). No mais, o pacote do Google completo.

Com relação aos recursos do sistema, duas opções me chamaram atenção. A primeira delas é a possibilidade de configurar os botões capacitivos, invertendo a posição do multitarefa com o voltar. Isso pode ser útil para usuários que vão pretendem migrar de um Samsung Galaxy para o Blade A510, por exemplo. A segunda opção é um movimento de gesto, que silencia o dispositivo quando o mesmo é virado para baixo durante alguma chamada telefônica. 

Blade A510 – Performance

Por dentro temos um conjunto de especificações suficientes para rodar jogos casuais, como Crossy Road, ou dar conta de redes sociais. O chipset do modelo é o MT6735P, semelhante ao presente no Quantum GO, mas com CPU quad-core de 1,0GHz. A memória RAM é de 1GB, enquanto o armazenamento é de 8GB, o que considero como abaixo da média. Pouco menos de 4GB estão acessíveis ao usuário, o que será reduzido consideravelmente após a instalação de alguns apps.


O desempenho do Blad A510 é voltado para uso casual de redes sociais e jogos simples

Acredito que uma capacidade um pouco maior, de 16GB, poderia tornar a parte de especificações do Blade A510 mais aceitável. O processador e a memória RAM trabalham bem, mas a performance do sistema caiu um pouco depois de alguns apps são instalados ou fotos são feitas e armazenadas pela câmera. É possível contornar parcialmente esse problema usando um cartão microSD no dispositivo. 

Mesmo com a performance mais básica, não presenciei nenhum tipo de tratamento neste período, mesmo usando o multitarefa para alternar entre o YouTube e o Facebook. 

Blade A510 – Áudio

Como mencionei acima, o Blade tem uma saída de som mono, que emite um som relativamente alto e que tende mais para os agudos. Não tive qualquer problema com o speaker ou o microfone durante as ligações, com som limpo e bem pronunciado.

Blade A510 – Câmera

Usuários que procuram por um dispositivo básico sabem que estes modelos são equipados com câmeras apenas "ok". Nesse sentido, temos no Blade A510 um conjunto de lentes básicas, que são interessantes para registrar momentos corriqueiros do cotidiano, para compartilhar com amigos em redes sociais ou mensageiros. O sensor traseiro é 13MP, conta com HDR, foco por toque e outros recursos, como anti-vibração e efeitos coloridos.

A câmera frontal é de 8MP e também captura imagens minimamente satisfatórias, contando com os mesmos efeitos de cores e HDR. O software de câmera é bem simples, com recursos semelhantes ao que temos no Quantum GO, por sinal, visto que se trata de um software com a mesma interface.


O software é bem ágil, o modo automático ajusta rapidamente bem a exposição e o foco

O foco funciona bem, enquanto o flash de LED não é muito recomendado. Existe uma perda de nitidez nas imagens bem perceptível quando as olhamos pelo computador, mas, para uso em redes sociais elas podem ficar melhores com alguns ajustes. O software é bem ágil, o modo automático ajusta rapidamente bem a exposição e o foco.
Acesse a galeria com as imagens da câmera do ZTE Blade A510

Blade A510 – Bateria

Com 2.200mAh, o ZTE Blade A510 tem autonomia para um dia completo de uso moderado. Basicamente, acessei redes sociais, como Instagram e Twitter, casualmente, além de fazer alguns testes com a câmera. O que me deixou um pouco frustado foi o tempo de carregamento do dispositivo, algo que aconteceu também quando testamos o LG K4.

Blade A510 conta com 2.200mAh de bateria / © AndroidPIT

Se você chegar ao final do dia com um resto de carga, então opte por carregar o A510 pela madrugada, ou então vicie precisará de duas horas e meia do seu dia para isso. O que agilizou o processo foi deixá-lo no 3G durante o carregamento, e não apenas no 4G. Achei estranho esse tempo longo de carga, visto que o dispositivo tem especificações básicas.

O 4G não aqueceu o dispositivo nesse período, mas quando utilizado por muito tempo, a autonomia de uso da bateria cai para aproximadamente 6 horas.

Blade A510 – Especificações Técnicas


TIPO:
Smartphone
MODELO:
Ainda não disponível.
FABRICANTE:
ZTE
DIMENSÕES:
143 x 71,5 x 8,2 mm
PESO:
130 g
TAMANHO DA BATERIA:
2200 mAh
TAMANHO DA TELA:
5 polegadas
TECNOLOGIA DA TELA:
LCD
TELA:
1280 x 720 pixels (294 ppi)
CÂMERA FRONTAL
8 megapixels
CÂMERA TRASEIRA
13 megapixels
FLASH:
LED
VERSÃO DO ANDROID:
6.0.1 - Marshmallow
RAM:
1024 MB
MEMÓRIA INTERNA:
8 GB
MEMÓRIA REMOVÍVEL:
microSD
CHIPSET:
MediaTek MT6735P
NÚMERO DE NÚCLEOS:
4
VELOCIDADE MÁX.
1 GHz
CONECTIVIDADE
LTE, Dual-SIM



Veredito Final


É bom saber que o segmento de entrada está se moldando, opções como o Galaxy J3, o LG K4, o Vibe B e o Vibe C2 estão fazendo com que os usuários olhem mais para essa faixa. É claro que nenhum desses smartphones contam com as melhores configurações do mercado, mas, de fato, estamos numa situação melhor do que estivemos há dois anos, quando não tínhamos basicamente nada interessante entre R$ 400,00 e R$ 600,00.

A ZTE trouxe ao mercado um forte concorrente para os modelos básicos da Lenovo. Não supera o Redmi 2, mas ao menos temos uma marca que não deverá sair de cena nos próximos meses (assim espero). Quem procura por um modelo de entrada está ciente das condições técnicas desses dispositivo, mas nem por isso o usuário é obrigado a levar pra casa algo ruim. Vejo que o Blade A510 segue esse caminho, entregando ao usuário um conjunto justo pelo seu preço, embora não impecável.

Minhas ressalvas negativas ficam em torno do armazenamento e do tempo de carregamento. Acredito que a ZTE optou em voltar para o Brasil afim de aquecer ainda mais o mercado. O Blade A510 pode ser só a ponta daquilo que a empresa pode estar pensando em oferecer e, se a marca chinesa continuar nesse ritmo, podemos começar a ter esperançar de ver os modelos Axon por aqui.

O que você achou do Blade A510?

COMO INSTALAR O ANDROID NOUGAT NO MOTO G 2013

Os Moto G são bastante populares no Brasil, com muitos usuários usando as diferentes versões do aparelho. Os usuários dos modelos mais recentes tem certa segurança em saber que seus dispositivos seria levados para a versão mais recente do SO, enquanto os modelos mais antigos ficam estagnados. Felizmente, podemos dar uma sobrevida justa aos modelos mais antigos através das ROMs customizadas. Acesse o tópico "Moto G 2013"e aprenda a instalar o Android Nougat no dispositivo manualmente.
VERSÕES DO ANDROID

5.0

5.0.2

5.1

6.0

7.0

MOTOROLA MOTO G 2013 

Sim 

Sim 

Sim 

Não 

Não/extraoficial


MOTO G 4G 

Sim 

Não 

Sim 

Não 

Não


MOTOROLA MOTO G 2014 

Sim 

Sim 

Sim 

Sim 

Não


MOTOROLA MOTO G 2015 

Não 

Não 

Sim 

Sim 

Não/extraoficial


MOTOROLA MOTO G EDIÇÃO TURBO 

Não 

Não 

Sim 

Sim 

Não


MOTO G4 




Sim 

Sim


MOTO G4 PLUS 




Sim 

Sim


MOTO G4 PLAY 




Sim 

Sim


Escolha o Moto G do seu interesse:

Moto G4 / Moto G4 Plus / Moto G4 Play - Atualização para Android Nougat

A linha Moto G4, composta pelos aparelhos Moto G4 , Moto G4 Plus e Moto G4 Play, já sai de fábrica rodando o Android 6.0 Marshmallow. Contudo, a Lenovo já havia prometido a atualização dos aparelhos da linha tanto para o Android Nougat quanto para o sucessor, o Android O.

Agora, de acordo com um dos leitores do AndroidPIT, a Lenovo/Motorola já começou a enviar o versão de teste soak para os usuários cadastrados no seu programa de atualização no Brasil. A Motorola divulgou, recentemente, a lista de dispositivos confirmados para receber o Android Nougat, e confirmou que tanto a série Moto Z quanto a Moto G de 4ª geração receberiam a atualização ainda no último trimestre deste ano.

Assim, o início do soak test para o Moto G4 Plus não é uma novidade e já estava mais do que na hora de começar. Como podemos ver, a atualização irá ocupar cerca de 953,4MB. Ainda não confirmamos com outros membros do programa de atualização da Motorola se este teste já está disponível para o Moto G4 e o Moto G4 Play. Abaixo, você confere o hands-on do aparelho com o novo sistema:
Este é o Moto G4 Plus rodando com o Android Nougat

Soak test para o Moto G4 Plus inicia no Brasil 

O Moto G Edição Turbo recebeu recentemente um update de segurança para o sistema. Para quem não sabe, o Google libera todo mês um pacote com correção de erros que elimina possíveis brechas de segurança do sistema. A versão recebida pelo Moto G Turbo é referente ao mês de janeiro de 2016, entregue aos proprietários do modelo no dia 11 de fevereiro.

O que existe de novo

A última atualização que chegou ao moto G Edição Turbo traz melhorias de estabilidade e elimina brechas de segurança do Android 6.0 Marshmallow.

Moto G Edição Turbo

Moto G 2015
Atualização do Moto G 2015 para Android 7.0 Nougat

Apesar de ser quase impossível para o Moto G de terceira geração receber o Android Nougat oficialmente, os desenvolvedores da XDA vêm trabalhando para levar a atualização para o máximo de dispositivos possíveis e o Moto G 2015 foi um dos primeiros a recebê-la.

A ROM, traz uma mescla do código aberto do Google (AOSP) com outros recursos. O responsável pelo desenvolvimento incluiu até o "modo noturno", que torna a visualização do conteúdo no escuro mais fácil. Esta ROM ainda está em fase de testes, mas algumas de suas funções já estão ativas, como: SMS, conexão Wi-Fi, câmera, chamadas, Bluetooth e navegação na internet.

Algumas funções ainda estão instáveis e a ROM não é compatível com o modelo dual-SIM do dispositivo. Para testar o Android Nougat no Moto G 2015 basta baixar a ROM aqui.
Atualização do Moto G 2015 para Android 6.0.1 Marshmallow

Depois do Android 6.0.1 Marshmallow chegar para o Moto X Play, agora é a vez do Moto G 2015 receber o update. O novo número da versão passa para v24.61.55 e ocupa 371.4MB. Logo, lembre-se de fazer o download do pacote apenas no wi-fi quando a atualização OTA (over-the-air) chegar.

O que existe de novo

Depois do update, os proprietários do aparelho contarão com o suporte para o Unicode 8.0 que oferece um número maior de emojis e um novo som de câmera na hora da captura de imagens. Além disso, há várias correções de bugs e melhorias na estabilidade do sistema, bem como o update do patch de segurança referente a março de 2016.
Atualização do Moto G 2015 para Android 6.0 Marshmallow

A última atualização que chegou ao Moto G 2015 no Brasil foi para a versão final do Android 6.0, após um breve período que o modelo passou em soak test. Os proprietários do aparelho começaram a receber o novo firmware no dia 5 de janeiro via OTA, com o tamanho de aproximadamente 451 MB.
O que existe de novo

De acordo com a Motorola, todas as características visuais e funções do Android 6.0 Marshmallow foram mantidas no Moto G 2015, incluindo o Modo Doze e o novo sistema de gerenciamento de permissões para aplicativos. 

Atualização do Moto G 2015 para o Android 6.0 Marshmallow.

O Moto G 2014 foi um dos dispositivos da Motorola que recebeu o Marshmallow durante o primeiro bimestre do ano. O último update do aparelho foi para o Android 6.0 Marshmallow, que chegou aos proprietários do modelo no dia 10 de fevereiro deste ano. O software pesa cerca de 471 MB e está disponível via OTA para download.
O que existe de novo

O update traz funções características do Marshmallow, como o Modo Doze de economia de bateria, as permissões de aplicativos e melhor gerenciamento de memória. 

O Moto G 2014 já recebeu o Android 6.0 Marshmallow 
Moto G 4G - Atualização para Android 5.1 Lollipop

Lançado em 2013, o Moto G 4G é a versão com conectividade LTE do Moto G 2013. Assim como seu predecessor, a última versão oficial que este dispositivo recebeu foi o Android 5.1 Lollipop. O update foi disponibilizado via OTA durante o mês de abril do ano passado.
Marshmallow só instalando a CM13

As ROMs alternativas estão aí para oferecer suporte aos dispositivos que já não recebem updates oficiais pelos seus fabricantes. Você pode seguir o tutorial que preparamos com a instalação da CyanogenMod para o Moto G 2013, contudo, a ROM do Moto G 4G é o arquivo que está hospedado neste link.

A atualização do Moto G 4G para Android 5.1 Lollipop. 
Moto G 2013
Moto G 2013 - Atualização para Android 7.0 Nougat

Sabemos que o Moto G 2013 está descartado de qualquer cronograma da Lenovo/Motorola, certo? Portanto, a única maneira de conseguir levar o dispositivo para a mais recente versão do SO é por meio de ROMs customizadas. A CyanogenMod 14 desenvolvida para o modelo já está disponível e roda sem problemas no aparelho. O tutorial requer conhecimentos básicos de root, mas iremos ensinar o pessoa-passo da instalação para vocês.
CyanogenMod 14 com Android Nougat para o Moto G 2013

A atualização para o Moto G 2013 chega pelas mãos do XDA Developers, sob a CM14. Obviamente, não se trata de uma versão oficial da nova atualização do Android. Contudo, ainda é uma ótima notícia para os proprietários que já perdiam as esperanças de ter o Android Nougat rodando em seu dispositivo.

A instalação irá apagar todo o conteúdo do dispositivo, portanto, recomendamos que você faça o backup de suas informações previamente. Para desbloquear o Bootloader do aparelho, precisaremos antes do ADB e Fastboot instalados num computador com Windows. Ative também a depuração USB do dispositivo indo até o menu do desenvolvedor. Todos os arquivos para download e o tutorial dessa parte estão aqui:
ADB: drivers, ferramentas, comandos e mensagens de erro

Após a instalação anterior, precisará ser feito o desbloqueio do Bootloader. A Camila Rinaldi revisou este processo na última semana, portanto, acesse o artigo abaixo para fazer o desbloqueio:
Como desbloquear o bootloader e fazer o root do Moto G

O TWRP permitirá que a ROM seja instalada no dispositivo. Acesse esse link para baixar o arquivo referente ao seu modelo. Após a instalação, reinicie o dispositivo em modo de recuperação e instale a CM14 para Moto G 2013. Para isso, basta salvar o arquivo em .zip baixado na raiz interna do armazenamento. Antes da instalação, lembre-se de fazer um "wipe data" e um "wipe cache" para que a partição do atual sistema seja formatada.
Tudo o que você sempre quis saber sobre root no Android

Moto G 2013 rodando com a CM 14 
Moto G 2013 - Atualização para Android 5.1 Lollipop


O Moto G 2013 é o dispositivo mais antigo da série, chegou com Android Jelly Bean e encerrou seu ciclo de updates no Android 5.1 Lollipop. Este update chegou para o sistema durante o primeiro semestre de 2015 e, desde então, nenhuma outra atualização foi distribuída para o Moto G 2013. Um novo pacote de segurança, entretanto, chegou ao aparelho.
Pacotes de segurança de março

De acordo com o nosso leitor, João Baptista Paço, o Moto G recebeu um pacote de segurança do Android. Esta atualização apresenta importantes melhorias na segurança do sistema do aparelho. 

O update inclui as atualizações de correções de segurança do Android até 1º de março de 2016. Logo, se você recebeu este update, baixe imediatamente para proteger os seus dados.

Os pacotes de segurança do Android de março estão chegando para o Moto G 

Quando o update OTA chega para o seu Moto G

A primeira coisa que você deve ter em mente é que o update oficial começou a ser liberado em primeiro lugar para modelos rodando com o software de varejo. Para conferir se o seu dispositivo pode receber o update, acesse Configurações > Sobre o telefone > Atualizações de sistema > Verificar.

Elon Musk quer levar internet de alta velocidade para o mundo inteiro

(Foto: reprodução)
Elon Musk quer levar internet de alta velocidade para o mundo inteiro

O bilionário da tecnologia Elon Musk anunciou nesta semana que pretende levar internet de alta velocidade a todo o mundo usando o espaço. A SpaceX apresentou um pedido à FCC, Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos, para iniciar o projeto, que pretende colocar em órbita milhares de satélites.

"O sistema é projetado para fornecer uma ampla gama de serviços de banda larga e comunicações para usuários residenciais, comerciais, institucionais, governamentais e profissionais do mundo inteiro", explica a SpaceX em um documento.

A rede seria composta por 4,4 mil satélites em diferentes órbitas e custaria cerca de US$ 10 bilhões, de acordo com estimativas do próprio Musk. "Uma vez implantado totalmente, o sistema passaria por praticamente todas as partes da superfície da Terra e, portanto, teria a capacidade de fornecer serviços globais onipresentes", afirma.

A ideia é que os satélites forneçam uma velocidade global de até 1 Gbps, bem mais do que a média global atual de 5,1 Mbps. O projeto, no entanto, não é único. Há alguns meses, o Facebook apresentou uma ideia semelhante, mas não teve sucesso em suas primeiras etapas, já que o foguete da SpaceX que levaria seu satélite acabou explodindo antes de chegar ao espaço.

A SpaceX estima que um novo voo deve acontecer antes do final do ano.

Erro faz nº de celular funcionar em duas operadoras diferentes

Falha ocorreu enquanto cliente migrou celular da Vivo para Claro.
Vivo afirma que vai 'regularizar situação no menor prazo possível'.

Erro faz brasileiro ter o mesmo nº de celular em duas operadoras diferentes, na Vivo e na Claro. (Foto: G1)

Um erro de empresas de telefonia fez um cliente ter o mesmo número de celular que funcionasse em duas operadoras, Vivo e Claro, as duas maiores empresas do segmento no Brasil. A falha permite que dois celulares diferentes recebam ao mesmo tempo ligações desse número, conforme presenciado pela reportagem do G1. Só que o consumidor, que só queria deixar de ser cliente de uma empresa para passar a ser de outra, agora terá de arcar com duas contas de companhias diferentes mas referentes ao mesmo número.

"Quando alguém liga, às vezes toca no [número da] Vivo, às vezes toca no Claro, às vezes toca nos dois ao mesmo tempo", conta Bruno Ribeiro, bacharel em direito de 29 anos, que mora em Lambari (MG), e é o dono da linha telefônica problemática.

A Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom), que transfere linhas entre operadoras, diz que a portabilidade foi realizada com sucesso. E que é a empresa de onde Ribeiro saiu, no caso a Vivo, que deve desligar o número. A Claro diz não ter identificado irregularidades.

Apesar de não constatar problemas quando foi contatada por Ribeiro, a Vivo reconheceu que o erro foi dela, após ser procurada pelo G1. Afirmou, no entanto, ser uma falha isolada e não sistêmica. Prometeu ainda colocar um ponto final na questão sem "ônus". "Em relação à desativação do serviço, a empresa informa que este é um caso pontual e que está tomando as providências para regularizar a situação no menor prazo possível, sem ônus para o cliente." Até a publicação deste texto, no entanto, o número ainda estava duplicado.

Número duplicado
Ribeiro conta que o imbróglio começou em 29 de outubro, quando ligou para o call center da Vivo com a intenção de reclamar da falta de cobertura da internet. Após discutir com um atendente, diz ter o plano pós-pago transformado em pré-pago, sem sua anuência. Segundo a Vivo, em resposta à reportagem, "não há registro de migração para um plano pré-pago".

Insatisfeito com a situação, Ribeiro resolveu migrar o celular para a Claro. Segundo a ABR Telecom, responsável pela portabilidade numérica, a linha passou a fazer parte da rede da operadora às 8h01 de 9 de novembro deste ano.

Dias depois, antes de jogar fora o chip da Vivo antigo, Ribeiro resolveu testá-lo em outro celular. Descobriu que o número, agora integrado como pós-pago à rede da Claro, ainda podia ser usado como se fosse da Vivo. Para piorar, Ribeiro consultou sua situação cadastral junto à Vivo e constatou que voltara a ter uma conta pós-paga da operadora. Ou seja, em dezembro, terá de arcar com duas faturas do mesmo número de celular.

Portabilidade
Ribeiro tentou, sem sucesso, resolver o problema. Foram 23 ligações ao call center da Vivo. "Quando eu ligo na Vivo, recebo os protocolos nos dois celulares", ri da situação. Depois disso, ainda acionou a Vivo nesta quinta-feira (24) pelo portal do governo federal voltado a conflitos de consumo. A empresa informou que a portabilidade fora concluída e o número já não estava em suas bases.

Não foi isso o que ocorreu com Ribeiro por, pelo menos, 20 dias. Segundo a ABR Telecom, as transferências numéricas são efetivadas em até três dias úteis. A possibilidade de migrar um número telefônico de uma operadora para outra no Brasil completou oito anos em outubro deste ano. Nesse período, foram alvo de portabilidade 33,5 milhões de linhas, das quais 12,41 milhões de telefones fixos e 21,4 milhões de celulares.

Windows Phone decadencia e morte



(Foto: Reprodução)
Windows Phone pode estar com os dias contados

Apesar das tentativas, a Microsoft não conseguiu ganhar espaço no mercado de smartphones, sendo que o Windows 10 Mobile (antigo Windows Phone) está atingindo valores mínimos de vendas e uma quota de mercado abaixo de 1%.

Se o sistema operacional continuar nesse ritmo, até 2020 ele terá desaparecido quase que completamente do mercado. Pelo menos é isso que indica um relatório da IDC publicado na última terça-feira, 29: a consultoria mostra que o Windows Phone está presente em somente 0,4% dos celulares de todo o mundo, o que representa em torno de 6,1 milhões de unidades e uma queda de 79,1% em relação a 2015.


O cenário para 2020 não é dos mais positivos, uma vez que a empresa deve ter uma quota de mercado de 0,1%, com apenas 1 milhão de aparelhos com Windows 10 Mobile. Veja:



Já o Android e o iOS devem continuar no topo do mercado, com o sistema do Google detendo uma quota de 85,6% e a Apple, 14,2%. Vale ressaltar que 2016 será a primeira vez que a Apple vai apresentar um ano completo de declínio na entrega de smartphones, porém, uma edição de comemoração de 10 anos do iPhone, prevista para ser lançada no ano que vem, promete impulsionar as vendas novamente.

Número de reclamações à Anatel diminuiu em 2016, diz agência


(Foto: reprodução)
Número de reclamações à Anatel diminuiu em 2016, diz agência

Um levantamento realizado pela Agência Nacional de Telecomunicações mostra que os brasileiros estão reclamando menos dos serviços prestados pelas operadoras. De acordo com um documento divulgado nesta quarta-feira, 30, entre janeiro e outubro o número de críticas às empresas de telefonia móvel, banda larga fixa, telefonia fixa e TV por assinatura apresentaram uma queda de 3,4% em relação ao mesmo período de 2015, atingindo os 3,3 milhões.

Do total de reclamações que o órgão recebeu, a maior parte se encontrou no segmento de telefonia móvel, que corresponde a 44% do total.


Confira as reclamações por serviço, em 2015 e 2016:

Telefonia Móvel

47,1%

44,0%

Telefonia Fixa

24,3%

25,5%

Banda Larga Fixa

14,9%

15,7%

TV por Assinatura

13,2%

14,4%

Outros

0,5%

0,4%


A telefonia móvel foi a única que apresentou um aumento no número de reclamações, com 50,7 mil queixas a mais do que em 2015. A principal reclamação é a cobrança indevida em linhas pós-pagas. Os outros serviços receberam menos críticas: a TV por assinatura teve queda de 11,5% em relação ao ano passado, seguida pela banda larga fixa, com 8,4% a menos, e pela telefonia fixa, com redução de 7,7%.

Empresas

No setor de telefonia móvel, a operadora TIM foi a líder no aumento das reclamações, com crescimento de 17,9%, seguida pela Vivo, com 4,9%. As outras operadoras apresentaram reduções.

Na TV por assinatura, a Sky foi a única que viu as críticas diminuírem. Entre as outras, a Vivo foi líder, com crescimento de 71,9% no número de reclamações, seguida pela NET/Claro, com 15,8%, e pela Oi, com 8,4%. Na banda larga fixa, a Vivo lidera as reclamações, com aumento de 30,2%, assim como na telefonia fixa, na qual houve aumento de 32,2%.

Como reclamar?

A Anatel indica que o consumidor fale primeiro com a prestadora de serviço de telecomunicações e anote o protocolo de atendimento. Se não houver resposta ou ela não for adequada, o consumidor deve contatar a agência reguladora. Para obter mais informações sobre os canais de atendimento da Agência Nacional de Telecomunicações, acesse o Portal da Anatel.

HP Elite X3

HP Elite X3: smartphone da HP com Windows 10 pode ser usado como notebook

Nos proximos dias, devemos conhecer uma série de novos smartphones e tablets que estão sendo preparados para a MWC 2016. E um dos mais aguardados é o Elite X3, que está sendo produzido pela HP e que acaba de ter seus detalhes oficializados. Assim como os rumores já previam, o dispositivo com Windows 10 Mobile pode ser uma excelente alternativa para o mercado de portáteis — com recursos de alto nível.

Foi revelado que o smartphone possui tela de 6 polegadas e resolução de 2560x1440 pixels, sendo ele ainda equipado com processador Snapdragon 820 e 4 GB de RAM. Mas o mais legal está nas possibilidades trazidas pelo Continuum do Windows 10. Graças ao sistema, os usuários vão poder usar o smartphone como um notebook completo e com todas as funções de um PC — por um dock ou então por um "notebook" especialmente produzido para ele.





HP Elite X3: smartphone da HP com Windows 10 pode ser usado como notebook

Este notebook trata-se de aparelho com tela de 12,5 polegadas chamado Mobile Extender, que se conecta totalmente ao Elite X3 para permitir muito mais possibilidades a todos os consumidores. Como você pode ver no vídeo que está abaixo deste parágrafo, ele é basicamente um notebook comum, mas que que não armazena dados e que utiliza o smartphone para isso.

Essa novidade vai direto ao encontro do que a Microsoft vinha prometendo há algum tempo, mas agora está muito mais perto da realidade comercial. Também existe um dock disponível para ele, como você pode ver logo abaixo. Este acessório se conecta a monitores e periféricos para transformar o celular em um PC.


Confira abaixo os detalhes do hardware que estarão presentes no aparelho. O HP Elite X3 vai chegar às lojas ainda no primeiro semestre de 2016, mas ainda não há o preço definido para ele.
Especificações técnicas
Sistema operacional: Windows 10 Mobile
Tela: 6 polegadas
Resolução: 2560x1440 pixels
Processador: Qualcomm Snapdragon 820
Memória RAM: 4 GB
Memória de armazenamento: 64 GB
Câmera traseira: 16 megapixels
Câmera frontal: 8 megapixels
Bateria: 4.150 mAh

BlackBerry DTEK60

O BlackBerry DTEK60 não está recebendo muita atenção fora do incondicional público BB. Isso é uma vergonha, porque é um dos melhores telefones de 2016.

Como um monte de fãs do Android e as pessoas que escrevem palavras sobre telefones para uma vida, eu ri e imediatamente rejeitou a DTEK60 antes mesmo chegou. BlackBerry com Alcatel fazer um telefone para eles e se dignar a cobrar um preço premium para que soou como uma receita para o desastre muito parecido com o Priv . Bom celular, telefone grande - nada disso importa quando você está competindo contra o rolo compressor Samsung, especialmente quando você tem a reputação de BlackBerry (principalmente injusto, na minha opinião). Quero dizer, vamos lá. É BlackBerry mesmo ainda no negócio? Eles perderam cerca de 99% do seu mercado nos últimos cinco anos e todos fora de um pequeno grupo de fiéis BlackBerry tem escrito a empresa off. O que eles poderiam fazer para mudar as coisas?
Você começar por fazer um telefone como o DTEK60, que é o que.

Antes de ir muito fundo aqui, você precisa tomar alguns minutos e ler um dos comentários mais abrangentes de telefone já escritos. Bla1ze detalhou cada característica desse BlackBerry Android tem e você vai ter um grande entendimento de como a empresa se destaca em um oceano de empresas de construção telefones Android.


Começamos lá porque o software é o que faz com que o DTEK60 pena olhar. O hardware não é ruim - Snapdragon 820, 4 GB de RAM, tela QHD, e até mesmo um slot para cartão SD.É a mesma configuração como todos os outros telefones "flagship" Android vendidos desde março passado. Largar tudo isso em um pacote relativamente indefinido da Alcatel-mãe, TCL, e você não tem nada que vai chamar a atenção de ninguém. O preço de US $ 499, também não vai agarrar a sua atenção e te sugar porque há outros telefones usando igual ou melhor hardware que atingiu esse preço ou são mais baratos. Este é um problema quase todas as empresas que faz com que os telefones Android está acima de encontro - um bom celular a um preço razoável apenas não é suficiente em um mundo onde a Samsung e Apple existir.

Um bom telefone a um preço razoável apenas não é suficiente em um mundo onde a Samsung e Apple existir.

O telefone em si voa. Você pode perguntar a qualquer das pessoas que usam um a cada dia e eles vão te dizer a mesma coisa, Do ponto de vista do desempenho, o DTEK60 vai fazer tudo o que você quer fazer com apenas um gemido ou choro. A usabilidade - bom hardware combinado com um bom software - do DTEK60 faz um trabalho louvável compensando a um flagrante erro hardware: não incluindo estabilização de imagem na câmera. Honestamente, essa é a única verdadeira anomalia posso encontrar com o hardware do telefone isso não é uma questão de opinião ou preferência. No final de 2016, se você fizer um smartphone que você precisa ter uma câmera de kick-ass sobre ele.




Exibição:
5.5 polegadas QHD display AMOLED
2560X1440 (534ppi)
Câmera:
câmera traseira 21MP
ƒ / 2.0, Fase Detectar Auto Focus, 
flash dual-LED
1080p 60fps de vídeo
8MP ƒ câmera / 2.2 frente
Bateria:
3000mAh bateria fixa
Qualcomm Quick Charge 3.0
Salgadinhos:
Snapdragon 820
Adreno 530 GPU
4GB RAM
armazenamento interno de 32GB
expansão microSD
Programas:
Android 6.0.1 Marshmallow
Teclado:
Teclado na tela BlackBerry
auto-corrigir Contextual
controle por gestos sensível ao toque

DTEK 60 hardware

Usando o DTEK60 para uma semana agitada com excesso de correr na rede T-Mobile me deixou sem queixas. A vida da bateria foi entre aceitável e boa durante a sincronização de todas as minhas coisas e todas as coisas do Android Central. Chamada de qualidade foi excepcional (o DTEK60 tem a melhor viva-voz que eu já utilizado). A conexão de dados foi grande ao redor da minha casa, onde T-Mobile oferece um bom serviço e boa como qualquer outro telefone nos locais onde T-Mo pode ser irregular e simples bad. O sensor de impressão digital é rápido e preciso.

O DTEK60 tem a melhor viva-voz que já usei.

Bluetooth trabalhou com meus fones de ouvido MOTOROKR e um punhado de configurações carro viva-voz autônomo. A tela poderia ser melhor no sol, mas é tão bom como o Nexus 6P que sempre funcionou bem o suficiente para mim. Desde que eu não ter um monte de fotos com o meu telefone, eu não tinha reclamações. Tudo foi bom, mas a abundância de outros telefones são todos bons quando se trata de coisas como a vida da bateria ou a qualidade da chamada.

A parte traseira de vidro é esperado na maioria qualquer telefone construídas hoje em dia, mas a adição de um botão de conveniência programável não era. Ele funciona bem depois de configurá-lo para abrir uma das coisas que muitas vezes você precisa usar. O DTEK60 é um pacote totalmente despretensioso que mais ou menos coincide com tudo o mais vale a pena comprar em sua faixa de preço no exterior.

Então, o que faz com que o DTEK60 um dos telefones gostaria de sugerir uma pessoa gastar o dinheiro que eles trabalharam duro para ganhar e comprar? O software eo "pacote total" traz para a mesa.

Quando você ligar o DTEK60 você sabe que está rodando o Android. Você também sabe que é um BlackBerry. A empresa tem misturado os dois para criar o melhor celular do consumidor BlackBerry já oferecido em uma maneira que vai apelar para as pessoas que gostam de usar Android.

Isso não é fácil de fazer. Motorola faz isso. De vez em quando uma empresa como a Alcatel irá fazê-lo. Mas na maioria das vezes, não é muito bem sucedido e é preciso alguma dedicação usuário para se livrar das coisas que precisam ir e adicionando as coisas que estão faltando - o Asus Zenfone 2 foi um grande exemplo disso. Foi um grande telefone depois que você fez uma excelente telefone.

A alternativa é seguir o que empresas como Samsung e LG estão fazendo e substituir tudo o que você pode substituir. Isso é ótimo para os Samsungs e Hauweis do mundo que podem pagar (desenvolvedores de software não vem mais barato) e se você gosta do estilo de seus produtos ou não, você não pode negar que essas empresas oferecem um produto completo cheia de coisas que só funciona quando você se conecta-los. E as empresas têm de ser bem sucedido com a forma como eles mudam o sistema operacional, porque se cada telefone correu plain vanilla Android, todos iriam comprar qualquer um $ 100 moto e ou de um pixel e ficaríamos fora de um trabalho.

A tomada de BlackBerry no Android é o que faz a DTEK60 se destacam.

As coisas não têm realmente mudado desde a Priv introduziu o Android em um BlackBerry. O software olha e sente como baunilha Android com suíte completa do BlackBerry de serviços e software instalados. Mas BlackBerry melhorou em escrever código do Android, eo DTEK60 tem hardware que é um bom bocado mais poderoso. conjunto de aplicativos do BlackBerry inclui o lançador (completo com gestos de deslize e atalhos), o excelente teclado software, um gerenciador de senhas integrado ao sistema operacional e guias BlackBerry Hub e produtividade. Para oferecer a integração Hub usuários do BlackBerry esperar que os contatos, calendário e aplicativos de discagem foram personalizados. Estas aplicações, bem como as tarefas do BlackBerry, o trabalho com a guia de produtividade, então tudo é o lugar onde você esperaria que ele seja, se você estiver interessado em usá-lo.

Acontece que eu não sou um fã tanto do Hub ou na guia Produtividade. Depois de ver se havia quaisquer diferenças específicas ao DTEK60 (há nenhum) I desligado e deficientes ambos. Não há nada de errado com qualquer um, mas eles simplesmente não se encaixam na maneira que eu faço as coisas e eu estou velho demais para se adaptar e tentar coisas novas.

Acontece que eu não sou um fã tanto do Hub ou na guia Produtividade.

Mesmo sem esses serviços em uso, acho que o meu núcleo conjunto de aplicativos de comunicação, ou seja, contatos, calendário e dialer, são fáceis de usar e fazer as coisas que é suposto fazer de uma forma lógica e fácil. Não, não é exatamente a mesma que a forma como o Google faz. Mas tudo é feito bem e não me obrigue a mudar a partir de como a forma como o Google faz essas mesmas coisas. Claro, BBM está incluído porque você não pode fazer um BlackBerry sem adicionar BBM para o pote. Eu só queria que mais pessoas usado BBM porque o serviço é rico em recursos e seguro (a menos que você vive em alguns países da Ásia, onde "o homem" tem acesso).Mas falando para si mesmo fica velho, e Phil nunca está on-line (leia a minha mensagem com o ursinho adesivos, Phil).

Oh, e uma nota sobre Nougat . Ele está vindo, nós sabemos disso. Mas essa roda o Android 6.0.1 Marshmallow, que é bom, porque é rápido como o inferno, mas ainda teria sido bom para ver este executando 7.0.

Construir software que oferece funcionalidade expandida e ainda é grande quando você não usar qualquer um que não é fácil, mas pregos BlackBerry TI. O que começou na Priv está já concluída na DTEK60, e eu posso dizer que eu gosto de tomada de BlackBerry na experiência Android núcleo. Quem teria thunk ele?


Outras mudanças são cosméticas e do resto do software fornecedor - coisas como o relógio ou as configurações funcionam exatamente como eles trabalham em um telefone Nexus ou Pixel mesmo se as cores e gráficos mudaram. Ficamos impressionados com a forma como Motorola conseguiu fazer isso há alguns anos atrás, e estamos tão impressionado com a forma como BlackBerry tem feito isso.

recursos de segurança do Android estão lá, também.
DTEK60 segurança

O DTEK60 provou ser tão seguro como prometido. Não temos certeza dos detalhes exatos sobre algumas das coisas BlackBerry faz para fazê-lo assim, mas eles levam tudo Android do Google oferece na frente da segurança e adicionar-lhe.

O BlackBerry não tira qualquer um dos recursos de segurança Google tem implementado quando adicionam seus próprios.

O kernel é ainda mais endurecido, as proteções sistema básico ha para não ser modificado e parar tudo que esperar para o usuário decidir o que fazer se isso viesse a acontecer. Os serviços de inicialização são protegidos de uma forma semelhante no topo da fechadura criptografada padrão. Adicionar no fato de que BlackBerry nunca foi sequer uma hora de atraso em nenhuma atualização de boletim de segurança Android (eles são geralmente mais cedo e o primeiro a recebê-los) até que você adicionar um transportador que não se importa que você recebe-los no tempo (que significa AT & T - eles não se preocupam com sua segurança on-line, tanto quanto o Google ou BlackBerry) e você não pode argumentar com a afirmação de que o BlackBerry DTEK60 é o telefone Android mais seguro disponível.

Há também um aplicativo DTEK (sigla para Detecção ) que realmente não contribuem para nada disso que a empresa insiste em manter ao redor e falando. Ele alerta que você podenão ser tão seguro como você poderia ser, sem qualquer dicas sobre o que fazer sobre isso ou qualquer informação útil com um metro e uma seção vermelha assustador. Não está doendo nada, não é só muito útil a maneira que é. Espero BlackBerry melhora-lo ou ele cai em vez de gastar todos os recursos mantê-la do jeito que está.

A coisa mais importante sobre este material recurso de segurança do ponto de vista do usuário - os seus métodos de criptografia total de disco (FIPS 140-2 compatível, se você trabalha em algum lugar que faz com que significar algo) - não atolar tudo para baixo. Uma grande parte do aleatório 10fps lag-falha que vemos na Priv pode ser atribuído ao arquivo o desempenho do sistema. Que está fixo no DTEK60.

DTEK60 pensamentos finais

BlackBerry tomou Android e fez sua própria. O Priv mostrou a promessa, mas problemas de desempenho pôr um amortecedor sobre qualquer emoção a maioria das pessoas teria para ele; o DTEK60 é o que parece quando tudo funciona como pretendido e funciona bem. Eles fizeram o bem. Muito bom.

O DTEK60 é mais do que apenas um telefone para os usuários ex-BB.

O preço é em que situação difícil, onde pode encontrar alguma coisa grande. Telefones entre $ 300 e $ 500 são agora considerados baratos quando eles oferecem topo da linha de hardware e uma ótima interface para fazer as coisas com ele. Eu acho que a atenção do BlackBerry para a segurança do usuário e privacidade é algo que acrescenta muito valor e faz com que o DTEK60 se destacam de outros telefones bom no ponto de preço.Especialmente quando se trata sem quaisquer desvantagens para usá-lo.

Se o Pixel nunca foi construído, eu provavelmente iria usar o DTEK60 como o meu telefone - aquele com meu próprio cartão SIM que eu não será redefinir ou alterar até que algo substitui-lo no próximo ano. A experiência software núcleo é excelente à direita fora da caixa e até mesmo coisas que você não usou antes do trabalho da forma que seria de esperar que eles funcionem. Se um amigo ou membro da família disse que eles estavam comprando um DTEK60, eu diria que é uma excelente escolha, e se eles estavam olhando para comprar um novo telefone que eu apontá-los para ele. Eu gostava (e usado) o Priv direito até que eu tenho a DTEK60 e espera que ele seja utilizável. Eu não esperava que fosse tão bom.

BlackBerry fez um grande trabalho na DTEK60, e é mais do que apenas um telefone pessoas provenientes de "velho" BlackBerry deve olhar. Você deve olhar ta
mbém
.

Saiba como fazer todos os seus posts do Facebook desaparecerem

(Foto: Reprodução)
Saiba como fazer todos os seus posts do Facebook desaparecerem

O Facebook é uma ferramenta que tem suas coisas excelentes, ou certamente não estaria caminhando para a marca dos 2 bilhões de usuários. No entanto, algo que não é tão legal é o fato de que ele te lembra frequentemente de posts, fotos e mensagens que você já gostaria de ter esquecido. Pior ainda: é possível que outras pessoas vejam o que você gostaria que ninguém visse.

Por isso, é sempre uma boa ideia fazer uma manutenção em suas configurações de privacidade para controlar melhor o que aparece na sua timeline e o que as outras pessoas podem ou não ver.

Veja como fazer isso:

Confira como o seu perfil aparece para os outros

Para fazer isso, você precisa entrar no seu perfil e procurar pelo botão com três pontinhos (...) ao lado do botão "Registro de atividades". Em seguida, clique em Ver como...

Ao fazer isso, você tem a opção de ver como o seu perfil aparece para o público ou para pessoas específicas. Se você vir algo que não deveria estar ali para todo mundo ver, você tem a opção de voltar à sua timeline e ajustar as configurações de privacidade, que permitem restringir o alcance do post a amigos, amigos de amigos ou outra configuração especial que evita que pessoas específicas não vejam aquela publicação.


Esconda posts públicos antigos

Se você gostaria de limitar tudo o que você postou antigamente para apenas amigos de amigos ou aos contatos que você adicionou na rede social, o Facebook tem uma opção para isso.

Clique no cadeado no canto superior direito do Facebook e acesse a opção Veja mais configurações. Neste espaço, pressione o link em Limitar publicações anteriores e confirme no botão Limitar publicações passadas. Assim, só os seus amigos na rede social terão acesso ao que você publicou.


Controle sua linha do tempo

Agora é a vez de ajustar o que pode ou não aparecer na sua timeline. Volte ao cadeado, clique novamente em Veja mais configurações e entre em Linha do tempo e marcações ou acesse este link para ir direto para a opção correta.

Se você quer realmente limitar o que as pessoas veem, certifique-se de alterar a primeira, a quarta, a quinta e a sétima opção para apenas "Amigos", ou outra opção que você preferir, como "Amigos de amigos" ou "Apenas eu". Estas ferramentas limitam quem pode postar na sua timeline, e quem pode ver os posts em que você foi marcado.


Limpeza radical

Se tudo isso que foi dito até o momento é pouco para você, a alternativa é usar uma ferramenta como o Facebook Post Manager. Ela permite deletar publicações em massa de uma só vez. Escolha posts individuais ou selecione tudo o que foi postado durante um ano específico.

Fique atento, pois a extensão é realmente agressiva e vai apagar para sempre o que você publicou. Para usá-la, você precisa instalá-la no Chrome e entrar no seu registro de atividades (o botão está destacado na sua timeline, sobre a sua imagem de capa).

Você pode selecionar, por exemplo, para que todos os posts de 2015 sejam apagados, ou só especificamente os de junho de 2015. Também é possível apagar apenas os posts que contenham uma palavra específica ou aqueles que NÃO contenham uma palavra específica. A extensão também pede que o usuário não mexa no Facebook por alguns segundos ou minutos enquanto a limpeza é feita.

Vem aí um novo recurso que vai fazer a bateria do Galaxy S7 durar mais

(Foto: reprodução)
Vem aí um novo recurso que vai fazer a bateria do Galaxy S7 durar mais

Alguns usuários já têm acesso ao Android 7.0 nos Galaxy S7 como parte do programa de testes do aparelho. Estes usuários talvez tenham percebido uma mudança na tela do smartphone, que tem resolução nativa de 2560x1440, mas está limitada apenas a 1920x1080.

Isto é proposital, no entanto. A Samsung introduziu esta opção que pode ser livremente configurada pelo usuário. As alternativas incluem o HD (1280x720), Full HD (1920x1080) e Quad HD (2560x1440).

Mas, afinal de contas, por que alguém propositalmente reduziria a resolução da supertela do Galaxy S7? A resposta é bem simples: menos pixels na tela também significa menor consumo de bateria. A opção por diminuir a resolução também é a alternativa mais econômica, estendendo a duração de uma recarga.
Antes do Android 7.0, o S7 já tinha uma opção similar, que era o "modo condensado", ativado como uma medida urgente de economia de energia. No entanto, agora a ferramenta é apresentada mais como uma configuração do celular e menos como um recurso emergencial, que pode permanecer ligada para sempre se o usuário assim desejar.

Como observa o Android Central, o recurso pode apontar também para o futuro da linha Galaxy, já que se espera que o S8 seja o primeiro celular da Samsung com tela 4K. Painéis com esta resolução gastam muita bateria, tornando o seu uso ineficiente, então seria possível dar ao usuário a opção de aproveitar o máximo que o display tem a oferecer ou a alternativa de guardar energia.

PhotoScan: Digitalize suas fotos com o smartphone


A maior vantagem da fotografia digital é a facilidade de armazenamento e organização. Com um serviço como oGoogle Photos fica fácil fazer o backup de suas fotos e organizá-las automaticamente. Mas muitos de nós ainda tem uma quantidade considerável de imagens de "eras passadas", quando a fotografia ainda exigia filmes e papel. E digitalizar sua coleção requer um scanner e tempo livre para capturar e recortar cada imagem, o que acaba fazendo com que na maioria dos casos as fotos continuem numa caixa de sapatos em algum lugar. Foi pensando em uma forma de acelerar este processo que a Google desenvolveu um novo app para Android, o PhotoScan.

Com ele, basta a câmera do celular e alguns segundos para transformar uma foto impressa em uma cópia digital de alta qualidade. Veja como é fácil.
Como o PhotoScan funciona

O PhotoScan funciona partindo do princípio de que quase todo smartphone moderno tem uma câmera de boa qualidade integrada, e que a forma mais rápida de digitalizar uma foto impressa é tirando uma "foto da foto".

Mas que já tentou fazer isso sabe que as coisas não são tão simples: as fotos em papel não são perfeitamente planas, o que pode causar distorção na imagem. E o reflexo da luz ambiente no papel brilhante pode arruinar o resultado.

Para resolver ambos os problemas o PhotoScan usa inteligência artificial para analisar e combinar 5 fotos diferentes, tiradas em ângulos diferentes, para eliminar relfexos e corrigir distorções, produzindo uma imagem final perfeita. E tudo isso em uma fração de segundos, usando o poder de computação de seu smartphone. Este vídeo de Nat & Lo, funcionárias da Google que desvendam os mistérios por trás dos serviços da empresa, explica o processo:

Usando o PhotoScan

O PhotoScan é gratuito no Google Play. Na primeira vez em que você abrir o app uma rápida animação mostra o funcionamento, basta tocar no botão Iniciar Digitalização. Surgirá na tela uma moldura, acompanhada de três botões no rodapé: o da esquerda liga ou desliga o flash (em um ambiente interno bem iluminado ele é desnecessário), o central tira uma foto e o da direita abre a ajuda do app.

Enquadre a foto que você quer digitalizar dentro da moldura na tela, e toque no botão central. Você verá que surgirão na tela quatro "círculos" brancos. Estes são os alvos. Alinhe o círculo vazado, no centro da tela, com os alvos até que eles se tornem azuis. Depois de fazer isso com todas os quatro alvos, uma mensagem informará que a digitalização está completa, e uma miniatura da sua foto surgirá no canto interior direito da tela.

O PhotoScan é muito fácil de usar, basta enquadrar a foto na moldura na tela e tocar no grande botão central.

Pronto, você digitalizou sua primeira foto, e basta tocar na miniatura para ver o resultado. O PhotoScan geralmente faz um bom trabalho em encontrar as bordas da imagem, mas se por acaso for necessário um ajuste ele pode ser feito nesta tela, basta clicar no botão Ajustar cantos. Se tudo estiver a contento, toque na seta no canto superior direito da tela, e no botão Salvar Todas no topo da tela.

Alinhe o círculo azul (à esquerda) com os alvos e em poucos segundos você terá sua foto digitalizada (à direita)

PhotoScan vs Scanner

Uma foto digitalizada pelo PhotoScan. Clique para ampliar.

O PhotoScan é uma forma muito rápida de digitalizar suas fotos, mas não é uma solução ideal: a qualidade das imagens geradas é limitada pela qualidade da câmera de seu smartphone, e em muitos casos mesmo um scanner de baixo custo será capaz de produz imagens melhores. Por isso, recomendamos o app para quem não tem um scanner à disposição, ou valoriza a praticidade sobre a qualidade. Ainda assim, não há como negar que é um app extremamente útil.