quinta-feira, setembro 29, 2016

Google Pixel XL também dá as caras como a futura versão pura do Android




Na terça-feira desta semana, 27 de setembro, Google Pixel teve seu visual dianteiro vazado por Evan Blass, confirmando uma série de aspectos já vistos antes sobre o modelo. Logo em seguida, no entanto, o dono da conta @evleaks no Twitter atualizou a notícia com mais uma imagem, desta vez revelando o que esperar da opção phablet. Trata-se do Google Pixel XL, ganhando este nome do inglês Extra Large, ou extragrande, em tradução direta.

No mesmo estilo de fotografia, o aparelho dá as caras de frente para a câmera, onde é possível identificar um grupo de características que devem estar presentes no futuro lançamento da gigante de Mountain View. Não é preciso olhar por muito tempo para saber que ambos os dispositivos usam exatamente o mesmo design, pelo menos no que diz respeito à parte frontal. Neste jogo de 7 erros, é impossível encontrar tantos assim, acompanhe mais detalhes logo abaixo.
Google Pixel XL
  Tela AMOLED de 5,5 polegadas, usando a resolução Quad HD (2560 x 1440 pixels) para a exibição de conteúdo
4 GB de RAM
32 GB ou 128 GB de memória para o armazenamento interno
Chipset Qualcomm Snapdragon 821
Processador de quatro núcleos Kryo rodando em até 2,4 GHz
Adreno 530 como placa gráfica
Câmera principal de 12 megapixels
Câmera frontal de 8 megapixels
Leitor de impressões digitais na parte posterior
Porta USB Type-C
Bateria de 3.450 mAh
Android 7.1 Nougat como sistema operacional (sem modificações)


Note que, de primeira instância, apenas o papel de parede muda em relação ao Google Pixel original, portando tons de cinza ao invés de se apoiar no azul. Precisamente os mesmos ícones estão distribuídos pela tela, delineando uma barra inferior capaz de guardar os apps mais importantes para o usuário. Há também um novo conjunto de botões virtuais, afastando-se visualmente do Android Marshmallow
.
Em relação à estrutura, no canto superior esquerdo, há a câmera feita especialmente para a captura de selfies, enquanto o alto-falante de chamadas encontra-se centralizado. Logo abaixo, há um sensor de proximidade que desliga a tela quando o rosto do utilizador está perto. De resto, há três botões físicos na lateral direita; dois controladores de volume e o power. Finalizando os aspectos gerais, as bordas, embora não sejam gigantes, são facilmente identificadas. Compare ambos integrantes da linha Pixel a seguir.

Imagem: Google Pixel XL e Google Pixel, respectivamente.


Cara de um, focinho de outro. Google marcou o dia 4 de outubro para realizar um evento especial, onde subirá ao palco para apresentar oficialmente o Pixel e o Pixel XL ao público. Isto significa que os curiosos de plantão ou apenas entusiastas precisam aguardar menos de uma semana para conhecerem as novidades. Continue acompanhando o TudoCelular para saber mais informações.

Um dos mais famosos apps para root do Android agora é compatível com o Nougat

O processo de root é bastante usado por usuários mais avançados do Android, que querem obter direitos de acesso integral ao sistema e a permissão de modifica-lo como bem entender. E um dos apps mais famosos para este tipo de procedimento agora é compatível com a nova versão do SO do Google, o Nougat 7.0.


Sim, estamos falando do SuperSU, criado pelo desenvolvedor holandês Chainfire. O app, agora na versão 2.78, conquistou uma atualização para conseguir as credenciais de acesso ao Nougat por meio do root e – pelo menos de acordo com o aplicativo – resolve as dificuldades encontradas por outros desenvolvedores para rootear os smartphones que trazem essa versão do SO.


Além disso, segundo o seu criador, o app já traz suporte a idiomas diversos, o que inclui o português e também é compatível com o Galaxy Note 7, o que dá a entender que ele achou uma brecha para burlar o temido Knox.
As dificuldades de rootear dispositivos com o Android Nougat

Parte da comunidade de desenvolvedores vem destacando em seus fóruns a dificuldade de se rootear dispositivos que já trazem o Nougat, uma vez que o Google vem tentando dificultar cada vez mais essa prática. E isso inclui “matar” os processos de root que valiam para versões anteriores do Android.

No Android Nougat, há ainda uma dificuldade extra para o rootear os dispositivos: a presença do Seamless, um sistema em que as atualizações seriam executadas silenciosamente, em segundo plano. Segundo o site XDA Developers, o Google fez uma mudança bastante significativa na partição “/system” para acomodar o Seamless, o que inutilizaria os métodos atuais de root.

Segundo outro desenvolvedor, Dees_Troy (um dos líderes do projeto Team Win Recovery Project), isso ocorre porque o processo de ramdisk está incluído dentro da partição “/system”. Logo, não é possível realizar modificações no primeiro para desativar o dm-verity, uma funcionalidade em nível kernel, que permite uma verificação mais transparente e segura da integridade do sistema de arquivos e que também registra as tentativas de root.
Rootear um Android significa se livrar de dos, muitas vezes, incômodos bootloaders


Portanto, com o dm-verity ativo, não seria possível realizar alterações no sistema para alcançar o acesso root. Para resolver isso, é necessário modificar o kernel para desabilitar odm-verify, algo que, senão é completamente novo, complica bastante as coisas. Isso porque a instalação de um kernel personalizado desativaria a capacidade de recebimento das atualizações via OTA.

No entanto, ao que tudo indica, Chainfire e companhia já conseguiram burlar esses obstáculos, atualizando o SuperSU para rootear o Android Nougat. Vale lembrar que o processo de root é uma prática que fica por conta e risco do usuário, uma vez ele pode inutilizar o smartphone e também anular a sua garantia.

Para baixar a nova versão do SuperSU, basta clicar no botão abaixo:



SuperSU

quarta-feira, setembro 28, 2016

BlackBerry apresenta Argon



A gigante canadense de tecnologia BlackBerry ainda não se consolidou no mercado com o sistema Android, mas até o momento podemos dizer que já é meio caminho andando. Em julho deste ano, rumores apareceram e apontavam que a companhia estava com 3 modelos "no forno", Neon, Argon e Mercury, que seriam a aposta da empresa no sistema do Google, embora que nada ainda havia sido confirmado pela mesma.

No mesmo mês, a canadense confirmou a existência do smartphone BlacBerry Neon, munido do Android Marshmallow e um hardware intermediário, que recebeu a numeração DTEK50. E agora, ao que tudo indica, o "Argon" possivelmente será de fato o segundo dispositivo da presente linha da empresa, recebendo o número de modelo DTEK60. Segundo a página do produto, que foi "acidentalmente" publicado pela própria BlackBerry.

Embora que a página em questão seja referente tanto para o DTEK50 quanto para o DTEK60, ainda é notado algumas diferenças entre os smartphones, visto que o DTEK60 supera o seu "irmão menor" com relação ao seu hardware poderoso. Munido de um processador Qualcomm Snapdragon 820 Quad-Core 2+2 Kryo rodando com 2,15 GHz e 1,6 GHz respectivamente, 4GB de memória RAM, placa gráfica Adreno 530, 32GB para armazenamento interno, uma tela de 5,5 polegadas com resolução Quad HD (2560 x 1440 pixels) e com o suíte de segurança da empresa para o Android.

Quanto ao design, parece que o DTEK60 seguirá o mesmo padrão do vigente Neon, ou seja, não possuirá qualquer teclado físico, o que pode ser frustrante para os usuários de longa data da BlackBerry. A existência do BlackBerry Argon DTEK60 ainda é uma grande dúvida. Com um poder desempenho mais alto, obviamente a empresa estaria visando um preço maior. Isto seria uma contradição com base nas notas oficial da companhia, que afirmava estar disponibilizando mais dois dispositivos Android até o fim de 2016 com um preço acessível.

Smartphones, tablets e PCs mais baratos: Lei do Bem continua a baixar preços de eletrônicos





Enquanto o governo ainda tenta manter a validade da revogação da Lei do Bem – ou seja, tenta fazer com que ela deixe de valer – os preços dos produtos de informática continuam caindo no varejo, graças à liminar que mantém a desoneração valendo. Segundo um levantamento do Zoom, site de compação de preços, a isenção do Pis/Pasep e Cofins para tablets, smartphones, desktops e notebooks levou a uma queda entre 12% e 5% nos valores desses produtos entre julho e setembro.

Os tablets foram os que mais baixaram preço no período, com variação de 12%. Já os smartphones, assim como os desktops, ficaram em média 6% mais baratos, enquanto os notebooks tiveram queda de 5%. O site destaca o LG K10 como o smartphone que mais apresentou baixa de preço, com 13%, enquanto Galaxy S6 e Zenfone Go apresentaram baixa de 11%.
Lei do Bem retira alguns impostos de produtos de informática


O estudo levou em conta os vinte produtos mais buscados de cada categoria citada, com monitoramento entre 3 de julho e 18 de setembro. No levantamento anterior, feito em junho, os smartphones foram os produtos mais impactados, com uma queda de preço de 8%. Já os desktops e notebooks apresentavam queda de 7% e, por fim, os tablets tinham caído 6%. Os levantamentos do Zoom consideram a média do menor preço praticado por esses produtos ao longo do mês.

O diretor executivo do Zoom, Thiago Flores, explica o que causou a queda menor nos preços dos dispositivos neste útlimo período, comparado com o levantamento anterior:


Nessa nova edição do levantamento, vemos uma queda menor nos preços porque é preciso lembrar que o impacto maior foi logo após a volta do incentivo fiscal. É importante considerar que há uma queda contínua nos preços dos eletrônicos. Esse é um resultado muito positivo, já que esses produtos são, durante todo o ano, os mais procurados no e-commerce.

Porém, é possível questionar o levantamento. Como são analisados os produtos mais buscados de cada categoria, a análise tende a ser feita com base em produtos mais antigos, que já sejam de conhecimento do consumidor - e que já apresentam valores mais baixos, e portanto mais atraentes ao público brasileiro. Produtos como os citados, LG K10, Asus Zenfone Go e Samsung Galaxy S6 são lançamentos mais antigos, e todos têm queda nos preços normal pela chegada de novos dispositivos mais atualizados ao mercado.

A liminar que mantém a Lei do Bem em vigor tem prazo para acabar, então é bom aproveitar enquanto os eletrônicos seguem baixando o valor para comprar um novo smartphone, trocar de televisão ou computador. Mas, calma: o prazo é longo, e a desoneração só deverá deixar de existir em 2019.

Superaquecimento em tablet da Samsung faz voo mudar rota



(Foto: reprodução)
Superaquecimento em tablet da Samsung faz voo mudar rota


Um voo da Delta Airlines que viajava de Detroit (nos Estados Unidos) para Amsterdã (na Holanda) precisou desviar seu caminho por causa do superaquecimento de um tablet da Samsung pertencente a um dos passageiros. Com o desvio, o voo pousou em Manchester, no Reino Unido.

De acordo com a ABC, o superaquecimento começou quando o tablet ficou entalado em um dos assentos dos passageiros. Durante o movimento de reclinar a poltrona ou trazê-la de volta à posição vertical, o tablet (cujo modelo não foi especificado) caiu no meio dos colchões do assento e não pode ser removido.

Ele então começou a superaquecer e queimar o assento, soltado fumaça e provocando um odor estranho que pode ser sentido por todos os passageiros. Isso motivou o piloto a mudar o curso do avião. Após pousar em Manchester, o avião ficou duas horas em solo enquanto o assento era trocado, e então seguiu caminho até Amsterdã.

Falha de percurso

O acaso aconteceu em meio a uma crise da Samsung após o recall do Galaxy Note 7, cuja bateria podia explodir durante o carregamento. Apenas nos Estados Unidos, onde sua venda se tornou ilegal, mais de 90 casos do dispositivo pegando fogo enquanto conectado à tomada já foram reportados.

Além dele, no entanto, outros casos de aparelhos da Samsung pegando fogo começaram a aparecer. Recentemente, um Galaxy S7 da empresa também começou a superaquecer e soltar fumaça na mão de uma mulher no Reino Unido. Nesse caso, o dispositivo não estava carregando.

Na Índia, um Galaxy Note 2 também pegou fogo durante um voo. As chamas foram apagadas pela tripulação da aeronave com o auxílio de um extintor de incêndio, e ninguém ficou ferido. O avião pousou em segurança. O país já havia proibido que passageiros de aviões despachassem o Note 7 em suas bagagens.

Novo app do YouTube permite baixar vídeos para assistir offline

(Foto: Divulgação)
Novo app do YouTube permite baixar vídeos para assistir offline


O YouTube anunciou hoje o lançamento de um aplicativo pensado para usuários que não podem contar com planos de dados robustos para consumir o conteúdo que circula pelo serviço.

Chamado YouTube Go, o novo app permite baixar vídeos para ver em períodos de conexão ruim ou até mesmo quando se estiver desconectado. É possível escolher em qual qualidade cada vídeo será baixado e até mesmo compartilhá-los com os amigos sem precisar de internet.

Antes de fazer o download, o usuário consegue ver uma espécie de GIF animado com trechos do vídeo, assim ele tem uma noção sobre o que verá depois de salvá-lo. E, se escolher fazê-lo, a pessoa verá quanto da sua internet será consumida com o download.

Em nota, a vice-presidente de gerenciamento de produtos do YouTube, Johanna Wright, informou que o YouTube Go será lançado primeiro na Índia. A distribuição global será realizada apenas a partir do começo de 2017, mas já é possível se inscrever para baixar a novidade.

Moto Z é o smartphone Android mais inovador do mercado

(Foto: Lucas Carvalho / Olhar Digital)
Testamos: Moto Z é o smartphone Android mais inovador do mercado


Ano após ano, uma série de novos smartphones chegam ao mercado nas mais diversas faixas de preço. Entre eles, porém, pouca coisa muda: uns têm telas maiores, outros têm processador mais rápido e outros, por puro capricho das fabricantes, são apenas mais caros.

Essa evolução é bem-vinda, claro, mas fica cada vez mais difícil convencer os usuários de que é hora de comprar um novo smartphone. O argumento, na maioria dos casos, resume-se a: "compre o nosso novo top de linha, ele abre o WhatsApp mais rápido e custa R$ 1.500 a mais do que o que você já tem".

É nesse cenário que a Motorola corajosamente trouxe ao Brasil o Moto Z, seu mais novo smartphone de alto desempenho. Com o aparelho, a empresa fez escolhas, no mínimo, polêmicos, como abandonar a entrada para fones de ouvido, reformular o nome e o design da linha. A principal novidade, porém, são os Moto Snaps: acessórios modulares que dão novos "poderes" e funções ao smartphone com um simples conjunto de ímãs.

Não há como negar que a Motorola pelo menos tentou trazer algo de realmente novo ao mercado. Mas será que a aposta deu certo e o Moto Z é tudo isso que a empresa promete? Passamos mais de uma semana com o aparelho para testes e você confere, nos parágrafos abaixo, nossas impressões sobre o dispositivo.


Design e tela

O primeiro contato com um novo smartphone é sempre visual, e não há como negar que o Moto Z é, no mínimo, exótico. Extremamente leve e fino, o aparelho tem apenas 5,19 milímetros de espessura, o que impressiona tanto ao olhar quanto no tato.

A espessura mínima, porém, deixa à mostra um volume considerável na área da câmera traseira. Para acomodar todos os recursos do novo sensor (sobre os quais falaremos mais adiante), a Motorola precisou deixar ali uma lombada que polui um pouco o design do smartphone. Parece mais um erro do que uma decisão consciente.

Outros detalhes do design são ainda mais "ousados". Na cor preto com grafite, a traseira metálica fosca com sutis linhas douradas dá um toque de sofisticação que é sempre bem-vindo num smartphone top de linha. As marcas de dedo, porém, surgem rapidamente com o uso regular.

Nas laterais, um contorno que lembra alumínio dá mais segurança à "pegada". Os botões de volume e o liga/desliga, porém, são muito pequenos e todos do mesmo formato. Fica difícil, pelo tato, identificar qual é qual quando você ainda não está habituado ao celular.

É verdade que o botão que liga e desliga a tela tem uma textura diferente, mas trata-se de um detalhe tão pequeno que você ainda se pegará passando o dedo por todos os botões laterais antes de decidir qual é o certo a ser pressionado. A fabricante bem que poderia tê-los feito de tamanhos diferentes para tornar a experiência um pouco mais intuitiva.


Na parte da frente, o modelo preto é simples e discreto. Contudo, algumas escolhas que se repetem desde o Moto G4 continuam difíceis de defender. A principal delas é o sensor de impressão digital, que a Motorola insiste em colocar na parte da frente e abaixo da tela.

Nada contra o sensor em si, que funciona muito rápida e precisamente. Com o tempo o usuário acaba se acostumando a usá-lo para bloquear e desbloquear a tela com facilidade, o que acaba transformando-no numa espécie de botão liga/desliga não-oficial.

O problema, assim como no Moto G4, é que ele só serve para isso. Não é um botão pressionável que te leva à tela principal do sistema, como o botão de início do Galaxy S7, por exemplo. É só um quadrado que poderia ter sido colocado em qualquer outro lugar do aparelho, menos na frente.

Isso gera dois problemas. Primeiro: você vai constantemente tentar apertar o sensor para voltar à tela inicial do celular sem querer, esquecendo-se de que ele não funciona assim. É como apertar o interruptor para acender a luz de casa quando você esqueceu que acabou a luz em casa.

Segundo problema: ele deixa o smartphone muito maior do que deveria ser. A tela tem 5,5 polegadas, mas o coorpo do dispositivo tem 155,3 milímetros de altura. Isso é mais do que o Galaxy S7 edge, por exemplo, que também tem 5,5 de tela, mas tem 150 milímetros de altura e bordas curvas.

O Moto Z chega a ser mais alto do que o Moto G4 Plus, que tem 153 mm de altura e também vem com o sensor de impressões digitais na frente. Isso acontece porque, além dele, o celular possui também a marca "moto" estampada na parte da frente adicionando mais alguns milímetros de espaço inútil.

Tudo isso demonstra que a Motorola poderia ter trabalhado melhor o design do Moto Z para que ele fosse um pouco mais convidativo e ergonômico. Claro que tudo isso é uma questão de gosto pessoal e há usuários que não vão se incomodar. Mas que poderia ser melhor, isso poderia.


A empresa finalmente voltou a apostar em displays melhores no Moto Z com o retorno do Super AMOLED. A tela do aparelho é Quad HD (2560 x 1440), com 535 pixels por polegada. Em outras palavras, a resolução é ótima, mais do que suficiente para um smartphone desse tamanho.

As cores, porém, podem assustar os usuários de longa data da marca. Assim como os Galaxy top de linha da Samsung, o Moto Z aposta em contrastes mais altos e cores mais quentes e realistas. Trata-se de uma mudança muito bem-vinda que, junto à alta resolução, dá mais vida ao display.

Software e desempenho

Em termos de software, o Moto Z mantém o principal atrativo dos smartphones da marca. O Android 6.0 Marshmallow instalado de fábrica é quase puro, com mínimas modificações na interface além do relógio como widget fixado na tela inicial - algo que já vimos no Moto G4 e que pode ser removido facilmente.

Da mesma forma, são poucos os aplicativos pré-instalados pela fabricante - embora alguns sejam dispensáveis e desnecessários. Um deles é o app de compras da Amazon e o outro se chama Prip, um aplicativo de mensagens da própria Motorola semelhante ao WhatsApp (e que você, provavelmente, não vai usar).

Há também um novo aplicativo de navegação entre pastas do sistema, desenvolvido pela Lenovo, o mesmo colocado em smartphones da linha Vibe. Além dele há um app de configuração de gestos e comandos de voz, o Moto, e ambos são bem úteis. Considerando que tudo isso ocupa muito pouco dos 64GB de memória interna (expansível a até 2TB com cartão microSD), não há motivo para se preocupar com bloatware no Moto Z.


A performance do aparelho é outro ponto alto. Ele vem com um processador Snapdragon 820 quad-core de até 1.8 GHz, além de GPU Adreno 530 e 4GB de RAM. É verdade que o Galaxy S7 e o Zenfone 2 possuem CPUs com mais altas velocidades de clock máximo, mas isso não significa que o Moto Z corre riscos sérios de engasgar.

Nos nossos testes, o aparelho não travou ou deu sinais de lentidão uma vez sequer. Testamos de tudo, desde navegação simples pelo Chrome e apps básicos, como Facebook e WhatsApp, até alguns mais pesados, como o Snapchat, e também jogos - Asphalt 8, Need for Speed, Lara Croft Go e o mais procurado do momento, Pokémon Go.

Mesmo usando todos eles ao mesmo tempo e alternando de um para o outro rapidamente, o Moto Z não ficou lento e nem engasgou. Se você é do tipo que prefere números, aqui estão os resultados de testes de benchmarking: 131.403 pontos no AnTuTu e 3.792 pontos em multi-core no Geekbench. Ou seja, performance no mesmo nível da dos principais concorrentes.


Em termos de bateria, também não há do que reclamar. Embora não seja uma das maiores do mercado - "apenas" 2.600 mAh, enquanto o Galaxy S7 vem com 3.000 mAh e 3.600 mAh na versão Edge -, o Moto Z até que dura quase um dia inteiro de uso moderado, graças às otimizações do software.

O TurboPower, carregador de 15 W que acompanha o celular, por sua vez, faz a bateria ir de 15% a 100% em menos de uma hora com facilidade. O pacote mais básico do Moto Z ainda vem com um Moto Snap de bateria que proporciona pelo menos mais 4 horas de uso moderado, pela nossa experiência. Ao todo, portanto, é possível ficar mais de um dia e uma noite sem precisar ligar o celular à tomada.

Banco do Brasil e Bradesco se unem e criam concorrente para o Nubank


(Foto: Reproduçaõ)
Banco do Brasil e Bradesco se unem e criam concorrente para o Nubank


Dois bancos gigantes que atuam no Brasil estão se unindo para tentar competir com o Nubank em seu próprio terreno, o das agências virtuais. Banco do Brasil e Bradesco estão lançando a plataforma Digio, uma joint venture do banco CBSS que será anunciada já em outubro.

A ideia das instituições bancárias é fornecer um serviço semelhante ao do Nubank no qual o usuário pode solicitar um cartão de crédito de forma rápida e simples e sem precisar abrir uma conta em algum banco. A diferença entre os serviços é que o Digio opera sob a bandeira Visa, enquanto o Nubank trabalha com a MasterCard.

A novidade ainda promete chegar ao mercado oferecendo limites maiores aos usuários, principalmente para clientes do Banco do Brasil e do Bradesco.

A previsão é que o Digio supere a marca de 1 milhão de cartões até 2017 e que gere lucro em até quatro anos. O Nubank, para efeito de comparação, tem 5,5 milhões.

Digio ou Nubank? Veja comparativo entre cartões de crédito sem anuidade

(Foto: reprodução)
Digio ou Nubank? Veja comparativo entre cartões de crédito sem anuidade


O Nubank se tornou o queridinho da internet brasileira nos últimos tempos. O cartão de crédito atraiu o público com um atendimento diferenciado, sem anuidade e tarifas e com facilidades digitais que outros cartões não ofereciam, peitando grandes bancos brasileiros e conquistando público. Assim, não é surpresa que seu modelo tenha sido copiado, como é o caso do recém-lançado Digio, criado com uma parceria entre Banco do Brasil e Bradesco.

Uma boa parte dos diferenciais que faziam o Nubank foram aplicados na criação do Digio, incluindo a facilidade de cadastro, gerenciamento online e ausência de anuidade. Mas ele realmente tem o que é preciso para enfrentar o adversário “roxinho”? Comparamos o que as duas empresas prometem publicamente em seus sites ou que já divulgaram publicamente por meio de imprensa.


Juros

O Nubank oferece juros no rotativo, que é quando o usuário paga apenas um valor mínimo, e o restante não-pago é jogado para a fatura do mês seguinte com juros adicionais. O percentual de juros acrescidos neste caso varia de cliente para cliente, entre 2,5% e 14% ao mês, sendo que a média é de cerca de 7%. O Nubank também oferece opções de parcelamento de dívida, que é o que a empresa recomenda em caso de não-pagamento da fatura completa, mas a taxa de juros envolvida neste caso não é divulgada no site.

O Digio não tem rotativo, o que significa que você não pode pagar só uma parte e pagar juros sobre o restante no mês seguinte. A empresa, no entanto, oferece a opção de parcelamento da fatura com juros de 7,9% ao mês no próprio aplicativo. Quem não pagar, terá que lidar com uma taxa de juros de 11% ao mês.

Bandeira

O Nubank oferece seus cartões com a bandeira Mastercard, enquanto o Digio oferece cartões Visa. É uma questão de pesar quais vantagens cada uma das bandeiras oferece.

Tarifas

Ambos têm tarifas reduzidas (praticamente zero em todos os casos), mas na comparação o Nubank leva uma pequena vantagem em um único quesito. Enquanto o Digio oferece uma avaliação emergencial de crédito de R$ 5, o Nubank não cobra por este recurso. Esta avaliação é feita quando você tenta realizar uma compra, mas estoura o limite do cartão, e a empresa precisa decidir se aprova ou não a transação.

Clareza

Para fazer este comparativo, nós entramos nos sites das duas empresas procurando pelas informações de tarifas e taxas de juros aplicadas em cada uma das situações. Sentimos que o Digio foi um pouco mais direto em revelar quais são os seus custos e taxas, resumindo-as com uma tabela simples, enquanto o Nubank não é tão óbvio.

Facilidade de registro

O Digio possui uma vantagem sobre o Nubank por não possuir uma fila de espera para aquisição do cartão, embora ainda haja avaliação de crédito envolvida no processo. O cadastro é muito simples em ambos os casos, no entanto



Digio Link: http://digio.com.br/

segunda-feira, setembro 26, 2016

ASUS renomeia linha ZenFone 3 chinesa a favor do sucesso





ASUS adotou uma medida peculiar para chamar a atenção do público chinês. No território asiático, a companhia taiwanesa renomeou a linha ZenFone 3 com três aparições inéditasem seu portfólio. Trata-se de um trio formado pelos modelos ZenFone 3 Monarch, ZenFone 3 Ultimate e ZenFone 3 Euro, dando continuidade a apenas uma versão internacional, ZenFone 3 Ultra. O

primeiro é uma cópia da edição Deluxe, ganhando a melhor lista de especificações técnicas do grupo, enquanto a opção a seguir recebe basicamente as mesmas características, exceto pela quantia inferior de RAM e espaço nativo. Por fim, a alternativa chamada de Euro é o ZenFone 3 original, mantendo tanto o conjunto interno quanto as características visuais.

Os preços cobrados pela ASUS na China são ligeiramente maiores se comparados aos dos Estados Unidos. Veja abaixo os respectivos nomes e os detalhes completos de cada produto.
ASUS ZenFone 3 Monarch


Tela Super AMOLED 5,7 polegadas, usando a resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) e proteção Gorilla Glass 4
6 GB de RAM
256 GB de memória para o armazenamento interno
Chipset Qualcomm Snapdragon 820, feito em arquitetura de 64 bits e 14 nanômetros
Processador de quatro núcleos Kryo rodando em até 2,2 GHz
Adreno 530 como placa gráfica
Câmera principal de 23 megapixels (abertura de f/2.0 e foco automático a laser)
LED Dual Tone para o flash
Câmera frontal de 8 megapixels (abertura de f/2.0)
Sensor biométrico para leitura de impressões digitais
Dimensões de 156,4 de altura x 77,4 de largura x 7,5 de espessura (em milímetros)
Peso de 170 gramas
Dual SIM (4G/3G)
Bateria de 3000 mAh e suporte para Quick Charge
Android 6.0.1 Marshmallow como sistema operacional, modificado pela interface própria da ASUS, ZenUI

O segundo modelo mais poderoso da ASUS na China, perdendo apenas para o ZenFone 3 Deluxe com Snapdragon 821, custa US$ 749 no local, ou cerca de R$ 2.430, usando a cotação atual do dólar como base de conversão, desconsiderando os impostos brasileiros. Uma competição de peso no maior mercado de telefonia móvel do mundo, de fato.
ASUS ZenFone 3 Ultimate


Tela Super AMOLED 5,7 polegadas, usando a resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) e proteção Gorilla Glass 4
4 GB de RAM
64 GB de memória para o armazenamento interno
Chipset Qualcomm Snapdragon 820, feito em arquitetura de 64 bits e 14 nanômetros
Processador de quatro núcleos Kryo rodando em até 2,2 GHz
Adreno 530 como placa gráfica
Câmera principal de 23 megapixels (abertura de f/2.0 e foco automático a laser)
LED Dual Tone para o flash
Câmera frontal de 8 megapixels (abertura de f/2.0)
Sensor biométrico para leitura de impressões digitais
Dimensões de 156,4 de altura x 77,4 de largura x 7,5 de espessura (em milímetros)
Peso de 170 gramas
Dual SIM (4G/3G)
Bateria de 3000 mAh e suporte para Quick Charge
Android 6.0.1 Marshmallow como sistema operacional, modificado pela interface própria da ASUS, ZenUI

Perdendo capacidades em RAM e espaço nativo, a opção Ultimate custa incrivelmente menos, passando a sair por cerca de US$ 500, ou aproximadamente R$ 1.625. O mesmo visual de seu “irmão”, ZenFone 3 Monarch, é mantido, então espere por uma estrutura feita inteiramente metálica e um design arrojado.
ASUS ZenFone 3 Euro


Tela de 5,5 polegadas
Resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) para a exibição de conteúdo
4 GB RAM
64 GB de memória para o armazenamento interno
Chipset Qualcomm Snapdragon 625
Processador de oito núcleos rodando a 2,0 GHz
Adreno 506 como placa gráfica
Câmera principal de 16 megapixels
Câmera frontal de 8 megapixels
Bateria 3.000 mAh
Android 6.0.1 Marshmallow como sistema operacional, modificado pela interface própria da ASUS, ZenUI 3.0

O modelo padrão da linha ZenFone 3, agora com outro nome, também sai por uma quantia moderada em território chinês. Os interessados em levá-lo para casa precisam desembolsar a quantia de US$ 400, ou algo próximo de R$ 1.300.

Consumidores relatam novos problemas com unidades de substituição do Note 7

(Foto: The Verge)
Consumidores relatam novos problemas com unidades de substituição do Note 7


Usuários da Coreia do Sul que participaram do recall do Galaxy Note 7 da Samsung e tiveram seus aparelhos substituídos estão enfrentando problemas com os novos dispositivos. 

De acordo com os clientes, os novos modelos estão aquecendo demais e perdem porcentagens consideráveis da bateria enquanto estão sendo carregados.

Não se sabe ao certo quantos consumidores são afetados, mas, de acordo com a Samsung, a questão não tem nada a ver com as baterias. Questionada, a fabricante afirmou que se tratam de "casos isolados" ligados a um problema com a produção em massa dos celulares.

Este é o melhor jeito de baixar e ouvir música de graça no Android

(Foto: Reprodução)
Este é o melhor jeito de baixar e ouvir música de graça no Android


A evolução da tecnologia mudou para sempre os hábitos de consumo de cultura dos usuários. Foi-se o tempo das mídias físicas, CDs e LPs, substituídos pela distribuição digital, streaming e outras tecnologias semelhantes.

Há formas, porém, de ouvir suas músicas favoritas sem pagar uma inscrição regular no Spotify, Apple Music ou Google Play Música, por exemplo. Existem aplicativos que prometem o download gratuito de músicas famosas, mas muitos deles vêm recheados de vírus ou não são tão práticos quanto os principais apps pagos.

Se você tem um smartphone Android, saiba que existem maneiras de ouvir música de graça no celular de forma segura e eficaz. O segredo é um aplicativo para a web chamado ClipConverter, que baixa vídeos do YouTube em diferentes formatos, incluindo o MP3.

Basta acessar ClipConverter.cc e colar na caixa de texto principal a URL do vídeo que possui a música que você quer ouvir. Depois disso, clique em "Continue". Na janela atualizada, selecione, na parte de baixo, a extensão MP3 (ao lado do ícone de uma nota musical) e clique em "Iniciar!".


Aguarde por alguns segundos a conversão (às vezes ela é quase instantânea) e, quando ela estiver pronta, clique em "Download". Selecione o local onde o arquivo será salvo e espere ele ser baixado. Pronto: você conseguiu gratuitamente uma música para o seu PC.

Agora vem a parte de passar esse arquivo de MP3 para o celular. Ligue o seu smartphone Android ao PC por um cabo USB e abra a janela do Windows Explorer que te permite navegar pelos arquivos do smartphone. Crie, então, uma pasta na memória interna ou externa do seu celular para salvar suas músicas.

Coloque todos os arquivos de MP3 que você quer escutar nessa mesma pasta e remova o celular do PC. Agora, basta abrir o aplicativo do Google Play Música - que já vem pré-instalado na maioria dos smartphones Android - e rejeitar a oferta de planos que o Google apresenta.

Note que o próprio aplicativo funciona como um player de música, de modo que você não precisa baixar outro e encher o smartphone de apps inúteis. Repita o processo quantas vezes quiser e pronto: agora você tem uma fonte segura para baixar suas músicas e um programa confiável para reproduzí-las no smartphone.


Mas tome cuidado! Não reproduza ou compartilhe músicas protegidas por direitos autorais: isso é crime e pode render até um ano de prisão ou uma multa milionária. No YouTube é possível encontrar listas de músicas desprotegidas que você pode baixar e compartilhar à vontade.

Spotify e Deezer, por exemplo, também oferecem planos grátis para quem quer ouvir música por streaming sem pagar nada - desde que você aceite ouvir alguns anúncios. Além disso, algumas bandas ou músicos independentes também disponibilizam seu trabalho online e de graça. Vale a pena pesquisar.

Google e Salesforce podem comprar Twitter ainda em 2016


(Foto: Reprodução)
Google e Salesforce podem comprar Twitter ainda em 2016


Fontes não identiicadas disseram à emissora estadunidense de televisão CNBC que o Twitter pode ser vendido ainda este ano. Segundo a emissora, o Google, a Salesforce e outras gigantes da tecnologia estão negociando propostas para comprar a empresa.

A emissora ainda afirma que o conselho de diretores do Twitter é favorável a uma venda no futuro próximo. Embora ainda não haja garantia de que um acordo será fechado, uma fonte afirmou à rede de TV que o assunto vem ganhando tração, e pode ser encerrando ainda em 2016. O interesse maior das empresas seria nos dados gerados pelos usuários do Twitter, mais do que na sua posição como empresa de mídia.

Ações

De acordo com o Engadget, as ações da rede social subiram mais de 20% desde o anúncio do interesse das gigantes da tecnologia na rede social, e continuavam a subir. O gráfico abaixo, que mostra o valor das ações da empresa em dólares nos últimos cinco dias, corrobora esse dado:


O aumento expressivo das ações faz sentido: recentemente, a empresa vem enfrentando uma série de dificuldades, como um processo por ter supostamente 'falseado' sua situação financeira e a demissão de funcionários em seu centro de desenvolvimentoem Bangalore. Nessa conjuntura, rumores sobre a venda como uma possível saída para a empresa começaram a surgir.

Possibilidades

A compra do Twitter pelo Google faz sentido: a empresa sempre tentou, sem grande sucesso, ter uma rede social expressiva. Além de investir até hoje no Google Plus, a empresa também está dando ao Youtube uma direção mais próxima à de uma rede social. Sob essa perspectiva, comprar o Twitter poderia fazer sentido para a empresa.

Por outro lado, a Salesforce é uma empresa mais voltada para outros negócios. Para ela, a compra do Twitter poderia representar a aquisição de uma plataforma por meio da qual empresas e clientes poderiam estar constantemente em contato. Além disso, os dados gerados pelos usuários do Twitter poderiam virar um produto na mão da Salesforce, já que eles oferecem visões estratégicas sobre as impressões dos usuarios sobre determinados produtos e marcaso.

Vale notar, no entanto, que nenhuma das empresas envolvidas (Twitter, Google e Salesforce) comentou sobre a possibilidade. Ainda segundo a CNBC, caso um acordo se concretize, ele ainda deve levar alguns meses para amadurecer.

Samsung prepara chegada do Galaxy On8 com tela Super AMOLED Full HD




A Samsung anunciou recentemente a geração 2016 de seus intermediários Galaxy On5 e Galaxy On7, trazendo corpo construído em metal e reformulações no hardware para se adequar ao novo padrão da categoria. Ao que parece, contudo, esta não é a única novidade preparada pela sul-coreana para seus fãs que desejam um bom modelo intermediário, pois a empresa começou a enviar para usuários e mídia especializada na Índia alguns convites para o lançamento de um novo produto para a linha Galaxy On.

Ainda que no teaser liberado pela Samsung não seja possível sabermos qual o nome exato do novo aparelho, a rede de varejo Flipkart deixou escapar que se tratava do Galaxy On8, demonstrando assim que teremos algo ainda melhor ao que foi incluído pela marca no Galaxy On7 2016. Dentre as principais mudanças, algo que está de fato confirmado é a presença de uma tela Super AMOLED ao invés de uma simples TFT LCD como é utilizada no novo Galaxy On7, sendo possível que as dimensões sejam mantidas em 5,5 polegadas.



Como pode ser visto na imagem acima, ao menos em território indiano o Galaxy On8 terá venda exclusiva através da rede Flipkart, sendo esta uma política que vem sendo adotada pela empresa no país há algum tempo para reduzir gastos. Infelizmente, não foram dados quaisquer detalhes do aparelho até o momento, excetuando apenas o que já comentamos sobre seu display. Levando em conta o que tivemos no Galaxy On7 2016, entretanto, podemos esperar ao menos um chipset Qualcomm Snapdragon 625 e 3 GB de RAM, o que é mais do que suficiente para grande parte dos usuários.

A pré-venda do novo dispositivo será iniciada no dia 2 de outubro, durando até o dia 6 do mesmo mês. Até lá, não há como sabermos qual valor será cobrado pela Samsung em seu novo intermediário, restando apenas aguardarmos para ver se ele terá um bom custo-benefício como foi visto nos demais intermediários lançados por ela nos últimos tempos. Novamente tomando como base o que aconteceu com o Galaxy On7 2016, teremos um preço de lançamento acima dos US$ 240, provavelmente chegando mais próximo dos US$ 300. Até o momento não há qualquer comentário relacionado à venda do smartphone em solo brasileiro.

Adolescente de 19 anos alega já ter feito jailbreak do iPhone 7




Um hacker de 19 anos conhecido pelo codinome de qwertyoruiopz conseguiu realizar o procedimento em seu aparelho. Descarregue já o iOS 10.0.2 para o seu iPhone e iPad. "Obviamente, ele não é 100% seguro - mas nada é", completou.

"Parabéns ao iPhone 7".

Estamos a pouco mais de uma semana do lançamento oficial do iOS 10 e a Apple já está a corrigir algunsbugs que foram aparecendo.

Mas qwertyoruiop também não está planejando compartilhar as falhas de segurança com mais ninguém, para não prejudicar a Apple. É possível que nesse exato momento outros hackers, com intenções menos nobres, tenham descoberto as mesmas vulnerabilidades e estejam prestes a implementar um ataque ao iPhone 7.

O hacker diz que vai manter segredo até que a Apple libere um patch. Por enquanto, não serão revelados todos os passos e detalhes do método 'exploit' utilizado.

Samsung Galaxy A9 (2017) está a caminho e deve ser lançado no final do ano





Conforme noticiamos, a Samsung lançou recentemente, mais exatamente no último dia 16 de setembro, o Galaxy A9 na Índia. Anteriormente o aparelho havia sido lançado apenas na China e, dessa forma, a companhia sul-coreana abre portas para que outros países, inclusive o Brasil, possam receber o aparelho. Contudo, ao que indicam fontes chinesas, a empresa já está preparando o sucessor do aparelho para ser lançado na virada do ano, da mesma forma que aconteceu com o modelo 2016.


Sob o código SM-A9200, o smartphone está sendo chamado de Samsung Galaxy A9 (2017)e deve contar com um chipset superior ao Qualcomm Snapdragon 652 adotado em seu "irmão mais velho". Também é esperado que o mesmo venha com um pouco mais de RAM e mAh de bateria, além, é claro, da versão mais atual do Android (7.0 Nougat). Caso seja verdade, em breve a Samsung deve confirmar os rumores, mas nem se anime muito, pois o lançamento deve acontecer primeiramente na China e posteriormente nos outros mercados.





Segue abaixo as configurações do Samsung Galaxy A9 Pro, que pode ter sua chegada confirmada ao Brasil de forma mais ampla, país esse do qual a Samsung é a fabricante preferida, muito em breve:
Tela Super AMOLED de 6,0 polegadas, usando a resolução Full HD (1920 x 1080 pixels)
4 GB de RAM
32 GB de memória para o armazenamento interno, sendo possível expandi-la via cartão microSD
Chipset Qualcomm Snapdragon 652
Processador de oito núcleos, quatro Cortex-A72 (1,8 GHz) e quatro Cortex-A53 (1,2 GHz)
Adreno 510 como placa gráfica
Câmera principal de 16 megapixels, incluindo LED para o flash e estabilização ótica de imagem (f/1.9, 1/2.8")
Câmera frontal de 8 megapixels
Dual SIM: suporte ao uso simultâneo de dois chips de operadoras
Acesso às redes 4G LTE
Dimensões de 161,7 x 80,9 x 7,4 milímetros
Peso de 210 gramas
Bateria de 5.000 mAh
Android 6.0.1 Marshmallow como sistema operacional, modificado pela interface própria da Samsung, TouchWiz
O Samsung Galaxy A9 está disponível na Magazine Luiza por R$ 2.429

Honor 6X: smartphone barato com câmera dupla da Huawei ganha data de lançamento





No começo do mês, o órgão regulador da China, TENAA, certificou um novo smartphone da marca Huawei. Este seria o primeiro aparelho de entrada a contar com um sistema de câmera dupla, Já que iPhone 7 Plus e LG G5 são considerados tops de linha. Agora, o sucessor do Honor 5X ficou ainda mais perto de chegar ao público, já que um novo rumor indica a data de lançamento do aparelho.

Segundo um jornal asiático, a Huawei irá revelar o Honor 6X no dia 18 de outubro, porém a empresa não confirmou esta informação. Até o momento, sabe-se muito pouco sobre o aparelho, porém, com o anúncio se aproximando, novos rumores devem nos mostrar mais sobre suas especificações. Segundo o que foi descoberto até o momento, este será um smartphone com corpo de metal e duas câmeras traseiras, além de um sensor de impressões digitais.




Especificações técnicas (baseado em especulações)
Tela de 5,5 polegadas com resolução Full HD (1920 x 1080)
Chipset Snapdragon 625 com oito núcleos de processamento
GPU Adreno 506
3 GB de memória RAM
32 GB de armazenamento interno
Duas câmeras traseiras
Leitor de impressões digitais
Android 6.0 Marshmallow

Ainda não se sabe quanto a Huawei pretende cobrar por este smartphone, porém deve ser algo próximo aos US$ 160 (R$ 518, em conversão direta) cobrados pelo seu antecessor, o Honor 5X. Ainda não há informações sobre quais serão os países contemplados com a comercialização deste aparelho, porém o Brasil não deverá ser um deles. Isso porque a Huawei não vende o Honor 5X em nosso país e, levando em consideração a condição do Brasil, é improvável que isto mude em um futuro próximo.

Não encontra contatos no Google Allo? Veja aqui o motivo e como solucionar




Ainda não faz uma semana que o Google lançou oficialmente o Allo, seu novo mensageiro, com a pretensão de desbancar ou, ao menos, competir com WhatsApp e Facebook Messenger. O app tem vários recursos diferentes, incluindo o Assistant, que junta vários recursos já existentes em outros aplicativos da gigante das buscas em uma tela de chat.

Apesar de já ter ultrapassado 1 milhão de downloads, o Allo apresenta uma pequena dificuldade em encontrar contatos. Gente que possui o app não consegue se comunicar, e às vezes os usuários ficam mandando SMS com convites para o mensageiro, mesmo quando ambos já o tenham instalado. Mas, afinal, por que os contatos não estão aparecendo corretamente na lista do Allo?

Aparentemente, o banco de dados de usuários do mensageiro no Google lê os “nomes de usuário” com o número do telefone completo. E isto inclui o código de área. Diferentemente do WhatsApp, o Allo não consegue “autocompletar” as informações de um contato, e precisa que sua agenda tenha o DDD para detectar quem tem o app instalado.

Isto não significa que todos os que aparecem em sua lista já estejam utilizando o mensageiro. Qualquer contato que tenha o código de área salvo na agenda junto com o número do telefone vai aparecer na lista como se fosse um contato do Allo, mas se a pessoa não tiver o aplicativo, o mensageiro avisa que você está conversando gratuitamente via SMS.




Faça um teste: abra sua lista de contatos no Google Allo. Perceba que todos possuem o nome salvo em sua agenda e o número de telefone com o DDD. Se você continuar baixando a tela, no final vão surgir aqueles sem o código de área, com um botão “convidar” ao lado. Agora escolha um contato aleatório que você tenha certeza que não se cadastrou ainda no mensageiro. A tela que aparece é a de SMS gratuito. Isto acontece porque o Allo não consegue “autocompletar” o contato com o mesmo DDD da sua linha, como faz o WhatsApp ou mesmo o Telegram.

É bem chato, mas você vai ter que começar a incluir o código de área em todos os seus contatos que estejam sem ele na sua agenda para conseguir conversar com seus amigos no Allo. O ideal mesmo seria que o Google resolvesse a questão, visto que a maioria das pessoas não adiciona o código de área de um contato quando não há necessidade – o que não é recomendado, já que ao viajar, pode acontecer de você ligar para outra pessoa por engano.

WhatsApp tem recurso de segurança exposto



O WhatsApp está se esforçando bastante para preservar a segurança de seus usuários. Apesar da polêmica decisão de compartilhar seus dados com o Facebook, o mensageiro instantâneo mais amado do Brasil está prestes a ganhar recursos que tornarão a experiência de uso ainda mais interessante.

Um deles que, trata-se de uma proteção com senha para chats, algo que, atualmente, já é possível obter através de alguns apps de terceiros.

Outro que foi recém-revelado — e inclusive, será compatível com a versão do app para Windows 10 Mobile — diz respeito a um fator de autenticação em dois passos, algo que deverá proteger as contas contra ativações indesejadas/não-autorizadas em outros dispositivos, como podemos conferir nas imagens a seguir:
Fator de autenticação em dois passos tornará ativação de números mais segura


O mensageiro ganhou atualizações há poucos dias, que trouxeram novos emojis no estilo do iOS 10 (até para o Android), integração maior do app com a Siri na plataforma móvel da Apple,e a possibilidade de marcar pessoas em chats de grupo.

Na plataforma móvel da Microsoft, a versãp beta do app agora torna possível realizar backups na nuvem para o OneDrive, além do compartilhamento mais rápido de arquivos de foto e vídeo, algo que já estava presente antes nas versões do iOS e Android.

Ainda não sabemos quando o fator de autenticação em dois passos chegará às versões beta, mas levando em consideração que ele já vazou em imagens, não deverá demorar muito.

Galaxy S8 pode ter projetor incorporado e câmera de 30 MP




Ainda faltam alguns meses para o lançamento, mas não param de surgir novos rumores sobre o Galaxy S8. Chamado de Projeto Dream, foi revelado algo já esperado: veremos dois modelos sendo lançados pela Samsung em 2017. Mas parece que Samsung pretende mudar sua linha principal na próxima geração. Ao invés de trazer um modelo com tela plana e outro com painel curvo, ambas as variantes do Galaxy S8 terão tela curva.

Agora temos informações mais completas do aparelho divulgadas por perfil da rede social chinesa Weibo. Como visto na imagem abaixo, é dito que o Galaxy S8 terá painel de 5,2 polegadas com resolução 4K. Esta não é a primeira vez que temos informações de que Samsung daria um passo adiante ao adotar uma tela com altíssima resolução buscando focar em realidade virtual. E assim como o Galaxy Note 7, o S8 também contará com proteção Gorilla Glass 5.
Galaxy S8 chega em abril de 2017?


Na última sexta-feira (23), surgiram informações de que Samsung poderia deixar o próximo chipset topo de linha da Qualcomm, Snapdragon 830, e apostar apenas no Exynos 8895 com nova GPU de alto desempenho da Qualcomm. Porém, na imagem vemos que o modelo pode trazer um chipset octa-core de 3,2 GHz da Qualcomm, além de 6 GB de RAM. Em termos de armazenamento são listadas duas variantes: a mais básica com 64 GB e a mais completa com 128 GB de armazenamento. E para alimentar tudo isso, teríamos uma bateria de 4.200 mAh.

Pelo visto o Galaxy S8 será um verdadeiro monstro, e as especificações poderosas não param por aí. Também é cogitado que o novo smartphone da Samsung contará com câmera principal de 30 megapixels, mas não é indicado se teremos um conjunto duplo, como vazado anteriormente. Já na parte frontal Samsung poderá incluir um sensor de 9 megapixels.

O Galaxy S8 terá leitor de digitais e também de íris. Além de carregamento sem fio, a fonte indica que o aparelho virá com projetor incorporado. Seria algo como o Moto Snap de projetor do Moto Z, mas no próprio aparelho – uma inspiração no Galaxy Beam?

Esta tecnologia terá um preço alto. De acordo com a fonte, o Galaxy S8 pode chegar ao mercado por US$ 850 (R$ 2.750). Desta forma, se todas as informações estiverem corretas, podemos esperar ver a novidade chegando por R$ 5 mil no Brasil.

Intermediário com 6 GB de RAM? Galaxy C9 ganha mais detalhes



Samsung está planejando o lançamento de mais uma opção de médio porte na categoria de telefonia móvel. Vítima de uma série de vazamentos na mídia, o então chamado de Galaxy C9parece ser o próximo na fila de lançamentos da gigante da Coreia do Sul. Nesta última semana de setembro, no entanto, o modelo deu as caras mais uma vez em forma de rumor, talvez o mais consistente deles até o presente momento.

Trata-se de uma identificação no Geekbench, ferramenta que pontua dispositivos com base em seus desempenhos técnicos. Ao analisar os recursos do aparelho, a plataforma foi capaz de listar a maior parte das especificações técnicas do mesmo, incluindo uma importante função que supera até mesmo os flagships modernos da marca; 6 GB de RAM. Sim, tudo indica que a novidade ultrapassou a linha Galaxy S7 e Note 7, que possuem 4 GB de RAM. Acompanhe abaixo para maiores informações.
Samsung Galaxy C9 | Especificações técnicas via Geekbench


Tela de 6,0 polegadas
6 GB de RAM
Chipset Qualcomm Snapdragon 652, feito em 64-bits
Processador de oito núcleos rodando em até 1,4 GHz
Adreno 510 como placa gráfica

Estima-se, ainda, que o display conte com a resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) para a exibição de conteúdo e a estrutura seja feita inteiramente em metal, oferecendo uma experiência de alto nível aos usuários. Além disso, adicionando mais um item à lista de características de ponta no modelo intermediário, é provável que o Galaxy C9 conte com o leitor de impressões digitais icônico da Samsung, localizado logo abaixo da tela, tomando a forma de um botão home. O que talvez mais chame a atenção, todavia, seja a presença de notáveis 6 GB de RAM.
Os 6 GB de RAM do Galaxy C9

Nenhum smartphone na história da Samsung possui 6 GB de RAM, então o Galaxy C9, caso oGeekbench esteja correto, seria um verdadeiro marco para a empresa. Há um motivo capaz de explicar a presença de 6 GB de RAM no modelo de médio porte; a baixa aceitação da companhia em território chinês. Acredita-se que o dispositivo em questão seja exclusivo ao mercado de lá, então a marca estaria interessada em priorizar os consumidores locais com o objetivo de solidificar a linha Galaxy na região.

Tanto é que o Galaxy Note 7 chinês deu as caras com 6 GB de RAM, provavelmente com a mesma meta do Galaxy C9. Naturalmente, é impossível comprovar a veracidade das especificações técnicas do telefone intermediário, sendo necessário aguardar até que a Samsung decida vir a público com maiores informações sobre o assunto. Ele deve ser lançado em outubro ou novembro deste ano, fique ligado.

Galaxy C9 vem ai


Galaxy C9: intermediário da Samsung pode trazer câmera frontal de 16 MP, revela AnTuTu


Em agosto, surgiram as primeiras informações de que Samsung estaria trabalhando em um novo smartphone intermediário para o mercado chinês. Cogitado como Galaxy C9, a novidade visa conquistar os consumidores na China que estão acostumados com smartphones com 6 GB de RAM, como é o caso do OnePlus 3.

Ainda nesta segunda-feira (26), vimos a novidade surgir em benchmark revelando detalhes como o seu chipset octa-core com velocidade de 1,4 GHz, Android 6.0.1 e também os cogitados 6 GB de RAM. Agora é a vez do Galaxy C9 dar as caras no AnTuTu “confirmando” estas especificações e revelando outros detalhes como o conjunto de câmeras e armazenamento do dispositivo.



Como visto acima, o modelo SM-C9000 traz o chipset Snapdragon 652 formado por quatro núcleos Cortex-A72 trabalhando a 1,8 GHz em conjunto com mais quatro núcleos Cortex-A53 com velocidade de 1,4 GHz (esta que foi identificada pelo GeekBench, anteriormente). Também é revelada que a GPU é a Adreno 510, algo já esperado em dispositivos com Snapdragon 652. A novidade aqui fica para a resolução de tela, Full HD neste caso, as resoluções das câmeras (16 megapixels para traseira e frontal) e o armazenamento interno (64 GB).

O Galaxy C9 aparenta ser uma versão turbinada do Galaxy A9, modelo que foi lançado inicialmente na China. Assim como os modelos Galaxy C5 e C7 lançados no país, o novo smartphone da Samsung trará corpo em metal e design já conhecido por todos. Só resta saber se a novidade terá uma bateria gigante, outro detalhe bastante apreciado por consumidores chineses.

Novo smartphone de entrada da Xiaomi é homologado

 A Xiaomi é uma verdadeira máquina quando o assunto é fabricação de smartphones. Com o que aparentemente será o Mi 5s prestes a ser anunciado, a empresa já está se preparando para atacar o mercado de entrada com outro smartphone, cujas especificações vazaram neste sábado (24) após o TENAA, uma espécie de Anatel da China, homologar o aparelho. Por enquanto, o aparelho é conhecido apenas como Xiaomi 2016051 e, pelas configurações, focará especificamente em mercados emergentes. Em seu relatório, o órgão regulador chinês revelou que o gadget conta com tela TFT de 5 polegadas e resolução de 1920 x 1080 pixels. Novo aparelho da Xiaomi sequer tem nome, mas, pelas configurações, será destinado ao mercado de entrada (Imagem: Reprodução / TENAA) Dentro da carcaça, o aparelho acomoda o que aparenta ser um MediaTek Helio X20 ou X25, já que conta com 12 núcleos rodando a 2 GHz. A GPU é a Mali-T880 rodando a até 850 MHz, enquanto a memória RAM vem com 2 GB ao lado de 16 GB de armazenamento interno expansível via microSD. Na parte de trás, o telefone ainda sem nome vem com câmera de 16 megapixels. Já na parte frontal, a câmera vem com sensor de 5 MP. A bateria ostenta incríveis 4.000 mAh, o que deve manter o dispositivo um bom tempo longe da tomada. Como você deve imaginar, ainda não há qualquer informação sobre data de lançamento ou preço do aparelho.

sexta-feira, setembro 23, 2016

Google irá levar aplicativos Android para Chromebooks


(Foto: Reprodução)
Google irá levar aplicativos Android para Chromebooks


Durante a sua conferência de desenvolvedores em maio, o Google anunciou seus planos de levar o suporte para aplicativos Android para OS Chrome e, em junho, lançou o Google Play no canal de desenvolvedores da plataforma para Chromebooks.

Agora, o Google Play está lançando um canal para os usuários baixarem os aplicativos. Ele vai estar disponível na versão beta nos próximos dias no Chrome OS v53.0.2785.129 para o Acer Chromebook R11 e a Flip Asus Chromebook.

Isso significa que os usuários serão capazes de baixar, instalar e executar aplicativos Android nativamente no Chromebook. No entanto, parte dos aplicativos devem apresentar alguns problemas e dificuldades de uso, pois não foram projetados para serem usados em computadores.