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quarta-feira, novembro 26, 2014

Nextel, faz acordo com credores para evitar falencia


NII, dona da Nextel, faz acordo com credores


A NII Holdings, dona da Nextel, informou ontem que a companhia e 12 de suas subsidiárias sediadas nos Estados Unidos e em Luxemburgo, que pediram recuperação judicial nos Estados Unidos em setembro, chegaram a um acordo com os principais credores, inclusive os dois maiores - The Capital Research Group e Aurelius Capital - e o comitê oficial que representa os credores. A negociação envolve US$ 4,35 bilhões de uma dívida total de US$ 6 bilhões.

O acordo é em relação às condições para um plano de reorganização financeira da companhia, sob o "Chapter 11", no Tribunal de Falências de Nova York. Esse é o resultado de uma negociação prévia que a NII iniciou há meses com os interessados para facilitar o processo no tribunal.

Os débitos das subsidiárias do Brasil, México e Argentina não entram nessa renegociação, disse o presidente da subsidiária brasileira, Gokul Hemmady, em entrevista ao Valor, em 15 de setembro. Da dívida total, o Brasil detém cerca de US$ 1 bilhão contraído junto ao Banco do Brasil, à Caixa Econômica Federal e ao banco de desenvolvimento econômico e social da China. A dívida da unidade do México é de aproximadamente US$ 650 milhões. Nos dois casos não haverá renegociação e o cronograma de pagamentos de longo prazo segue inalterado.

O plano de reorganização da NII, sediada em Reston, Virgínia, prevê a conversão de US$ 4,35 bilhões em ações da empresa; o aumento da liquidez da companhia por meio do provimento de US$ 500 milhões em capital novo, o que será feito com a oferta de US$ 250 milhões em direitos de ações da companhia reorganizada; entre outros pontos.

Como os credores receberão parte do pagamento em ações da companhia, isso significa que a operadora Nextel poderá ser controlada por investidores.

A maior parte da dívida negociada está concentrada em dez credores, que representam cerca de 60% do débito. Empresas como Vanguard e Fidelity também contam com participações relevantes, depois do The Capital Research Group e Aurelius Capital. Ao todo, a NII tem cerca de cem credores de todos os portes, inclusive pessoas físicas que compraram títulos da companhia.

"Depois de meses de trabalho duro, estamos satisfeitos em anunciar um acordo com os termos-chave para o plano de reorganização, que representará um passo para a companhia sair da 'concordata' com uma posição financeira saudável para competir efetivamente no mercado sem fio", disse Steve Shindler, executivo-chefe da NII Holdings, por meio de comunicado. "Esse acordo é uma etapa importante no processo e nos permite seguir em frente com nosso plano de reorganização para a aprovação do tribunal."

A NII e seus maiores investidores também fizeram um acordo para dar suporte à reestruturação.

Acordo une TIM e WhatsApp para navegação por dados moveis


Roger Solé: mercado potencial mira 30 milhões de usuários de smartphones


A TIM Brasil conquistou como aliado um provedor de conteúdo que até agora oferecia serviços sobre sua rede sem qualquer acordo comercial, como geralmente acontece nesses casos. A empresa fez uma parceria com WhatsApp, empresa do Facebook, envolvendo o serviço de mensagens instantâneas por celular, e lança hoje um pacote de dados para quem ainda não tem acesso a internet e geralmente usa o aplicativo quando está em uma rede Wi-Fi, ou quer um plano adicional.

Embora tenha acordos semelhantes para esse aplicativo com operadoras de vários países, no Brasil a primeira parceria é com a TIM, afirmou ao Valor o diretor de marketing da TIM, Roger Solé. A operadora inicia hoje uma campanha de publicidade na TV para divulgar o novo produto.

O uso do WhatsApp é grátis. Mas, para isso, o consumidor precisa de um pacote de dados móvel (3G/4G). Ou, então, se tem um plano fixo, pode fazer o acesso por meio de Wi-Fi. Por isso, a TIM está lançando um pacote para quem não tem plano de dados, com assinatura mensal de R$ 29,90, que inclui 300 megabytes de acesso a internet, torpedos ilimitados para qualquer operadora e R$ 10 em créditos para o cliente usar como quiser, inclusive com ligações, já que o plano não inclui voz.

E como a operadora está incluindo um serviço, originariamente grátis, em um pacote pago, houve a necessidade de fazer o acordo com o dono do aplicativo. E mesmo que a franquia de 300 MB se esgote antes do fim do mês, o WhatsApp continuará ativo, com a velocidade plena da rede, enquanto em pacotes tradicionais a velocidade cai e não é possível enviar fotos e vídeo, disse.

A expectativa da operadora é capturar novos clientes para sua rede, além de atrair parte dos que já estão em sua base para um serviço de maior valor adicionado.

Solé estima que o aplicativo está presente em 90% dos smartphones da TIM. A tele encerrou setembro com 75 milhões de clientes, sendo que mais de 40% têm smartphones - ou cerca de 28 milhões da base. Desses, 90% usam o aplicativo - entre 20 milhões e 30 milhões, descontando os chips inativos.

Os planos tradicionais da TIM têm voz ilimitada para uso intrarrede. Os dados são pagos à parte. Nesse plano é o contrário, privilegia dados, porque para clientes jovens o mais importante é estarem conectados. Eles falam pouco por mês, mas usam o aplicativo de forma intensa, diariamente.

O executivo não revela as bases do acordo com o WhatsApp. Mark Zuckerberg, presidente do Facebook, concluiu a compra do WhatsApp em outubro por US$ 22 bilhões. O aplicativo tem mais de 600 milhões de usuários mensais e se enquadra como um provedor "Over The Top", ou OTT, ainda sem um modelo de negócios com as operadoras.

Tim formalizou conversa com a Oi sobre venda

O presidente da Telecom Italia, Marco Patuano, foi encarregado pelo conselho de administração da operadora, após reunião extraordinária que durou cinco horas na sexta-feira, de avaliar uma parceria com a brasileira Oi.

Na sexta-feira, a tele italiana divulgou um comunicado informando que a reunião do conselho de administração, presidida por Giuseppe Recchi, encarregou os gestores da companhia de fazer "um exame em profundidade das opções para uma possível integração da TIMPart com a Oi". Se a questão avançar, os próximos passos serão submetidos à aprovação do conselho, seguindo opinião do comitê de diretores independentes.

Em agosto, a Oi contratou o BTG Pactual como comissário mercantil e conversa com pares do setor, como a Claro, do grupo mexicano América Móvil, e a espanhola Telefónica Vivo para formular oferta pela TIM. Desse modo, a operadora visa evitar a concentração de mercado e reduzir problemas junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A Asati, associação dos acionistas minoritários da Telecom Italia, enviou na quinta-feira uma carta ao conselho, recomendando cautela em relação às decisões. Os minoritários apoiam, entretanto, a compra de uma fatia da Metroweb, o que compensaria o fracasso na tentativa de ficar com a GVT. Esta tele brasileira foi comprada pela espanhola Telefónica.

Segundo a agência italiana Notizie Radiocor informou na sexta-feira, a Asati apoia um acordo com a Oi, aumentando, assim, as possibilidades de melhorar a posição internacional da tele italiana. A Asati destacou que a dívida da Oi é "substancial", mas que se conseguir vender os ativos da Portugal Telecom, o débito ficará equivalente ao da empresa italiana.

Uma fonte que acompanha os negócios disse ao Valor que se a Oi vender os ativos da empresa em Portugal por cerca de € 7 bilhões e sua participação na Africatel, avaliada em US$ 1,6 bilhão, a tele brasileira poderá reduzir sua dívida líquida de R$ 47,8 bilhões para aproximadamente R$ 21 bilhões - isso se os recursos fossem só para essa finalidade, sem pagamento de dividendos, por exemplo.

A Oi recebeu uma oferta neste mês de € 7,025 bilhões (US$ 8,8 bilhões) da companhia francesa Altice pelos ativos da empresa em Portugal. A Altice compete com a Apax Partner s e Bain Capital Partners pelos ativos portugueses da Oi. As companhias de investimentos estão oferecendo € 50 milhões a mais que a Altice. O grupo francês também enfrenta outro obstáculo. Isabel dos Santos, filha do presidente da Angola, fez uma oferta de € 1,2 bilhão pela Portugal Telecom, holding que detém participação minoritária na Oi.

A Portugal Telecom já não controla os ativos operacionais que o grupo possui no mercado português, após a operação de fusão com a Oi. Mas a holding ainda tem direito de veto sobre a venda dos ativos portugueses, informou a agência Bloomberg.

O conselho da Telecom Italia também aprovou a venda de 6.481 torres de telecomunicações no Brasil para a American Tower por aproximadamente R$ 3 bilhões (acima de € 900 milhões)

Patuano informou ao conselho sobre a proposta enviada à F2i, com a qual a Telecom Italia formalizou interesse em iniciar discussões sobre a aquisição de uma fatia na Metroweb, o mais rápido possível. A Metroweb é uma operadora de banda larga com sede em Milão e opera em nível nacional.

Brasileiros criam o Borajunto, que estreia no Rio no dia 20


Quem nunca deixou de pegar um táxi com pena do dinheiro gasto? Pensando nisso dois jovens brasileiros desenvolveram um aplicativo para estimular o compartilhamento de táxi. O sistema Borajunto deve estrear para o público, a princípio na cidade do Rio de Janeiro, no dia 20 de novembro.


O usuário baixa o programa do Borajunto, que se conecta ao Facebook. A partir daí, pode-se criar grupos de conversas de até quatro pessoas interessadas em dividir um táxi para determinado local.

O aplicativo não estará apto para chamar um carro, mas para reunir interessados em dividir um táxi, que pode ser parado na rua ou chamado por telefone.

segunda-feira, novembro 24, 2014

Galaxy S5 o fracasso da Samsung


Galaxy S5: vendas abaixo do esperado podem gerar mudanças na gerência da Samsung




O sucesso bem abaixo do esperado que vem sendo registrado pelo Galaxy S5 deve gerar uma grande mudança no quadro de diretores da Samsung. Segundo uma reportagem publicada nesta segunda-feira (24) pelo Wall Street Journal, J.K. Shin poderia estar prestes a deixar o cargo de co-CEO do setor mobile da companhia, sendo substituído por executivos do segmento de televisores e eletrodomésticos.

As informações não foram confirmadas oficialmente, mas teriam a ver com a dificuldade do aparelho em atingir as expectativas dos investidores. Também segundo informações ainda não confirmadas, o Galaxy S5 teria vendido 12 milhões de unidades em todo o mundo desde seu lançamento, 25% a menos que o Galaxy S4 e 40% abaixo do que era esperado pela diretoria da empresa.

A situação seria mais crítica ainda na China, território que é um dos principais mercados da Samsung. Por lá, as vendas do Galaxy S5 teriam caído mais de 50%, tornando os Estados Unidos o maior comprador do smartphone e também o único lugar onde o novo modelo vendeu mais que o anterior.

Ao que tudo indica, a diretoria da empresa está enxergando os números não como uma perda de tração oriunda da saturação do mercado, mas sim como resultado de uma concorrência mais acirrada. A chegada do iPhone 6 e outros modelos à China, principalmente, dificultou as coisas no mercado, enquanto o lançamento de aparelhos de tela grande não só pela Apple, como por muitas outras fabricantes, teriam desviado a atenção dos consumidores.

Não ajuda também o fato de, para muita gente, o Galaxy S5 ser parecido demais com o Galaxy S4 em termos de design. Apesar de trazer inovações como o sensor biométrico, resistência a água e poeira, além de outras novas funções, a primeira impressão que se tem é de um mero modelo atualizado, o que pode ter levado os usuários a cogitarem opções de empresas concorrentes.

Apesar de tudo isso, a Samsung teria investido pesado na publicidade e fabricação do novo smartphone, o que teria levado a pilhas de aparelhos estocados nas lojas. O aumento nos gastos e um entendimento ruim da demanda por parte dos usuários também teria motivado a mudança no portfólio, com a fabricante coreana prometendo lançar menos aparelhos a partir do ano que vem e o reaproveitamento de peças em diversos modelos para reduzir os custos de fabricação.

Os planos de sucessão de Shin ainda não foram confirmados e o próprio Wall Street Journal diz que a saída do diretor ainda não está confirmada. A mudança faria parte de um plano maior, que também envolve a mudança no fluxo de lançamentos e outras alterações que serão divulgadas no momento oportuno. Oficialmente, a Samsung não se pronunciou sobre as mudanças em seu quadro gerencial, taxado as informações como rumores e especulações.

Oficialmente, a Samsung não se pronunciou sobre as mudanças em seu quadro gerencial, taxado as informações como rumores e especulações.

Android Lollipop está liberado para o brasil


Android Lollipop tem notificações na tela de bloqueio e visual moderno
Nova versão do sistema operacional do Google já chegou ao Brasil.
Lollipop também permite criar perfis de usuários e silenciar tipos de avisos.

O Android 5.0 Lollipop, nova versão do sistema operacional móvel do Google, já começou a ser distribuído no Brasil para smartphones compatíveis. O G1 atualizou na terça-feira (18) um Nexus 5, modelo da LG que roda o chamado "Android puro", sem modificações, para mostrar rapidamente algumas das novidades. Entre elas, se destacam a exibição de notificações na tela de bloqueio, o conceito visual de "material design" e a possibilidade de criar vários perfis de usuário em um único aparelho. Assista ao vídeo.



A primeira função inédita do Lollipop é vista de cara. A tela de bloqueio agora mostra notificações e permite que os usuários interajam com elas, seja dispensando um alarme ou respondendo a um e-mail. Esse tipo de notificação ativa já é usado pelo WhatsApp, que permite rebater uma mensagem mesmo com o telefone travado.

Ainda na tela de bloqueio, basta deslizar a tela para baixo para ir ao menu de configurações rápidas, que foi reformulado. De lá, é possível ligar ou desligar conexões Wi-Fi, Bluetooth e GPS, alterar o brilho da tela e acionar o Modo Avião. A aba também tem um inédito botão de lanterna. Se você usa algum mecanismo de segurança, no entanto, só é possível ativar (ou não) essas opções, e não modificá-las. Para isso, ainda é necessário digitar sua senha ou padrão.




Tela de bloqueio do Lollipop mostra notificações do
Android; é possível esconder conteúdo dos avisos
(Foto: Reprodução)

Ao chegar na tela inicial do novo Android, o visual moderno do "material design" aparece por toda a parte com suas cores sólidas e o uso de várias camadas de contexto. A ideia do Google com essa repaginação gráfica é identificar melhor cada aplicativo e suas principais funções. O Gmail, por exemplo, assume o vermelho e destaca nessa mesma cor o botão de "Escrever e-mail".

O "material design" também afeta as animações de abertura e fechamento de aplicativos, tornando-as mais responsivas aos toques na tela. Ao sair da gaveta de apps, por exemplo, ela se contrai até voltar ao formato original de botão. Porém, vale avaliar se a substituição dos fundos na cor preta, dominante na versão KitKat, pela branca irá afetar a duração da bateria dos dispositivos com o novo Android.

O Lollipop também ganhou um desdobramento do modo silencioso. Agora, é possível configurar o sistema para que apenas as notificações de certos aplicativos, classificados como prioritários, apareçam na tela. Isso pode acontecer indefinidamente ou em períodos que vão de 15 minutos a 8 horas. Também é possível alterar as configurações da tela de bloqueio para esconder o conteúdo de certos avisos.

Outra novidade é a possibilidade de criar mais de um perfil de usuário em um único aparelho. Dessa forma, o pai que dá o smartphone para o filho pequeno mexer, por exemplo, consegue limitar quais aplicativos podem ser abertos. O recurso também pode ser útil caso uma família divida o mesmo telefone. Assim, cada um pode ter sua própria tela inicial e apps, como o próprio navegador Google Chrome já faz.

Nokia anuncia seu retorno ao mundo m ovel com novo tablet proprio

Nokia anuncia novo tablet com sua marca, 'aposentada' pela Microsoft
N1 tem tela de 7,9 polegadas, câmera de 8 MP e Android Lollipop.
É o 1º aparelho da finlandesa após vender área de celular à Microsoft.



N1 é o novo tablet da Nokia, que emprega sua marca no dispositivo seis meses após vender sua área de celulares à Microsoft. (Foto: Divulgação/Nokia)

A companhia finlandesa Nokia anunciou nesta terça-feira (18) um novo tablet que levará sua marca licenciada e usará o sistema Android, do Google. O lançamento ocorre apenas seis meses após a companhia vender sua área de celulares e dispositivos móveis para a Microsoft por mais de US$ 7,2 bilhões.

A fabricação, distribuição e vendas do tablet N1 serão administradas pela chinesa Foxconn, afirma a Nokia. Segundo o chefe de produtos da unidade Technologies da Nokia, Sebastian Nystrom, a companhia manterá a iniciativa e lançará mais dispositivos no futuro.

O plano é que o tablet, com interface própria da Nokia, chegue às lojas da China no primeiro trimestre do ano que vem antes do ano novo chinês, em 19 de fevereiro, a um preço estimado de US$ 250 (sem impostos). As vendas serão ampliadas a outros mercados depois disso.

O tablet tem tela de 7,9 polegadas, com resolução de 2048 x 1536 pixels, memória interna de 32 Gigabytes e 2 GB de memória RAM. O processador é um Intel Atom 73580 de 64 bits, com capacidade de 2,3 Gigaherts. As câmeras tem capacidade de 5 Megapixels (frontal) e 8 MP (traseira).

O aparelho é equipado com o Android 5.0 Lollipop, modificado com uma interface chamada Z Launcher UI, que oferece apps conforme o horário e a localização do usuário. O entrada do carregador do dispositivo já emprega o novo microUSB Tipo C, que, assim como os aparelhos da Apple, não possui lado certo de encaixe, pois é possível conectá-lo de qualquer maneira.

Microsoft
Após vender à Microsoft a área de celulares em um acordo bilionário, a Nokia continuou apenas com seu negócio de equipamentos de redes e serviços, além do seu negócio HERE (mapas e navegação) e a unidade Technologies (gerenciamento de pagamento de licenciamentos sobre suas patentes e condução de pesquisa e desenvolvimento).

Na semana passada, o presidente-executivo da companhia, Rajeev Suri, disse que a empresa está buscando maneiras de trazer a marca de volta aos mercados consumidores através de acordos de licenciamento com fabricantes de produtos eletrônicos. Ele afirmou isso porque a Microsoft, após a aquisição, descontinuou a marca Nokia para sua linha de celulares, que passou a ser chamada de Microsoft Lumia.

N1 é o novo tablet da Nokia, que emprega sua marca no dispositivo seis meses após vender sua área de celulares à Microsoft. (Foto: Divulgação/Nokia)

sexta-feira, novembro 21, 2014

Apple responde à provocação da Xiaomi: 'Falar é fácil!'



O CEO e fundador da Xiaomi, Lei Jun, incomodou a Apple nesta quinta-feira (21) ao dizer que sua empresa poderia se tornar a maior fabricante de smartphones do mundo em um prazo de 5 a 10 anos.

De acordo com o executivo, ninguém acreditava, três anos atrás, que a Xiaomi poderia estar hoje entre as três maiores fabricantes de celulares do mundo. "Dentro de 5 ou 10 anos temos a oportunidade de nos tornarmos a empresa de smartphones número um no mundo", afirmou Jun. A empresa chinesa, conhecida como a "Apple chinesa", tornou-se em outubro deste ano a terceira maior companhia de que produz celulares no mundo, ficando atrás apenas da Apple e da Samsung. As informações são do jornal The Guardian.

No entanto, o entusiasmo e otimismo do fundador da Xiaomi não foram muito bem recebidos pela Apple. O sênior VP da Apple, Bruce Sewell, declarou durante a World Internet Conference, realizada em Wuzhen, na China, que "é fácil falar, mas é muito mais difícil fazer isso", referindo-se às ambições da concorrente.

A Xiaomi detém apenas 6% do mercado mundial de smartphones, contra 12% da Apple e 25% da Samsung. Os aparelhos da companhia chinesa muitas vezes são comparados ao iPhone da Apple pelo seu design bastante similar. O designer da Maçã, Jony Ive, tem uma opinião um tanto forte e polêmica sobre o assunto. "Eu não vejo isso como um elogio. Eu vejo isso como roubo", declarou em um evento da Vanity Fair, também em outubro deste ano.

Apple muda botão “Grátis” para “Obter” na App Store

Os usuários mais atentos perceberam que, na tarde desta quarta-feira (19), a Apple realizou uma pequena mudança no botão de download de aplicativos gratuitos na App Store. Antes chamado simplesmente de “Grátis”, o botão mudou para “Obter”. A discreta alteração vale para todo o mundo e se aplica tanto para os dispositivos iOS quanto para os Macs.




A mudança chega alguns meses após a União Europeia recomendar que Apple e Google deixassem de anunciar como “grátis” os jogos que tivessem compras dentro do aplicativo. O modelo freemium se tornou muito popular entre os jogos, e os usuários diziam se sentir enganados porque, após baixar algo gratuitamente, tinham que pagar para aproveitar tudo — sem contar os casos de crianças que faziam compras sem autorização dos pais.

O Google também fez uma alteração semelhante na Play Store, mas apenas na Europa. No Brasil e em outros países, a empresa continua anunciando os aplicativos e jogos freemium como “gratuitos”. Apesar disso, tanto o Google quando a Apple já informam claramente quando algum software possui compras dentro do aplicativo.

Gorilla Glass 4 (finalmente) quer proteger seu smartphone contra quedas






Vamos quebrar um mito que muitas pessoas ainda tomam como verdade: o Gorilla Glass não protege seu smartphone contra quedas; ele funciona apenas como uma proteção contra arranhões. É por isso que muitos aparelhos com Gorilla Glass quebram quando caem no chão: porque vidros… quebram. Mas a Corning anunciou nesta quinta-feira (20) o Gorilla Glass 4, que pretende ao menos amenizar esse problema.

Para desenvolver o Gorilla Glass 4, a Corning analisou centenas de telas quebradas e descobriu o que você já sabia: a maneira mais frequente dos aparelhos quebrarem (mais de 70% dos casos) é quando o vidro do display entra em contato com superfícies duras e ásperas, como o concreto. Por isso, a Corning passou a fazer um novo teste de resistência: queda do vidro em uma lixa para simular uma superfície áspera.

O teste consiste em derrubar vidros a uma altura de 1 metro em uma superfície áspera. Os resultados da Corning mostraram que o Gorilla Glass 4 resistiu por até 80% do tempo. Em relação ao Gorilla Glass 3 e outros vidros de aluminosilicato, o Gorilla Glass é duas vezes mais duro, logo, você deverá ter menos problemas com riscos — mas sempre é bom lembrar que celular e molho de chaves no mesmo bolso não combinam.


Ou seja, com 80% do tempo resistindo a pequenas quedas, o Gorilla Glass 4 não é um vidro inquebrável — mas ainda assim é uma grande melhoria em relação ao Gorilla Glass 3 e aos outros vidros de aluminosilicato. A Corning diz que os vidros de soda-cal, que ainda são usados em alguns aparelhos, quebram “em quase 100% do tempo” quando caem.

A Corning já está distribuindo o Gorilla Glass 4 para as fabricantes, então é provável que seu próximo smartphone possua a nova tecnologia.

Claro alerta clientes sobre fim da internet “ilimitada”

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A Claro enviou mensagens de texto a clientes pré-pagos nesta quinta-feira (20) para avisar sobre o fim da internet “ilimitada”. De acordo com o SMS, a partir do dia 28 de dezembro, quando o limite da franquia for ultrapassado, a operadora irá cortar a conexão do cliente em vez de simplesmente reduzir a velocidade, como faz atualmente.

Com a mudança, a Claro está seguindo uma tendência entre as operadoras brasileiras. O regulamento dos novos planos pós-pagos da Vivo já informa que a redução de velocidade para 64 kb/s após atingir o limite de dados é uma oferta “promocional” válida até o dia 31 de dezembro. Recentemente, a Oi também mudou as regras do acesso ilimitado em seus planos pré-pagos.

As operadoras dizem que o fim do acesso ilimitado é uma tendência natural. O diretor geral da Telefônica Vivo, Paulo Cesar Teixeira, afirma que “foi um erro” oferecer o atual modelo de acesso com velocidade reduzida depois de estourada a franquia de dados. Isso porque o cliente continua usando recursos da rede que poderiam ser usados por quem paga por isso, e a percepção de qualidade com limitação de velocidade é afetada.

O Tecnoblog confirma que celulares pré-pagos dos DDDs 11 (São Paulo), 24 (Petrópolis) e 31 (Belo Horizonte) receberam o SMS da Claro avisando do fim da internet ilimitada; em três celulares pós-pagos do DDD 11, o SMS não foi recebido. No Twitter é possível encontrar relatos de clientes nos estados do Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

O link da mensagem de texto, que aponta para um site WAP da Claro, confirma que os pacotes diários de 10 MB, 20 MB e 40 MB, para clientes pré-pagos e controle, são válidos “até 23:59:59 do dia ou quando toda a franquia é consumida”. Quem contrata pacotes mensais de 225 MB e 400 MB passará a navegar automaticamente no pacote de 10 MB (R$ 0,60) quando a franquia for atingida; após atingir os 10 MB, a conexão é cortada.

A Claro ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Entramos em contato com a operadora e estamos aguardando uma resposta. Assim que a tivermos, atualizaremos este texto

quarta-feira, novembro 19, 2014

Samsung tenta reduzir dependência de celulares




O período de almoço começou há pouco mais de uma hora e a multidão de trabalhadores já se dissipou na cafeteria do edifício R5, um dos mais importantes do complexo de Suwon, o berço da unidade de eletrônicos da coreana Samsung. No complexo, também conhecido como Digital City, trabalham 34 mil pessoas divididas em 131 prédios. Dentre eles, o R5 é especialmente importante pois é o centro nervoso da unidade de dispositivos móveis, o principal negócio da fabricante: em 2013, a venda de telefones celulares e tablets representou 60% da receita de US$ 217 bilhões em todo o mundo.



A velocidade com que os funcionários terminam suas refeições e retomam o trabalho é reflexo de umas das características mais marcantes da cultura coreana - resumida na expressão "pali, pali", ou rápido, rápido - e um traço que a fabricante precisa, mais do que nunca, exercitar. Líder em celulares, ela está sendo encurralada pela Apple no segmento de aparelhos mais caros e por rivais chinesas como Xiaomi, Lenovo e Huawei nos modelos mais baratos.


No terceiro trimestre, a companhia apresentou a segunda desaceleração consecutiva em seus resultados, com redução de 49% no lucro líquido em relação a igual período de 2013. O desempenho foi impactado pelo recuo de 74% no resultado da divisão de tecnologia da informação (TI) e comunicações móveis. A receita líquida da fabricante encolheu 19,7%. Para reverter esse quadro, a fabricante precisa tomar decisões e agir de forma acelerada. Caso contrário, pode experimentar o que ela própria fez com a Sony entre os anos 90 e o início dos anos 2000.

Nesse período, a companhia japonesa, que era o principal nome no mercado de eletrônicos, ignorou o avanço de competidores então bem menores que ela como as coreanas Samsung, LG e as chinesas Haier e TCL. Hoje, é a Sony quem passa por dificuldades, enquanto as outras marcas aumentam sua relevância entre varejistas e consumidores.

Na tentativa de não perder o rumo, a Samsung vem tomando medidas que podem ser divididas em duas áreas: melhorar os resultados em dispositivos móveis e reduzir a dependência desses produtos. Na primeira frente, HS Jo, vice-presidente de vendas e marketing da área móvel para a América Latina diz que a meta é reduzir custos e otimizar lançamentos.

Em seu portfólio, a Samsung tem mais de 40 telefones à venda. A ideia é ter uma grande variedade de produtos nas mais variadas faixas de preços. Enquanto alguns dos modelos mais recentes da empresa são passados de mão em mão sob a mesa da sala de reuniões no R5, Jo diz que a companhia quer otimizar sua linha. "Isso não significa lançar menos produtos, mas ouvir o consumidor e colocar no mercado o que atenda às suas necessidades", diz. Na avaliação de Tuong Nguyen, analista da empresa de pesquisa Gartner, o próximo desafio da Samsung é oferecer serviços que liguem os smartphones a outros produtos da marca e se integrem ao estilo de vida do consumidor.

Criada em 1969, a Samsung Electronics é a maior divisão de um conglomerado composto por 70 empresas que responde por quase 20% do Produto Interno Bruto (PIB) da Coreia. Sua atuação se estende da construção civil à indústria química, passando pela hotelaria, o varejo e o entretenimento - o grupo é dono do Everland, um parque de diversões que recebe cerca de 10 mil visitantes por dia. Pelas ruas congestionadas de Seul, é difícil ficar cinco minutos sem ver ao menos uma das muitas marcas da holding.

Trabalhar na área de eletrônicos da chaebol - termo usado para batizar grandes conglomerados como Samsung, Hyundai e LG - é o sonho de boa parte dos coreanos. Para conseguir um emprego, alguns passam por uma espécie de cursinho preparatório para os grandes processos de seleção que acontecem duas vezes ao ano.

Uma das áreas de grande interesse da companhia no momento é a venda de produtos para empresas e governos. Ainda representando uma parte muito pequena dos negócios, a divisão tem objetivos ousados: atingir um terço do resultado da companhia até 2020, ou cerca de US$ 120 bilhões da receita de US$ 400 bilhões que a companhia pretende atingir até lá. "A experiência que nós construímos nas vendas para os consumidores estão ajudando e serão importantes para crescer entre as empresas. Ninguém tem o alcance e a profundidade de negócios que a Samsung tem", diz o indiano Sandeep Arya, diretor de contas globais da empresa. As áreas de TVs, refrigeradores e componentes eletrônicos também têm recebido grandes investimentos. Uma nova fábrica de semicondutores na Coreia, anunciada há algumas semanas, vai receber US$ 14 bilhões. Outra unidade está em construção no Vietnã.

Na história recente do mundo da tecnologia são raros os exemplos de grandes companhias que conseguiram se reerguer depois de uma crise. Nokia, BlackBerry, Philips e as grandes marcas japonesas encolheram sua participação, ou simplesmente abandonaram alguns segmentos por conta das dificuldades em competir. Diante desse retrospecto, agir "pali, pali" nunca fez tanto sentido.

Oi Fundos confirmam à Oi oferta pela PT





A Oi informou ontem que recebeu na terça-feira proposta conjunta dos fundos de investimento Apax Partners e Bain Capital para a compra de ativos da Portugal Telecom (PT). A oferta é de € 7,075 bilhões, ou € 50 milhões acima do valor anunciado na semana passada pela francesa Altice. Esta não deve elevar sua proposta.

O conselho de administração da Oi avalia as duas propostas.

Os franceses da Altice avaliam ter feito à Oi uma oferta "mais sólida e com melhores garantias" do que os concorrentes na disputa pela Portugal Telecom, segundo fontes ligadas às negociações.

Na semana passada, o grupo francês de telecomunicações propôs comprar os ativos portugueses da PT por € 7,025 bilhões - € 50 milhões a menos do que a oferta dos fundos Apax Partners e Bain Capital. "Esses € 50 milhões a mais são algo puramente cosmético e um golpe de comunicação", diz uma fonte. A Altice estima que sua oferta é mais sólida por já dispor do financiamento necessário à aquisição (emissão de nova dívida e o caixa do grupo). Bancos internacionais já aprovaram a operação, de acordo com fontes. 

Além disso, os franceses alegam que sua proposta não está sujeita à aprovação interna nem a questões de diligência legal (exame aprofundado da situação da empresa), diferentemente da oferta de compra apresentada pelos fundos.

Por esse motivo, a Altice não teria intenção de aumentar o montante oferecido, apurou o Valor. "As propostas não são comparáveis. Os fundos não apresentaram garantias de financiamento e estipularam várias condições. Não se trata apenas de uma questão de valores", diz uma fonte francesa. "O mais importante é saber se os ativos serão ou não vendidos".

Há elementos comuns em relação às propostas apresentadas pelos fundos e pela Altice: elas não incluem os ativos da PT na África nem a dívida de € 897 milhões da Rioforte (que abriu um buraco no caixa da Oi) e também propõem pagamento diferido de € 400 milhões sujeito à geração de receitas da PT e mais € 400 milhões ligados a outros aspectos financeiros.

A Altice, que já possui a Cabovisão e a Oni (de banda larga) em Portugal, está em "contato permanente" com todos os atores envolvidos nas negociações sobre a PT, o que inclui autoridades portuguesas. A Altice também estima que, diferentemente dos fundos de investimentos, ela tem "um verdadeiro projeto industrial" para o desenvolvimento da PT, com "investimentos estratégicos de longo prazo". A Altice não irá "desmembrar" a PT, diz fonte. "Não vendemos nenhuma das empresas adquiridas nos últimos 12 anos", disse recentemente o presidente-executivo da Altice, Dexter Goei.

A Oi também recebeu proposta preliminar da mulher mais rica da África, Isabel dos Santos, sócia da maior operadora de Angola, a Unitel. Ela quer comprar a PT SGPS, a holding da tele portuguesa que detém 25,6% da Oi. Esta rechaçou a ideia e Isabel respondeu que poderia mudar os termos da oferta.


Oi tem pressa e se aproxima da francesa Altice
A Oi está mais perto de fechar a venda dos ativos da Portugal Telecom para a francesa Altice do que para qualquer outro interessado. E tem pressa em concluir o negócio, mesmo após a nova oferta de Isabel dos Santos apresentada ontem.

Isabel, uma das mulheres mais ricas da África, é considerada uma empresária polêmica. É filha do presidente angolano José Eduardo dos Santos, há 35 anos no poder. A interpretação na Oi é que a empresa opte pela venda para um acionista que não só traga retorno financeiro adequado como também não interfira no processo de reestruturação societária em curso.

A Oi já teria enfrentado problemas de imagem na trajetória da empresa e, agora, quer evitar desconforto no novo tempo em que busca tornar-se uma companhia com controle pulverizado.

Na Oi, há executivos que têm a informação de que Zeinal Bava, ex-presidente da companhia, teria prestado assessoria na formatação da proposta da empresária bilionária angolana. Isso, neste momento, dificilmente poderia ser confirmado oficialmente. Por outro lado, é bom lembrar que Bava não era próximo de Isabel quando presidia a PT e, segundo fontes, ambos não se entendiam bem em questões relativas à tele Unitel, de Angola, que tem participação da empresária.

Há expectativa de que a Oi receba outra oferta pelos ativos da operadora portuguesa. Seria da empresa Correios de Portugal (CTT), que divulgou nota, semana passada, informando que tem "discutido com potenciais parceiros da área de telecomunicações (incluindo a PT Portugal, dadas as sinergias entre as duas empresas) a possibilidade de negócios em comum".

Uma proposta na mesa é a dos fundos Apax Partners e Bain Capital considerada, em termos financeiros, melhor, pois propõe a compra dos ativos por € 7,075 bilhões, € 50 milhões a mais que os € 7,025 bilhões oferecidos pela Altice.

Já a Terra Peregrin, veículo de investimentos da empresária angolana, enviou comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), em Portugal, na segunda-feira, informando que aceita alterar alguns pontos de sua oferta pública de aquisição (OPA) de ações da Portugal Telecom. Dentre os novos termos da proposta aparecem a desistência de exigir que a fusão com a Oi seja adiada e a explicação de que a opção de compra de papéis da brasileira deixa de valer apenas para a empresária, caso a compra seja bem-sucedida.

Mas mesmo assim, a parte brasileira da Oi não se entusiasmou. E ainda falta a CMVM portuguesa aprovar e os acionistas aceitarem o preço que Isabel apresentou. Vale lembrar que a empresária condicionou a oferta a conseguir 51% das ações, embora ela possa retirar também essa condição.

A ação da operadora portuguesa já está cerca de 5% acima do preço de € 1,35 proposto pela Terra Peregrin, o que sinaliza que o mercado espera que ela eleve a oferta. Mas, para analistas dificilmente a empresária subirá a proposta, pois a oferta já precifica expressivo prêmio versus preço implícito ao se tomar a cotação da Oi como referência.

Na semana passada, o fundo lançou a OPA para ficar com a holding da operadora portuguesa, que tem apenas a dívida da Rioforte de € 847 milhões e uma opção de compra de ações da Oi, decorrente da combinação dos negócios entre os dois grupos. O conselho de administração da brasileira, porém, foi contra a oferta e disse que não aceitaria as condições propostas pela empresária.

O comunicado também não pede mais que a fusão seja suspensa ao menos até o 30º dia após a liquidação da OPA.

Telefónica diz que não ficará fora da consolidação de mercado no Brasil


O grupo Telefónica não está disposto a deixar a consolidação do mercado brasileiro evoluir sem a sua participação. A concentração do setor de telecomunicações no país despertou interesse de analistas ontem, durante teleconferência da companhia para apresentar os resultados mundiais do grupo referentes ao terceiro trimestre, quando registrou um total de 309,5 milhões de clientes, 1,5% a menos que há um ano.

O lucro líquido da Telefónica atingiu € 947 milhões no terceiro trimestre, em queda de 13% comparado a igual período de 2013. O resultado foi pressionado pelas operações domésticas e pelo comportamento dos negócios na América Latina, excluindo o Brasil. A receita líquida do grupo recuou 7,4%, para € 13,02 bilhões.

A consolidação tem sido defendida pelas teles como um recurso defensivo contra rivais e para estancar a queda de receitas em mercados muito competitivos. Na Espanha está ocorrendo uma penetração maior de cobertura pelas teles e o processo de consolidação sugere que haverá uma estabilização de preços em médio prazo, disse José María Álvarez-Pallete, diretor de operações da companhia.

"Na medida em que vamos implantando a rede 4G [de serviços móveis], outros operadores estão tentando acelerar o uso de dados em 4G", disse Álvarez-Pallete. O executivo lembrou que há dois anos as teles pareciam seguir na mesma direção na Europa; agora, há um movimento comercial do setor muito mais seletivo. Afirmou que as mudanças no cenário espanhol são dolorosas por provocarem o processo convergente.

Sobre o Brasil, o executivo disse que a companhia está em uma posição "confortável", como líder de mercado no segmento móvel. Confirmou que com a decisão da Vivendi de aceitar como parte do pagamento pela GVT títulos conversíveis em ações da Telecom Italia, a Telefónica sairá totalmente do investimento nessa companhia. Desse modo, disse que a empresa não está sob pressão para participar de qualquer outro processo de consolidação. Lembrou que há vários cenários de consolidação no Brasil, desenhados por especulação, e que a Telefónica pode atuar em maior ou menor grau de forma ativa ou passiva.

"É um mercado imenso, com investimentos relevantes, precisamos seguir em frente, ter progressos em 4G. Com tantos competidores, precisamos estar lá", disse. "Mas, nosso foco é a conclusão da compra da GVT." A espanhola comprou a unidade de banda larga e telefonia fixa da Vivendi em setembro, por R$ 22 bilhões.

Mas, até agora a Telefônica Brasil ainda não entregou a documentação dessa aquisição ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Ángel Vilá, diretor de finanças da Telefónica, disse que a empresa negocia com a autarquia os aspectos técnicos da transação e a integração das teles. Vilá confirmou as expectativas da subsidiária de conclusão do processo no primeiro semestre de 2015.

Mas, quando um analista perguntou se o grupo foi procurado pelo BTG Pactual, comissário mercantil que preparou uma oferta da Oi pela TIM Brasil, os executivos silenciaram. Depois, Álvarez-Pallete disse que não responderiam à questão. As informações dos últimos dias indicam que o BTG já formatou uma proposta que, se aceita pela Telecom Italia, dividirá a TIM entre os três competidores.

Sobre a China Unicom, o executivo disse que não há planos de vender mais ações da empresa no mercado, ao menos no curto prazo. Há poucos dias, a Telefónica vendeu 25% de sua participação, que passou para 5,01%. Agora, há um compromisso com a inovação em serviços digitais na China.

terça-feira, novembro 18, 2014

Snapchat, aplicativo de mensagens passa a enviar dinheiro

Usuário que recebe dinheiro tem até 24 horas para aceitar quantia.
Serviço Snapcash é parceria com startup do cofundador do Twitter.

Serviço de envio de dinheiro pelo aplicativo Snapchat, que envia mensagens que somem. (Foto: Reprodução/YouTube)

O Snapchat, aplicativo de mensagens agendadas para sumir, lançou nesta segunda-feira (17) uma função para permitir a troca de quantias de dinheiro. O novo recurso é uma parceria com a Square, startup de transações financeiras do cofundador do Twitter, Jack Dorsey.

A novidade vale apenas para o app da versão Android, mas será lançada para iOS em breve.

A novidade, por enquanto, vale apenas para os usuários dos Estados Unidos que tiverem cartão de débito e tiverem mais de 18 anos. A empresa não informou quando o serviço chegará a outros países como o Brasil.

A nova ferramenta foi chamada de Snapcash. Para mandar dinheiro, os usuários precisarão apenas digitar o valor da quantia acompanhada do cifrão no campo da mensagem dentro do aplicativo. Para a transferência ser feita, o usuário deverá apertar o botão verde. O destinatário da mensagem deve entrar no Snapchat e aceitar a quantia. Se ele não fizer isso dentro de 24 horas, o dinheiro volta para o remetente.

Antes de realizar qualquer transferência, o usuário deverá inserir informações referentes ao cartão de débito vinculado à conta bancária utilizada para receber e enviar dinheiro.

As credenciais bancárias são armazenadas pela Square, empresa iniciante que permite a micro e pequenos empresários aceitar pagamentos com cartões de crédito. A tecnologia criada pela startup de intermediação financeira baseada na internet é o que permite isso.

Além de ser a responsável pelo armazenamento dos dados pessoais dos usuários que aderirem ao serviço, a Square também cuidará da logística por trás das transferência.

O Snapcash vai ser suportado pelo sistema Square Cash, que permite que quantias sejam enviadas pelo e-mail. Basta digitar o valor no espaço destinado ao assunto da mensagem e o dinheiro é transferido da conta bancária do remetente para a do destinatário.

“Square tem uma tonelada de experiência nessa área e o nosso time tem trabalhado duro para fazer do Snapcash uma grande experiência para todo mundo”, informou o aplicativo. “Nós nos propusemos a tornar os pagamentos mais rápidos e mais divertidos, mas nós também sabemos que segurança é essencial quando você está lidando com dinheiro.”

hackers podem infectar iPhones bloqueados

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quintas-feiras.





FireEye demonstra aplicativo clonado do Gmail que captura dados de mensagens. (Reprodução)



Ainda não há relatos de nenhuma praga digital que tenha infectado iPhones e iPad da Apple, pelo menos não em larga escala. A razão disso é que o iOS, o sistema usado nesses aparelhos, só permite a instalação de aplicativos aprovados pela Apple e incluídos na App Store. Mas agora se sabe que há meios de burlar essa restrição com uma técnica batizada de "Masque" e que já foi empregada por um vírus para Mac OS X, o "WireLurker".

O "Masque", que foi demonstrado em vídeo pela companhia de segurança FireEye, tem duas partes: uma delas é a instalação de um aplicativo malicioso no iPhone. Essa é a última etapa do processo, mas é a mais simples. Há duas maneiras de fazer isso: com um certificado de desenvolvedor, que custa US$ 99 (cerca de R$ 260) ou um certificado de provisionamento de aplicativos corporativos (que custa US$ 299, ou cerca de R$ 770). Esses certificados são "autorizações" emitidas pela própria Apple e que, portanto, também podem ser revogadas pela empresa.

O certificado de desenvolvedor é destinado a programadores de aplicativos para iPhone. Ele é usado para testar os apps antes de enviá-los para inclusão na App Store. O certificado só pode ser usado com um iPhone específico (o do desenvolvedor). Sendo assim, um hacker precisaria de acesso direto ao iPhone da vítima para instalar um app com esse certificado. Já o certificado empresarial é fornecido a empresas que querem instalar aplicativos próprios em iPhones de funcionários. Por isso, ele não tem nenhuma restrição: um aplicativo pode ser diretamente instalado em qualquer iPhone.

O app pode ser instalado via USB se o iPhone for conectado a um PC ou Mac OS X infectado. Também é possível criar um link que, ao ser acessado pelo iPhone, ofereça a instalação do aplicativo.

No entanto, como o iPhone isola os dados dos programas, não há muita utilidade em meramente instalar um app malicioso no iPhone. Ele poderia captar os dados de torpedos SMS e o histórico de chamadas, que são dados disponíveis a qualquer software. Mesmo assim, a utilidade é bastante limitada, pois, sem desbloquear o aparelho (o chamado "jailbreak"), não há acesso irrestrito ao sistema. Não é possível, por exemplo, capturar os dados digitados no navegador, nem mensagens que chegam para aplicativos específicos.

É aí que entra a outra parte e a primeira etapa do ataque "Masque": a clonagem de aplicativo. É possível clonar qualquer app, incluindo o WhatsApp ou o Gmail, por exemplo. Isso é feito por meio de um processo de "engenharia reversa" e não depende de vulnerabilidades do aplicativo específico. Também não se trata da criação de um aplicativo novo, mas sim do uso de uma versão adulterada do original que foi reassinada com o certificado do hacker. Isso significa que o aplicativo clone funcionará de forma exatamente idêntica, mantendo inclusive funções como notificações e até checagem de atualização na App Store, porque ambos aplicativos têm o mesmo identificador.

O hacker, em vez de instalar um aplicativo novo no celular, substitui o aplicativo desejado e, com isso, pode obter todos os dados daquele app. O "clone" terá funções extras de espionagem para enviar os dados captados ao seu criador. Lembrando que, uma vez criado o clone, basta usar o certificado empresarial ou de desenvolvedor para instalar o aplicativo no iPhone, mesmo sem aprovação da App Store da Apple.

A possibilidade de clonar aplicativos é considerada uma vulnerabilidade. Existem medidas que podem ser adotadas pela Apple para garantir que um mesmo aplicativo não possa ser assinado por certificados diferentes. O app ainda seria instalado, mas não reconhecido, ou seja, ele apareceria como não instalado ou duplicado na lista de apps. A Apple, no entanto, até agora não sinalizou nenhuma mudança no funcionamento do iOS, declarando apenas que a maioria dos usuários não está em risco.

Para Jonathan Zdziarski, especialista independente em iOS, até o abuso dos certificados corporativos poderia ser evitado pela Apple. Bastaria que os iPhones tivessem uma configuração para ativar ou desativar o modo corporativo. Sem esse modo ativado, certificados corporativos não seriam aceitos para instalar qualquer software no celular. Como a maioria dos usuários não precisa desses programas, nada seria perdido.

Embora a receita esteja dada, a instalação de aplicativos maliciosos no iPhone continua sendo muito mais complicada do que no Android. iPhones com jailbreak também estão em risco muito maior por não serem restritos ao que está na App Store. Além disso, a Apple também pode revogar certificados que forem abusados para a instalação de aplicativos clonados, que dificulta a distribuição de clones maliciosos em larga escala.

Mesmo assim, o risco continua alto para grandes corporações que podem estar na mira de agências de inteligência ou grupos de espionagem. Com vírus para Mac OS X que leem dados de iPhone e a possibilidade de substituir aplicativos para roubo de dados, um invasor determinado já sabe qual caminho seguir para obter a informação que deseja.

Outro alerta fica para os desenvolvedores de apps. Qualquer usuário pode obter um certificado de desenvolvedor e substituir aplicativos em seu próprio celular. Zdziarski exemplifica isso em seu blog dizendo que é possível substituir programas como o Snapchat para que mensagens não sejam mais apagadas automaticamente. Resumindo, o desenvolvedor precisa considerar que o celular não é confiável e tentar transferir o máximo da lógica do aplicativo para o servidor, além de tentar, se possível, criar um meio de identificar que está "falando" com um app clonado.

sexta-feira, novembro 14, 2014

Operadoras de telefonia do Rio começam a vender iPhone 6 e iPhone 6 Plus


Os aparelhos já estão à venda


Desde a meia-noite, o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus estão à venda no país. Na Fnac, os clientes podem parcelar o aparelho em até 15 vezes no cartão da rede. Quem paga à vista tem de 5% a 10% de desconto. Outra vantagem é dada a quem levar um smartphone ou tablet em bom estado, ou seja, abatimento no novo aparelho, de R$ 110 (para um GalaxyS) até R$ 1.200 (para um iPhone 5S de 64GB).

Na Fnac, o iPhone 6 é vendido por R$ 3.199 (16GB), R$ 3.599 (64GB) ou R$ 3.999 (128GB). O modelo iPhone 6 Plus sai por R$ 3.599 (16GB), R$ 3.999 (64GB) ou R$ 4.399 (128GB).

Na TIM, quem contrata um plano pós-pago TIM Liberty tem desconto conforme a franquia de minutos. O iPhone 6 16GB, no Liberty+800 — com ligações ilimitadas para TIM e 800 minutos para outras operadoras — e pacote de dados de 1GB, sai por R$ 1.999, um desconto de R$ 1.200. No pré-pago, o mais barato (iPhone 6 de 16GB) custa R$ 3.199. O pagamento é feito em até 12 vezes sem juros.

Na Vivo, o iPhone 6 de 16Gb, no plano SmartVivo 6Gb, é vendido em 12 parcelas sem juros de R$ 163. O iPhone 6 Plus de 16Gb, também no SmartVivo 6Gb, sai por 12 vezes de R$ 192.

Quem fizer portabilidade para a Oi e contratar um plano Conta Smartphone tem até mil reais de desconto no iPhone 6. O de 16GB sai por R$ 2.199 ou 12 vezes de R$ 183,25 (sem juros). O de 64 GB custa R$ 2.599 ou 12 vezes de R$ 216,59. No pré-pago, o iPhone 6 custará R$ 3.199 (16GB) ou R$ 3.599 (64GB)

quinta-feira, novembro 13, 2014

BlackBerry fecha parceria com a Samsung para aumentar a segurança no Android



BlackBerry une-se à Samsung para aumentar a segurança no Android. A sul-coreana vai usar a segurança de...

Segurança e Android sempre foram um ponto polêmico. Inclusive, o sistema operacional encabeça a lista de ataques de arquivos maliciosos em dispositivos móveis. A Samsung, por sua vez, faz a sua parte para manter a plataforma segura, e investe em seu projeto Knox. Agora, a sul-coreana ganha uma importante aliada em sua empreitada; a BlackBerry.

O sistema de encriptação de dados da BlackBerry é um dos mais respeitados e eficientes do mundo móvel. Possivelmente, a segurança de dados é um dos maiores patrimônios da canadense. Agora, essas preciosas linhas de código podem ser adicionadas ao Knox da Samsung.

Dessa forma, as novas ferramentas dessa suíte de segurança e privacidade vão fortalecer ainda mais os dispositivos Android da dona da marca Galaxy. Para quem não conhece, o Knox é um conjunto de ferramentas da Samsung visando o mercado empresarial. Eles queriam ter o mesmo nível de segurança que um BlackBerry. Agora, para finalmente conseguir atingir esse objetivo, a maior fabricante de Androids uniu-se à empresa mais respeitada do mundo corporativo.

Plataforma de segurança da Samsung vai ganhar reforço da BlackBerry


Essa união é muito benéfica para os dois lados. Primeiro, conserta algumas fragilidades da plataforma usada pela Samsung, tornando-a mais confiável para o mercado empresarial. E, de quebra, faz com que o maior patrimônio da BlackBerry converta-se em capital.

Essa parceria contrasta com os últimos rumores de que a Samsung iria desistir do Knox para entrega-lo ao Google. Pelo visto, a dona do Galaxy está mais disposta do que nunca a fazer os seus aparelhos tornarem-se os mais seguros do mundo Android.

Xiaomi pode lançar smartphone com 1GB de RAM e tela de 720p por apenas US$ 65







Você já deve ter ouvido falar em um monte de fabricantes chinesas que fizeram um enorme sucesso neste último ano, no entanto, você já ouviu falar na Leadcore? Nós também não! Mas, aparentemente, é um fabricante chinês que recebeu um bom investimento da Xiaomi e alegadamente está prestes a apresentar um novo smartphone de baixo custo por apenas US$ 65. A novidade poderia passar despercebida se não fosse a qualidade do hardware do mesmo.

A empresa deverá fazer uso do processador Leadcore LC1860, que é construído com uma arquitetura A7, com clock de 2GHz e será emparelhado com a GPU Mali T628. O chip suporta resoluções de até 2K, captura de vídeos com resolução 1080p e 60fps e conectividade LTE.

A julgar pelas especificações divulgadas recentemente, o preço de 65 dólares é mais do que justo para um aparelho que pode vir com tela LCD de 720p e 1GB de memória RAM. A fabricante já disponibiliza outros modelos de baixo custo e que trazem um bom hardware, como o Redmi 1S, por exemplo, mas que custa cerca de US$ 150. Este novo aparelho já deverá vir com Android 4.4 KitKat instalado e a atualização para o Lollipop também poderá ser feita no futuro.

Android Lollipop pode acabar com root


Na semana passada, o Google anunciou a sua próxima versão do Android: o Lollipop. Mesmo possuindo recursos interessantes como o suporte a apps 64-bit, a versão 5.0 do sistema operacional pode ser uma má notícia para seus usuários. Isso porque o Google pode tirar a possibilidade de root no Android.

Segundo o Chainfire, site especializado em root, o novo sistema do Google conta com funções de segurança para evitar problemas como a espionagem, o que tem dificultado o processo.

O site afirma que o script que habilitava o superusuário é forçado em rodar de forma que não há acesso total ao Android. Assim, não é possível executar todas as mudanças necessárias para "rootar" o aparelho. O Chainfrie acredita ainda que uma possível solução seria habilitar o root a partir do kernel do Lollipop, contudo, isso poderia bloquear o bootloader do Android, que por sua vez, é usado para restaurar e fazer outras operações no SO.

Moto G é o 1º a receber Android Lollipop



O primeiro aparelho com Android a receber a versão Lollipop do sistema operacional não foi um top de linha, caro e sofisticado, mas sim o Moto G, um dos smartphones que chamaram atenção neste ano por ser bom e barato.

Ao menos nos Estados Unidos, quem tem a segunda geração do aparelho criado pela Motorola já pode baixar a instalar a nova versão do software, 

Esperava-se que o G3, da LG, fosse o primeiro smartphone com Android a liberar a atualização. A empresa chegou a fazer testes, assim como a Motorola com o Moto X, mas ainda não permite a instalação plena do Lollipop.

iPhone 6 está 3 anos atrasado no mercado mundial diz Wozniak






A Apple acertou ao lançar o iPhone 6, mas o fez com um atraso de pelo menos três anos, segundo o cofundador da companhia Steve Wozniak. Em entrevista à CNN, Woz opinou que se a empresa tivesse entrado antes na onda dos phablets, ela teria condições melhores de competir com a Samsung.

Atualmente a marca sul-coreana detém 24% do mercado de telefonia celular, enquanto a Apple possui apenas 12%. E até setembro, quando foram lançados os iPhones 6 (com tela de 4,7") e 6 Plus (5,5"), a empresa da maçã só vendia smartphones que hoje são pequenos, se comparados aos padrões do setor.

Wozniak também opinou sobre o Apple Watch, que considera nada mais do que uma "pulseira fitness de luxo". Embora considere o relógio da sua ex-companhia mais "distintivo" que os das concorrentes, ele não está muito empolgado com o produto.

Aliás, com o setor, em geral. "Continuo dizendo que eu gostaria de ter um smartphone no meu pulso, então eu comprei alguns relógios inteligentes quando foram lançados", comentou. "Eu me desfiz deles muito rapidamente, tive uma impressão realmente negativa dos relógios."

Executivo da Mozilla ataca Google e diz que Android é tão fechado quanto iOS


Firefox OS
Usuários do Android e iOS estão por todos os lugares. Como os dois sistemas operacionais móveis mais usados no mundo, eles são muito fáceis de serem encontrados por aí e estão longe de ser ameaçados pelo Windows Phone da Microsoft, que vem em terceiro lugar.

Engana-se, porém, quem acha que só existem esses três sistemas operacionais no mercado mobile. O Firefox OS desenvolvido pela Mozilla, por exemplo, é um sistema mais novo e que carrega a política do software livre - algo bastante exaltado pela empresa e principalmente por seu CTO, Andreas Gal.

E foi justamente Gal que recentemente deu uma declaração um tanto quanto polêmica. Nela, ele atacou o Google e disse que a empresa é tão fechada quanto a Apple e que a única - e melhor - alternativa para os usuários é o sistema de sua companhia: o Firefox OS.

O executivo afirmou que não há diferença entre iOS e Google em questões de privacidade de informações e que, em nenhum dos dois sistemas, o usuários pode escolher como os seus dados serão usados pela empresa. O CTO ainda comparou asa duas empresas com um "jardim fechado, onde o usuário não consegue ver o que está acontecendo no interior da floresta".

Não se sabe se o executivo estava um pouco desesperado, mas é fato que a Mozilla, por enquanto, ainda possui um sistema um tanto quanto limitado e desenvolvido essencialmente para aparelhos de baixo custo. Além disso, poucas marcas se dispuseram a adotar o Firefox OS, que está limitado a LG, Alcatel e ZTE.

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Os melhores aplicativos para Android

Lista completa de Aplicativos Android, para smartphones e tablets:

REDES SOCIAIS/MENSAGENS/EMAIL/BATE-PAPO:

  • Boid (pré-beta) - Twitter client no estilo ICS.
  • Facebook - App oficial do Facebook.
  • Facebook Messenger - serviço de mensagens instantâneas do Facebook.
  • Foursquare - App oficial do Foursquare.
  • GetGlue – rede social para amantes de filmes e seriados.
  • Google+ - a rede social do Google, com novos recursos apresentados na Google I/O 2012.
  • IM+ (All-in-One Messenger) - agregador de comunicadores (MSN & Cia).
  • LinkedIn – rede social focada em contatos profissionais.
  • Mercury Messenger - client de MSN. Eleito o melhor pelos membros do fórum AndroidBrasil.
  • Skype - para o Android.
  • Twitter - App oficial do Twitter.
  • Viber - cliente para vídeo chamadas.
  • WhatsApp - envio de mensagens gratuitas para seus contatos, para substituir SMS (torpedos).
  • WhatsApp Wallpaper - complemento do Whatsapp para alterar papéis de parede.

NAVEGADORES:

  • Chrome - Versão mobile do navegador Google Chrome, que acaba de sair da versão beta.
  • Dolphin Browser HD - navegador com extensões e “agent” para iPad, Desktop, etc.
  • Firefox - Versão mobile do navegador Firefox para o Android.

TRABALHO:

E-READERS, NOTÍCIAS E RSS:

  • Flipboard - nosso agregador de notícias e redes sociais favorito.
  • Aldiko Book Reader – e-reader.
  • Amazon Kindle - e-reader da Amazon.
  • CNN - App de notícias da CNN.
  • Feedly – Um dos melhores leitores RSS. Especialmente se você usá-lo em um tablet Android.
  • Google Currents - Agregador de notícias do Google.
  • Google Reader - Agregador de notícias do Google.
  • gReader Pro – App mesmo estilo do Google Reader, porém com funcionalidades adicionais.
  • NYTimes - App de notícias do jornal The New York Times.
  • PressReader - imensa lista de RSS e Jornais, incluindo edições brasileiras.
  • Pulse - leitor de notícias (RSS). Recomendado para tablets.
  • Saraiva Digital - E-Reader da editora Saraiva.
  • SUPER - E-Reader da revista Super Interessante (com loja inclusa).
  • VEJA - E-Reader da revista Veja (com loja inclusa).
  • Zinio - e-store com diversas revistas internacionais.

ENTRETENIMENTO:

  • Cinemark Brasil - App com informações sobre filmes em cartaz na rede Cinemark (para comprar ingressos, procure pelo aplicativo “Ingresso”).
  • Copa Libertadores 2012 - informações sobre a Copa Libertadores.
  • F1 Live Stream - informações sobre a Fórmula 1.
  • IMDB - informações sobre filmes e atores (otimizada para tablets).
  • Placar UOL - informações sobre futebol.
  • TED Talks - vídeos das conferências do TED. Aplicativo oficial..

MÚSICAS, FOTOS E VÍDEOS:

  • Shazam – descubra músicas através da gravação de sons.
  • Plex Media Center – o melhor media center para tablets, computadores e smartphones.
  • Pudding Camera - aplicativo de câmera com recursos adicionais.
  • Aviary - Editor de fotos.
  • Camera360 Ultimate - App para tirar e modificar fotos.
  • Google Music - Aplicativo de músícas do Google.
  • Instagram -Rede social para compartilhamento de fotos, com filtros e edição.
  • iMediaShare Premium - serviço de compartilhamento de fotos, músicas e vídeo via streaming (suporta aparelhos com DLNA).
  • QuickPic - Galeria de imagens com recursos de senha e pastas ocultas. Estilo ICS.
  • My Episodes Manager - gerencie informações sobre seus seriados favoritos.
  • MX Video Player - player de vídeo com diversos codecs.
  • Netflix - Player de vídeo do Netflix.
  • PowerAMP - Sem dúvidas, é o melhor player de músicas (MP3) alternativo.
  • Pro HDR Camera - App para fotos com recursos HDR.

BANCOS:

  • Banco do Brasil - aplicativo para consultas e transações com o Banco do Brasil.
  • Boletos - Leitor de boletos para pagamento (com o uso da câmera).
  • Bradesco - aplicativo para consultas e transações com o Bradesco.
  • Citi Mobile - App do Banco Citibank S.A.
  • HSBC - aplicativo para consultas e transações com o HSBC.
  • Itaú - aplicativo para consultas e transações com o Banco Itaú.
  • Itaú Personnalité - aplicativo para consultas e transações com o Itaú Personnalité.
  • Itaú Uniclass - aplicativo para consultas e transações com o Itaú Uniclass.
  • Santander - aplicativo para consultas e transações com o Banco Santander.

UTILITÁRIOS:

  • Watchdog – monitoramento de aplicativos instalados.
  • Meu Vivo – app de informações da Vivo.
  • MeuVale – Informações sobre o seu VisaVale.
  • on{X} – programador de tarefas automáticas de acordo com instruções do usuário.
  • PayPal – serviço de compras e pagamentos.
  • Moove Taxi – localize serviços e telefones de táxi.
  • Pessoa Física – app da Receita Federal para consultas de CPF, restituições, etc.
  • Google Analytics – acompanhe as estatísticas do seu site ou blog com esse app.
  • HaxSync - app para resolver o problema de sincronização da agenda de contatos com o Facebook.
  • How to Tie a Tie - aprenda dar nó em gravatas com esse app.
  • ColorNote - aplicativo para inserir notas e “post-its” na tela do smartphone.
  • CamScanner - transforme seu smartphone em um scanner de mão.
  • CardsWith.me - salve imagens de seus cartões, diminuindo assim o tamanho da carteira.
  • NFC Task Launcher - app para programar o smartphone de acordo com etiquetas NFC.
  • Salve meu lanche - informações sobre o seu VisaVale no smartphone.
  • Babylon Touch – tradutor.
  • Titanium Backup PRO - o melhor app para backup das informações do sistema.
  • Calculations 4.0 - calculadora no estilo Android ICS.
  • eBay - app do Ebay.
  • Evernote - aplicativo para anotações, com sincronização na nuvem.
  • Grocery iQ - auxiliar para compras de supermercado.
  • Infraero Vôos Online - informações sobre partidas e decolagens.
  • Ingresso – app para comprar ingressos de cinema em várias cidades e salas de cinema do Brasil.
  • Onavo - monitor de consumo de planos de dados.
  • Número Certo – App para selecionar/alterar automaticamente a operadora que você usa para fazer ligações.
  • Philips MyRemote - Controle remoto para televisões da Philips.
  • Recycle Bin - recupere arquivos deletados do tablet ou smartphone.
  • Sleep (Like an Android) – app para lhe ajudar a monitorar e regular seu sono.
  • SPB Wallet – App para guardar senhas e dados de contas (bancárias ou de internet).
  • SwiftKey – o melhor teclado Android.
  • ShareMyApps – App para facilitar o compartilhamento de aplicativos com seus amigos.
  • WorldMate - gerenciador de viagens, reservas de hoteis e passagens.
  • WordPress - ferramenta de edição e publicação para blogs.
  • Wikipedia móvel - App da wikipedia.

REDE, GERENCIAMENTO E COMPARTILHAMENTO DE ARQUIVOS:

  • Speed Test – teste de velocidade da sua conexão.
  • GoAruna - Gerenciador de arquivos (com suporte à nuvem).
  • File Expert - gerenciador de arquivos.
  • File Explorer - gerenciador de arquivos.
  • FolderSync – gerenciamento de arquivos na nuvem (suporta o Dropbox, Skydrive e outros).
  • Google Drive (Antigo Google Docs) - acesse seus documentos e arquivos armazenados nos servidores do Google.
  • Fing - Network Tools – app para detector informações de redes WiFi.
  • IP Profiler - app que permite realizar testes de rede, como o “ping”.
  • tTorrent Pro - App para o download de vídeos e arquivos via Torrent.
  • Bump - Esbarre dois telefones juntos para compartilhar arquivos, fotos e vídeos.
  • Dropbox - Gerenciador de arquivos na nuvem (Cloud Management).
  • Dropsync - sincronizador de pastas no Dropbox.

ARTE E EDUCACIONAL:

WIDGETS E PREVISÃO DO TEMPO:

NAVEGAÇÃO E GPS:

SAÚDE:

  • JEFIT PRO – excelente app “personal trainer” para musculação e exercícios.
  • Google Body - incrível! Mapa do corpo humano.
  • Vacinas Brasil - app com o calendário de vacinação brasileiro.

PAPÉIS DE PAREDE, LAUNCHER APPS & LOCKSCREENS: