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terça-feira, julho 29, 2014

Google e Motorola trabalham em phablet da linha Nexus








Depois dos rumores de que a linha Nexus morreria para dar lugar a uma linha de aparelhos Android Silver, agora surge a informação de que não era bem assim. Se os novos indícios se confirmarem, podemos ter neste ano um phablet Nexus, fabricado pela Motorola, que estaria sendo tratado internamente pelo codinome de “Shamu”.

A informação parte do respeitável Android Police, que diz que o celular teria uma tela de 5,9 polegadas com uma resolução ainda não identificada, e seria lançado com um leitor de impressões digitais, planejado para chegar ao mercado em novembro, como é comum para os aparelhos Nexus.

A publicação diz não ter muitos detalhes sobre o produto, mas pode adiantar com confiança que o Shamu está em desenvolvimento ativo por parte das duas empresas. No entanto, isso não significa que o aparelho será lançado, já que projetos de hardware podem ser cancelados a qualquer momento, como o suposto tablet da HTC, que também seria lançado sob a linha Nexus.

Não há imagens do dispositivo, nem renderizações em 3D para apoiar o rumor, porém. O aparelho só deu as caras até o momento em um relatório de erros, que indica um kernel desenvolvido pelo Google, algo incomum em aparelhos não-Nexus.

O codinome Shamu também remete a outros “apelidos” do passado. O Google costuma dar nome de peixes e seres marinhos para os aparelhos antes do lançamento, e a baleia Shamu não foge muito desta ideia.

sábado, julho 26, 2014

Acessório faz com que iPhone 'veja' através das paredes




A partir de agosto, quem tem iPhone 5 ou 5s terá a oportunidade de transformar o smartphone em uma câmera térmica capaz de fazer com que o usuário veja outras pessoas através das paredes. É o FLIR One, cujo trabalho consiste combinar as informações de assinatura de calor com a imagem ao vivo da câmera para exibir uma representação térmica.

Esse sistema não é útil apenas para xeretar os outros, mas também para detectar vazamentos de ventilação em torno de portas e janelas, problemas no motor do carro, aquecimento de circuitos e em fiações, e até mesmo para caminhar no escuro.



Para fazer o que faz, o FLIR One, que foi mostrado na CES deste ano, recolhe luz infravermelha que sai dos objetos e é invisível ao olho humano. A informação é convertida em pulsos eletromagnéticos que depois são traduzidos por um chip para a exposição. Os níveis de calor são interpretados em cores quentes (próximas do vermelho) e frias (do azul). A empresa por trás do produto prevê a integração com três aplicativos e a possibilidade de se compartilhar as imagens via redes sociais. Mas nada disso sairá barato, em pré-venda (quando os preços costumam ser mais amigáveis) ele custa US$ 350. As entregas devem começar em agosto, quando o produto chegará às lojas da Apple, e depois do lançamento no Estados Unidos, Europa e Canadá, ele deve desembarcar em outras partes do mundo

quinta-feira, julho 24, 2014

ANDROID – Modern Combat: Blackout para Android já está disponível no Google Play

A Gameloft finalmente lançou mais um game da serie Modern Combat – Blackout. O game chegou na Google Play Store hoje cedo trazendo muito ação para todos os jogadores. Desta vez, você pode jogar sozinho, ou usar um modo de campanha dinâmica multiplayer.



No modo single player, você entra na pele de um soldado que deve tomar o seu plantel e proteger o mundo de terroristas cibernéticos de um lunático, fazendo uso de armas personalizáveis ​​avançados e tecnologia. Gameloft fez um bom trabalho em Blackout e o jogo apresenta gráficos impressionantes.

O jogo está definido para levar os jogadores em mais uma aventura por todo o mundo, a partir de Veneza, na Itália, onde o protagonista Phoenix está situado em uma operação especial para garantir o transporte de armas de destruição maciça a partir de um grupo terrorista bem armado.

A melhor parte, no entanto, é o fato de que o jogo não apresentam qualquer tipo de IAPs (compras in-app). Basta comprar o jogo na Google Play Store e você pode jogá-lo sem ser importunado sobre qualquer outra transação durante sua jornada no jogo. Vale a pena o preço, eu diria.

Baixe agora o Modern Combat – Blackout diretamente do Google Play



Veja também
NoticiasJogos Android


O Google começou a implantar uma atualização para o aplicativo Google Play, que traz a implementação parcial da nova linguagem de design da empresa, o novo Material Design. A página principal e os elementos de interface do usuário básicos da Google Play ainda permanecem os mesmos. A página de aplicativo, opiniões e as classificações estão renovadas. […]



A Samsung adora fazer comercias confrontando os seus aparelhos contra os da Apple, esse que temos agora é só mais um nesse formato, e muito provavelmente não será o ultimo. O polêmico vídeo da hora vem para criticar o iPhone 6, um aparelho que nem foi laçando ainda. A Samsung destaca no vídeo um dos […]

 

Lava Iris X1 4,5 polegadas telefone Android lançado na Índia

 Lava anunciou o lançamento do novo Lava smartphones Iris X1 de sua série Iris na Índia de hoje. É um smartphone low-end destinado a compradores do orçamento.


Lava Iris X1 Especificação

Lava Iris X1 vem com uma tela de 4,5 polegadas FWVGA IPS e roda em Android 4.4.2 KitKat OS com a sua própria interface de usuário do Lava. A 1.2GHz quad-core do processador Broadcom poderes de TI com Videocore IV GPU para as necessidades de jogos. É um smartphone dual SIM com um cartão SIM micro e slot para SIM normal e recurso de espera dual.

Na parte de trás, tem uma câmera traseira de 8MP com BSI + sensor, flash LED duplo e uma frente de 2MP enfrentando câmera para chamadas de vídeo e auto disparos. Ele também inclui 1GB de RAM, 4GB de armazenamento interno e slot para cartão microSD para expansão de memória de até 32GB.

Conectividade pode ser alcançado com 3G HSPA +, Wi-Fi 802.11, Bluetooth 4.0 e um suporte para GPS. Ele mede 8,9 milímetros de espessura e pesa em torno de 138grams incluindo uma bateria de 1800mAh.

Lava Iris X1 tem o preço de INR 7999 e vem nas cores preto e branco. O aparelho virá empacotado com uma tampa flip-inteligente livre, o que coloca o telefone automaticamente para o modo de suspensão quando fechado. Pré-vendas começam a partir de 27 de Maio e pode ser pré-encomendado no Amazon.in.

Xolo Q600s lançado com processador quad-core e Android 4.4 KitKat

Xolo anunciou oficialmente o lançamento deste novo dispositivo Android alimentado na forma de Xolo Q600s. Xolo Q600s é um smartphone android orçamento com processador quad-core e roda mais recente sistema operacional Android.


Especificação Xolo Q600s

Xolo Q600s possui uma resolução de 4,5 polegadas (960 x 540 pixels) IPS tela de toque capacitivo e é executado no mais recente Android 4.4 OS KitKat. Empresa tem alimentado este dispositivo com um processador de 1.2GHz 23550 quad-core Broadcom BCM acompanhado com unidade de processamento gráfico 312MHz videocore IV e 1 GB de RAM para o processamento suave de aplicativos e jogos.

Na parte de trás, ele prepara uma câmera traseira de 5MP com flash LED e uma câmera de frente para 0.3MP frontal para chamadas de vídeo e selfshots. Junto com 1GB de RAM, tem 4 GB de armazenamento interno e um slot para cartão microSD para expansão de memória. Conectividade é coberta por 3G, WiFi, Bluetooth 4.0 e suporte para GPS. É um smartphone dual SIM com suporte dual espera e vem com uma bateria de 2000mAh.

Xolo Q600s tem o preço de INR 8499 e vem nas cores preto e branco. Este dispositivo será vendido na Índia em breve.

iBerry lança Auxus Linea L1 e Auxus AX04 na Índia

iBerry anunciou o lançamento de seus novos smartphones Android powered dois no país hoje nomeado como iBerry auxus Linea L1 e Auxus AX04. Ambos são Android em execução dispositivo low-end destinado a compradores do orçamento.
iBerry Auxus Linea L1 Especificação



iBerry Auxus Linea L1 possui um display touch screen capacitiva de 4,5 polegadas com tecnologia de vidro Corning Gorilla e um processador quad-core 1.3GHz MediaTek MT6582. Ele também vem com GPU Mali 400 para as necessidades de jogos.

Auxus Linea L1 é um dispositivo dual SIM com recurso de espera dual. No fundo, ele tem uma câmera traseira de 5MP com flash LED e uma frontal de 2MP câmera voltada para a auto-shots e vídeo chamada. Conectividade é coberta por 3G, Wi-Fi 802.11 b / g / n, Bluetooth e aGPS suporte para navegação.

Para o armazenamento ele vem com 1GB de RAM, 4GB de armazenamento interno e um slot para cartão microSD para expansão memeory. Ele é alimentado por uma bateria de 2000mAh.

iBerry tem preço Auxus Linea L1 no Rs 6990 eo dispositivo estará disponível em eBay.in começando dia 25 de julho.
iBerry Auxus AX04 Especificação



O segundo dispositivo Android revelado por iBerry é Auxus AX04. É um de 7 polegadas IPS display IPS tela de toque alimentado phablet smartphone com 1.5GHz processador dual-core e GPU Mali 400. Ele roda em Android 4.4 OS KitKat e vem com dupla função de standby dual SIM.

Comapny foi equipado com uma câmera traseira de 2MP e uma frontal de 0.3MP enfrentando câmera para chamadas de vídeo e auto disparos. Conectividade foi coberta por 2G, Wi-Fi, Bluetooth e USB OTG.For armazenamento tem 512MB de RAM, 4GB de armazenamento interno e um slot para cartão microSD para expansão de memória com suporte até 64GB. Tem também uma bateria 3000mAh.

iBerry Auxus AX04 tem o preço de INR 5.990 e vai também disponível a partir de dia 25 de Julho no eBay.in.

Microsoft lança Nokia X2 com a especificação melhorada


Após a aquisição da divisão de celulares Nokia, a Microsoft anunciou o lançamento de um novo dispositivo Android Nokia X2. Nokia X2 é dito ser o sucessor do Nokia X , lançado no ano passado, mas vem com um melhor conjunto de especificações a preço razoável.
Nokia X2 Especificação



Nokia X2 é executado na versão do Google Android bifurcada, significa que ele não terá quaisquer serviços do Google pré-construídos, como loja de jogo Google etc Em vez disso, a Microsoft vai enviá-lo com seus próprios serviços como alternativas. Nokia X2 possui o mesmo Windows Phone procurando interface com o usuário, como vimos nele é predecessor com azulejos ao vivo. Outros recursos de software inclui, Nokia Mapas com navegação AQUI voz guiada desligada, MixRadio, OneNote, etc

Olhando para a especificação, a Nokia X2 embala um dual-core 1.2GHz Snapdragon 200 SoC, 1GB de RAM, 4GB de memória interna com slot para cartão microSD para expansão de memória de até 32GB. Comparado a Nokia X, Nokia X2 vem com um pouco maior tela de toque capacitivo de 4,3 polegadas de 217ppi e resolução 480 x 800 pixels.

No fundo, ele tem uma câmera traseira de 5MP com flash LED e uma câmera frontal VGA enfrentando. Também inclui 1800mAh bateria como fonte de energia. Conectividade é coberta por 3G, Wi-Fi, Bluetooth e conectividade dual SIM com navegação GPS.

De acordo com a Microsoft Nokia X2 inicialmente iria à venda na Europa, seguido por outros países asiáticos. Nokia X2 tem o preço de 99 euros (134 dólares ou INR 9K aproximadamente).

Spice Stellar 600 Lançado com display QHD de 6 polegadas e Android 4.4


Spice Stellar 600 Lançado com display QHD de 6 polegadas e Android 4.4


Spice móvel anunciou o lançamento de seu mais recente Android 4.4 Kitkat smartphone equipado no país na forma de Spice estelar 600. Esta é uma phablet smartphones voltado para segmento de mercado orçamento phablet com as últimas guloseimas do Android e bom conjunto de especificações.
Spice Stellar 600 Especificação



Spice Stellar pertence a smartphones segmento phablet com a maior tela de toque capacitivo de 6 polegadas de 960 x 540 pixels de resolução. Ele roda em Android 4.4 KitKat para fora da parte de trás com a própria interface de usuário e os serviços de Spice.

Spice tem embalado com um processador quad-core de 1.3GHz com 1GB de RAM e funcionalidade dual SIM. Para necessidades de imagem, ele prepara uma câmera traseira de 8MP e uma câmera de frente para 3.2MP frontal para auto-shots e vídeo chamada. Para o armazenamento, tem 4GB de armazenamento interno e slot para cartão microSD para expansão de memória de até 32GB apoio.

Conectividade é coberta por 3G, WiFi, Bluetooth com A2DP e GPS para navegação. Uma bateria de 2500mAh vai ser a alimentação deste dispositivo para manter a sua luz acesa.

Spice Stellar 600 tem o preço de INR 9999 e podem ser comprados a partir de lojas on-line, incluindo Homeshop 18. Companhia também estará dando alguns acessórios com cada compra deste aparelho gratuitamente.

Atualização Samsung Galaxy Beam GT-I8530 com Oficial Jellybean 4.1.2 XXAMF1 Firmware

Boa notícia para usuários do Samsung Galaxy Beam GT-I8530 como Samsung lançou oficialmente um Jellybean 4.1.2 atualização de firmware. Você pode aplicar manualmente esta versão do firmware atualizado para o dispositivo GT-I8530 Galaxy Beam. Este telefone está a ter uma grande capacidade de projeção, mas não tinha a experiência Jellybean e agora ele não é mais o caso. Como esta atualização de firmware é lançado pela Samsung não irá anular a garantia do dispositivo em qualquer espécie.


Pré-requisitos básicos antes de enraizamento:

Como processo de enraizamento envolve a perda de dados, é aconselhável fazer backup de todos os seus dados valiosos, que poderia muito bem custar-lhe muito sobre a sua perda. No caso de você perder seus dados ou obter seus dados corrompido você pode ter sempre o seu backup para restaurá-lo de volta. Também é bom se você não usar o software KIES ou quaisquer outros gerentes ROM para backup de seus dados.

Coisas que você precisa para fazer o backup: SMS, contatos, registro de chamadas, imagens, músicas, vídeos, arquivos que estão presentes em sua memória interna, APN e as configurações de MMS (siga este caminho "Aplicações> Configurações> Redes sem fio e Rede> Redes Móveis> Acesso Nomes dos pontos ") do caminho" Configurações> Aplicações> Desenvolvimento> USB depuração ", ative a depuração USB, certifique-se de que a opção de depuração USB está marcada (confira marcado). Também não se esqueça que a sua bateria não é inferior a 45%, se não você pode obter o seu dispositivo desligado no meio da atualização do firmware.
Disclaimer: Nós recomendamos que você siga as instruções corretamente neste artigo e não são responsáveis ​​por qualquer dano causado ao seu celular. Faça essa atualização em seu próprio risco.

Passo 1: Baixe 4.1.1 Jellybean Atualizado pacote de firmware e Odin para o seu computador. Depois de baixar extrair os arquivos em seu computador.

Passo 2: Agora Abra Odin em seu computador e Desligue o telefone para que ele possa ser inserido no modo de download.

Passo 3: Para ativar o modo de download no Galaxy Beam GT-I8530, primeiro precisamos desligar o aparelho e, em seguida, precisa segurar tecla Diminuir volume Rocker + Botão Menu de cada vez e, em seguida, precisa ligar o dispositivo. Uma vez que você consulte Download Modo robô verde você pode liberar os botões.

Passo 4: Agora, conecte o dispositivo ao computador com a ajuda de um cabo USB original fornecido com o dispositivo e, em seguida, após a conexão ver que o ID: seção COM ficará azul, indicando que todos os drivers foram instalados com sucesso. Em seguida, clique nas opções abaixo mencionados e selecione os arquivos do pacote de firmware que foi extraído.
CODE - CODE_I8530XXAMF1_1053499_REV00_user_low_ship.tar ao código CSC - CSC_OXA_I8530OXAAMF1_1053499_REV00_user_low_ship.tar a CSC PIT - GT-I8530_EUR_XX_8G para PIT

Passo 5: Depois de selecionar todos os arquivos, você tem que clicar em Iniciar para o processo de firmware para começar. Você tem que esperar por 5 a 7 minutos para iniciar a atualização do firmware. Uma vez que o firmware é atualizado você pode ver que o dispositivo será reeboted. Desconecte o dispositivo do computador.

Nota: Se o seu telefone trava na tela de boas vindas ou entra na seqüência de loop bot basta remover a bateria e volte a inserir e repita as instruções acima, mais uma vez.

Parabéns, agora que você terminar de atualizar, desfrutar da experiência Jellybean 4.1.2 no seu Galaxy Beam GT-I8530 sem anular a sua garantia.
Conselho amigável: Por favor aplicar a informação dada neste blog (Mobiada) a seu próprio risco e responsabilidade e quaisquer danos causados ​​por seguir nossos tutoriais ou guias não serão reconhecidos por nós.

traduzido por google tradutor.

Canvas Micromax Envolver A091 com Android 4.4 KitKat Agora disponível online

Segundo Canvas smartphone da Micromax Envolver A091 com o mais recente Android 4.4 KitKat está agora disponível on-line em ebay.in . O primeiro smartphone Micromax para vir com Android 4.4 KitKat lançou recentemente nomeado como Micromax Unite 2.



Canvas Micromax Envolver Especificação A091

Canvas Micromax Envolver A091 possui uma tela de 4 polegadas (800 x 480) pixels de toque capacitivo e é alimentado por um processador quad-core de 1.2GHz. Ele roda em Android 4.4 OS com KitKat própria interface de usuário da Micromax. É um celular com Android dual-SIM com capacidade dual standby.

Ele também vem com uma câmera traseira de 5MP com capacidade de gravação de vídeo e uma frente virada para câmera de 0.3MP para vídeo chamada. Ele também inclui um conector de áudio de 3,5 mm e rádio FM. Para o armazenamento, tem 512MB de RAM, 4GB de armazenamento interno e um slot para cartão microSD para expansão de memória até 32GB.

Conectividade foi coberta por 3G HSPA + para uma mais rápida conectividade de dados e chamadas de vídeo, 802.11/b/g/n Wi-Fi, Bluetooth e suporte a GPS para navegação. Sob o capô, ele também inclui uma bateria de 1500mAh como fonte de energia.

Canvas Micromax Envolver A091 tem o preço de INR 6199 (online) eo aparelho vem na cor preta.

quarta-feira, julho 23, 2014

Oi é multada em R$ 3,5 milhões por violar direito à privacidade





A Oi terá de pagar uma multa de R$ 3,5 milhões por conta de situações abusivas praticadas por uma de suas empresas, a TNL PCS.

Embora a decisão já esteja publicada no Diário Oficial da União, não há um detalhamento sobre o ocorrido. O documento, conforme notado pelo Estadão, só diz tratar-se de “prática abusiva. Violação aos princípios da boa-fé e ao direito à privacidade”.

Quem assina é o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, que está vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor. O valor da multa irá para o Fundo de Defesa de Direitos Difusos.

Microsoft confirma plano de unificar Windows e Windows Phone





Há meses se especula que a Microsoft planeja unir todos os seus sistemas operacionais (Windows tradicional, Xbox e Windows Phone) em apenas um e agora finalmente há uma confirmação oficial. O CEO Satya Nadella revelou que a próxima versão do Windows unirá os três sistemas em um só.

“Isso significa que um sistema irá cobrir todos os tamanhos de tela”, ele afirmou durante conferência com acionistas realizada na noite de terça-feira, 22. Assim, o Windows 9 provavelmente cobrirá PCs, laptops, tablets, smartphones e o Xbox.

Até agora, a Microsoft tinha diversas equipes trabalhando em múltiplos softwares simultaneamente. A abordagem era semelhante à dos concorrentes: você tem um time trabalhando no sistema operacional móvel (iOS, Android e Windows Phone) e outro desenvolvendo um software para desktops e laptops (Mac OS, Chrome OS e Windows). Agora, no entanto, sob o comando de Nadella, isso deve mudar.

“Agora nós teremos uma equipe apenas com uma arquitetura em comum”, afirma o executivo, sem detalhar como isso funcionará na prática. Segundo ele, no entanto, a medida deverá beneficiar usuários e desenvolvedores, permitindo a criação de aplicativos universais para a plataforma. Isso poderia ser a solução para a tão lembrada falta de apps específicos para Windows Phone e Windows 8, já que com uma base de usuários maior, o interesse em desenvolvimento também deve aumentar.

A empresa já tem falado em unificação de plataformas há algum tempo, a ponto de, durante a Build 2014, evento anual com desenvolvedores, a Microsoft apresentar as ferramentas para criação de apps universais.

Smartphone da Amazon talvez não revolucione o mercado








Por muito tempo a Amazon foi alvo de especulações por estar trabalhando num smartphone com visualização tridimensional que dispensa óculos especiais. E, agora que conseguiu, o mercado não parece ter ficado tão impressionado.

O Fire Phone seria um aparelho mediano se não fosse por dois recursos interessantíssimos: a Perspectiva Dinâmica (que gera o 3D) e o Firefly, que funciona como comparador de preços e elo entre o usuário e a loja da Amazon.

3D sem óculos

O primeiro recurso, conforme análise do The Verge, é impressionante, mas ainda inútil. David Pierce, que escreve a resenha, entendeu que a Amazon criou soluções para problemas que ninguém conhecia.

A Perspectiva Dinâmica usa quatro câmeras na parte frontal do smartphone para identificar a posição do usuário e, com isso, exibir as coisas com profundidade na tela. Algo muito interessante para jogos e que ajuda em leituras, porque faz a barra de rolagem dos sites funcionar de acordo com a inclinação do aparelho.



O recurso também exibe as laterais dos ícones, o que não serve para nada, e torna algumas aplicações mais inteligentes. O exemplo mais explorado pela Amazon foi a visualização de mapas com profundidade, mas Pierce notou que ela não é melhor do que o zoom tradicional.

Identificador de tudo

O Firefly também chamou bastante atenção pela praticidade. Ao caminhar entre as gôndulas de um supermercado, o usuário pode apontar o Fire Phone para uma embalagem de detergente e verificar se o produto está mais barato na Amazon; se estiver, em poucos toques é possível adquiri-lo.

Isso funciona também para descobrir músicas, logos, QR codes e códigos de barras, programas televisivos… mas nem sempre com precisão. Em uma série de testes o Firefly se confundiu e, dada a facilidade de se efetuar compras, isso pode gerar problemas sérios. “É tão simples que eu acidentalmente gastei US$ 36 em papel higiênico”, relata Pierce.


Quanto à Perspectiva Dinâmica, a Amazon terá um problema nas mãos caso os desenvolvedores não se interessem em criar ferramentas que usem o recurso, porque os dela são bem limitados. Já o Firefly precisa ser mais certeiro para não dar dor de cabeça aos consumidores que podem sem querer comprar o que não querem. Como o Fire Phone é um smatphone comum, são esses os dois diferenciais que podem destacá-lo no mercado, então é neles que a companhia precisa mirar seus esforços

TIM anuncia investimento de R$ 4 bilhões para melhorar rede





O presidente mundial da Telecom Italia, Marco Patuano, disse hoje (23), após reunião com a presidente Dilma Rousseff, que a operadora TIM fará investimentos de R$ 4 bilhões este ano para melhorar a qualidade do serviço de telefonia móvel oferecido pela empresa no Brasil. A Telecom Italia é a maior acionista da TIM. Segundo Patuno, o montante não inclui o valor a ser investido no leilão da frequência 4G.

Perguntado sobre a possibilidade de fusão da TIM com a operadora GVT, Patuno não descartou o negócio, mas ponderou que uma eventual negociação não é prioridade da companhia no momento.

Patuno reconheceu que o nível de qualidade do serviço de telefonia no Brasil “não pode ser considerado de primeiro mundo” e que há necessidade de ampliação dos investimentos e das frequência. “Os investimentos este ano estão no patamar de R$ 4 bilhões, não considerando o que será investido no leilão 4G. Então, acho que há necessidade de mais: um crescimento de 10% a 15% por ano”, disse.

Sobre as especulações de uma fusão entre as operadoras TIM e GVT, Patuno disse que ainda é uma especulação. “Tem muita especulação sobre a possibilidade de um negócio entre TIM e GVT. Acho difícil evitar as especulações. Somos uma companhia bem sucedida no [ramo de telefonia] móvel, eles são uma companhia de ótimo nível de qualidade no fixo. Então, o feito que tem sinergia é um feito óbvio. Estamos trabalhando sobre o nosso plano de telefonia móvel, tem muito trabalho a fazer e estamos concentrados nisso. Não descartamos nada, porém não é um tema que estejamos enfocando neste momento.” Perguntado sobre a nova regra da Agência Nacional de Telecomunicações, que estabelece o cancelamento automático do serviço, o presidente da Telecom Italia considerou “muito boa a iniciativa”. “A ideia de ter mais transparência é sempre muito boa. Acho que o cliente tem que ter a possibilidade de fazer rápido o que ele quer. Não tem que ter pequenos truques para fazer”.

Microsoft faz 1º lançamento após anúncio de reestruturação




A Microsoft fez seu primeiro lançamento após os anúncios do redesenho da companhia que acabará em milhares de demissões e no fim da aposta que a Nokia fez no Android.

Trata-se de um smartphone básico, o Lumia 530, que custará cerca de R$ 300, sendo vendido em versões com entrada para um ou dois chips.

O aparelho tem processador Snapdragon quad-core de 1,2 GHz, tela LCD de 4 polegadas e câmera de 5 megapixels. O espaço de armazenamento chega a 128 GB com microSD, mas o usuário ainda ganha 15 GB de espaço no OneDrive.

As duas versões do celular têm conexão 3G e estarão disponíveis em quatro cores, que podem ser substituídas com capinhas.

As vendas começarão em alguns mercados em agosto, mas o Lumia 530 será disponibilizado no mundo todo. Junto com ele a Microsoft também apresentou o Bang, uma pequena caixa de som que se conecta aos smartphones e custará cerca de R$ 57.

Xiaomi apresenta “smartphone mais rápido do mundo” com metade do preço do Galaxy S5



O Mi4 tem especificações tão poderosas quanto o iPhone 5s e o Galaxy S5



O design do Mi4 chama a atenção: as bordas arredondadas e laterais de metal lembram os aparelhos da Apple Reprodução

A empresa chinesa Xiaomi lançou oficialmente nesta terça (22) o Mi4, dispositivo top de linha da companhia. A companhia promete que o dispositivo é o mais rápido do mercado e veio para desbancar os melhores aparelhos de outras empresas, como o iPhone 5s e o Samsung Galaxy S5, por ser muito mais barato que a concorrência.

O Mi4 possui uma tela de 5 polegadas com 1080p e 441 ppi, ou seja, Full HD. O processador é um Snapdragon 801 com 2.56 GHz, 3 GB de memória RAM, bateria de 3,080mAh, câmera traseira de 13 megapixels e sensor frontal de 8 MP.

Novo time de smartphones asiáticos quer destronar o iPhone

Uma característica marcante no Xiaomi Mi4 é o design, inspirado nos smartphones da Apple. O aparelho chinês possui os cantos bastante arredondados e as bordas laterais são feitas de metal, como o iPhone. Entretanto, a carcaça do dispositivo não é de metal, e sim de plástico.

O aparelho da Xiaomi foi lançado com o Android 4.4.2, já na versão Kit Kat, uma das mais recentes. Ele será vendido em duas versões: 16 GB, que custará 1.999 yuan (aproximadamente R$ 720) e outra com 64 GB por 2.499 yuan (R$ 900). Mesmo em comparação com os preços dos Estados Unidos, o Mi4 está bem abaixo dos tops de linha da Samsung e Apple.

Samsung zomba de novo iPhone ainda nem lançado Ainda não existe previsão para a vinda do Xiaomi Mi4 para o País – por enquanto, ele só pode ser encontrado na China. Porém, a empresa já divulgou que possui 14 mercados em mente para lançar o aparelho, entre eles o Brasil. Por isso, é provável que surjam novidades sobre o aparelho nos próximos meses.

LG anuncia G3 oficialmente no Brasil: veja o que achamos






Pouco tempo após o lançamento mundial, a LG anunciou oficialmente o G3 no Brasil, seu principal produto mobile deste ano. Com ele a empresa quer bater de frente com os tops de linha que já estão disponíveis por aqui, entre eles o Xperia Z2 da Sony e o Galaxy S5 da Samsung, pelo posto de melhor smartphone com Android do mercado. Naturamente, como qualquer top de linha recém-lançado, temos uma série de números grandes, então vamos começar pela tela, seu principal atrativo.

O G3 tem uma tela de 5,5 polegadas, mas é pouca coisa maior que o LG G2 lançado no ano passado, já que há 76% de aproveitamento de tela, então mesmo se tratando de um modelo grande ele parece menor do que realmente é. É um dos primeiros smartphones do mundo, e o primeiro a chegar ao Brasil, com uma resolução Quad-HD (2560x1440), quatro vezes maior do que uma tela 720p, o que resulta em uma densidade de pixels brutal de 538 pontos por polegada.



Aqui entra aquela velha discussão de que qualquer coisa que passe de 300 pontos por polegada não é detectado pelo olho humano, mas a LG deu uma explicação interessante para usar uma resolução tão alta: comparou a densidade de pixels com os formatos de papel. Uma densidade de aproximadamente 160 a 200 ppp (presente em smartphones mais básicos) é utilizado em jornais, o suficiente para que as pessoas simplesmente leiam o que está escrito, mas ainda assim notam os pixels de uma distância razoável.



Um top de linha típico, com resolução de 1920x1080 e tela de aproximadamente 4 polegadas traz uma resolução de até 440 ppp, densidade geralmente utilizada em revistas e "bom para a maioria das pessoas". Já um densidade maior, como a do G3, é utilizada em livros de arte, onde a qualidade é um dos principais quesitos, e este é o motivo da LG utilizar uma resolução tão alta. Faz tanta diferença? Bom, brincamos um pouco com ele e sim, a tela é excelente, mas para nós isso se deve mais à qualidade do display utilizado do que devido à resolução individualmente.

Assim como a Samsung fez com o S4/S5, a LG melhorou consideravelmente a qualidade de cores, taxas de contraste e outros fatores importantes para uma boa tela, como IPS, além de trazer proteção Gorilla Glass 3. A LG se comprometeu a nos mandar um modelo para testes, e então teremos a oportunidade de conferir todos esses quesitos, mas podemos adiantar que aparentemente temos um vencedor na categoria de smartphone com melhor tela do mercado.



Outro ponto que nos chamou a atenção é a câmera, que manteve os 13 megapixels de resolução do G2, mas apresentou uma qualidade bem melhor. Isso considerando que o evento de lançamento ocorreu em um lugar com péssima iluminação para fotos, o que já é um resultado excelente por si só, contando também com uma estabilização óptica de imagem mais precisa (que a LG chama de OIS+), e capacidade de gravar em 4K, algo que virou padrão em modelos tops de linha e que faz mais sentido no G3 devido à tela, que consegue exibir quase todos os pixels do vídeo gravado.

Parece metal, mas é plástico

Todos os itens presentes em modelos tops de linha estão presentes no G3, com exceção da televisão digital, que só está presente no modelo lançado na Coreia do Sul: Android em sua última versão (4.4 Kit Kat com atualização já confirmada para o Android L), Wifi dual-band A, B, G, N e AC, 4G, Bluetooth 4.0 LE com A2DP, GPS com A-GPS e GLONASS e assim por diante, além de vir com rádio FM, NFC e uma porta infravermelha na parte de cima.

Há versões do G3, ambas contando com o chip Snapdragon 801 (o mesmo quad-core de 2,5 GHz presente no Galaxy S5): uma com 2 GB de memória RAM e 16 GB de memória interna e outra com 3 GB de memória RAM e 32 GB de memória interna, mas somente a primeira chegou ao Brasil pelo preço sugerido de R$ 2.299, fazendo dele um concorrente bastante perigoso do Galaxy S5 e Xperia Z2, anunciados por preços mais altos. Ele vem nas cores branca, preta, violeta e dourada e está disponível para compras a partir de hoje.

Onde estão os pixels?

A LG aproveitou o evento para anunciar outros 5 produtos: um fone de ouvido Bluetooth de alta fidelidade pelo preço de R$ 300, que virá junto com o G3 nas primeiras unidades, e 3 novas versões do LG G Pad com tela de diferentes tamanhos e todos com a versão 4.4 Kit Kat do Android:

LG G Pad 7:
Tela com resolução de 1280x800 com IPS
Processador Snapdragon 400 quad-core de 1,2 GHz e 1 GB de memória RAM
8 GB de memória interna
Bateria de 4000 mAh
Preço sugerido: R$ 599

LG G Pad 8:
Tela com resolução de 1280x800 com IPS
Processador Snapdragon 400 quad-core de 1,2 GHz e 1 GB de memória RAM
16 GB de memória interna
Bateria de 4200 mAh
Versão 4G opcional
Preço sugerido: R$ 799

LG G Pad 10.1:
Tela com resolução de 1280x800 com IPS
Processador Snapdragon 400 quad-core de 1,2 GHz e 1 GB de memória RAM
16 GB de memória interna
Bateria de 8000 mAh
Preço sugerido: R$ 1099

Temos também o tão esperado G Watch, relógio inteligente da LG com o sistema Android Wear anunciado durante o Google I/O deste ano. Ele tem uma tela TFT de 1,65 polegada e resolução de 280x280, 4 GB de memória interna e 512 MB de memória RAM, bateria de 400 mAh, resistência contra água e poeira e apenas 58 gramas de peso. Brincamos um pouco com ele e ele deu algumas travadas, mas, segundo a LG, se tratava apenas de um protótipo.

Comparação entre o LG G2 (à esquerda) e o LG G3 (à direita): maior, mas com um bom aproveitamento de tela

Ele tem a função de avisar o usuário quando uma nova notificação chega e inclusive recebe comandos de voz, utilizando como software o Google Now do próprio aparelho em que está conectado. Até que gostamos dele mesmo assim, em especial por funcionar com praticamente qualquer smartphone Android via conexão Bluetooth. Ele estará disponivel para compra ainda em julho e terá o preço sugerido de R$ 699, sendo um dos smartwatches mais acessíveis até o momento.

Microsoft anuncia lançamento do Lumia 530 em todo o mundo




A Microsoft acaba de divulgar em release que irá anunciar em agosto o novo Lumia 530, um smartphone dual-chip de alta performance, que traz o Windows Phone 8.1 como sistema operacional. O modelo é compatível com a rede 3G e será o mais acessível da linha Lumia, em uma tacada da empresa para alcançar usuários que prezam pelo custo-benefício e desejam features presentes também em modelos top de linha.

O Lumia 530 vem equipado com processador quad-core Qualcomm Snapdragon 200 de 1.2 GHz, 4GB de memória interna, tela LCD de 4 polegadas, slot para cartão de memória SD de até 128GB e o adicional de 15GB de armazenamento grátis em nuvem no Microsoft OneDrive, que permite sincronizar, armazenar, acessar e compartilhar arquivos entre o aparelho e outros dispositivos como smartphones, computadores, laptops e tablets.



Dentre as funcionalidades do novo Lumia estão o suporte à central de notificações e digitação rápida com o teclado Word Flow, integração com Skype, OneDrive e pacote Microsoft Office, compatibilidade com diversos aplicativos sociais, como Facebook, Instagram, WhatsApp, Viber e WeChat, disponíveis para download na Windows Phone Store.

O Lumia 530 traz uma bateria de 1430 mAh que garante reprodução de até 22 dias em modo de espera ou 13 horas conectado à rede 2G. A câmera é de 5MP com aviso sonoro para selfies. A chegada do aparelho está prevista para o Brasil ainda nesse trimestre, nas cores preta e branca com opção de capinhas coloridas intercambiáveis. O preço ainda não foi informado pela Microsoft.

Apple se defende de acusações de brecha na segurança e explica backdoors




Após ser acusada de implantar uma brecha de segurança intencional no iOS, a Apple continua a se defender das acusações. Após negar as denúncias feitas por Jonathan Zdziarski afirmando que “nunca trabalhou com qualquer agência do governo de qualquer país para criar uma backdoor" em seus produtos ou serviços, a empresa liberou em sua página de suporte um novo documento que explica a função de cada uma das três portas.

A empresa informou que as três brechas no sistema são feitas exclusivamente para que a Apple possa utilizar ferramentas de diagnóstico. Em contrapartida, Zdziarski afirmou que “não compra por um minuto que esses serviços se destinem exclusivamente ao diagnóstico”, informa o site The Next Web.

Para que esses softwares funcionem é necessário desbloquear o aparelho e marcar um computador como confiável. Os dados transmitidos entre os dispositivos iOS e computador confiável são criptografados com chaves que a Apple não tem acesso.

Com a publicação a Apple descreve em detalhes as funções de cada uma das portas, em uma tentativa de transparência com seus clientes. Veja as ferramentas:

1- com.apple.mobile.pcapd

O pcapd suporta a captura de pacotes de diagnóstico de um dispositivo iOS para um computador confiável. A função ajuda no diagnóstico e solução de problemas com aplicativos ou o próprio aparelho.

2- com.apple.mobile.file_relay

O file_relay permite que dados de diagnóstico sejam copiados limitadamente de um aparelho. A ferramenta não permite acesso aos backups gerados por você, nem a todos os dados do dispositivo. Engenheiros da Apple podem utilizar o file_relay para qualificar as configurações do cliente e softwares como o AppleCare podem usar a ferramenta para coletar dados do aparelho caso tenham permissão do usuário.

3- com.apple.mobile.house_arrest

house_arrest é uma função usada pelo iTunes para a transferência de documentos de um aparelho iOS para aplicativos que suportem a funcionalidade. O house_arrest também pode ser usado pelo Xcode para ajudar na transferência de dados de teste de um dispositivo enquanto um app está em desenvolvimento.

atualização e novo visual





Material Design é a nova filosofia de design do Google, e foi um dos grandes destaques da conferência anual de desenvolvedores da empresa, a Google I/O.

Esse conceito estará presente em todo o Android L, a nova versão do Android, mas você já pode experimentar um pouco do novo design na Play Store, com a atualização que acaba de ser implementada.

O update não traz mudanças visuais drásticas na interface de usuário, então você não estranhará muito o layout, mas os detalhes é que chamam atenção.



Agora, por exemplo, os change logs só estarão visíveis para quem tem os aplicativos instalados. Foi dado um maior foco em imagens e trailers, que tomam uma boa parte da área superior. As descrições dos aplicativos agora ficam em tela cheia, e algumas informações úteis como o tamanho e a versão passaram para a descrição.

No geral a loja ficou mais simples e limpa, e as imagens e vídeos que se fundem à imagem de fundo dão um tom mais pessoal.

O aplicativo será liberado para os usuários gradativamente a partir de hoje, então você deve recebê-lo em breve. Caso queira instalar manualmente, basta seguir esse link.

Cisão de negócios no México é plano da América Móvil




Daniel Hajj, executivo-chefe do grupo: torres não serão vendidas



O grupo América Móvil, do bilionário mexicano Carlos Slim, planeja fazer uma cisão nos negócios e colocar parte dos ativos em uma empresa diferente. Essa nova companhia ficaria responsável por administrar estações radiobase, torres de telefonia e infraestrutura passiva. Dono da Claro, Net e Embratel no Brasil, o grupo não pretende vender suas torres, disse ontem o executivo-chefe do grupo, Daniel Hajj, durante teleconferência com analistas.

A cisão vai ocorrer no México, onde a empresa enfrenta pressão do Instituto Federal de Telecomunicações, órgão regulador mexicano, para reduzir sua dominância para menos de 50% do mercado local, ou continuar a ser penalizada com a redução das taxas e obrigação de compartilhar rede com os concorrentes. As subsidiárias Telcel e Telmex respondem por 61,8%, em média, dos assinantes de telefonia do país. Na área celular, o grupo detém 70% de participação, e na fixa, 80%.

No segundo trimestre, o lucro líquido atingiu 18,83 bilhões de pesos mexicanos (US$ 1,45 bilhão), alta de 32,7% em relação a igual período de 2013. As receitas avançaram 4%, para 202,63 bilhões de pesos. Foram registrados 338,7 milhões de acessos no período, 3% a mais que um ano antes.

Após o encolhimento previsto, o grupo poderá requerer licença para operar TV a cabo no México. A proibição atual impede a tele de oferecer pacotes de voz, banda larga e TV paga, conhecidos pelo jargão "triple play", recurso responsável pela expansão das vendas no Brasil.

No mercado brasileiro, a receita de telefonia fixa do grupo cresceu 11,3%, enquanto a média do setor sem a companhia teve uma desaceleração de 1,4% no período. As receitas de TV paga e banda larga cresceram 18,6% e 14,4%, respectivamente. De acordo com a América Móvil, 68% das adições líquidas (a diferença entre clientes que cancelaram o serviço e clientes novos) foram para pacotes "triple play".

Segundo Hajj, ainda não há um plano concreto para a cisão. Não se sabe, por exemplo, se será criada uma empresa regional ou nacional. O grupo está fazendo uma lista de possíveis interessados que poderiam investir nessa empresa. O objetivo é atrair uma companhia forte e sólida para investir no país e criar competitividade, disse o executivo. Com isso, a meta é atender às exigências do regulador. O processo não será imediato, mas Hajj disse que espera definir algo antes de 2015.

Até o momento, as decisões são referentes apenas ao México, onde a empresa tem cerca de 28 mil de um total de 40 mil torres estimadas em todo o grupo. Mas Hajj deu sinais de que o plano poderá se estender a outros países. De qualquer modo, a venda de torres não está em pauta, ao contrário do que o grupo deixou a entender no dia 9 de julho.

A cisão faz mais sentido porque torres da América Móvil estão no topo de uma significativa carteira de imóveis de propriedade de Slim, disse Gregorio Tomassi, analista do banco Itaú BBA em uma nota de julho, informou a Bloomberg. O bilionário poderá desmembrar as torres em um fundo de investimento imobiliário e alugá-las para concorrentes.

A América Móvil perdeu clientes e receita no México por conta das punições regulatórias. No Brasil, a receita da companhia cresceu 8,5% na comparação anual, muito acima do setor (0,3%) sem a sua presença. O cálculo é do banco Goldman Sachs.

Os analistas Vera Rossi e Geoffrey Gautier consideraram que com receita de R$ 8,84 bilhões no segundo trimestre no país, uma alta de 8,5% na comparação anual, a América Móvil poderá ultrapassar a Vivo no terceiro trimestre e tornar-se a operadora número 1 no ranking. O banco estima receita de R$ 8,77 bilhões para a Vivo no período, com crescimento de 3,3%.

Calote na PT afeta Oi e abre caminho para união de TIM e GVT




Situação com Rioforte já leva TIM a admitir "novos protagonistas" para definição de seu futuro no Brasil


O rombo de € 897 milhões da Rioforte na Portugal Telecom pode alterar não apenas o destino da Oi, como da TIM e, indiretamente, o da GVT. Esta empresa, controlada pela francesa Vivendi e que nasceu no Paraná como espelho da Brasil Telecom, acaba de conquistar um passe para voltar a conversar com os italianos donos da TIM para uma potencial fusão. E se prepara para aproveitá-lo ao máximo.

O negócio poderia criar uma companhia de R$ 50 bilhões de valor. Juntas, sem contar as sinergias que poderiam ser obtidas, as empresas teriam receita líquida superior a R$ 25 bilhões.

A compra da TIM estava praticamente estruturada. A Oi, auxiliada pelo BTG Pactual, levaria a empresa. O mercado avaliava a companhia em, no mínimo, € 10 bilhões - prêmio pequeno frente ao valor de mercado atual de R$ 29 bilhões. Há especulações, porém, de que só a fatia da Telecom Italia poderia ser avaliada em R$ 20 bilhões.

O negócio poderia ser anunciado nos próximos meses, a depender da superação das discussões na Italia sobre a venda. Mas a perda repentina de quase R$ 3 bilhões em caixa pela Oi e ainda o impacto na credibilidade prejudicam muito o sucesso da empreitada.

O desenho era a aquisição integral pela Oi e a venda futura de pedaços da companhia para Telefônica (Vivo) e grupo América Móvi l - que já teriam opção de compra.

O próprio grupo espanhol - que também está no controle da Telecom Italia - foi o grande incentivador da transação, segundo o Valor apurou. A Telefónica foi quem levou a ideia à Oi, ainda no ano passado - antes até do anúncio da reorganização para junção com a Portugal Telecom.

Mas tornou-se muito difícil, no curto prazo, a Oi fazer um negócio do tamanho da TIM. Ainda que, em contrapartida ao investimento, adicionasse o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda) de mais de R$ 5 bilhões da empresa.

Em termos financeiros, a TIM tem atualmente maior saúde que a Oi. Em 2013, por exemplo, o fluxo de caixa da operadora de controle italiano ficou positivo em R$ 858 milhões - após investimentos e financiamentos. Na Oi, essa conta ficou negativa em R$ 1,98 bilhão

A Oi atual é ainda mais alavancada do que antes da fusão com Portugal Telecom - e a situação ficou ainda pior após a Rioforte. Dos R$ 8,2 bilhões captados em dinheiro na oferta de ações, mais de 90% compensam a dívida dos controladores brasileiros - de Telemar Participações e acionistas - e agora do Grupo Espírito Santos (GES).

O fluxo de caixa da TIM ajuda a entender porque a perspectiva de compra foi um trunfo nas apresentações que Zeinal Bava, presidente da Oi, fez aos investidores durante os esforços de captação no mercado internacional. O executivo tratava o negócio como altamente provável.

A transação, porém, não cabe mais no balanço da Oi e menos ainda na sua credibilidade para levantar mais recursos, tanto crédito como capital. A dívida líquida da companhia sobe para R$ 45,5 bilhões, ou 4,25 vezes seu Ebitda. A operadora sofreu rebaixamento da nota de crédito pela Fitch.

A situação desafiadora da Oi prejudica até a defesa das flexibilidades regulatórias e concorrenciais que seriam necessárias para que a TIM fosse comprada pelas três demais companhias do setor.

Há espaço, portanto, para a retomada de um posicionamento pró-consumidor, com o fortalecimento de TIM e GVT. Trata-se das duas metades operacionais do setor. Não surpreende que empresas já tenham laços comerciais de compartilhamento de rede.

Em 2012, a Vivendi tentou vender a GVT. Pedia entre € 7 bilhões e € 9 bilhões. Mas a maior proposta vinculante foi de R$ 11 bilhões - afetada em especial pela dificuldades da companhia de crescer em grandes e importantes centros muito verticalizados, como São Paulo e Rio de Janeiro.

A Vivendi, na França, passa por uma grande modificação de sua gestão com a chegada do empresário - e maior acionista - Vicent Bollore à presidência do conselho de administração. Ele assumiu o posto em 24 de junho. A GVT ganha novo sentido no grupo, que havia escolhido o negócio de entretenimento para focar esforços.

Para a GVT, a TIM é um ativo altamente estratégico. A empresa tem pensado soluções para a falta de uma operação em telefonia móvel.

Para a Telecom Italia, especialmente a porção italiana da gestão, a GVT seria a parceira ideal. Além de trazer os ativos que faltam - rede fixa, de fibra, e TV - seria um caminho para que o grupo mantivesse a TIM e, com isso, uma forte presença no Brasil.

O escândalo da Rioforte não poderia ter chegado num momento pior para a Oi - e, portanto, melhor para a GVT.

Paralelamente à estruturação da compra da TIM pela Oi, a Telefónica desenhou uma saída da Telecom Italia - o grupo espanhol é seu maior acionista. A Telco, holding controladora na Itália e veículo pelo qual a Telefónica tinha forte influência, será desfeita. Era por estar na holding, que somava 22% da Telecom Italia, que a espanhola tinha grande influência.

A Telefónica anunciou ontem a decisão de reduzir sua fatia em ações da Telecom Italia - que era de 14,7% para até 8,3%. Este movimento termina de compor o cenário ideal para a GVT buscar uma retomada do diálogo. E no grupo italiano já se admite o surgimento de novos protagonistas para o futuro da TIM no Brasil.

Ao eleger o Brasil como seu principal mercado fora da Espanha, a Telefónica não quer ver a GVT ganhar força. Por isso, era contra a operação. Agora, embora continue sendo um obstáculo para uma fusão - poderia fazer um grande estrago no mercado se saísse rapidamente de toda sua posição na empresa italiana- não é mais um impeditivo soberano.

Entre os analistas, não há certeza de que a Oi seja carta fora do baralho para a compra da TIM - embora se admita que no curto prazo o negócio se tornou difícil. A expectativa é que ele tente ser defendido e postergado. Já há rumores de que o BTG Pactual, estruturador do negócio com a Oi, poderia comprar os bônus que a Telefónica venderá.

Fusão da oi com Portugal Telecom - Ultimas noticias do dia-13:40

Para HSBC, poderá haver atraso na consolidação do setor no Brasil

A consolidação do setor de telefonia brasileiro pode não se concretizar em 2014, diz o HSBC. A equipe de análise acredita que a Telefónica vai preferir convencer as autoridades concorrenciais de que sua influência na Telecom Italia diminuiu e insistir em um acordo complexo para a venda da TIM, adiando a possível venda da principal concorrente da Vivo.

O HSBC cita três principais motivos para justificar a expectativa de uma consolidação mais demorada no setor de telefonia.

A primeira delas é uma emissão de bônus de € 750 milhões pela Telefónica, que serão obrigatoriamente conversíveis em ações ordinárias da Telecom Italia, com vencimento em três anos. A operação permitirá à tele espanhola reduzir sua participação na italiana dos atuais 15% para um intervalo entre 8,3% e 9,4%.

A redução da fatia da Telefónica na Telecom Italia tende a amenizar as preocupações dos reguladores brasileiros. A possibilidade de a Telefónica se tornar a principal acionista da Telecom Italia e, consequentemente, controladora indireta da TIM, foi vetada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que não permite a uma única empresa ter o controle de duas concorrentes no país. Com a emissão, a Telefónica pode argumentar que diminuiu sua influência nas decisões da Telecom Italia.

As eleições presidenciais programadas para outubro no Brasil também tendem a atrasar o processo de consolidação no setor de telefonia, diz o HSBC.

"Acreditamos que esses fatores, juntamente com a incerteza recente sobre a fusão entre Oi e Portugal Telecom, podem ter convencido a Telefónica de que é mais prudente persuadir o Cade sobre a diminuição de sua influência na Telecom Italia a esperar por um acordo cada vez mais complexo e difícil envolvendo a TIM", escrevem os analistas Sunil Rajgopal e Luigi Minerva, em relatório.

Calote na PT afeta Oi e abre caminho para união de TIM e GVT





Situação com Rioforte já leva TIM a admitir "novos protagonistas" para definição de seu futuro no Brasil



O rombo de € 897 milhões da Rioforte na Portugal Telecom pode alterar não apenas o destino da Oi, como da TIM e, indiretamente, o da GVT. Esta empresa, controlada pela francesa Vivendi e que nasceu no Paraná como espelho da Brasil Telecom, acaba de conquistar um passe para voltar a conversar com os italianos donos da TIM para uma potencial fusão. E se prepara para aproveitá-lo ao máximo.

O negócio poderia criar uma companhia de R$ 50 bilhões de valor. Juntas, sem contar as sinergias que poderiam ser obtidas, as empresas teriam receita líquida superior a R$ 25 bilhões.

A compra da TIM estava praticamente estruturada. A Oi, auxiliada pelo BTG Pactual, levaria a empresa. O mercado avaliava a companhia em, no mínimo, € 10 bilhões - prêmio pequeno frente ao valor de mercado atual de R$ 29 bilhões. Há especulações, porém, de que só a fatia da Telecom Italia poderia ser avaliada em R$ 20 bilhões.

O negócio poderia ser anunciado nos próximos meses, a depender da superação das discussões na Italia sobre a venda. Mas a perda repentina de quase R$ 3 bilhões em caixa pela Oi e ainda o impacto na credibilidade prejudicam muito o sucesso da empreitada.

O desenho era a aquisição integral pela Oi e a venda futura de pedaços da companhia para Telefônica (Vivo) e grupo América Móvi l - que já teriam opção de compra.

O próprio grupo espanhol - que também está no controle da Telecom Italia - foi o grande incentivador da transação, segundo o Valor apurou. A Telefónica foi quem levou a ideia à Oi, ainda no ano passado - antes até do anúncio da reorganização para junção com a Portugal Telecom.

Mas tornou-se muito difícil, no curto prazo, a Oi fazer um negócio do tamanho da TIM. Ainda que, em contrapartida ao investimento, adicionasse o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda) de mais de R$ 5 bilhões da empresa.

Em termos financeiros, a TIM tem atualmente maior saúde que a Oi. Em 2013, por exemplo, o fluxo de caixa da operadora de controle italiano ficou positivo em R$ 858 milhões - após investimentos e financiamentos. Na Oi, essa conta ficou negativa em R$ 1,98 bilhão

A Oi atual é ainda mais alavancada do que antes da fusão com Portugal Telecom - e a situação ficou ainda pior após a Rioforte. Dos R$ 8,2 bilhões captados em dinheiro na oferta de ações, mais de 90% compensam a dívida dos controladores brasileiros - de Telemar Participações e acionistas - e agora do Grupo Espírito Santos (GES).

O fluxo de caixa da TIM ajuda a entender porque a perspectiva de compra foi um trunfo nas apresentações que Zeinal Bava, presidente da Oi, fez aos investidores durante os esforços de captação no mercado internacional. O executivo tratava o negócio como altamente provável.

A transação, porém, não cabe mais no balanço da Oi e menos ainda na sua credibilidade para levantar mais recursos, tanto crédito como capital. A dívida líquida da companhia sobe para R$ 45,5 bilhões, ou 4,25 vezes seu Ebitda. A operadora sofreu rebaixamento da nota de crédito pela Fitch.

A situação desafiadora da Oi prejudica até a defesa das flexibilidades regulatórias e concorrenciais que seriam necessárias para que a TIM fosse comprada pelas três demais companhias do setor.

Há espaço, portanto, para a retomada de um posicionamento pró-consumidor, com o fortalecimento de TIM e GVT. Trata-se das duas metades operacionais do setor. Não surpreende que empresas já tenham laços comerciais de compartilhamento de rede.

Em 2012, a Vivendi tentou vender a GVT. Pedia entre € 7 bilhões e € 9 bilhões. Mas a maior proposta vinculante foi de R$ 11 bilhões - afetada em especial pela dificuldades da companhia de crescer em grandes e importantes centros muito verticalizados, como São Paulo e Rio de Janeiro.

A Vivendi, na França, passa por uma grande modificação de sua gestão com a chegada do empresário - e maior acionista - Vicent Bollore à presidência do conselho de administração. Ele assumiu o posto em 24 de junho. A GVT ganha novo sentido no grupo, que havia escolhido o negócio de entretenimento para focar esforços.

Para a GVT, a TIM é um ativo altamente estratégico. A empresa tem pensado soluções para a falta de uma operação em telefonia móvel.

Para a Telecom Italia, especialmente a porção italiana da gestão, a GVT seria a parceira ideal. Além de trazer os ativos que faltam - rede fixa, de fibra, e TV - seria um caminho para que o grupo mantivesse a TIM e, com isso, uma forte presença no Brasil.

O escândalo da Rioforte não poderia ter chegado num momento pior para a Oi - e, portanto, melhor para a GVT.

Paralelamente à estruturação da compra da TIM pela Oi, a Telefónica desenhou uma saída da Telecom Italia - o grupo espanhol é seu maior acionista. A Telco, holding controladora na Itália e veículo pelo qual a Telefónica tinha forte influência, será desfeita. Era por estar na holding, que somava 22% da Telecom Italia, que a espanhola tinha grande influência.

A Telefónica anunciou ontem a decisão de reduzir sua fatia em ações da Telecom Italia - que era de 14,7% para até 8,3%. Este movimento termina de compor o cenário ideal para a GVT buscar uma retomada do diálogo. E no grupo italiano já se admite o surgimento de novos protagonistas para o futuro da TIM no Brasil.

Ao eleger o Brasil como seu principal mercado fora da Espanha, a Telefónica não quer ver a GVT ganhar força. Por isso, era contra a operação. Agora, embora continue sendo um obstáculo para uma fusão - poderia fazer um grande estrago no mercado se saísse rapidamente de toda sua posição na empresa italiana- não é mais um impeditivo soberano.

Entre os analistas, não há certeza de que a Oi seja carta fora do baralho para a compra da TIM - embora se admita que no curto prazo o negócio se tornou difícil. A expectativa é que ele tente ser defendido e postergado. Já há rumores de que o BTG Pactual, estruturador do negócio com a Oi, poderia comprar os bônus que a Telefónica venderá.


CVM vai analisar acordo entre Oi e PT




Para Luiz Leonardo Cantidiano, ex-presidente da CVM, a operação poderá ser analisada como uma recompra



O acordo fechado entre Oi e Portugal Telecom para resolver o problema causado pela perda de € 897 milhões do caixa da tele portuguesa será submetido à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A autarquia terá de abrir uma exceção e permitir que a Oi negocie suas ações de forma privada e mantenha em tesouraria quantidade de papéis superior ao limite de 10% de seu capital. O mercado acredita que a CVM dará aval, mas não descarta uma discussão que envolva esclarecimentos adicionais ou ajustes em alguns pontos da operação.

Qualquer autorização necessária para processos de reestruturação societária é analisada pelas áreas técnicas da CVM e, se for o caso, submetida ao colegiado.

Hoje, a Oi possui 2,94% das ações ordinárias (ON) e 1,27% das preferenciais (PN) em tesouraria. Pelo acordo, os acionistas da PT entregarão para a Oi ações da tele brasileira equivalentes a 16,6% das ONs e das PNs. Em troca, eles receberão os títulos da Rioforte, holding em dificuldades do Grupo Espírito Santo (GES), que venceram dia 15 e não foram pagos, além de uma opção de compra de ações da Oi, com prazo de seis anos. A lógica é permitir que os acionistas da tele portuguesa possam retomar a fatia de 37,4% inicialmente pretendida na empresa que surgirá da fusão entre Oi e PT. Ao entregar as ações para a tesouraria, eles ficarão com apenas 25,6% na nova empresa em mãos.

Os títulos da Rioforte e as opções não são vinculados. Ou seja, independentemente de pagamentos da Rioforte, à medida que os acionistas da PT tiverem recursos, poderão usá-los para reaver os papéis. O Valor apurou que ficou acertado que a prioridade dos portugueses será retirar as ações da tesouraria, a partir de qualquer dinheiro novo que recebam.

A operação é descrita como de permuta. Luiz Leonardo Cantidiano, ex-presidente da CVM, explica que isso pode ser interpretado como se a Oi estivesse recomprando, em negociação privada, as ações de seu grupo de controle. "Toda operação de recompra precisa ser feita no mercado. A empresa tem de aprovar o programa e divulgar, inclusive, qual corretora fará as compras. Não pode ser feito privadamente", disse, com base na Instrução CVM 10. Existe a vedação à negociação com controlador para afastar qualquer possibilidade de favorecimento na operação.

A norma limita as recompras a 10% do capital da empresa. Por essas razões, a CVM precisará liberar a operação. Outro ponto que a autarquia terá de observar é se a Oi tem reservas de lucros em valor correspondente ao custo de entrada das ações na tesouraria. As reservas precisam ser suficientes para completar o capital social da empresa, uma vez que as ações ficarão fora de circulação. Em tesouraria, as ações perdem direitos políticos e econômicos; ou seja, entre outros pontos, não recebem dividendos nem votam em assembleias. Nessa proporção, deverão impactar a liquidez das ações da Oi, que depois da fusão não terá controlador.

O preço de exercício definido para as opções está acima das cotações atuais das PNs e ONs. O valor foi negociado entre os sócios e é mais próximo do preço em que as ações estavam antes das turbulências geradas pela Rioforte. As opções serão corrigidas anualmente. Em teoria, depois do prazo de seis anos de vigência, os acionistas da PT poderão não ter comprado todas as ações que entregaram para a tesouraria. Inclusive porque se no momento em que tiverem dinheiro para o exercício, as ações estiverem mais baratas na bolsa, não será para eles uma operação economicamente vantajosa.

Se ao fim do prazo sobrarem ações em tesouraria, elas poderão ser canceladas, o que elevará, proporcionalmente, as fatias de todos os acionistas na empresa. Ou ainda poderão ser vendidas numa oferta de ações, com entrada de dinheiro no caixa da Oi.


PT e Vodafone fazem acordo





A Portugal Telecom assinou ontem acordo com a britânica Vodafone para utilizar sua rede de fibra óptica em território português. O contrato permite que o grupo de telefonia atinja cerca de 450 mil domicílios e os termos serão válidos durante 25 anos.

Os segmentos que serão mais beneficiados pelo compartilhamento, diz a tele portuguesa, serão os de serviços fixos para residências e empresas. As áreas em que a empresa pretende focar são as de internet em banda larga e TV paga.

A Portugal Telecom encontra-se em processo de fusão com a Oi e foi envolvida em um imbróglio com seu maior acionista, o Banco Espírito Santo (BES). Problemas financeiros fizeram com que a holding que controla o grupo, a Espirito Santo International, pedisse recuperação judicial em Luxemburgo.

As ações da Portugal Telecom fecharam ontem em alta de 4,51%, para € 1,81 na bolsa de Lisboa.

Donos brasileiros da Oi vão manter participação





O grupo de brasileiros que controlava a Oi continuará a ser o mais influente na companhia mesmo após a criação da CorpCo, último passo da fusão com a Portugal Telecom (PT). Esse é o resultado do ajuste na reestruturação, que estava em marcha desde outubro do ano passado, após a perda de € 897 milhões aplicados pela companhia portuguesa em papéis de uma holding do Grupo Espírito Santo (GES), a Rioforte. O Banco Espírito Santo (BES), braço financeiro do grupo, é o maior e mais influente acionista da PT.

Chama atenção que a participação que os brasileiros originais da privatização da Oi - grupos La Fonte (família Jereissati) e Andrade Gutierrez, mais BNDES e fundos de pensão - terão na CorpCo ficará praticamente inalterada, em termos econômicos. Eles ficarão, junto com o BTG Pactual, por meio do fundo Caravelas, com 18,5% da nova Oi, conforme cálculos de analistas com base em dados públicos da empresa, descontadas as ações em tesouraria.

Antes da reorganização para fusão com a PT e ida da empresa ao Novo Mercado, os brasileiros controladores tinham 51% do capital votante da Oi. Mas a participação no capital total - ou do interesse econômico da empresa - era de apenas 19%.

Ontario Teachers Pension Fund, do Canadá, será maior acionista individual, com a 5% a 6,2% da CorpCo

Na prática, há até mesmo um aumento. No grupo controlador da Oi estava a própria a PT, desde o acordo selado em 2010. Agora serão 18,5% só com os brasileiros.

Considerando os papéis detidos pela própria Oi em tesouraria, o percentual dos brasileiros cai para 14,7%. Mesmo assim representa o dobro do poder político que a PT (ou seu bloco de acionistas originais) terá na CorpCo.

Após os ajustes por conta da perda financeira, a participação da PT ficará entre 18,5% e 22,9%, considerando ou não as ações em tesouraria. Além disso, o poder de voto ficará limitado a 7,5% do capital. Antes da Rioforte, os acionistas da PT teriam entre 35,8% e 44,2% da nova Oi.

Apesar de inicialmente ter sido previsto o limite de voto a todos os acionistas e grupos, o comunicado divulgado em 16 de julho não fala sobre corte no poder político dos brasileiros. De qualquer forma, a perda de força da PT será, no mínimo, refletida numa nova composição do conselho de administração da CorpCo.

Uma das novidades do ajuste com o GES é o surgimento, numa empresa de capital pulverizado como será a CorpCo, de um investidor de mercado significativo. Após a compra na oferta pública de ações de R$ 8,2 bilhões, o fundo de pensão dos professores canadenses, Ontario Teachers Pension Fund, terá de 5% a 6,2% da CorpCo - considerando-se ou não os papéis em tesouraria, respectivamente. Será o maior sócio isolado.

Não foram só os brasileiros do grupo de controle da Oi que foram beneficiados - ou compensados - pelos prejuízos da Rioforte, com uma fatia maior das ações. Os minoritários da Oi também, em igualdade de condições.

A frustração dos investidores é que antes eles teriam uma participação menor, mas de uma empresa com R$ 3 bilhões a mais de caixa e com perspectiva de governança melhor.

A percepção predominante é que os controladores brasileiros - especialmente os grandes empresários - já não consideravam a Oi um ativo estratégico e relevante. Ao contrário, avaliavam que era um desafio maior do que eles poderiam atender.

Assim, a chegada do grupo português era vista como uma evolução da governança da Oi. O cenário se inverteu duplamente.

O grupo de acionistas vindos da PT será substancialmente menor que o previsto inicialmente e com poder político limitado - o que mantém o grupo de brasileiros ainda predominante na gestão.

Para completar, a credibilidade nesses investidores ficou profundamente abalada pela situação com a Rioforte. Há um incômodo com a falta de apresentação de responsáveis pelo investimento nos títulos da Rioforte, que se mostrou insolvente.

Aos poucos, a cobertura da própria imprensa portuguesa começa a indicar que Henrique Granadeiro, presidente da PT desde que Zeinal Bava assumiu a Oi, em julho passado, e o diretor financeiro, Luis Pacheco de Melo, seriam os principais atores do episódio. Contudo, não foi uma iniciativa dura e enérgica da companhia apontar e responsabilizar os culpados. São eles que assinam o primeiro comunicado público da PT sobre o tema. Os comunicados legais da companhia portuguesa, em geral, são assinados só por Nuno Vieira, diretor de relações com investidores.

No acordo fechado após a perda com a Rioforte, a PT poderá recomprar ações da Oi caso receba os € 897 milhões de volta - ou parte deles. O preço de recompra, contudo, é inferior ao da oferta de ações.

No aumento de capital de R$ 13,9 bilhões, as ações ordinárias da Oi foram emitidas a R$ 2,17 e as preferenciais, a R$ 2,00.

A PT terá o direito de pagar R$ 2,00 por ordinária e R$ 1,85 por preferencial. Esses valores serão corrigidos por CDI mais 1,5% ao ano. As opções podem ser exercidas por um prazo de seis anos - a quantidade de direitos, porém, diminui gradualmente conforme o passar do tempo.

Para a PT, que continuará a existir como uma holding vazia, apenas com os direitos de Rioforte e opções da Oi, será uma corrida contra o tempo. Ela tem um recurso a receber com rendimento anual de 3,6%, mas o direito a comprar um ativo que ficará mais caro muito mais rapidamente.

A mensagem implícita, portanto, é de que a expectativa da Oi é baixa quanto a uma rápida recuperação dos valores perdidos. Caso contrário, a PT poderia comprar mais ações do que no aumento de capital.

Outra preocupação que surge no front é a manutenção da PT - sem os ativos operacionais, apenas a casca já mencionada - listada na bolsa de Lisboa, diferentemente do que estava previsto no início da reestruturação.

As opções sobre as ações da Oi são da PT, e não de seus acionistas individualmente. Como a companhia também não possui um controlador definido, há espaço para um investidor comprar essa holding, com objetivo de exercer as opções sobre a nova Oi. Há 16,6% do capital da empresa em risco. A atratividade da aplicação dependerá do preço de mercado. Quando mais o valor em bolsa se recuperar, mais interessante será a opção.

Desde o escândalo, aumentou a troca de mãos das ações da PT. A partir de maio, até ontem, fundos como Pictet, Blackrock, Barclays e Ontario reduziram em maior ou menor proporção as posições detidas na holding portuguesa.


Presidente da PT perde poder na CorpCo





Henrique Granadeiro, presidente da PT, não explicou o empréstimo ao GES

Após a alardeada surpresa com o empréstimo da Portugal Telecom (PT) de € 897 milhões à endividada Rioforte, do grupo Espírito Santo, a estratégia do comando da Oi é deixar claro ao mercado que a companhia ficará o mais protegida possível de eventuais percalços causados pela tele portuguesa.

Entre os caminhos adotados, está o de deixar Henrique Granadeiro, presidente da PT, fora do conselho de administração da CorpCo, empresa que nasce da fusão da Oi com a PT. Ao menos por enquanto, ele não será mais o vice-chairman. Zeinal Bava, que comandou a PT por cinco anos, até junho de 2013, continua como presidente da Oi e futuro CEO da CorpCo.

A decisão de tirar Granadeiro do conselho da CorpCo foi patrocinada pelos sócios brasileiros da Oi, que, agora, tentam dissipar a nova nódoa na governança da empresa.

Para chegar ao memorando de entendimentos com a PT, assinado na madrugada de ontem, a Oi tinha dois sócios em Lisboa: Otavio Azevedo, presidente da Andrade Gutierrez, e Fernando Magalhães Portella, presidente do Grupo Jereissati. Bayard Gontijo, diretor financeiro da Oi também estava na capital portuguesa, assim como advogados do escritório Barbosa, Müssnich & Aragão, representando a Oi, e do Esquenazi & Lacerda, respondendo pelos sócios brasileiros. Outros acionistas da tele brasileira, como fundos de pensão de estatais e a BNDESPar, ficaram no Brasil e eram informados à medida que as negociações avançavam.

O eixo da proposta da Oi, que defendia manter o risco do calote da Rioforte na PT isolado em Portugal e realizar o ajuste das participações acionárias na CorpCo, foi mantido.

A Oi inicialmente queria resolver o passivo - originalmente da PT, que não conseguiu receber a maior parte do empréstimo feito ao Grupo Espírito Santo ontem, mas que acabou caindo no colo da CorpCo - em um ano. Mas concordou em um prazo médio de três anos e meio. A PT, por sua vez, não queria ter sua fatia na CorpCo reduzida, argumentando que os € 897 milhões entregues ao GES tratava-se de um "risco normal de tesouraria". Também cedeu.

Os termos do acordo começaram a ser montados por Bava e pelas áreas jurídica e financeira da Oi, assim que Azevedo e Portella deixaram o conselho de administração da PT, há duas semanas.

Granadeiro, embora tenha sido afastado do conselho da CorpCo e ainda não ter explicado ao mercado o substancial apoio da PT à Rioforte, é considerado um executivo influente e com uma trajetória de sucesso em Portugal. Ele, de 71 anos, atua não só na área empresarial como no mundo acadêmico e das artes. Tem assento no conselho geral da Universidade de Lisboa, com influência na definição de linhas mestras na academia e no processo seletivo de reitores.

Granadeiro e os Espírito Santo se conhecem de longa data. Ex-seminarista, o executivo e empresário estudou economia na cidade de Évora, quando conheceu então jovens herdeiros de uma das famílias mais ricas de Portugal.

O presidente da PT iniciou a carreira como funcionário público. Foi embaixador e representante permanente de Portugal na OCDE e chefe da Casa Civil do presidente da República (general Ramalho) até 1979, quando transferiu-se para o setor privado.

Em 2003 foi escolhido para presidir a PT. Em 2008, Zeinal Bava assumiu o comando da companhia e Granadeiro passou a presidir o conselho de administração. Após Bava transferir-se para a Oi, Granadeiro voltou à presidência da PT.

Ele foi um dos que ajudaram organizar a produção de vinhos na região de Évora. Reuniu pequenos produtores em cooperativas. O sucesso internacional do vinho Cartuxa e dos produtos da Fundação Eugenio de Almeida são resultado da profissionalização.

Em 2001, o executivo criou a Granadeiro Vinhos, com o rótulo Monte dos Perdigões. Foi ele que deu ao filho do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em visita a Portugal, um vinho da região com o rótulo gravado com seu nome - Fábio Luiz. Na época, diante da polêmica, procurado pelo Valor, Granadeiro disse que ações nessa linha eram totalmente usuais para presentear visitantes ilustres.

terça-feira, julho 22, 2014

Google Play permite que empresas criem suas próprias lojas internas de apps





O Google lançou nesta semana um novo recurso dentro da sua loja de aplicativos, a Google Play, que permite que empresas criem suas próprias lojas de apps para dispositivos equipados com Android para a distribuição interna entre seus funcionários, o Private Channel (Canal Privado, em português).

"Nós estamos expandindo a loja Google Play para os nossos consumidores de aplicativos, ajudando-os a distribuir aplicativos internos a seus funcionários através do Private Channel", escreveu a empresa em seu blog oficial. "Se você desenvolveu um aplicativo personalizado de criação de relatórios de despesas ou um localizador de sala de conferências, o Private Channel é criado para fazer com que seus aplicativos internos e organizacionais sejam encontrados pelos seus empregados de forma mais fácil e rápida".

A nova ferramenta é controlada pelo Google Play Developer Console e assim que um novo aplicativo interno é disponibilizado na loja através do Developer Console, os funcionários poderão ter acesso às aplicações usando seu e-mail empresarial. O sistema ainda permite que os administradores selecionem os funcionários que estão autorizados a acrescentar novos aplicativos no Private Channel e quais podem realizar o download das ferramentas.











Segundo o Android Police, para ativar os novos recursos o administrador dos aplicativos deverá realizar seu login no painel de controle da loja. Logo em seguida, ele deverá clicar sobre o ícone 'Organizações & Usuários' e depois deverá ativar o Developer Console no menu de 'Serviços'. Para tornar a loja privativa basta ativar a opção em 'Configurações'.

O Private Channel está disponível para os clientes Google Apps do ramo de Educação, Negócios e Governo por uma taxa de inscrição de R$ 25 (R$ 53).

Vendas da Huawei aumentam 19%





A chinesa Huawei, famosa por seus roteadores e equipamentos de rede, apresentou seus resultados financeiros do primeiro semestre do ano. E os números agradaram: a empresa teve alta de 19% nos ganhos, faturando 21 bilhões de dólares no período, e os executivos prevêem margem de 18.3%.

Tradicionalmente a companhia sempre focou na fabricação de equipamentos de rede e telecom, mas nos últimos anos tem diversificado suas vendas principalmente em setores de grande crescimento, como o de smartphones, atingindo a posição de um dos maiores fabricantes do mundo.





A empresa vivenciou um crescimento sustentável e de qualidade nos negócios, graças a uma valorização da marca e da venda de dispositivos inteligentes ao redor do mundo", afirmou Cathy Meng, CFO da companhia.

Segundo a empresa de pesquisas de mercado IDC, a Huawei vendeu 13,7 milhões de smartphones no primeiro trimestre de 2014, tornando-se a terceira maior fabricante do mundo - atrás apenas de Samsung e Apple.

Mas a empresa não para por aí e continua buscando crescimento em outros setores, como o de dispositivos vestiveis ou wearables – principalmente smartwatches e outros acessórios voltados para o monitoramento da saúde e prática de esportes.

Além disso, a China tem investido pesado na rede 4G, gerando um grande volume de receitas para a companhia. "Graças aos investimentos crescentes na tecnologia LTE (4G) no mundo todo, a Huawei tem solidificado sua liderança em banda larga móvel", completa Meng.

O crescimento da companhia acontece mesmo apesar de problemas em mercados chave, como o americano. Em 2012, políticos dos EUA afirmaram que a empresa representava uma ameaça para a segurança do país, por conta das alegações de conexões entre a Huawei e o governo e as forças armadas chinesas.

Um dos motivos para as suspeitas vem do fato de que o fundador da empresa, Ren Zhengfei, já serviu no Exército, mas a companhia tem negado repetidamente as acusações, afirmando que a mesma é 100% controlada por seu fundador e funcionários – sem influência do governo chinês.

No início do ano, uma reportagem do The New York Times alegou que a NSA, Agência Nacional de Segurança americana envolvida em um escândalo mundial de espionagem, havia se infiltrado nos servidores da companhia, e como consequência o governo chinês exigiu explicações do governo americano.

Xiaomi a Apple da china sera?





Os mais ligados no mundo da tecnologia certamente já ouviram falar que a gigante chinesa Xiaomi é a Apple da China. Mas, será por quê? As coincidências começam no palco, com o CEO Lei Jun, que anuncia os próprios produtos da empresa usando uma calça jeans, tênis e blusa preta, em um formato de apresentação muito familiar. Qualquer semelhança com a Apple é mera coincidência? Hugo Barra, o brasileiro que se tornou vice-presidente global da chinesa, garante que sim.

Apesar de reconhecer que o formato de apresentação adotado por Steve Jobs enquanto CEO da Maçã pode ter inspirado Jun durante as apresentações da Xiaomi, Barra é enfático ao defender que a empresa não copia os produtos da Apple, dizendo que "nós não somos os únicos a adotar o estilo de apresentação de Steve Jobs. Todo mundo faz isso".

De acordo com o The Verge, Barra fez questão de esclarecer alguns pontos que levam o público a acreditar que a Xiaomi está copiando a Maçã: para ele, a gigante chinesa é "uma empresa extremamente inovadora". E a alegação foi feita hoje durante um evento da Xiaomi em Pequim, que apresentou a nova pulseira inteligente Mi Band, gadget que faz par com o smartphone Mi 4 (que roda Android). Já cheio de ouvir especulações e comentários que comparam as duas empresas, Barra declarou: "Estou cansado de ouvir as pessoas fazerem declarações sensacionalistas, porque elas não têm nada melhor para falar".



Há quem duvide das palavras do brasileiro. Afinal, o design dos produtos da Xiaomi, querendo ou não, lembra bastante o dos gadgets da norte-americana. Um exemplo é o próprio smartphone Mi 4, que é muito parecido com o iPhone em suas bordas. Já o tablet Mi Pad conta com tamanho e resolução iguais às do iPad Mini com tela Retina. O argumento de Barra para explicar as semelhanças é curto e grosso: "Se você tem dois designers similarmente qualificados, faz sentido que eles cheguem à mesma conclusão".
Concorrência

A Xiaomi representa alguma ameaça para a Apple? Bem, no que tange o mercado competitivo mundial, ainda não. A chinesa, segundo o vice-presidente, está mantendo seu foco na Índia e acredita que os Estados Unidos são "um campo de batalha altamente competitivo". Ponderado, Barra revela: "temos de escolher nossas batalhas. Um passo de cada vez. Um país de cada vez".

BlackBerry Passport terá melhor bateria do mercado

e quatro microfones e teclado físico sensível ao toque :D.

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Uma verdadeira obra de arte da engenharia tecnológica, o BlackBerry Passport terá a melhor bateria do mercado, 04 microfones e teclado físico sensível ao toque :D. Estes foram os novos detalhes divulgados no Blog oficial BlackBerry, dentre muitos outros recursos expostos em todos os sites que acompanham a empresa.
De acordo com o texto, o BlackBerry Passport foi construido para escrever e falar o dia todo :D.
Donny Halliwell, Social Media Marketing e editor para os blogs Inside BlackBerry (que esta com um Passport Beta –> Para testes), afirma que ao chegar em casa no final do dia, o Passport ainda tem bateria para iniciar o dia seguinte :D.
A capacidade da bateria ??? 3450 mAh :D.
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“Nenhum outro smartphone ou phablet no mercado hoje tem uma bateria tão grande.”
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Uma observação muito importante para se fazer neste momento é… Mesmo com uma bateria enorme, o Passport continua “magrinho” no designe :D.
Passport baixo
Na imagem acima, ficamos com a impressão de que o Passport é mais “fino” que o antecessor BlackBerry Q10 :D.
Outra novidade que chama muita atenção, é o fato do Passport fornecer uma qualidade de captura de som sem igual no mercado, utilizando 04 microfones para ajudar a adaptar os níveis de áudio em tempo real, o Passport poderá ser utilizado facilmente em qualquer ambiente e posição do telefone com relação ao ouvido.
O objetivo é proporcionar uma experiência como se a pessoa estivesse conversando com você pessoalmente :D.
Soma-se ao recurso de voz, os alto-falantes estéreo com potência semelhante aos de tablet, o que permite ao Passport som claro e alto em uma sala de reuniões com vários participantes :D.
Já o teclado físico, com tecnologia de toque capacitivo, permite unir em um único mundo as características das teclas físicas, com comandos de toque, como arrastar para trás –> para apagar, controle de cursor fino e de rolagem, dentre outros…
E para finalizar… SIM, ele se encaixa no bolso da sua calça :D.
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Seguem imagens divulgadas na internet pelo site Unlimit Tech:
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E se você continua curioso como eu, segue um vídeo fantástico:

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Os melhores aplicativos para Android

Lista completa de Aplicativos Android, para smartphones e tablets:

REDES SOCIAIS/MENSAGENS/EMAIL/BATE-PAPO:

  • Boid (pré-beta) - Twitter client no estilo ICS.
  • Facebook - App oficial do Facebook.
  • Facebook Messenger - serviço de mensagens instantâneas do Facebook.
  • Foursquare - App oficial do Foursquare.
  • GetGlue – rede social para amantes de filmes e seriados.
  • Google+ - a rede social do Google, com novos recursos apresentados na Google I/O 2012.
  • IM+ (All-in-One Messenger) - agregador de comunicadores (MSN & Cia).
  • LinkedIn – rede social focada em contatos profissionais.
  • Mercury Messenger - client de MSN. Eleito o melhor pelos membros do fórum AndroidBrasil.
  • Skype - para o Android.
  • Twitter - App oficial do Twitter.
  • Viber - cliente para vídeo chamadas.
  • WhatsApp - envio de mensagens gratuitas para seus contatos, para substituir SMS (torpedos).
  • WhatsApp Wallpaper - complemento do Whatsapp para alterar papéis de parede.

NAVEGADORES:

  • Chrome - Versão mobile do navegador Google Chrome, que acaba de sair da versão beta.
  • Dolphin Browser HD - navegador com extensões e “agent” para iPad, Desktop, etc.
  • Firefox - Versão mobile do navegador Firefox para o Android.

TRABALHO:

E-READERS, NOTÍCIAS E RSS:

  • Flipboard - nosso agregador de notícias e redes sociais favorito.
  • Aldiko Book Reader – e-reader.
  • Amazon Kindle - e-reader da Amazon.
  • CNN - App de notícias da CNN.
  • Feedly – Um dos melhores leitores RSS. Especialmente se você usá-lo em um tablet Android.
  • Google Currents - Agregador de notícias do Google.
  • Google Reader - Agregador de notícias do Google.
  • gReader Pro – App mesmo estilo do Google Reader, porém com funcionalidades adicionais.
  • NYTimes - App de notícias do jornal The New York Times.
  • PressReader - imensa lista de RSS e Jornais, incluindo edições brasileiras.
  • Pulse - leitor de notícias (RSS). Recomendado para tablets.
  • Saraiva Digital - E-Reader da editora Saraiva.
  • SUPER - E-Reader da revista Super Interessante (com loja inclusa).
  • VEJA - E-Reader da revista Veja (com loja inclusa).
  • Zinio - e-store com diversas revistas internacionais.

ENTRETENIMENTO:

  • Cinemark Brasil - App com informações sobre filmes em cartaz na rede Cinemark (para comprar ingressos, procure pelo aplicativo “Ingresso”).
  • Copa Libertadores 2012 - informações sobre a Copa Libertadores.
  • F1 Live Stream - informações sobre a Fórmula 1.
  • IMDB - informações sobre filmes e atores (otimizada para tablets).
  • Placar UOL - informações sobre futebol.
  • TED Talks - vídeos das conferências do TED. Aplicativo oficial..

MÚSICAS, FOTOS E VÍDEOS:

  • Shazam – descubra músicas através da gravação de sons.
  • Plex Media Center – o melhor media center para tablets, computadores e smartphones.
  • Pudding Camera - aplicativo de câmera com recursos adicionais.
  • Aviary - Editor de fotos.
  • Camera360 Ultimate - App para tirar e modificar fotos.
  • Google Music - Aplicativo de músícas do Google.
  • Instagram -Rede social para compartilhamento de fotos, com filtros e edição.
  • iMediaShare Premium - serviço de compartilhamento de fotos, músicas e vídeo via streaming (suporta aparelhos com DLNA).
  • QuickPic - Galeria de imagens com recursos de senha e pastas ocultas. Estilo ICS.
  • My Episodes Manager - gerencie informações sobre seus seriados favoritos.
  • MX Video Player - player de vídeo com diversos codecs.
  • Netflix - Player de vídeo do Netflix.
  • PowerAMP - Sem dúvidas, é o melhor player de músicas (MP3) alternativo.
  • Pro HDR Camera - App para fotos com recursos HDR.

BANCOS:

  • Banco do Brasil - aplicativo para consultas e transações com o Banco do Brasil.
  • Boletos - Leitor de boletos para pagamento (com o uso da câmera).
  • Bradesco - aplicativo para consultas e transações com o Bradesco.
  • Citi Mobile - App do Banco Citibank S.A.
  • HSBC - aplicativo para consultas e transações com o HSBC.
  • Itaú - aplicativo para consultas e transações com o Banco Itaú.
  • Itaú Personnalité - aplicativo para consultas e transações com o Itaú Personnalité.
  • Itaú Uniclass - aplicativo para consultas e transações com o Itaú Uniclass.
  • Santander - aplicativo para consultas e transações com o Banco Santander.

UTILITÁRIOS:

  • Watchdog – monitoramento de aplicativos instalados.
  • Meu Vivo – app de informações da Vivo.
  • MeuVale – Informações sobre o seu VisaVale.
  • on{X} – programador de tarefas automáticas de acordo com instruções do usuário.
  • PayPal – serviço de compras e pagamentos.
  • Moove Taxi – localize serviços e telefones de táxi.
  • Pessoa Física – app da Receita Federal para consultas de CPF, restituições, etc.
  • Google Analytics – acompanhe as estatísticas do seu site ou blog com esse app.
  • HaxSync - app para resolver o problema de sincronização da agenda de contatos com o Facebook.
  • How to Tie a Tie - aprenda dar nó em gravatas com esse app.
  • ColorNote - aplicativo para inserir notas e “post-its” na tela do smartphone.
  • CamScanner - transforme seu smartphone em um scanner de mão.
  • CardsWith.me - salve imagens de seus cartões, diminuindo assim o tamanho da carteira.
  • NFC Task Launcher - app para programar o smartphone de acordo com etiquetas NFC.
  • Salve meu lanche - informações sobre o seu VisaVale no smartphone.
  • Babylon Touch – tradutor.
  • Titanium Backup PRO - o melhor app para backup das informações do sistema.
  • Calculations 4.0 - calculadora no estilo Android ICS.
  • eBay - app do Ebay.
  • Evernote - aplicativo para anotações, com sincronização na nuvem.
  • Grocery iQ - auxiliar para compras de supermercado.
  • Infraero Vôos Online - informações sobre partidas e decolagens.
  • Ingresso – app para comprar ingressos de cinema em várias cidades e salas de cinema do Brasil.
  • Onavo - monitor de consumo de planos de dados.
  • Número Certo – App para selecionar/alterar automaticamente a operadora que você usa para fazer ligações.
  • Philips MyRemote - Controle remoto para televisões da Philips.
  • Recycle Bin - recupere arquivos deletados do tablet ou smartphone.
  • Sleep (Like an Android) – app para lhe ajudar a monitorar e regular seu sono.
  • SPB Wallet – App para guardar senhas e dados de contas (bancárias ou de internet).
  • SwiftKey – o melhor teclado Android.
  • ShareMyApps – App para facilitar o compartilhamento de aplicativos com seus amigos.
  • WorldMate - gerenciador de viagens, reservas de hoteis e passagens.
  • WordPress - ferramenta de edição e publicação para blogs.
  • Wikipedia móvel - App da wikipedia.

REDE, GERENCIAMENTO E COMPARTILHAMENTO DE ARQUIVOS:

  • Speed Test – teste de velocidade da sua conexão.
  • GoAruna - Gerenciador de arquivos (com suporte à nuvem).
  • File Expert - gerenciador de arquivos.
  • File Explorer - gerenciador de arquivos.
  • FolderSync – gerenciamento de arquivos na nuvem (suporta o Dropbox, Skydrive e outros).
  • Google Drive (Antigo Google Docs) - acesse seus documentos e arquivos armazenados nos servidores do Google.
  • Fing - Network Tools – app para detector informações de redes WiFi.
  • IP Profiler - app que permite realizar testes de rede, como o “ping”.
  • tTorrent Pro - App para o download de vídeos e arquivos via Torrent.
  • Bump - Esbarre dois telefones juntos para compartilhar arquivos, fotos e vídeos.
  • Dropbox - Gerenciador de arquivos na nuvem (Cloud Management).
  • Dropsync - sincronizador de pastas no Dropbox.

ARTE E EDUCACIONAL:

WIDGETS E PREVISÃO DO TEMPO:

NAVEGAÇÃO E GPS:

SAÚDE:

  • JEFIT PRO – excelente app “personal trainer” para musculação e exercícios.
  • Google Body - incrível! Mapa do corpo humano.
  • Vacinas Brasil - app com o calendário de vacinação brasileiro.

PAPÉIS DE PAREDE, LAUNCHER APPS & LOCKSCREENS: