quarta-feira, junho 22, 2016

Marshmallow no PC! Android 6.0 adaptado para computador já pode ser baixado



Android
O Android finalmente já pode ser instalado em um PC comum. O projeto Android x86, que visa levar o sistema móvel para computadores tradicionais, lançou nesta sexta-feira (10) a primeira versão finalizada do software, que pode ser instalado em máquinas de diversas marcas, e é baseada no Android Marshmallow 6.0.
O Android para PC traz compatibilidade com aceleração de hardware e integração com componentes típicos do computador, como placa wireless, Bluetooth e USB, entre outros. Essa é a primeira versão oficial do projeto de código aberto, mesmo depois da chegada do Remix OS, variante customizada pela empresa chinesa Jide.


O sistema operacional promete experiência completa no PC, incluindo compatibilidade com a clássica BIOS ou o moderno firmware do tipo UEFI. Depois de instalado, ele pode reconhecer cartões de memória, suportar interação em telas touch, e acessar recursos como webcam, áudio, sensores e conexão via cabo Ethernet.

Para instalar no computador, o procedimento é tão simples quanto baixar o arquivo ISO da versão de 32 bits ou 64 bits, e criar um pendrive bootável por meio de linha de comando no Linux ou Mac; ou usando o UNetbootin para Windows. Após criado o drive de boot, basta iniciar pelo USB e instalar normalmente, seja seu PC antigo com firmware Legacy ou mais recente com UEFI.

CyanogenMod 13 é mais uma versão do Android que já roda no PC






O Android já foi adaptado para dispositivos de todo tipo, até para o Raspberry Pi 3, mas agora parece que a onda é levar o sistema móvel do Google de vez para o computador desktop. Depois de ter a versão x86 do software disponibilizada para download, além de hacks que levaram até o Android TV para o PC, agora chegou a vez do CyanogenMod 13.

A popular ROM alternativa baseada no Android 6.0.1 Marshmallow chega ao PC em uma versão não-oficial, mas que já seria capaz de operar de forma satisfatória. Está incluso acesso ao Google Play, com direito a download de qualquer aplicativo da loja, além de funcionamento normal do Wi-Fi e outros recursos básicos do sistema.

Há ainda outras integrações importantes do sistema com a interface típica de um computador, graças ao projeto Android x86. Diferente do Android comum, esta versão tem um cursor visível na tela para facilitar o uso, além de acesso à tela de apps recentes por meio do comando Alt + Tab no teclado.

A build de teste, porém, ainda apresenta alguns bugs, como lentidão no uso do trackpad ou mouse, e falta de compatibilidade com apps famosos como o Antutu Benchmark. É prova de que o CyanogenMod ainda não é melhor do que opções como o Remix OS para usar Android no PC, mas deve estar no caminho certo para, no futuro, ser uma das alternativas viáveis.


Confira o vídeo e assista ao Android em funcionamento em um notebook da Toshiba:

Android TV para PC: versão adaptada para desktop transforma sua televisão em 'smart'

Depois de ser adaptado ao Raspberry Pi, o Android TV já pode ser usado como sistema operacional em um computador desktop - ao menos extraoficialmente. Um hack colocou a versão do software em um PC convencional graças a uma compilação liberada pelo projeto Android x86, que visa levar o robô verde para máquinas tradicionais.

O sistema não é melhor do que a versão comum do Android para rodar em um PC, mas pode ser útil caso você queira levar o Android TV para a televisão. Para isso, basta usar um desktop conectado via HDMI com o software instalado, transformando o computador como uma central de mídia poderosa.



Instalação



Seguindo o procedimento básico de instalação de um sistema operacional qualquer, o autor da façanha criou um pendrive bootável com a imagem do Android TV x86 em formato ISO, e, em seguida, colocou em um PC desktop para instalação. Após fazer o boot por USB, bastou selecionar o sistema e a partição e começar a instalar.

As instruções completas estão no vídeo:

O que funciona



De maneira geral, o Android TV no computador funciona bem, incluindo suporte a alguns apps famosos e úteis para ter na TV, como YouTube, Kodi e TuneIn. A conexão Wi-Fi e a navegação na web também funcionam bem, embora haja, segundo o criador do hack, alguns bugs na reprodução de multimídia.


Veja o Android TV em ação no computador:

Asus ZenWatch 2 começa a receber Android Wear 1.5

A Asus começou a liberar nesta terça-feira (21) a atualização do Android Wear 1.5 para o relógio ZenWatch 2. Baseado no Android 6.0.1 Marshmallow, o sistema traz as costumeiras melhorias de desempenho e correções de bugs, mas não deixa de lado incrementos de funcionalidade.

Segundo a fabricante taiwanesa, o smartwatch da marca deverá apresentar imagens mais apuradas no display, além de mostrar notificações mais convenientes, sempre ao levantar o pulso. Os alertas serão mostrados tanto no modo normal quanto no de economia de energia, para luz ambiente.

O relógio da Asus também deverá, depois de atualizado, melhorar a qualidade da conexão com o smartphone e monitorar melhor o sono do usuário. Além disso, o aparelho recebe todos os patches de segurança inclusos no novo Android.

O concorrente do ZenWatch 2, Samsung Gear Live, começou a receber o mesmo update há poucos dias. Antes disso, os aparelhos haviam sido atualizados para o Android 1.4, mas com poucas melhorias aparentes. A expectativa maior fica para o final do ano, quando deverá chegar a versão 2.0 do sistema com novidades mais profundas.

A atualização começa a chegar via OTA, ou seja, sem precisar conectar o relógio a um computador. A Asus, porém, recomenda fazer a busca manual, por meio do caminho Configurações > Sobre > Atualizações de sistema. Lembre-se somente de manter o smartphone conectado ao Wi-Fi e ao relógio via Bluetooth enquanto o update é baixado, e de se certificar que o ZenWatch esteja carregando.

Celular Moto Z virá com chip inferior para o Brasil; Motorola explica



Quem estava ansioso pelo Moto Z, smartphone da Lenovo/Motorola lançado no começo de junho nos EUA, precisa saber que ele será lançado no Brasil com um processador inferior ao do modelo americano.

Quando o UOL esteve em San Francisco para cobrir a Lenovo Tech World, representantes da Motorola garantiram que o Moto Z viria para o Brasil com o Snapdragon 820, mas não mencionaram que seria uma versão mais lenta do mesmo. Enquanto o 820 normal roda com velocidade de até 2,2 GHz, o 820 "Lite" que estará no modelo brasileiro alcança até 1,8 GHz. Ambos são quad-core, isto é, contam com quatro núcleos que dividem o desempenho para cumprir várias tarefas para não resultar em lentidão.

A notícia lembra recentes polêmicas envolvendo lançamentos de celulares premium no Brasil. Lá fora, o Galaxy S7 da Samsung e o G5 da LG rodam com o Snapdragon 820, mas ao serem lançados aqui chegaram com os chips Exynos 8 Octa 8890 e Snapdragon 652, respectivamente. No caso do G5, a tal versão "SE" ainda reduziu a memória RAM de 4 GB para 3 GB.

Renato Arradi, gerente de produtos mobile da Motorola no Brasil, explicou ao UOL que a Motorola trabalha com um portfólio global para seus lançamentos --isto é, todo aparelho lançado sai em todos os países em que a empresa atua-- mas que são necessárias "pequenas variações" de hardware e software para atender a demandas específicas de cada mercado.

No caso do Moto Z, ele diz que o aparelho lançado nos Estados Unidos será o único com o Snapdragon 820 "puro" para atender a uma exigência da Verizon, uma das maiores operadoras de telefonia móvel do país e que tem contrato de exclusividade para este lançamento. "Eles trabalham com 'carrier agregation' [agregação de operadora] para ampliar serviços de voz na rede 4G e de streaming de vídeos e fizeram do 820 um requisito para dar conta dessa demanda", diz.

Para Arradi, o fato do Moto Z sair nos demais países com um chip mais lento, neste caso, não traz impacto para a maioria dos usuários. "Chips quad-core trabalham de maneira independente e na maior parte do tempo, você não usa os processadores na velocidade máxima, pode ter impacto apenas em situações muito específicas. E o chip que roda em 1,8 MHz terá um consumo de bateria um pouco menor que o de 2,2 GHz", justifica.

Para quem usa o celular para games, a diferença de processadores também não impactaria a princípio, visto que tanto o Snapdragon 820 quanto sua versão "Lite" contam com o mesmo chip gráfico na sua arquitetura, o Adreno 530.

O Moto Z brasileiro, prometido para setembro e ainda sem previsão de preço, contará ainda com uma exclusividade no país: uma solução de dual-chip inteligente desenvolvida aqui que saiu nos recentes Moto G4; ela "entende" sozinho a operadora de cada número e escolhe o cartão SIM em função disso. A Motorola ainda adiantou que o modelo que virá para cá será apenas o de 64 GB de memória. O restante da configuração é a mesma do modelo dos EUA, incluindo câmera de 13 MP e 4 GB de RAM.

A empresa também nega que o processador mais fraco seria uma tentativa de baratear o aparelho para lançá-lo no Brasil. "Se isso fosse uma questão, oferecíamos aqui a outra versão com 32 GB e mais barata, à venda nos EUA", diz Arradi.

O Moto Z ainda conta com uma versão "Force", com tela mais resistente, mais megapixels na câmera e bateria maior. A Lenovo/Motorola ainda não confirmou se esse aparelho será lançado no Brasil.

Flow, o novo aplicativo da Microsoft para iOS

A Microsoft anunciou que o aplicativo Flow, programa que conecta várias plataformas digitais e cria fluxos de trabalho automatizado entre elas, terá uma versão mobile para iOS. O serviço compete com o IFTTT e pode agrupar tanto serviços da empresa norte-americana, como de terceiros.
Inicialmente o Flow estava disponível apenas na versão web. Com o aplicativo para iOS, os usuários passam a poder gerir os conteúdos e receber notificações quando eles forem acionados. O app vai contar também com um feed descrevendo todo o histórico de ações.
A novidade ainda está em fase de testes, mas o serviço promete ajudar na produtividade dos dispositivos. Acredita-se que a empresa esteja trabalhando em uma versão para Android e em novas funcionalidades para o uso do serviço via aplicativo móvel.

Crie links para não perder o que estava fazendo no celular



Não é difícil as pessoas perderam o que estavam fazendo no smartphone porque foram interrompidas por alguma ligação, notificação ou outro aplicativo. Para evitar esse tipo de problema, uma equipe da Microsoft Research está desenvolvendo uma solução através de links.

O uLink leva a noção de URLs da web para aplicativos do smartphone, assim o usuário poderia salvar como favorito ou procurar um conteúdo já visto antes.

Por exemplo, se você foi interrompido enquanto estava procurando um restaurante em um aplicativo de reserva, você pode encontrá-lo novamente apenas digitando uma palavra-chave a partir dessa página, como a cidade em que ele está localizado, sem ter que se preocupar em ter que realizar todo o passo a passo novamente.

A equipe diz que já implementou a técnica no Android, mas ainda não está claro se isso vai se tornar disponível para os usuários em breve, ou aparecer em outras plataformas como iOS.

Apple Watch a R$ 166




Loja americana vende Apple Watch pelo equivalente a R$ 166
  Apple apple watch iPhone

Com a possibilidade dos lançmentos de iPhone 7 e Apple Watch 2 batendo à porta, as varejistas deram início à temporada de promoções que ajudarão a limpar os estoques. E, nos Estados Unidos, a Best Buy criou uma oferta que acabou gerando o maior desconto já aplicado a um Apple Watch.

Levando um iPhone 6s ou 6s Plus, os consumidores têm direito a um desconto de US$ 250 em qualquer opção de Apple Watch. Assim, o modelo de 38 milímetros pode custar somente US$ 49 (ou R$ 166). No Brasil ele custa a partir de R$ 2,6 mil.

Claro que há os poréns da promoção. Para conseguir o desconto é preciso fechar contrato com AT&T ou Verizon, e a Best Buy não incluiu no esquema o iPhone SE, novo queridinho dos fãs da Apple. Mesmo assim, o negócio é vantajoso para quem esperou até agora para comprar um relógio.

A oferta vale para lojas virtuais e físicas, e será encerrada no dia 25 deste mês.

iPhone 7 deve ser igual ao 6S; mudança só em 2017



Novo iPhone deve ser igual ao 6S; mudança de visual, só em 2017

Os rumores sobre o iPhone 7 começaram a esquentar nesta terça-feira quando o Wall Street Journal, um dos maiores jornais do mundo, publicou informações que corroboram uma suspeita: a de que a Apple estaria abandonando seu ciclo tradicional de atualizações de iPhones.
Como já se sabe, anualmente a Apple lança um novo modelo de celular, só que grandes mudanças de design só são feitas a cada dois anos, com os aparelhos “S” no meio do caminho. É assim desde o começo: iPhone 3G, iPhone 3Gs; iPhone 4, iPhone 4s, e assim por diante. Contudo, em 2016, podemos ver uma nova atualização do iPhone 6 em vez de um iPhone 7 totalmente novo.
Isso não quer dizer que o aparelho deste ano não terá nada de diferente em comparação com o 6s, do ano passado. Está cada vez mais forte a informação de que a Apple deve, de fato, remover o conector de fone de ouvido tradicional do aparelho, fazendo usuários escolherem entre as seguintes opções: usar um fone sem fio; comprar um novo fone que se encaixe na entrada do carregador, ou comprar um adaptador para usar fones antigos.
A justificativa para a mudança, segundo o WSJ, é que a eliminação da entrada de 3,5 milímetros favorece a resistência a água. Isso tiraria uma das vantagens dos aparelhos da Samsung como o Galaxy S7, que é à prova d’água, sobre os modelos atuais da Apple, que não são.
Se a publicação estiver correta, uma mudança maior só virá em 2017, no aniversário de 10 anos do iPhone, e, entre as possíveis mudanças especuladas neste momento estão uma tela que ocupe toda a parte frontal do aparelho, sem bordas. O leitor de impressão digital pode ser integrado ao painel frontal, dispensando a necessidade do botão Home.

Meizu Pro 6 chega ao Brasil


Meizu Pro 6 chega ao Brasil
Dona do aparelho anuncia que smartphone parecido com o iPhone chegará em julho por aqui.


(CCM) — A Meizu acaba de anunciar a chegada de seu top de linha ao Brasil. A empresa chinesa, conhecida como a fabricante dos smartphones Android mais rápidos do mundo, informou que a novidade desembarcará em julho por aqui e terá um preço bastante salgado para o mercado popular.

O chamado Meizu Pro 6 chegará custando entre R$ 3.699 e R$ 3.999. Inclusive, não é só o preço que o faz parecer com o iPhone 6s da Apple. O design do aparelho também se assemelha bastante ao dispositivo da Maçã, tornando o Meizu praticamente um "clone" de seu rival.

No entanto, o smartphone da companhia chinesa conta com um potente processador de 10 núcleos Helio X25, da MediaTek. Além disso, o produto também dispõe de uma tela Super AMOLED com 5,2 polegadas e resolução de 1920 por 1080 pixels, em Gorilla Glass 3, memória RAM de 4GB e duas versões de armazenamento, sendo uma de 32GB e outra de 64GB.

O aparelho ainda apresenta câmeras traseira e frontal de 21 e 5 megapixels, respectivamente, equipadas com recursos de aprimoramento de selfies. A novidade vem com um kit chamado "PhoneStation", que conta com uma unidade do dispositivo, um acessório chamado "Vi Center" - uma espécie de carregador portátil que pode projetar um teclado em forma de holograma em qualquer superfície plana - e o "Vi Cast" - um recurso reprodutor de mídia parecido com o Chromecast -.

Vale lembrar que o mercado brasileiro já conta com o Meizu Pro 5 da marca. Isso significa que o aparelho pode sofrer uma queda em relação ao preço a partir do momento em que o Pro 6 estiver à venda, além de deixar de ser comercializado com o tempo.

OnePlus 3



OnePlus 3 – Smartphone é lançado com memória RAM de 6 GB
 
O aparelho também apresenta um processador de quatro núcleos e 64 GB de memória interna. A câmera digital do smartphone é de 16 megapixels na traseira e em 8 megapixels na frontal.

Depois de diversos rumores e boatos envolvendo a nova geração do OnePlus, a empresa anunciou o lançamento de seu mais novo smartphone. O OnePlus 3 chega ao mercado com excelentes especificações, superando até mesmo os principais aparelhos topo de linha do mercado atual.

O que mais chamou a atenção no aparelho são os 6 GB de memória RAM que são comportados. Isso certamente garantirá uma ótima experiência multitarefa para o gadget. Além da grande quantidade de RAM LPDDR4, o OnePlus 3 conta com um processador de quatro núcleos (dois de 2,2 GHz e dois de 1,6 GHz) Qualcomm Snapdragon 820, que oferece desempenho de sobra para qualquer atividade.

O aparelho também conta com uma GPU Adreno 530, suficiente para rodar qualquer jogo disponível na Google Play. Sua tela tem 5,5 polegadas com 1920 x 1080 pixels e 401 ppi com tecnologia AMOLED. Mesmo que não seja uma resolução 4K, como alguns concorrentes, as imagens ficam excelentes no aparelho.

Suas câmeras são equipadas com 16 megapixels, na traseira e 8 megapixels na frontal. Sua bateria de 3.000 mAh deve ser o suficiente para alimentar o aparelho em um dia completo. Seu armazenamento interno é de 64 GB, sem a possibilidade de expansão via cartão microSD.


Seu design também chama a atenção por ser minimalista e de excelente acabamento. Ele é revestido de uma peça única em alumínio e tem apenas 7,35 mm de espessura, pesando 158 gramas. Seguindo a tendência de mercado, o OnePlus 3 conta com um leitor de impressão digital, recurso de carregamento rápido (Dash), NFC, 4G LTE e portas USB 2.0 e USB C.

O sistema operacional que será lançado de fábrica é o Android Marshmallow 6.0, que rodará com a interface proprietária da marca, a Oxygen OS. O novo OnePlus 3 custará US$ 399 (cerca de R$ 1.300, sem impostos) e deverá competir diretamente com os topos de linha anunciados recentemente, como o LG G5, Samsung Galaxy S7 e AppleiPhone 6S.

Ele será vendido inicialmente na Europa e na América do Norte pelas operadoras T-Mobile, AT&T e Verizon. Ainda não há qualquer informação sobre o lançamento do aparelho na América Latina.

Xiaomi Redmi 3S

Xiaomi Redmi 3S – Boa configuração e baixo preço

O smartphone chega com uma tela de 5 polegadas e uma resolução de 1280 x 720 pixels. Os preços dos modelos começam a partir de US$ 106.

A Xiaomi é conhecida no mercado chinês por seus smartphones de ótima qualidade e preços praticamente imbatíveis. Seguindo este conceito, a fabricante anunciou o lançamento de seu mais novo aparelho, o Redmi 3s, sucessor do Redmi 3, bastante elogiado por suas ótimas configurações.

Apesar de ter um ótimo desempenho, o aparelho ainda se encaixa na categoria intermediária. O aparelho conta com diversas funcionalidades e recursos que normalmente não são vistos em aparelhos da mesma categoria, principalmente no mercado brasileiro.

Em sua parte traseira, o Redmi 3s conta com um sensor de impressão digital, costumeiramente presente apenas aparelhos topo de linha. Sua tela continua com 5 polegadas e tecnologia IPS. A resolução é HD (1280 x 720p) e 294 ppi. Por dentro o aparelho conta com um processador Qualcomm Snapdragon 430 rodando a 1,4 GHz.

A Xiaomi venderá o smartphone em dois modelos, um com 2 GB de memória RAM e outro com 3 GB. O armazenamento interno do Redmi 3s é de 16 GB ou 32 GB, com a possibilidade de expansão via cartão microSD de até 256 GB. Ambas as câmeras prometem qualidade em fotos e vídeos. A câmera traseira conta com 13 megapixels, enquanto a traseira é de 5 megapixels.


Outros ponto que chama a atenção do Redmi 3s é sua bateria de 4.100 mAh. A capacidade deve ser suficiente para manter o aparelho longe da tomada por um dia completo. Infelizmente, ele não virá com a versão mais recente do Android, o Marshmallow. O sistema que equipará o Redmi 3s de fábrica será o Android 5.1 Lollipop. Muito provavelmente o aparelho receberá a versão 6.0.

O modelo com 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento interno sairá por apenas US$ 106, ou R$ 367 na conversão direta, sem impostos. Já a versão mais potente com 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento custará US$ 136 (R$ 472) – apenas US$ 30 mais caro.

Certamente o aparelho apresenta um dos melhores custo-benefício do mercado atual. Ainda não há qualquer informação sobre a possibilidade de lançamento do aparelho no Brasil. Visto que a Xiaomi enfrenta problemas em relação ao seu desempenho no mercado nacional, é muito provável que o Redmi 3s não desembarque por aqui.


Meizu Pro 6 chega ao Brasil

Dona do aparelho anuncia que smartphone parecido com o iPhone chegará em julho por aqui.

(CCM) — A Meizu acaba de anunciar a chegada de seu top de linha ao Brasil. A empresa chinesa, conhecida como a fabricante dos smartphones Android mais rápidos do mundo, informou que a novidade desembarcará em julho por aqui e terá um preço bastante salgado para o mercado popular.

O chamado Meizu Pro 6 chegará custando entre R$ 3.699 e R$ 3.999. Inclusive, não é só o preço que o faz parecer com o iPhone 6s da Apple. O design do aparelho também se assemelha bastante ao dispositivo da Maçã, tornando o Meizu praticamente um "clone" de seu rival.

No entanto, o smartphone da companhia chinesa conta com um potente processador de 10 núcleos Helio X25, da MediaTek. Além disso, o produto também dispõe de uma tela Super AMOLED com 5,2 polegadas e resolução de 1920 por 1080 pixels, em Gorilla Glass 3, memória RAM de 4GB e duas versões de armazenamento, sendo uma de 32GB e outra de 64GB.

O aparelho ainda apresenta câmeras traseira e frontal de 21 e 5 megapixels, respectivamente, equipadas com recursos de aprimoramento de selfies. A novidade vem com um kit chamado "PhoneStation", que conta com uma unidade do dispositivo, um acessório chamado "Vi Center" - uma espécie de carregador portátil que pode projetar um teclado em forma de holograma em qualquer superfície plana - e o "Vi Cast" - um recurso reprodutor de mídia parecido com o Chromecast -.

Vale lembrar que o mercado brasileiro já conta com o Meizu Pro 5 da marca. Isso significa que o aparelho pode sofrer uma queda em relação ao preço a partir do momento em que o Pro 6 estiver à venda, além de deixar de ser comercializado com o tempo.

ALLO, o WhatsApp do Google



O Allo, novo messenger criado pelo Google e apresentado no último Google I/O, foi hackeado antes de estar disponível no Google Play, graças a uma ação independente do desenvolvedor Quinny899, que também é membro do XDA Developers. Até o momento, o hack do app não é nada funcional, mas nos dá uma boa ideia de como será o programa. Testamos o mesmo e damos nossas primeiras impressões.


Interface simples

O Allo não tem muitas frescuras, sendo, basicamente, uma lista com todas as suas conversas. Para iniciar um bate-papo, você precisa apenas apertar o ícone de mensagem, que está no canto direito inferior da tela. Dessa forma, poderá escolher entre criar um chat em grupo com seu ícone e nome ou uma conversação privada com qualquer um de seus contatos.
AndroidPIT allo app 3 
Esta é a lista de conversas do Allo 

Há dois tipos de chats: os normais e os privados. Visualmente, cada um se diferencia pelo fundo de tela da conversação. Em chats normais, o fundo é branco, enquanto os chats privados trazem o fundo cinza e tem como marca d´água o mesmo logotipo da sessão de navegação anônima do Chrome.
No menu da direita, temos algumas opções. A partir dele, podemos acessar o nosso perfil, as conversas arquivadas e os contatos bloqueados. Um pouco mais abaixo temos a opção de ajustes, onde é possível vincular uma conta a um número de telefone, assim como gerenciar o áudio e o comportamento das notificações

Chats fáceis e anexos rápidos

Dentro de um chat, temos uma barra ao fundo da tela, onde podemos escrever uma nova mensagem, pois, quando tocamos sobre ela, um teclado surge. Na própria barra temos à esquerda um símbolo de "+" e à direita, um símbolo de anexar emojis e outro para enviar.

Se o tocamos o símbolo "+" no fundo da tela, uma interface para anexar arquivos à conversação aparece. Até o momento, se vêem quatro ícones: teclado, câmera, galeria e contatos. É bem provável que, na versão final, mais ícones sejam adicionados, como um anexador de documentos ou geolocalização, como no WhatsApp. Mas a impressão que tive é que no Allo esse tipo de acesso tende a ser mais rápido.
Allo UI 1 
Chats em grupo 

Quando você escolhe um dos ícones (salvos no teclado), metade da tela se converte em uma interface para que seja inserida uma foto, que pode ser tirada com a câmera do telefone, escolhida na galeria ou a partir de um contato. Se metade da tela não for suficiente, você pode ampliá-la para cima e ter uma interface que pegue toda a tela do smartphone.

Quando escolhida a foto, é possível editá-las com desenhos feitos à mão livre e inserir um texto centrado na parte superior da imagem.

Allo UI 2 
 Simples e intuitivo

O Allo poderá acabar com o monopólio do WhatsApp?

O Allo tem alguns recursos muito bons, como a maneira de anexar arquivos ou tirar fotos - que me lembra muito o Snapchat - e é bem mais fluido que o WhatsApp. Outro ponto a favor será o fato do mensageiro utilizar o Google Assistant, o chatbot que ajudará o usuário a encontrar o que ele precisa em um instante.

Mas, tendo em conta apenas as possíveis melhoras ou vantagens que o Allo tem frente ao WhatsApp, será muito difícil que o novo comunicador do Google lhe tire a liderança do mercado de messengers. É um verdadeiro desafio e mudar os hábitos dos usuários nunca foi fácil. Sobretudo porque a maioria das pessoas não pensa que tem um Android com aplicativos; elas pensam que tem um telefone com WhatsApp. Esse é o nível de enraizamento do app no cotidiano.

Como ter o hack do Allo no seu smartphone



Para ter uma primeira impressão do Allo, é necessário ter um dispositivo com processador de 64-bits, que esteja rooteado com o Xposed e ter instalado o Titanium Backup.

Titanium Backup ★ root
 
 
https://play.google.com/store


O segundo passo é baixar alguns arquivos no site do GitHub com AlloAllo do desenvolvedor Quinny 898. O primeiro é uma APK com um módulo do Xposed, que deveremos instalar, ativar o Xposed Installer e reiniciar o dispositivo. O segundo é um arquivo TiBkp, uma cópia de segurança do Titanium backup, com o aplicativo do Allo. Para restaurá-lo, entre no Titanium e o no menu e escolha "Importar cópia de segurança (.TiBkp)...'. Feito isso, busque o arquivo e importe-o.

Após essa etapa, você terá o Allo instalado no seu smartphone, mas não terá nenhum chat, já que ele não acessará sua lista de contatos e tampouco terá qualquer comunicação com o mundo exterior. Para simular algumas conversas, você terá de modificar a base de dados SQLite, que se encontra em data/data/com.google.android.apps.fireball/database e se chama fireball.db.

Aqui, você tem as instruções do desenvolvedor para modificar a base de dados. Será necessário um aplicativo para poder editar o arquivo da base de dados.


aSQLiteManager

 Install on Google Play 
 
Você também pode baixar e substituir o arquivo por outro que eu mesmo preparei com algumas conversas.
O que você achou destas primeiras impressões do Allo? Será que ele conseguirá desbancar o WhatsApp?

Oi vai à Justiça com dívida de R$ 65 bi

Resultado de imagem para oi 
Sonho fomentado pelos governos brasileiros desde a sua concepção, na gestão de Fernando Henrique Cardoso, para ser a supertele nacional, a Oi sucumbiu ontem ao peso de uma dívida de R$ 65,4 bilhões. Dona da maior rede de infraestrutura de telecomunicações do país, com receita de R$ 27,3 bilhões no ano passado, a empresa pediu recuperação judicial para reestruturar sua dívida. É o maior pedido de recuperação já feito no país. Do total, R$ 51 bilhões são dívidas financeiras com bancos e investidores no mercado de papéis de dívida. Assuntos relacionados 1. Oi vai à Justiça e pede mais prazo para pagar dívida de R$ 65 bilhões 2. O sonho da 'supertele', fomentado pelo governo 3. Bancos têm exposição relevante à Oi A Oi é dona de rede residencial de telecomunicações no país inteiro, exceto no Estado de São Paulo. É considerada a segunda maior rede residencial do mundo em extensão geográfica, atrás de uma rede russa. A base de clientes de celular era de 47,8 milhões em março. São 5,7 milhões de pontos de banda larga, 1,2 milhão de assinaturas de TV e 2 milhões de pontos Wi­Fi em locais públicos, como aeroportos e shoppings. Com o pedido de recuperação, a empresa espera manter a regularidade operacional e o pagamento dos trabalhadores. O objetivo da medida é reestruturar as finanças na Justiça, uma vez que fracassaram várias iniciativas de negociação privada com os credores. O maior desafio da Oi é adequar os compromissos financeiros à geração de caixa. A empresa admite que, sem uma reestruturação, gastaria toda a geração de caixa e mais R$ 7 bilhões em três anos para honrar os juros da dívida, sem considerar a amortização dos vencimentos. A Oi chegou a essa situação por uma série de operações malsucedidas. Em 2008, adquiriu a Brasil Telecom, por R$ 13 bilhões, sem diligência. Em seguida, uma decisão do STJ afetou o negócio adquirido e lá se foram R$ 5 bilhões em pendências judiciais com acionistas da Telebras. Em 2013, foi anunciada a fusão com a Portugal Telecom. Em 2014, o Grupo Espírito Santo, acionista do sócio português, quebrou e levou quase € 1 bilhão em aplicações financeiras da Oi. A união trouxe para a tele R$ 30 bilhões em dívidas.

Governo vai monitoramento queixas contra Oi


Governo fará monitoramento semanal de queixas contra Oi
Direitos devem ser garantidos, mas ações podem ser prejudicadas
Loja da Oi em São Paulo 
RIO - A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) vai monitorar semanalmente as demandas dos consumidores da Oi Brasil afora e já pediu à empresa para que encaminhe os passos do processo de recuperação judicial, que será acompanhado de perto pelo órgão. O titular da secretaria, Armando Luiz Rovai, entrou em contato ontem com o presidente da Oi, Marco Schroeder, e com o presidente do conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Batista de Rezende, para tomar ciência do processo e garantir que os direitos dos consumidores sejam resguardados:

— Estamos levantando os dados do Sindec (que reúne as demandas dos Procons) para saber quais são os pontos mais relevantes a serem acompanhados. E ainda faremos reunião com os Procons para alinhar uma estratégia. Os órgãos dos consumidores estão alertas para que, neste momento de recuperação, as relações de consumo continuem inalteradas — destaca Rovai.

 Fonte da empresa que trabalha no processo de recuperação garante que toda a operação será mantida sem alterações, o que inclui vendas, instalações e manutenção. E acrescenta que a companhia, inclusive, trabalhará para aprimorar a qualidade dos serviços prestados. A fonte afirma, ainda, que investimentos previstos em expansão e melhora de serviços e infraestrutura estão mantidos.

IDEC DEFENDE DIREÇÃO FISCAL NA EMPRESA

Ainda segundo essa fonte com conhecimento da negociação, provavelmente, todas as ações contra a empresa vão parar “porque não há transações judiciais autorizadas durante o prazo de aprovação do pedido de proteção à Justiça e até a aprovação do plano de recuperação judicial, num total de 180 dias.” No Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), a Oi tem um passivo de cerca de 150 mil processos em tramitação e execução, com um valor médio de indenização por ação de R$ 2 mil.

Segundo o juiz Flávio Citro, coordenador do Juizado Especial Cível (JEC), do TJ-RJ, os processos continuam tramitando normalmente, mas as execuções podem ser suspensas por 180 dias. Citro destaca, no entanto, que o tribunal, no caso da recuperação judicial da Sociedade Hermes, decidiu manter o andamento dos processos, inclusive a execução. Mas admite que o entendimento é polêmico e diverso ao do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Oi pede recuperação judicial de R$ 65 bilhões, a maior da história do Brasil


Logo da Oi em shopping em São Paulo
Logo da Oi em shopping em São Paulo

Sem chegar a um acordo com credores nacionais e estrangeiros, a operadora Oi entrou com pedido de recuperação judicial nesta segunda-feira (20) para dar início a uma nova rodada de negociação, agora com proteção judicial contra falência.
A Oi é a maior operadora do Brasil em telefonia fixa, empatada com a Vivo (cada uma tem participação de 34,4%), e a quarta em celular, com 18,6% do mercado.
Com uma dívida de R$ 65,4 bilhões, o pedido de recuperação da Oi corre no Rio de Janeiro e, caso seja aceito, será o maior da história. Em abril, a Sete Brasil, empresa de sondas da Petrobras, foi à Justiça negociar R$ 19,3 bilhões com credores.
A maior parte da dívida da Oi é financeira (cerca de R$ 50 bilhões). Entram ainda na conta cerca de R$ 14 bilhões em contingências -como multas da Anatel e discussões judiciais- e cerca de R$ 1,5 bilhão para fornecedores.
Da dívida financeira, cerca de 70% são em moeda estrangeira e boa parte vence neste ano. Somente no primeiro trimestre, a empresa queimou R$ 8 bilhões do caixa, a maior parte para honrar parte desses compromissos.
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Diretor financeiro assume presidência da Oi após renúncia de Bayard Gontijo
Anatel converte multas da Oi em investimentos de R$ 3,2 bilhões
Meses antes, a companhia tentou evitar a recuperação montando um plano de reestruturação. A proposta apresentada aos credores foi trocar metade da dívida por ações da tele. A outra metade seria paga em seis anos com descontos de até 75%.
O problema é que, por esse plano, os atuais acionistas seriam diluídos (a participação acionária seria diminuída) em até 95%. Por conseguinte, perderiam assentos no conselho de administração e voz no comando.
Os sócios portugueses, reunidos na empresa Pharol, com cerca de 27% das ações, recusaram o plano no meio das conversas com os credores. Foram acompanhados por outros sócios. Diante disso, o então presidente da operadora, Bayard Gontijo, que vinha conduzindo as negociações, pediu demissão no dia 10 e foi substituído por Marco Schroeder, diretor financeiro.
Sem tempo hábil para fechar um acordo com os credores, que exigiam adesão de ao menos 95% dos credores, a Oi decidiu se proteger com o pedido de recuperação.
Enquanto o juiz analisa se aceita o pedido, a companhia solicitou uma decisão em caráter de urgência para impedir a obrigatoriedade de pagamentos em série de dívidas -o que aconteceria só se entrassem com o pedido de recuperação.
A operadora continuará funcionando normalmente, mesmo que a Justiça acate o pedido. Não haverá demissões por causa desse processo. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) fará um acompanhamento.
peso pesado
O problema da Oi é seu endividamento. O negócio em si gera caixa. Em 2015, a tele faturou R$ 40,5 bilhões, mas a dívida financeira já tinha ultrapassado R$ 50 bilhões, reduzindo sua capacidade de investimento e competição.
A situação da Oi chegou a esse ponto por uma série de decisões que a transformariam em uma supertele de controle nacional. Em 2008, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva mudou a Lei Geral de Telecomunicações para que a empresa comprasse a Brasil Telecom. A Oi passou então a atuar em todo o Brasil, com exceção de São Paulo -uma exclusividade da Telefônica.
Boa parte do dinheiro envolvido nessa transação foi usada para a troca de ações da Brasil Telecom por papéis da Oi. No meio do processo, surgiu uma dívida escondida de cerca de R$ 1,2 bilhão.
Em 2010, com a interferência de Lula, a Portugal Telecom comprou 23% do capital total da Oi. Essa parceria se estreitou em 2014 com a fusão das duas teles. De novo, surgiu uma dívida escondida (€ 897 milhões) e, no final, a fusão elevou a dívida total em R$ 27 bilhões.


Entenda a recuperação judicial
Entenda a recuperação judicial
SAIBA MAIS SOBRE A RECUPERAÇÃO JUDICIAL
1 O que é recuperação judicial?
É uma proteção dada a empresas que não conseguem pagar suas dívidas, para evitar que credores peçam a falência delas
2 Qual a vantagem para a empresa?
Ela pode continuar funcionando normalmente -na falência, ela seria fechada e seus bens vendidos para pagar os credores
3 Clientes são afetados?
Não.
4 E os acionistas?
Sim. Quando a empresa tem ações em Bolsa, as negociações com esses papeis ficam suspensas assim que é feito o pedido à Justiça
5 Quais os próximos passos?
  • Não há prazo para que o juiz analise o pedido e autorize a recuperação -mas, em geral, a decisão sai em na média cinco dias
  • Se o pedido for aceito, a empresa tem 60 dias para apresentar um plano detalhado de como vai saldar suas dívidas (forma de pagamento, prazos, de onde virá o dinheiro)
  • Se o plano não for apresentado, o juiz decreta falência
  • Apresentado o plano, os credores têm 30 dias para se manifestar; se não concordarem, há nova decisão em assembleia em até 6 meses
  • Aprovado o plano, a empresa precisa cumprir todas as obrigações previstas em um prazo de 2 anos, a não ser que negocie alterações
  • Se os credores não aceitarem o plano, a empresa vai à falência
6 Quem fiscaliza a empresa?
Ela presta contas ao juiz e aos credores todos os meses 

especuladores a espreita da Oi

Crise financeira coloca Oi na mira dos especuladores
Bilionário egípcio e empresário Nelson Tanure estão interessados na tele

De olho. O bilionário egípcio Naguib Sawiris, dono da Orascom Telecom, quer ter exclusividade na negociação com a Oi -


RIO - Se é na crise que as oportunidades aparecem, o maior processo de recuperação judicial da América Latina surge como uma chance única para especuladores. Mal recorreu à Justiça em busca de proteção contra credores, a Oi já é cortejada por investidores que farejam possibilidade de lucros em empresas combalidas, entre eles um dos homens mais ricos da África e o brasileiro Nelson Tanure, com ampla experiência em negócios deste perfil.
A investida mais explícita veio do Egito. Com uma fortuna de US$ 3,9 bilhões, o segundo homem mais rico daquele país (e 397º do mundo), Naguib Sawiris, afirmou ontem que está preparado para adquirir participação na Oi, desde que obtenha exclusividade na negociação. O bilionário é dono da operadora egípcia Orascom Telecom.

— A Oi precisa de um acionista com forte experiência em telecomunicações para resolver os problemas operacionais além dos financeiros — afirmou ontem, em entrevista à agência Bloomberg.
Não é a primeira vez que Sawiris demonstra desejo de possuir uma operadora brasileira. Há dois anos, o egípcio chegou a se encontrar com o então ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, quando liderava um grupo de investidores interessados em comprar a TIM, negócio que não aconteceu. Outra ligação de Sawiris com o Brasil já foi objeto de interesse da imprensa em várias ocasiões: seria amigo de Naji Nahas, notório especulador do mercado financeiro local.
CELULAR NA TERRA DE KIM JONG IL
Sawiris tem personalidade peculiar. Com 2,5 milhões de seguidores no Twitter, é uma celebridade em seu país. Causou controvérsia em 2008 ao comprar uma licença de operadora celular na Coreia do Norte, país que já visitou em diversas ocasiões, com direito a jantar e foto de mãos dadas com o ditador Kim Jong Il.
Durante a Primavera Árabe, em 2011, ajudou a fundar o partido Egípcios Livres, que advoga a secularização do país e uma agenda liberal. Quando a Irmandade Muçulmana tomou o poder, Sawiris, que pertence à minoria cristã e foi educado em Zurique, deixou o país. Recentemente, gerou manchetes ao dizer que compraria uma ilha na Grécia ou na Itália para ajudar refugiados em fuga da Síria.


No último dia 15, quando já desandavam as negociações com os credores, a gestora Bridge anunciou, por meio de um dos fundos que gere, ter adquirido 4,75% do capital votante da Oi e 10,90% das ações preferenciais, totalizando 5,92% do capital social. Segundo uma fonte a par dos negócios da gestora, o fundo da Bridge teria como investidor o empresário Nelson Tanure.

Nos anos 1990, Tanure fez agressiva aquisição de estaleiros em dificuldades. Em 2009, tornou-se sócio da TIM ao vender sua empresa Intelig à operadora. No início da década passada, Tanure comprou o “Jornal do Brasil” e a “Gazeta Mercantil”. As publicações acabariam deixando de circular alguns anos depois.
Em comunicado ao mercado, a Bridge disse que “a aquisição (...) do fundo sob sua gestão não objetiva atingir percentual de participação acionária em particular”, mas que “objetiva influenciar na estrutura administrativa da Companhia”. Procurado por meio de assessores, Tanure não quis se pronunciar.
Sawiris e Tanure não são os únicos de olho na Oi. Ao menos um grupo de investidores estrangeiro está preparando proposta pelo controle da tele.
— Em parceria com um banco de investimento em Nova York, estamos liderando um grupo formado por um executivo com larga experiência no setor de telecomunicações e por investidores institucionais que vão colocar uma proposta na mesa pela Oi.
ABUTRES À ESPREITA
Jonathan Saragossa, advogado do escritório Nicola, Saragossa e Campos, destaca que o plano de recuperação pode incluir desde a venda de ativos até a entrada de um investidor nacional ou estrangeiro, passando pela venda do controle da empresa.
Outros interessados à espreita são os chamados “fundos abutres”. O Aurelius, fundo americano especializado na compra de papeis especulativos, de empresas em situação financeira difícil, de fato, já entrou na Oi, confirma fonte a par da operação:


— Esses investidores compram ações da Oi a um preço bom e podem se transformar em bom negócio. Estão comprando dívida. O Aurelius comprou títulos da dívida lá fora. Alguns fundos vão sair logo.
Procurado, o Aurelius não comentou o assunto.
Mesmo que a Oi não feche uma eventual venda de parte de seu controle, a recuperação judicial implicará mudança de comando na companhia. Segundo fontes, o plano de recuperação judicial vai prever desconto do valor devido e troca de parte da dívida restante por ações.

Oi pode prejudicar pequenos acionistas

Acionistas da Oi podem amargar prejuízo com papéis
Analistas, no entanto, ressaltam que companhia tem peso e ainda pode se recuperar

Sede da companhia no Leblon. A empresa de telecomunicações operou sob o nome de Telemar até 2007, quando a marca foi atualizada para Oi -

SÃO PAULO - Ao investidor que tem papéis da operadora de telefonia Oi em sua cesta de investimentos não restam muitas opções: ou amarga o prejuízo ou torce para que a empresa se recupere. E quem quiser se livrar das ações terá dificuldades para fazê-lo, já que, conforme ressaltam analistas, dificilmente haverá compradores. No ano, os papéis da Oi acumulam desvalorização acima de 50%.
— O primeiro efeito do pedido de recuperação judicial é uma queda expressiva do valor do papel e nos ADRs, negociados na Bolsa de Nova York. A ação perde liquidez, e o investidor que vender neste momento vai realizar o prejuízo, como se diz no mercado — diz Leonardo Ribeiro, professor de Direito Empresarial e Tributário do Ibmec/RJ.

Para o especialista em investimentos do banco Ourinvest, Mauro Calil, o caso da Oi mostra uma situação que o investidor deve sempre evitar: colocar todos os ovos na mesma cesta.
— O ideal é sempre diversificar as aplicações — explica Calil.
Ele observa que a Oi é diferente, por exemplo, da petroleira OGX, do empresário Eike Batista, que, ao pedir recuperação judicial, deixou milhares de acionistas minoritários no prejuízo. Calil ressalta que a OGX era uma empresa pré-operacional, enquanto a Oi tem uma carteira substancial:
— A Oi tem 70 milhões de clientes, é uma empresa que está operando e pode receber uma injeção de capital de um novo sócio e se recuperar.
‘VENDERIA, E PONTO FINAL’
Calil observa que muitos investidores se beneficiaram dos dividendos pagos pela Oi no passado e, mesmo com a perda de valor da ação neste ano, esse aplicador ainda ficou no lucro. Já o investidor mais novo, que comprou a ação há pouco tempo acreditando na recuperação, só teve prejuízos.
— Nos dois casos, do investidor mais antigo e do mais novo, eu venderia a ação se ela representasse uma parcela pequena do meu portfólio, e ponto final — afirma Calil.


Segundo um levantamento da consultoria Economática, 163 fundos de investimento têm posição em ativos da Oi, no total de R$ 521,6 milhões.
Ribeiro, do Ibmec/RJ, lembra o rebaixamento da Oi pelas agências de classificação de risco:
— Uma nota de crédito muito ruim sinaliza uma situação ruim a longo prazo e a continuidade da falta de liquidez — diz, ressaltando, porém, que as ações podem ganhar fôlego se a Oi for comprada.

Recuperação judicial da supertele tem potencial para se tornar um superproblema

Operadora é a única fixa em 2.980 cidades


Agência da Oi Brasília
 A recuperação judicial da supertele tem potencial para se tornar um superproblema. Com abrangência nacional, a Oi tem a concessão de telefonia fixa em quase todo o país, exceto São Paulo. A crise da empresa cria dúvidas quanto ao que pode acontecer com os serviços de telefonia fixa em mais da metade das cidades do país. No total, 2.980 municípios dependem exclusivamente da empresa, segundo levantamento da consultoria Teleco. Se no passado o governo mudou a legislação para permitir a expansão da operadora, agora poderá ter que solucionar o problema. A legislação prevê que, em caso de falhas operacionais, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) poderia assumir os bens da companhia para manter a prestação de serviços ou delegá-la a outra instituição.


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O cenário de incerteza é compartilhado pela extensa lista de credores da tele. São mais de 13 mil, que vão da catarinense Casa de Pneus, com a qual a Oi tem uma modesta dívida de R$ 54,90, a investidores que compraram títulos da empresa no exterior a quem a operadora deve o maior montante: R$ 36 bilhões (55%) de um total de R$ 65,4 bilhões. Além do imenso número de credores, listados em 386 páginas, chama a atenção sua abrangência geográfica. A Casa de Pneus, por exemplo, fica em Tubarão (SC). Há calçadistas na lista e até creches, como a Creche Casa da Criança Missão da Paz, em Rio Grande (RS). Não faltam grandes fornecedores como Cisco, no Rio de Janeiro, e Vale, em São Luís (MA). A pulverização dos credores e sua capilaridade geográfica fazem da recuperação judicial da Oi um caso único, na avaliação dos especialistas, e criam desafios para a tele elaborar um plano que agrade credores com perfis tão distintos.
— A pulverização dos credores cria desafios. A empresa terá que fazer um corte, decidir quem vai receber à vista e quem vai receber parcelado. Quem vai receber integralmente e quem vai ter desconto na dívida. Estabelecer limites será difícil — avalia Juliana Bumachar, do Bumachar Advogados.
IMPACTO NOS FORNECEDORES
Uma vez aprovado o pedido de recuperação, a Oi congela o pagamento de dívidas por 180 dias. A preocupação maior é entre os pequenos fornecedores. Marcelo Duarte, gerente de negócios da 3Elos Informática, prestadora de serviço no Rio, está apreensivo. A empresa tem R$ 573 mil a receber.
— Com certeza afeta (nossas operações), infelizmente. Mas, a princípio, não faremos qualquer alteração no contrato — disse Duarte, que desconhecia a regra de suspensão de pagamento dos débitos.
À Creche Casa da Criança Missão da Paz, a Oi deve R$ 6.828, referentes a uma pendência judicial de dez anos atrás, segundo a instituição. O GLOBO não conseguiu contato com a Casa de Pneus. Cisco e Vale não fizeram comentários.


— Economicamente, pode haver impacto nos fornecedores. Alguns daqueles que têm algo a receber da operadora podem não ter fôlego para esperar o fim do prazo de proteção e sofrer um sufocamento do seu caixa. Esse pode ser um efeito colateral — disse Ivo Waisberg, sócio do escritório Dias Carneiro e especializado em recuperação judicial.

Dos 2.980 municípios cobertos exclusivamente pela Oi, 544 estão em Minas Gerais e 384, no Rio Grande do Sul. No Rio, são 17. Eduardo Tude, presidente da Teleco, lembrou que, nos contratos de concessão da Oi para atender a esses lugares, há previsão de que, se houver problema operacional da companhia, a Anatel poderia assumir os bens da empresa para manter a prestação de serviços ou delegá-la a outra instituição. A Oi presta ao menos algum tipo de serviço em 5.505 municípios. Naqueles onde não há concorrência de operadoras de abrangência nacional, é a principal provedora de banda larga e telefonia fixa em 4 mil cidades.
— O grande diferencial dessa recuperação (além do valor da dívida) é o fato de ela ser uma concessionária de serviço público. Embora já tenhamos precedente de concessionárias nessa situação, como no caso da Centrais Elétricas do Pará (Celpa), desta vez trata-se de empresa nacional no setor de telefonia, que é tão ligado ao consumidor. É óbvio que o desfecho será importante para um grande número de pessoas — disse Waisberg.
OI CONSEGUE LIMINAR CONTRA AÇÕES JUDICIAIS
Ronaldo Sá, sócio da Orion Consultores, concorda que, pelo modelo de contrato da concessão, o governo pode acabar ficando com parte do problema:
— O contrato tinha duas metas principais. Uma é a universalização do serviço, que já foi atingida, com telefonia fixa em 40 mil localidades. A outra é garantir a continuidade do serviço. Mas a telefonia fixa não é mais rentável. A tendência é acabar. Custa caro para manter e traz renda menor. A concessionária pensa: “Tenho uma rede para prestar um serviço por obrigação. Mas, se em 2025 terei de devolvê-la, por que investir mais?”.
O ideal, avalia ele, seria vender a concessão, que é um dos calcanhares de aquiles da operação da Oi. A banda larga fixa, em muitos casos combinada com a infraestrutura da telefonia fixa, é rentável, mas demanda aporte para permanente atualização.
— O governo andou avaliando o término da concessão, mas ainda não há uma saída desenhada. Está claro que o problema da Oi não tem a ver com os serviços prestados. O processo societário da companhia explica como ela chegou a esse buraco. Não foi gerido de forma a deixar a empresa saudável — pondera Sá.
Na operadora, a estimativa é que o pedido de recuperação leve o governo a acelerar os debates sobre a revisão do Marco Regulatório do setor.


— Há municípios pequenos onde só tem Oi e, provavelmente, a operadora não ganha dinheiro. Se houvesse um modelo (de concessão) mais flexível, poderia acelerar um movimento de investimento nessas localidades — explica fonte próxima à companhia.
Ontem à noite , a Oi obteve liminar suspendendo todas as ações judiciais contra a empresa por 180 dias. Em geral, essa suspensão vale a a partir da aceitação do pedido de recuperação judicial.

Governo fará monitoramento semanal de queixas contra Oi

Direitos devem ser garantidos, mas ações podem ser prejudicadas

 
Loja da Oi em São Paulo 

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) vai monitorar semanalmente as demandas dos consumidores da Oi Brasil afora e já pediu à empresa para que encaminhe os passos do processo de recuperação judicial, que será acompanhado de perto pelo órgão. O titular da secretaria, Armando Luiz Rovai, entrou em contato ontem com o presidente da Oi, Marco Schroeder, e com o presidente do conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Batista de Rezende, para tomar ciência do processo e garantir que os direitos dos consumidores sejam resguardados:


— Estamos levantando os dados do Sindec (que reúne as demandas dos Procons) para saber quais são os pontos mais relevantes a serem acompanhados. E ainda faremos reunião com os Procons para alinhar uma estratégia. Os órgãos dos consumidores estão alertas para que, neste momento de recuperação, as relações de consumo continuem inalteradas — destaca Rovai.

Fonte da empresa que trabalha no processo de recuperação garante que toda a operação será mantida sem alterações, o que inclui vendas, instalações e manutenção. E acrescenta que a companhia, inclusive, trabalhará para aprimorar a qualidade dos serviços prestados. A fonte afirma, ainda, que investimentos previstos em expansão e melhora de serviços e infraestrutura estão mantidos.

IDEC DEFENDE DIREÇÃO FISCAL NA EMPRESA

Ainda segundo essa fonte com conhecimento da negociação, provavelmente, todas as ações contra a empresa vão parar “porque não há transações judiciais autorizadas durante o prazo de aprovação do pedido de proteção à Justiça e até a aprovação do plano de recuperação judicial, num total de 180 dias.” No Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), a Oi tem um passivo de cerca de 150 mil processos em tramitação e execução, com um valor médio de indenização por ação de R$ 2 mil.

Segundo o juiz Flávio Citro, coordenador do Juizado Especial Cível (JEC), do TJ-RJ, os processos continuam tramitando normalmente, mas as execuções podem ser suspensas por 180 dias. Citro destaca, no entanto, que o tribunal, no caso da recuperação judicial da Sociedade Hermes, decidiu manter o andamento dos processos, inclusive a execução. Mas admite que o entendimento é polêmico e diverso ao do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Como o volume de ações é muito grande, deve haver um embaraço no andamento dos processos, pois, a rigor, todos os contratos devem ser revistos, incluindo os dos escritórios de advocacia que servem à empresa. A Oi teve um marketing muito agressivo e não conseguiu prestar o serviço a que se propôs. O Oi Conta Total é um desastre. Mas a minha expectativa é que a qualidade melhore após esse processo — diz Citro.

Serviços de banda larga, TV por assinatura e telefonia móvel ou fixaCom a possibilidade da Oi entrar em recuperação judicial, consumidores temem que os serviços sejam prejudicados. No entanto, especialistas ressaltam que os direitos dos consumidores continuam os mesmos. Saibam quais são os principais direitos para clientes de banda larga, TV por assinatura e telefonia móvel ou fixa, de acordo com a Anatel
O gerente técnico do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Carlos Thadeu de Oliveria, espera da Anatel uma atitude pró-ativa e defende que uma direção fiscal na Oi — a exemplo do que a Agência Nacional de Saúde (ANS) fez na Unimed Paulistana — seria uma boa medida para ajudar na reestruturação da empresa e garantir a qualidade dos serviços:

— Estamos falando de uma empresa que afeta muitos milhões de usuários, a principal de telefonia fixa do país. Ela não pode ser tratada como uma empresa privada, porque o serviço que ela presta é público. É muito importante que a Anatel acompanhe de perto esse processo.

A advogada Janaina Alvarenga, da Associação de Proteção aos Direitos da Cidadania (Apadic), ressalta que, caso haja problemas na prestação do serviço, mesmo clientes com contrato de fidelidade poderão rescindi-lo sem custo.

sexta-feira, junho 17, 2016

Samsung vai lançar novo sistema de notificações


Samsung pode lançar novo sistema de notificações

Além de oferecerem luz adicional na hora de fotografar, as luzes de LED no celular podem servir como alertas, indicando quando há ligações perdidas ou mensagens, por exemplo. Diversas fabricantes de smartphones incluem luzes de notificação para avisar quando há chamadas não atendidas, incluindo a Samsung. Mas, de acordo com o site SamMobile, a empresa planeja substituir o recurso por um novo sistema de luzes.

Chamado de "Smart Glow", ele consiste em um anel luminoso colorido em volta da câmera traseira do celular. O acessório é capaz de notificar o usuário caso existam chamadas, mensagens de texto e até quando a bateria está fraca ou a carga completa.



Além das notificações, o Smart Glow também será capaz de ajudar na hora de tirar fotos. O sistema vai identificar rostos na imagem e fotografá-los automaticamente.

Rumores apontam que a nova tecnologia será disponibilizada a partir do Galaxy J2, que deve ser lançado na Índia.

Xiaomi apresenta novos smartphones



Xiaomi apresenta novos smartphones

A Xiaomi anunciou nesta semana dois novos modelos da sua linha Redmi 3. São eles o Redmi 3S e o Redmi 3X. Os dois novos dispositivos são aparelhos Android com preço de entrada, mas configurações bastante competitivas pelo valor.
O 3S é o mais potente dos dois. Ele vem com processador Snapdragon 430, 2GB ou 3GB de RAM, 16GB ou 32GB de armazenamento (com espaço para cartão microSD), tela de 5 polegadas com resolução HD (720x1280 pixels), câmera traseira de 13MP e câmera frontal de 5MP.
Por sua vez, o 3X possui configurações um pouco mais modestas. Ele tem apenas 2GB de RAM e 32GB de armazenamento, além de um processador de clock menor, mas mantém as demais configurações do outro modelo. Os dois aparelhos também têm leitor de impressões digitais na parte traseira, e uma bateria extremamente respeitável de 4100 mAh.
Na China, os dispositivos serão lançados por preços bastante competitivos: o Redmi 3S será vendido por 899 yuans (cerca de R$ 472 na cotação atual) e o Redmi 3X por 699 yuans (R$ 368). É pouco provável, contudo, que eles cheguem ao mercado brasileiro. Recentemente, o vice-presidente internacional da empresa, Hugo Barra, informou que a Xiaomi não pretende lançar novos modelos no Brasil "no curto prazo".

Xiaomi Mi Max sairá da China ainda em junho



Xiaomi anunciou o Mi Max em 10 de maio de 2016, logo em seguida dando o pontapé inicial nas vendas em seu país de origem, China. Até agora, o modelo é um sucesso por lá, apresentando 8 milhões de interessados em levar uma unidade para casa — isso em apenas uma semana de comércio. Agora, a novidade finalmente ganha uma data para estrear internacionalmente.

Embora ainda não seja uma disponibilidade global, o grandioso smartphone da empresa asiática chegará à Índia no dia 30 de junho. O responsável por dar a confirmação foi nada mais e nada menos que Hugo Barra, o brasileiro que se tornou o rosto global da Xiaomi. Em seu perfil no Twitter, o executivo compartilhou a mensagem: “algo GRANDE está chegando para surpreendê-lo em 30 de junho, fãs da Mi na Índia! Fiquem ligados!”.

Caso isso não seja confirmação o suficiente para você, Hugo Barra, no mesmo tweet, colocou um comercial do Xiaomi Mi Max, que pode ser assistido logo abaixo:

Você já ficou tão irritado com a quantidade de pessoas em um cômodo que precisou ativar os poderes de um ventilador para mandá-las embora? Pois é. É exatamente isso que acontece na publicidade da Xiaomi, onde todos querem tirar uma casquinha da tela imensa do Mi Max. O interessante produto estreia na Índia no fim do mês e promete ser uma opção interessante — ainda que barata — aos consumidores. Lembre as principais características do modelo:
Tela de 6,44 polegadas
3 GB ou 4 GB de RAM
32 GB, 64 GB ou 128 GB de memória para o armazenamento interno, expansível via cartão microSD
Chipset Qualcomm Snapdragon 650 ou Snapdragon 652
Adreno 510 como placa gráfica
Câmera principal de 16 megapixels, incluindo autofoco em detecção de fase
Câmera frontal de 5 megapixels, portando lentes de ângulo 85°
Dual-SIM: suporte ao uso simultâneo de dois chips de operadora
Acesso às redes 4G LTE
Leitor de impressões digitais
Sensor infravermelho
Dimensões de 173,1 x 88,3 x 7,5 milímetros
Peso de 203 gramas
Bateria de 4.850 mAh
Android Marshmallow como sistema operacional, baseado na interface da própria Xiaomi, MIUI 8

Por essa lista de especificações técnicas, os clientes interessados em levar um Mi Max para casa precisam desembolsar a quantia inicial de US$ 230, ou cerca de R$ 800, usando a cotação atual do dólar como base de conversão, desconsiderando os impostos brasileiros. Como a Xiaomi está apenas em modo de observação no Brasil, não espere que a novidade chegue por aqui também. Mesmo assim, se quiser arriscar, é possível importar o aparelho ao arcar com os tributos e com o frete para a entrega intercontinental.

Xiaomi - novos smartphones Redmi 3S e Redmi 3X são apresentados


Aparelhos de entrada da fabricante chinesa trazem leitor de impressão digital, tela de 5" e câmeras de 13MP e 5MP.


A Xiaomi anunciou nesta semana dois novos smartphones de entrada: o Redmi 3S e o Redmi 3X.

Com preços entre 106 dólares e 136 dólares na China, os aparelhos contam com leitor de impressão digital. As outras especificações técnicas compartilhadas pelos Redmi 3S e 3X incluem tela de 5 polegadas (720p) e câmeras traseira de 13MP e frontal de 5MP.

As diferenças entre os dispositivos ficam em RAM e armazenamento, além do processador. Enquanto o 3S, mais simples, traz 2GB de RAM, 16GB de armazenamento e Snapdragon 430 octa-core, o 3X conta com 3GB de RAM e 32GB de armazenamento - em ambos os casos, é possível expandir o armazenamento para 128GB via microSD.

Vale lembrar que a Xiaomi anunciou recentemente que vai deixar o Brasil de lado, deixando de fabricar e lançar smartphones por aqui. A decisão da empresa acontece apenas um ano após a fabricante desembarcar no mercado brasileiro.

quinta-feira, junho 16, 2016

Asus Zenfone Pegasus 3 Lançamento

 
Asus Zenfone Pegasus 3: O Zenfone amigo da carteira

Durante a Computex a Asus lançou 3 novos dispositivos na sua linha Zenfone 3 e agora foi a a vez de anunciar o quarto dispositivo, o Zenfone Pegasus 3 que será destinado aos utilizadores com um orçamento mais restrito.

O novo Zenfone Pegasus 3 apresenta o mesmo tipo de design de metal que os seus “irmãos”, mas compromete um pouco nas suas especificações. Com um ecrã HD de 5,2 polegadas, tem um processador octa-core e oferece opção de 2GB ou 3GB de memória RAM.

Na sua traseira poderá encontrar uma câmara fotográfica de 13 megapixels com um único flash LED e o leitor de impressões digitais. A sua câmara frontal tem 5 megapixels e o dispositivo suporta ligação LTE e dual SIM.

O Asus Zenfone Pegasus 3 tem uma bateria de 4100mAh que deverá oferecer autonomia para vários dias e chegará ao mercado com o Android 6.0 Marshmallow com a interface da Asus, ZenUI 3.0.



Este novo dispositivo Zenfone irá estar disponível em dourado, dourado rosa, prateado e cinzento. Irá ser comercializado na China em breve mas ainda não existe qualquer informação oficial de quando poderá ser expandido para os restantes mercados internacionais.

No mercado chinês irá ser comercializado por aproximadamente €175 para a variante com 2GB de memória RAM e 16GB de memória interna e €200 para a variante com 3GB de memória RAM e 32GB de memória interna.

quarta-feira, junho 15, 2016

São Paulo precisa de mas torres de celular

 A falta de entendimento entre prefeituras e câmaras municipais com operadoras e empresas proprietárias de torres de telefonia celular está se refletindo negativamente sobre a qualidade dos serviços. As companhias reclamam que as legislações são inflexíveis, o que dificulta a obtenção de licença para implantar os equipamentos. Com isso, cresce o déficit de infraestrutura, apesar de as gestoras de torres dizerem que não falta dinheiro para investir. Só na cidade de São Paulo, seria necessário o triplo de torres e 50% a mais de antenas, segundo entidades que representam as empresas. A informação foi antecipada pelo Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor. Em muitos casos, as empresas desistem de esperar pela licença e acabam implantando as torres de maneira irregular. Segundo profissionais de mercado, só na cidade de São Paulo entre 5% e 10% das 5,98 mil torres estão em situação irregular. Quando autuadas, as empresas são multadas em R$ 145 mil por mês até a regularização. Neste ano, a Prefeitura de São Paulo aplicou 547 multas às empresas, no valor de R$ 79 milhões. O número de multas é 10,28% maior que o total aplicado durante todo o ano passado (496), no valor de R$ 66 milhões, segundo informou a prefeitura ao Valor. João Moura, presidente da TelComp, que representa as empresas de telecomunicações, estima que há 60 mil torres de celular no país. Esses equipamentos abrigavam pouco mais de 77 mil antenas (ou estações radiobase ­ ERBs) em abril, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Do total de antenas, 19,7 mil estão no Estado de São Paulo. O número está aquém das necessidades de comunicação do país. A média de usuários por antena é de 1 mil a 1,5 mil, segundo a União Internacional de Telecomunicações (UIT), para manter os níveis mínimos de qualidade. É a UIT que estabelece padrões globais para as empresas de comunicações. Na cidade de São Paulo, por exemplo, com 12 milhões de habitantes, concentram­se até 2,1 mil usuários por antena. Em momentos mais críticos, com o deslocamento diário de pessoas e o aumento do tráfego de vídeo e dados, a relação pode alcançar até 3,5 mil usuários por antena, segundo cálculos da Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel). Estudo da Abrintel indica que seria preciso triplicar o número de antenas na capital paulista, com investimento de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões para o período 2016­2019. Os investimentos seriam arcados pelas gestoras de torres, que estão comprando os ativos das teles. Ontem, a TIM informou ter concluído a venda do quarto lote de torres, com 270 unidades, para a American Tower, por R$ 109 milhões. Seis gestoras concentram 50% desses ativos no país, disse Lourenço Pinto Coelho, presidente da Abrintel: a própria American Tower, Cell Site, TorreSur, SBA, Phoenix Tower e QMC. Segundo Moura, da TelComp, outro estudo mostra que seria necessário aumentar o número de antenas (e não de torres) na cidade de São Paulo das cerca de 11 mil a 12 mil atuais para 16 mil a 17 mil. Para isso, serão necessárias novas torres no futuro. Em São Paulo, as zonas mais carentes de torres são Sul e Leste. Coelho, da Abrintel, disse que é praticamente impossível atender às exigências da legislação municipal. A maior parte das áreas está localizada em regiões carentes e favelas. É difícil encontrar áreas disponíveis com 10 metros de distância das bordas dos terrenos, cujos proprietários tenham certificado e que estejam em situação regular com a prefeitura, disse Coelho. Sem atender a requisitos como esses, a licença não é liberada. Coelho disse que não é possível construir as torres no entorno de favelas, por exemplo, pois não há alcance suficiente do sinal. A deficiência acaba levando o usuário a procurar outros locais que tenham sinal, sobrecarregando essas antenas. O resultado é que a qualidade cai para todos e as reclamações nos órgãos de defesa dos consumidores se acumulam. O estudo da Abrintel mostra que nenhum processo de licenciamento em São Paulo é inferior a um ou dois anos. Em âmbito nacional, o prazo é maior ainda e há locais onde as licenças nunca são concedidas, disse Coelho. As empresas ficam num impasse. Se não conseguem regularizar a torre, são obrigadas a desligar as antenas. Mas, se desligam, são multadas pela Anatel, afirmou. A Prefeitura de São Paulo informou ao Valor que muitos pedidos são negados porque os responsáveis deixam de apresentar os documentos necessários. Os documentos devem atestar as condições de segurança do equipamento, como laudos estruturais, comprovante do atendimento aos índices de radiação estabelecidos pela Anatel, parecer favorável do IV Comando da Aeronáutica, entre outros. A instalação só é autorizada se for atendido o que determina a lei, informa a prefeitura. "O risco regulatório está gerando passivo e dificuldades para as empresas, o que afasta investimentos", disse o presidente da Abrintel. "Não falta dinheiro, nem demanda. A entidade está conversando com várias prefeituras. Na semana passada, entregou uma sugestão de projeto de lei em Goiânia. No Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes fez um decreto em maio para autorizar a implantação de torres e acelerar os trabalhos em função dos Jogos Olímpicos. Pelo tamanho de sua demanda, São Paulo acaba sendo uma capital expoente. 

iOS 10 permite remover apps nativos da tela inicial

A Apple não anunciou durante o evento, mas o iOS 10 traz uma novidade que muitos usuários estavam esperando: pela primeira vez, será possível remover aplicativos nativos da tela inicial, como o Bolsa, o Buscar Meus Amigos e o Apple Watch. A função está presente no primeiro beta do sistema, liberado nesta segunda-feira (13) para desenvolvedores.


A lista dos aplicativos que podem ser removidos foi divulgada num artigo de suporte da Apple. São eles:
Bolsa (o widget some da Central de Notificações)
Buscar Meus Amigos
Bússola
Calculadora (também será removido da Central de Controle)
Calendário
Casa
Contatos (sua agenda continua disponível no Telefone)
Dicas
FaceTime
Gravador
iBooks
iCloud Drive
iTunes Store
Lembretes
Mail
Mapas
Música (também será removido do CarPlay)
News (ainda não, mas será possível removê-lo em futuros betas)
Notas
Podcasts (também será removido do CarPlay)
Tempo (o widget some da Central de Notificações)
Vídeos
Watch (é necessário desconectar o Apple Watch)

O processo de remover os aplicativos nativos é o mesmo para qualquer outro. Para restaurá-los, basta acessar a App Store e fazer o download novamente. Isso significa que você finalmente poderá se livrar daquela pastinha de aplicativos da Apple, que muitos usuários de iOS mantém para economizar espaço na tela inicial, por considerar os aplicativos inúteis ou utilizar alternativas melhores de terceiros.

Antes tarde do que nunca.

Vivo Quer ganhar ganhar franquia de internet grátis na Vivo

Sua franquia de internet está acabando. O que fazer? Uma opção é comprar um pacote de dados adicional para continuar navegando. Mas os clientes da Vivo ganharam acesso a um novo serviço da operadora, chamado Dados Patrocinados, que oferece gratuitamente bônus de franquia para os usuários que toparem assistir a um vídeo publicitário ou instalar um aplicativo no smartphone.

Por enquanto, a oferta vale somente para clientes pré-pagos e controle, mas em breve será estendida aos assinantes pós-pagos. Para participar, basta acessar a página vivo.com.br/internetgratis por meio do navegador do smartphone, utilizando a rede móvel. O tráfego consumido no Dados Patrocinados não será contabilizado na franquia do usuário.


Na primeira campanha, patrocinada pela Unilever, o usuário deve assistir a um vídeo de 30 segundos da linha Dove Recuperação Extrema e responder a uma pergunta no final do anúncio. Isso renderá 10 MB de franquia de internet, sendo que cada cliente pode participar até duas vezes (pouco, mas melhor do que nada).

O número de vezes que o usuário pode participar da campanha é determinado pelo anunciante, assim como o tamanho do pacote de dados que será oferecido. De acordo com o TeleSíntese, o cliente pode ganhar de 10 MB a 1 GB, dependendo do objetivo do patrocinador, que pode ser a divulgação de um produto, a instalação de um aplicativo ou a obtenção de dados.

Segundo o regulamento, o pacote tem validade no dia da contratação mais 24 horas. Ele é consumido antes dos outros pacotes que você tiver contratado e não há cobrança para ativar a franquia promocional. Depois de participar da campanha do anunciante, o bônus pode levar até 24 horas para ser creditado na linha do usuário.

Xiaomi Redmi 3

Xiaomi Redmi 3 – Lançamento e Configurações

Smartphone terá ótima configuração e custará cerca de R$ 420.

A Xiaomi, empresa chinesa de smartphones que chegou recentemente ao mercado nacional e já vem ganhando cada vez mais destaque, anunciou recentemente seu Redmi 3, versão de baixo custo da empresa. Os rumores e a intenção da empresa em lançar seu novo aparelho da linha Redmi já era antigo.

O anúncio foi feito na manhã da segunda-feira (11). O Redmi é um dos responsáveis pelo alto crescimento da empresa no mercado, por seu grande custo-benefício.

O Redmi, porém, não se engane, não é uma versão de entrada, por isso não se trata de um celular dos mais simples e básicos. Começando pelo acabamento do aparelho, que é quase que completamente de metal. É possível encontrar faixa em policarbonato apenas na parte superior e na parte inferior do aparelho, para que não haja interferência no sinal do smartphone.

O design do aparelho realmente chama a atenção. Na parte traseira é possível encontrar desenhos nos formatos de diamantes com cerca 4.166 pontos brilhantes, dando um ar de elegância ao smartphone. Esses desenhos são chamados de Estrelas pela empresa chinesa.

As configurações também não decepcionam. O Redmi 3 vem com uma tela de 5 Polegadas, resolução HD com 3 botões abaixo da tela para controle do Android, 2GB de RAM, 16GB de armazenamento interno expansível, câmera principal de 13 Megapixels e frontal de de 5 Megapixels, junto do Snapdragon 616, seu chipset.


O Android, é a versão modificada pela empresa, chamaod de MIUI. O smartphone não virá com leitor biométrico, comum nos smartphones mais recentes. A bateria, porém, é um atrativo, contando com 4.100 mAh, garantindo cerca de 2 a 3 dias de uso. Para garantir um carregamento rápido, o smartphone conta com um carregador de 5V/2A, que reduz o tempo de carregamento, consideravelmente.

O preço também não deixa de ser um atrativo interessante para o consumidor, custando US$ 105, cerca de R$ 420,00, sem os impostos.

O smartphone já foi lançado na China, mas a Xiaomi ainda não divulgou uma possível data de lançamento para os solos tupiniquins.