Lojas Americanas

quinta-feira, março 26, 2015

Conheça funcionalidades escondidas no seu celular





Sabia que o seu celular pode ler textos para você? Ou que ele pode piscar o flash da câmera para sinalizar notificações? Ou que ele é capaz de desligar sua música automaticamente quando você quiser? A Foxnews compilou uma lista com algumas das funcionalidades "escondidas" mais legais dos smartphones Android e iOS. Confira:

Desligar a música automaticamente

Se você gosta de ouvir música antes de dormir ou durante um trabalho, saiba que é possível fazer seu telefone desligá-la automaticamente, assim:

iOS: No aplicativo Relógio, selecione "Timer", depois "Quando o tempo acabar", e então "Parar de tocar" no final da lista.

Android: No player de música, vá em "Settings", procure "Music auto off" e determine um período de tempo.

Outras maneiras de tirar fotos

Os aplicativos de câmera têm alguns segredos interessantes que podem ajudar na hora de fotografar.

iOS: Se o seu fone de ouvido tem controle de volume, o botão de aumentar o pode ser usado para tirar fotos.

Android: Nas configurações da câmera, vá em "Controle de voz" e ative-o. Assim, é possível tirar fotografias usando frases como "Xis!".

Piscar o flash da câmera quando chegam notificações

Uma maneira silenciosa de ver quando chegam mensagens no seu celular é usar o flash da câmera. Para isso:

iOS: Vá em "Configurações", "Geral", "Acessibilidade" e então em "Piscar LED para alertas".

Android: Vá em "Configurações", "Acessibilidade" e "Notificações flash".

Ler textos

iOS: Nas configurações, vá em "Geral", "Acessibilidade" e ligue o VoiceOver. Ele possui várias opções para velocidade e volume da fala, por exemplo.

Android: Em "Configurações", "Acessibilidade", ative o TalkBack. Se o seu dispositivo não tiver essa opção, ele pode ser baixado na Google Play. Quando ativado, seu telefone lê tudo o que você tocar na tela.

Customizar os padrões de vibração das notificações

Com essa opção, é possível saber qual notificação você recebeu sem nem tirar o celular do bolso.

iOS: Vá em "Configurações", "Sons", "Toques" e "Vibração". É possível até mesmo batucar padrões para utilizar.

Android: Selecione um contato em sua agenda. Na parte "padrão de vibração" é possível escolher um padrão pré-definido ou criar um novo. Se o seu telefone não tiver essa opção, há aplicativos gratuitos como o Good Vibrations que permitem fazer isso.

Bloquear ligações e mensagens de contatos

Se algum número estiver tentando entrar em contato de forma muito insistente, saiba como bloqueá-lo:

iOS: No aplicativo de ligações ou FaceTime, selecione o contato e marque "Bloquear essa pessoa" e depois "Bloquear contato". Se o número ainda não for um contato, aperte o botão info e então marque "Bloquear essa pessoa", depois "Bloquear contato". Para bloquear mensagens, basta seguir o mesmo procedimento no aplicativo de mensagens.

Android: Vá em "Configurações", "Chamadas", "Bloquear chamadas". Em "Chamads recebidas", vá em "Lista de bloqueio" e crie uma nova inserindo o número ou escolhendo de sua agenda de contatos. Também é possível fazer isso por meio de aplicativos como o Privacy Star.

BlackBerry Classic começa a ser vendido na Indonésia por US$ 450




Após o hiato em lançamentos internacionais, BlackBerry apresentou uma dupla de smartphones interessantes em 2014. Um deles foi responsável pela união de aspectos técnicos modernos em uma estrutura relembrando a era clássica da marca canadense, conhecido mundialmente por Classic. Entretanto, para evitar decepções financeiras em larga escala, a companhia norte-americana iniciou a comercialização de seu novo aparelho apenas em locais restritos, sendo Canadá e Estados Unidos da América os primeiros países a receberem a novidade.

Agora, expandindo as vendas de seu produto, BlackBerry anunciou o lançamento oficial do Classic em varejistas da Indonésia. De fato, a empresa sediada no Canadá está dando vasta atenção à região asiática, já que está experimentando focar em custo-benefício ao invés de dispositivos caros, levando em consideração que tais localidades possuem uma população avantajada, portanto, carecem de eletrônicos baratos. Embora o celular não seja exatamente barato, é um dos modelos mais em conta produzidos pela antiga RIM.

BlackBerry Classic é um dos últimos aparelhos lançados pela companhia canadense. Antes disponível apenas no continente norte-americano, está sendo expandido para a Indonésia por US$ 450.


BlackBerry Classic possui especificações intermediárias, contando com uma tela de 3.46 polegadas com resolução de 720 x 720 pixels, 2 GB de RAM, chipset Qualcomm Snapdragon MSM8960 com CPU de dois núcleos rodando a 1.5 GHz cada e Adreno 225 para os gráficos, 16 GB de memória para o armazenamento interno (expansível até 128 GB por meio de cartão microSD), câmera principal e frontal de 8 e 2 megapixels, respectivamente, bateria de 2515 mAh e o sistema operacional desenvolvimento pela própria canadense, BlackBerry OS 10.3.1.

Na indonésia, os interessados em levar uma unidade do smartphone para casa devem desembolsar a quantia de US$ 450, ou R$ 1.413 na cotação atual, se os impostos brasileiros forem desconsiderados. Infelizmente, não há previsão de chegada para os novos lançamentos da ex-gigante do Canadá em território tupiniquim, já que o futuro da empresa ainda é incerto. Em uma análise realizada recentemente, após observar os lucros de hardware e software da fabricante, uma solução positiva para a BlackBerry seria se especializar apenas em sistemas operacionais, promovendo sua segurança de sempre.
O RIM BlackBerry Classic ainda não está disponível nas lojas brasileiras.

Nova tela de bloqueio do Android terá novidades

No começo desta semana, a Google apresentou alguns dos novos recursos que serão encontrados no Android L durante a conferência I/O, ocorrida nos Estados Unidos. No entanto, neste evento não foram anunciadas novidades tão significativas, apenas alguns pequenos recursos que refinarão ainda mais o sistema. Uma dessas novidades está no novo texto de notificação de carregamento da bateria, exibido a partir da tela de bloqueio.

Nas versões anteriores e na atual do sistema, quando o smartphone está sendo carregado na energia elétrica, a informação dada ao usuário conta apenas com um texto que informa justamente a ação de carregamento, acompanhado do percentual do nível atual de bateria.

Felizmente, a partir do Android L, a tela de bloqueio do sistema será capaz de mostrar uma estimativa de quanto tempo resta até que a bateria do seu dispositivo esteja totalmente carregada. Além disso, a tela de estatísticas da bateria será renovada e exibirá uma estimativa de quanto tempo o telefone vai permanecer ligado com a quantidade atual de bateria disponível.

Nas imagens a seguir, você pode conferir como a novidade ficará quando ela estiver disponível no Android. Repare que a imagem à esquerda mostra o tempo necessário para o carregamento completo do sistema da Google e na esquerda há como saber a vida útil da bateria até a próxima carga.


Android L

É claro que não é tão aconselhável confiar 100% nessas informações, já que elas podem não ser tão precisas quanto o esperado. Entretanto, trata-se com certeza de um recurso bom para termos uma estimativa global.

Já disponível para os desenvolvedores

Caso você seja um desenvolvedor Android, saiba que o Android L já está disponível para o download no formato de developer preview. A versão é compatível com os dispositivos Nexus 5 e Nexus 7. Assim, se você deseja fazer o download, basta acessar o link e baixar a versão correta para o seu dispositivo. Se você não se encaixa nesse público, não se preocupe, pois a empresa vai lançar a nova versão já no segundo trimestre de 2014.

BLU Studio 7, um smartphone com 7 polegadas

Dispositivo traz características medianas e preço acessível





BLU Products é uma conhecida fabricante latino americana de dispositivos móveis, buscando seu lugar no mercado com diversos modelos de smartphones a preços acessíveis. E para aqueles que gostam de telas grandes, um novo produto da marca deve agradar bastante. O Blu Studio 7.0 é um smartphone/phablet/tablet (como preferir) que traz uma generosa tela de 7 polegadas.

O novo Blu Studio 7.0 é descrito como o primeiro smartphone do mundo com uma tela de tal tamanho, mas é importante ressaltar que a resolução é de apenas 1024 x 600 pixels (169 ppi). E o dispositivo é impulsionado por um também modesto processador MediaTek dual core a 1.3 GHz, acompanhado por 1GB de memória RAM, 8GB para armazenamento interno (expansível via microSD) e bateria de 3000 mAh, para um tamanho de 187,5 x 103 x 9.4 mm e peso final de 294 gramas. Confira um vídeo hands-on oficial.


Completando suas características técnicas, temos uma câmera traseira de 5 megapixels com flash LED, câmera frontal de 2 MP, 3G, Wi-Fi, Bluetooth, GPS, e traz o Android 4.4 KitKat como sistema operacional.

Como citamos no primeiro parágrafo, o preço não poderia ser um fator menos importante. O novo Blu Studio 7.0 deve atrair os que não se importam em cobrir todo o rosto durante uma chamada telefônica (na falta de um fone), já que é oferecido por custo de aproximadamente US$ 150. Como você pode conferir na galeria abaixo, está disponível em quatro cores, cinza, azul, branco e dourado.

WeChat finalmente lança versão para Windows









Quase um ano depois de lançar uma versão do serviço para Macs, o WeChat finalmente poderá ser usado em computadores com Windows.

O funcionamento é semelhante ao do aplicativo que roda nos Macs e segue o mesmo conceito do WhatsApp Web, lançado recentemente.

Para se logar, é preciso escanear um QR code com o celular. Uma vez feito isso, as mensagens trocadas chegarão nos dois aparelhos, mas só o computador recebe notificações.

Além de demorada, a versão para Windows só chegou em chinês (aqui), mas é possível usar o WeChat pelo computador usando um cliente web disponível aqui.

Loja Oficial Motorola

Hackeada por governos, fabricante de chips diz que seus produtos estão seguros





A Gemalto se pronunciou acerca da denúncia de que as agências de inteligência dos Estados Unidos e do Reino Unido hackearam seus sistemas para ter acesso às comunicações feitas através dos chips da empresa.

Em uma nota curta, a companhia afirma que conclusões iniciais de investigações internas já indicam que os produtos SIM (os chips de celular), além dos que equipam cartões de banco e passaportes, são seguros.

“A companhia não espera enfrentar um prejuízo financeiro significativo”, continua.

Na quarta-feira, 25, a Gemalto fará um pronunciamento mais completo sobre o assunto, que surgiu no fim da última semana. Uma reportagem do The Intercept com base em documentos de Edward Snowden indica que a americana NSA e a britânica GCHQ obtiveram chaves de criptografia da Gemalto para espionar seus clientes.

Como a companhia é a maior fabricante de chips telefônicos do mundo, se as agências realmente têm acesso a tais informações, milhões de pessoas podem estar sendo afetadas.

Smartphones Android: novidades tecnológicas em 2015

A concorrência acirrada entre as empresas fabricantes de smartphones acelera a corrida por aparelhos mais robustos e com preços mais competitivos. Para os fãs do sistema operacional Android esta é uma ótima notícia, já que a disputa garante uma série de inovações para 2015.

Algumas dessas novidades já foram anunciadas em janeiro na Expo CES, que é uma feira internacional de comércio de eletrônicos, realizada este ano em Las Vegas. Mas, os fóruns e sites especializados em tendências para smartphones com Android ainda estão na expectativa para o MWC, Mobile Word Congress 2015 em março. É neste evento que as grandes marcas com atuação mundial anunciam seus lançamentos de maior destaque.

Entre as investidas tecnológicas já anunciadas, destacam-se as melhorias no aumento da capacidade das baterias, câmeras mais potentes, peças curvas ou flexíveis e uso de materiais mais nobres na fabricação dos novos smartphones. Outro destaque importante fica por conta do potente processador Snapdragon 810, da Qualcomm, que fará parte da estrutura de alguns lançamentos.

Grandes líderes de mercado como Samsung, Sony e LG geram grande expectativa e não perdem tempo no que diz respeito a evolução de seus aparelhos, até mesmo porque estão de olho no crescimento de outras marcas orientais que vem conquistando cada vez mais espaço no mercado. Confira as expectativas para lançamentos de smartphones Android das principais marcas:

Samsung Galaxy S6

O design promete ser diferente dos aparelhos mais modernos da Samsung. Com frame metálico, será lançado em duas versões, com ou sem traseira removível entre outras especificações. O Galaxy S6, também chamado de "Project Zero" está sendo desenvolvido do zero, sem inspiração nas linhas já existentes e pode ter um visual bem diferente do comum, com tela curva dos dois lados. O novo carro-chefe da Samsung também promete uma bateria de duração excepcional e, segundo com o site Patently Apple, uma fonte local cujo nome não foi revelado, o aparelho poderá ter sistema de carregamento de bateria sem fio.

Sony Xperia Z4

A Sony pretende melhorar os alto-falantes e as câmeras no sucessor do Xperia Z3. As câmeras estão gerando grande expectativas nos fãs, e devem vir com sensor de nova geração e duas lentes para captação de luz. A câmera frontal é a que deve apresentar maior aprimoramento: 4,8 megapixels. Com o vazamento de imagens do novo smartphone na web, muitos já deduzem que o design deve seguir a mesma linha dos anteriores e a tela será de 2.4 polegadas.

Samsung Galaxy Note 5

Imagine um smartphone Android com display Ultra HD 4k e câmera de 55 megapixels. A expectativa é de que o Note 5 tenha hardware robusto, com processador 12-core. Mas, por enquanto são apenas especulações baseadas em informações vazadas na rede.

LG G4

A LG vai ousar em sua nova aposta. O aparelho pode ter tela com 770 pixels por polegada, qualidade bem maior a do seu antecessor, o L3. Além disso, a novidade da LG será mais resistente, com tecnologia à prova de água e poeira. Outra mudança significativa da marca é a produção smartphones com um material mais nobre, o metal.

Motorola Moto X

A Motorola ganhou espaço entre os smartphones Andoid em 2015 oferecendo aparelho de qualidade por preços bem acessíveis. Agora, a segunda geração do Moto X promete melhorar alguns pontos fracos como bateria, câmera e ausência de alto-falantes estéreos. O Moto X também terá várias opções de personalização bem interessantes como madeira e couro na parte traseira. Com as melhorias, a Motorola deve continuar crescendo no mercado em 2015.

G Flex 2

A LG aproveitou a Expo CES 2015 para lançar a segunda geração do G Flex, que é o smartphone de tela curva da marca. O G Flex 2 é mais potente que o primeiro aparelho da linha e também tem resolução de tela maior.

Xiaomi Mi5

Os brasileiros devem ficar de olho no Xiaomi Mi5. Ainda pouco conhecida no país, a Xiaomi deve começar a fabricar aparelhos no Brasil em 2015. Com isso a empresa poderá oferecer seus aparelhos a preços mais atraentes e conquistar espaço no mercado nacional. Ainda não foram divulgadas muitas informações sobre o Mi5, carro-chefe da marca em 2015, mas espera-se que tenha processador Snapdragon 810 e tela de 5,7 polegadas.

Mais detalhes sobre as informações técnicas de cada aparelho devem ser confirmadas no início de março no MWC, mas com as informações divulgadas até o momento, já é possível saber que os fãs do Android terão muitas opções turbinadas para escolher e explorar.




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TIM, MasterCard e Caixa fazem parceria para 'mobile money

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Fazem parceria para 'mobile money' Por Ivone Santana A TIM, a gestora de cartões MasterCard e a Caixa Econômica fizeram uma parceria para lançar um serviço que usa o celular como meio de pagamento e operações de débito e saque, conhecido como "mobile money", informaram as companhias ao Valor com exclusividade. O TIM Multibank Caixa começou a ser testado nesta semana como teste­piloto em Curitiba (PR), Natal (RN) e Uberlândia (MG). Com isso, a subsidiária da Telecom Italia deixa de ser a única grande operadora de telecomunicações ausente do segmento de serviços financeiros no Brasil. A Oi lançou inicialmente um serviço de pagamento por celular em 2007. Três anos depois evoluiu o produto por meio de parceria com a gestora de cartões Cielo e o Banco do Brasil, com atuação nacional. A Vivo aliou­se à MasterCard em uma joint venture, da qual surgiu a Zuum, há ano e meio, presente em Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Salvador (BA) e Sergipe (BA). Outra joint venture, a MPO, foi formada pela Claro, do grupo América Móvil, e Bradesco, que passou do piloto em algumas localidades, desde outubro de 2013, para oferta nacional no início de 2015. Marcelo Tangioni, vice­presidente de produtos da MasterCard Brasil e Cone Sul, disse que o modelo de participação da gestora é diferente na TIM e na Vivo. Na empresa do grupo Telefônica, a MasterCard fez um investimento como sócia na Zuum. Já com a TIM, a atuação é como parceira de tecnologia e de negócios.Embora ainda recente e com pouca adesão comparado ao mercado total de 281 milhões de celulares no país, o "mobile money" é uma das mais recentes apostas das empresas para inovar, conquistar e reter clientes. A procura por receita adicional fora do serviço principal de telecomunicações tem levado as operadoras cada vez mais a investir em conteúdo. As compras globais feitas por meio de celulares e tablets foram estimadas em 72 bilhões de transações em 2014 e poderão alcançar 195 bilhões em 2019, segundo a empresa de pesquisa britânica Juniper Research. No Brasil, a Febraban, que representa os bancos, informa que as transações em "mobile banking" [movimento de conta corrente via dispositivos móveis] cresceram mais de 184% em 2013, comparado ao ano anterior, para 2,3 bilhões de transações, enquanto em 2009 foram realizadas apenas 12 milhões. Segundo a Febraban, a evolução desse canal acompanhou o ritmo de crescimento de usuários de smartphones. No caso da TIM, as três cidades escolhidas para piloto tiveram como atrativo o fato de garantirem, juntas, cerca de 40% de participação de mercado à operadora, com 5,6 milhões de clientes, segundo Roger Solé, diretor­executivo de marketing da empresa. O potencial para adesão desses usuários ao serviço é considerado relevante para os parceiros. Depois de testar o modelo e corrigir eventuais falhas, a TIM planeja estender o serviço para nível nacional. Os clientes podem pagar contas, fazer transferência de dinheiro eletronicamente para clientes da Caixa, sacar com um cartão de débito opcional da MasterCard em todos os caixas eletrônicos da rede da Caixa e fazer depósitos, inclusive nas casas lotéricas e rede postal. Para aderir ao serviço das teles basta ser maior de 16 anos, ter CPF válido e um celular, mesmo o mais básico, de segunda geração (2G). Não é preciso comprovar renda e nem há restrições de nome, pois a conta é pré­paga: o cliente só pode gastar o saldo disponível. No serviço da TIM, o limite para depósitos é de R$ 5 mil por mês, conforme regulamentação do Banco Central, disse Mario Ferreira Neto, diretor de cartões da Caixa Econômica e meios de pagamento eletrônicos. A adesão ao cartão de débito custa R$ 15, valor que, por enquanto, retorna como saldo para o cliente, e a única tarifa cobrada, por enquanto, é de R$ 3,90 por saque. As empresas não informaram as tarifas que vão vigorar após a fase de testes. A Oi cobra R$ 30 pela recarga mínima inicial, dos quais R$ 10 são destinados ao cartão do Banco do Brasil e R$ 20 retornam em bônus de minutos no celular, disse Abel Camargo, diretor de estratégia e novos negócios da operadora. O primeiro saque do mês é grátis e, a partir do segundo, o custo é de R$ 1. Além disso, há uma mensalidade de R$ 8. Com 360 mil clientes para seu serviço, a Zuum cobra R$ 2,90 por saque. A taxa por transferência de dinheiro e cada pagamento de conta é de R$ 0,99. O usuário que quiser comprar o cartão de débito da MasterCard paga o valor único de R$ 14,90. Para os usuários da Vivo, essas tarifas são devolvidas em minutos no celular, disse Eduardo Abreu, diretor de marketing e produtos da Zuum. Não há cobrança de anuidade nem mensalidade. "Cinquenta e cinco por cento da população brasileira recebe pagamentos em dinheiro", diz Tangioni, da MasterCard. Esse é o público­alvo para o serviço. Entre a população nacional, 40% não têm acesso a sistemas financeiros. O objetivo de inserir 55 milhões de brasileiros ao sistema levou o Banco Central a facilitar o cadastro e adesão dos consumidores ao serviço de banco por celular.Tangioni cita estudo global da MasterCard que indicou que o custo do dinheiro (papel) nas economias mundiais é de 0,5% a 1,5% do PIB dos países, dependendo de cada caso. Esse custo é relativo à captação da matéria­prima, produção do papel­moeda, armazenamento e distribuição. Por isso, afirma que a inclusão financeira, por meio do "mobile money", traz benefícios não só para a sociedade, mas também para os governos. A segurança para transações pelo celular é igual ou maior do que na rede lotérica, disse Ferreira Neto, da Caixa Econômica. Mas destaca: "Não existe sistema 100% imune a falhas." As transações pelo celular têm a segurança do cartão e de transações bancárias de pagamento, disse. Ferreira Neto afirma que os clientes do TIM Multibank podem pagar suas contas de serviços públicos de mais de 700 concessionárias no Brasil por meio do celular. Para o diretor da TIM, o fato de lançar o serviço por último, enquanto a Oi já atua em nível nacional, não tem impacto significativo por enquanto, pois o serviço ainda está em fase inicial e não representa um negócio relevante para as empresas. Futuramente, sim, os serviços financeiros representarão um diferencial importante, disse Roger Solé. Até lá, espera que a operação da TIM já tenha se expandido para todo o país. "O 'mobile money' é incipiente ainda. É uma maratona. Muitas empresas entraram nesse mercado pensando que iam reverter o cenário. Mas não é assim. Quem entrar com essa mentalidade vai se dar mal", disse Tangioni, da MasterCard. "Tem mercado que demorou dez anos para amadurecer." O executivo diz que as maiores expansões mundiais ocorreram onde o sistema financeiro e meio de pagamentos são pouco desenvolvidos, com o sistema de telecomunicações avançado. Alguns governos usaram esse modelo para fazer a inclusão no sistema financeiro. "Dará certo no Brasil, mas será uma evolução lenta. Queremos fazer bem­feito, por isso o piloto não tem prazo para terminar", afirmou

















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Jeep Renegade chega ao Brasil para brigar com os ja Consagrados

Primeiras Impressões: Jeep Renegade

Ele aposta em itens de carros mais caros.
Mas é o que se encaixa melhor na definição de utilitário esportivo.
Com grande investimento em publicidade, a Jeep Renegade chega para concorrer em um dos segmentos que ainda projetam crescimento, mesmo em mais um ano de queda nas vendas de carros: o de SUVs.

É uma aposta praticamente "all-in", momento em que o jogador de pôquer põe todas as suas fichas em uma única mão de cartas. A Jeep espera que o Renegade responda por quase 90% das vendas neste ano e já planeja exportar para a América Latina o modelo feito em Goiana (PE), na nova fábrica do grupo Fiat Chrysler.

Pelo menos a aposta não é blefe. Pode não ser uma sequência real de mesmo naipe (a mão mais valiosa no pôquer), mas é uma boa jogada. O Renegade consegue reunir características urbanas e off-road, com visual que pode agradar jovens - de idade ou, pelo menos, de espírito.



Segundo expectativa da fabricante, as versões mais acessíveis, equipadas com motor 1.8 flex de 132 cavalos de potência e características mais urbanas devem representar 78% das vendas. No pôquer, elas seriam dois pares ou no máximo uma trinca – jogadas que não são espetaculares, acontecem frequentemente, mas têm boas chances de vencer.

Já com motor 2.0 turbodiesel (170 cv) e câmbio automático de 9 marchas, o Renegade se transforma em pelo menos um "full house" – mão que combina uma trinca e um par. Claro que ela é mais difícil de ocorrer. Na vida do jipinho, a dificuldade serão os preços, a partir de R$ 99.900, enquanto as menos potentes começarão em R$ 66.900.

Carro pode ser equipado com câmbio manual de 5 marchas, automático de 6 ou 9

Nada de 'Uno grandão'
O visual do Renegade combina pontos do robusto e corajoso Wrangler com o estilo mais ousado e dinâmico da Cherokee. Assim como as recentes reestilizações da Jeep, o desenho não é aclamado de forma unânime.

A fusão com a Fiat e alguma semelhança nas linhas fazem alguns chamarem o Renegade de "Uno grandão", mas não tem nada a ver. Ele foi pensado desde o começo como um utilitário esportivo e utiliza a mesma plataforma do 500X, a versão “anabolizada”, sim, mas do pequeno 500 ou Cinquecento.

A Jeep segue apostando na inovação visual após bons resultados: foi a marca que mais cresceu em percentual de vendas no ano passado, entre as 40 maiores do mundo, segundo levantamento da consultoria focus2move.

A meta da marca americana é atingir quase 2 milhões de veículos em 2018, um valor 6 vezes superior aos 330 mil registrados em 2009, logo após a crise financeira mundial. O Renegade terá papel fundamental nessa trajetória global, e o Brasil é o segundo país a produzir o jipinho, depois de Itália, que o exporta inclusive para os Estados Unidos, e antes de China e Índia.

Jogo de detalhes
Jeep Renegade Longitude

Desde a versão mais básica, o Renegade é cheio de detalhes e equipamentos que são encontrados apenas em modelos mais caros, recurso também usado pelo seu mais novo rival, o Honda HR-V. A lista vai desde uma tomada 12V na traseira, para quem quiser recarregar algum eletrônico até controle de estabilidade e assistência na partida em subidas (veja itens de série de cada versão no final).

Novo ícone da história da Jeep, o desenho em X da lanterna traseira aparece também em outros lugares, assim como as 7 barras verticais da grade dianteira, uma marca de design herdada do Willys, que foi feito no Brasil na década de 1960.

De acordo com o vice-presidente de design Ralph Gilles, os mais aficionados e pacientes poderão encontrar 25 pequenas “surpresas” no interior do veículo, entre elas um mapa de trilha no porta-objetos do console central (o G1 mostrou alguns desses detalhes ainda no Salão de Paris, em setembro passado). Para qualquer lado que olhe, a marca faz questão de lembrar que você está dentro de um Jeep.

Jeep Renegade Trailhawk, a versão mais cara

Versão flex
No Rio de Janeiro, o G1 testou uma versão Sport, equipada com motor 1.8 flex e câmbio automático de 6 velocidades, que custa a partir de R$ 75.900.

Ela deve ser uma das versões mais vendidas, ao lado da Longitude flex. Segundo a fabricante, o câmbio automático deve representar cerca de 75% das vendas, por isso apenas uma versão terá opção manual de 5 marchas.
Jipinho perde capacidade com motor flex, mas vai
bem na cidade

No trecho urbano, o Renegade se mostrou à vontade, com posição agradável de dirigir e boa visão geral, ampliada pelos espelhos retrovisores externos gigantes. A direção elétrica facilita bem o trabalho, dentro de amplo raio de giro, o que ajuda em manobras de estacionamento e conversão em ruas mais apertadas.

Tudo é suavizado pela suspensão independente, tanto na dianteira, como na traseira. Isto significa que todas as rodas são capazes de absorver as imperfeições da pista, algo bem raro no segmento.

Outro “mimo” de série é o freio de estacionamento eletrônico, sem alavanca, que é acionado automaticamente quando o motorista pisa no freio e coloca o câmbio na posição P. Para soltar, basta descer a alavanca para D e acelerar, sem se preocupar. Ele também é "trunfo" do HR-V.

Os 132 cavalos do motor 1.8 16V E.torQ Evo, originário da Fiat, dão conta das necessidades dos motoristas na cidade, mas perdem um pouco o rumo com pequenas falhas do câmbio automático de 6 velocidades, que se atrapalha com trocas equivocadas em situações de maior exigência do motor.

O consumo não é dos melhores, principalmente com álcool. Segundo a fabricante, o consumo na cidade fica em 9,6 km/l (gasolina e 6,7 km/ll (etanol). Já no ciclo de estrada os números chegam a 10,7 km/l (gasolina) e 7,4 km/l (etanol).

Na terra
Jeep Renegade encara obstáculos sem muita dificuldade

Apenas as versões com motor 2.0 turbodiesel terão a verdadeira capacidade off-road característica dos modelos Jeep, mas custarão pelo menos R$ 99.900 (Sport). Neste caso, o câmbio de 6 marchas ganha um upgrade para 9 marchas – o mesmo usado na Cherokee – e leva o carro a outro patamar.

O conjunto mecânico trabalha em harmonia e, surpreendentemente, com baixo nível de ruído e suavidade nos solavancos, graças a suspensão independente. Para o motorista, sobra saber qual a melhor hora para acionar a tração 4x4 reduzida e vencer obstáculos mais complicados.


Mesmo que ele não se lembre que existe essa função, o sistema inteligente distribui a força da melhor maneira possível, se adequando a diferentes tipos de terrenos.

No teste (assista no vídeo acima), o Renegade Sport subiu e desceu estradas de terra bastante esburacadas, com algumas pedras grandes, e quem mais “suou” foram os passageiros que optaram por abrir o teto solar e apreciar a vista em vez de se fecharem no ar-condicionado.

A mesma trilha talvez fosse um obstáculo intransponível para as versões flex, sem tração 4x2 e com 19 kgfm de torque, ante 35,7 kgfm da versão turbodiesel.

Além de força, os modelos 4x4 ganham também o seletor para 4 tipos de terreno (5 na topo de linha Trailhawk) e controle eletrônico de velocidade em descidas, que permite encarar um declive forte sem o pé no pedal de freio.

Abastecido com diesel, o Renegade faz 15,9 km/l na estrada e 12,3 km/l na cidade, de acordo com a fabricante. Embora cerca de 40 cv mais potente, a velocidade máxima não é muito maior que o 1.8 flex, com 190 km/h ante 181 km/h.

Painel mostra modos de condução conforme o tipo de terreno - no exemplo, lama

Conclusão
O Renegade pode ser um dos últimos a entrar no mercado, mas deve ser o que melhor se encaixa na definição de utilitário esportivo, combinando características off-road, visual moderno e bom pacote de equipamentos e de segurança desde as versões mais básicas.

O jipinho pode perder para concorrentes em quesitos isolados, por exemplo, com o porta-malas de apenas 260 litros, mas deve ser um ponto de comparação para a grande maioria dos interessados no segmento. A meta de ser líder é ambiciosa, mas parece que a Jeep está investindo todas as suas fichas no lançamento que populariza sua marca. A briga vai ser boa.


VEJA OS EQUIPAMENTOS DE CADA VERSÃO:

A Jeep promete lançar posteriormente uma versão ainda mais básica, por R$ 66.900, mas não diz quando e nem o que ela terá. Abaixo estão as configurações e preços de lançamento.

Sport 1.8 Manual (5 marchas) - R$ 69.900
Freios ABS, airbags dianteiros, ajuste do volante em altura e profundidade, ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, banco traseiro bipartido, chave canivete com telecomando, volante multifuncional, computador de bordo, controle eletrônico de estabilidade e anticapotamento, controle de tração, piloto automático, direção elétrica, espelhos retrovisores elétricos, freio de estacionamento elétrico, freios a disco nas 4 rodas, faróis e lanterna traseira de neblina, assistente de partida em rampa, isofix, limitador de velocidade, rodas de liga leve 16 polegadas, sensor de estacionamento traseiro, som com 6 alto-falantes USB e Bluetooth, tomada 12V, vidros e travas elétricas nas 4 portas.

Sport 1.8 Automático (6 marchas) - R$ 75.900
Todos os equipamentos da versão anterior, mas com câmbio automático de 6 velocidades no lugar do manual.

Sport 2.0 4x4 Automático (9 marchas) - R$ 99.900
Todos os equipamentos da versão anterior, com câmbio automático de 9 velocidades, controle eletrônico de velocidade em descidas, tração 4x4, seletor para 4 tipos de terreno.

Longitude 1.8 Automático (6 marchas) - R$ 80.900
Todos os equipamentos da versão Sport 1.8, mais aletas para trocas de marcha no volante, ar-condicionado digital de 2 zonas, câmera de estacionamento traseira, maçanetas externas na cor do veículo, pavimento do porta-malas com revestimento duplo, rodas de liga leve 17 polegadas, tela multimídia sensível ao toque de 5 polegadas, navegação por GPS, tapetes de borracha, volante em couro.

Longitude 2.0 4x4 Automático (9 marchas) - R$ 109.900
Todos da versão anterior, com tração 4x4 e seletor para 4 tipos de terreno

Trailhawk 2.0 4x4 Automático (9 marchas) - R$ 116.900
Todos da versão anterior, mas acendimento automático dos faróis com regulagem de altura, adesivo no capô, alavanca do câmbio em couro, alerta de limite de velocidade e manutenção programada, banco do passageiro rebatível, ganchos de reboque (2 dianteiros e 1 traseiro), lanterna removível, molduras no painel em vermelho, porta-objetos sob o assento do passageiro, protetores de cárter, transmissão, tanque e diferencial, pneus all terrain, sensor de chuva, suspensão off-road mais alta.

Jeep Renegade Trailhawk

quarta-feira, março 25, 2015

IOS 8.3 permite download de apps sem uso de senha






Uma das novidades do iOS 8.3, que está em versão pública de testes, é que o sistema permitirá o download de aplicativos e jogos sem o uso de senha.

Atualmente o sistema possibilita que se baixe apps dessa forma apenas dentro de um intervalo de 15 minutos entre uma compra e outra. E só os gratuitos entram no esquema.

A mesma coisa vale para a novidade: programas que não dependem de pagamentos poderão ir para o aparelho sem que o usuário precise digitar a senha ou usar a impressão biométrica.

A decisão de deixar o sistema dessa forma, segundo o Blog do iPhone, cabe ao próprio usuário.

BlackBerry deveria atuar somente no mercado de software


Solução para a BlackBerry seria atuar somente no mercado de software, diz análise




BlackBerry já foi a maior fabricante de celulares em níveis mundiais. Por não acompanhar as constantes transformações no mercado de telefonia móvel, a empresa fundada no Canadá sofreu fortes perdas no mercado e deu lugar para jovem companhias que souberam aproveitar as novidades da tecnologia no ramo de smartphones. Embora tenha lançado um conjunto de produtos interessantes em 2014 e no início deste ano, as medidas não devem ser necessárias para evitar a preocupação financeira no final de cada trimestre.

De acordo com uma análise realizada pelo Financial Times, a antiga RIM detém menos de 0,5% da fatia de aparelhos móveis ao redor do mundo, vendendo somente 8 mil unidades doPassport e Classic durante este período comercial. No ano passado, a BlackBerry apresentou uma queda de 33% de receita anual, resultado preocupante para os executivos que lideram a canadense. Por outro lado, há um segmento em que a marca norte-americana atua que está se expandindo de forma animadora, inclusive em relação aos lucros.


BlackBerry Passport, um dos últimos celulares lançados pela companhia. O sistema operacional canadense promove, acima de tudo, a proteção do usuário ao navegar pela internet.


CEO da BlackBerry, John Chen, conta que a área de software e serviços pode atingir até US$ 500 milhões de faturamento até 2016, refletindo em um crescimento de 100% em relação a esta época. O dobro da quantia registrada pela empresa neste ano. De fato, o sistema operacional desenvolvido pela equipe de programadores da companhia sediada no Canadá é bem cotado no ramo comercial, já que promove a devida pretensão aos dados do cliente, assegurando que informações confidenciais continuem assim, confidenciais.

Um exemplo é um dos últimos lançados da canadense, em parceria com fortes nomes da tecnologia atual. Por meio de um tablet da Samsung e aplicações da IBM, BlackBerry lançou o secuTABLET com funções específicas em segurança on-line. Deste modo, seria sensato para os executivos da ex-gigante do mercado de telefonia móvel optarem pela conversão da infraestrutura atual em uma especializada em plataformas, oferecendo soluções empresariais confiáveis e eficazes. Se até o presidente dos Estados Unidos da América usa um BlackBerry, por que não implementá-lo em seu estabelecimento? Já é uma boa jogada de marketing.

Instagram lança Layout, app para fazer colagem de fotos



Existem uma série de aplicativos de colagem de fotos para smartphones, mas… o Instagram criou mais um. A rede social lançou nesta segunda-feira (23) o Layout, um aplicativo que permite aos usuários fazerem colagens com as fotos armazenadas na memória do aparelho para compartilhá-las no Instagram, Facebook e outros serviços.

O funcionamento é simples: abra o Layout, selecione algumas fotos para comporem a imagem e escolha olayout da sua colagem (entendeu, entendeu?). Nos meus testes, foi possível marcar até nove fotos simultâneas para fazer parte da composição. Você pode alterar livremente o layout da colagem, aumentando, virando ou espelhando cada foto.

Não é necessário ter conta no Instagram para usar o Layout. Depois de salvar a colagem, você poderá compartilhá-la por email, Telegram ou até mesmo Flickr. Um recurso bacana do Layout é que, na tela de seleção de fotos, você pode optar por exibir apenas aquelas que tenham rostos de pessoas. O Instagram diz ao TechCrunch que 90% das fotos usadas em colagens possuem rostos.

O Layout para iOS está disponível gratuitamente na App Store. O Instagram prometeu que uma versão para Android chegará nos próximos meses.

Xiaomi Ferrari com Snapdragon 615 é detalhado em site de benchmark





Em breve, Xiaomi deve anunciar mais um smartphone intermediário para o mercado de telefonia móvel. Em um site de pontuação que analisa um aparelho conforme o desempenho do hardware, um celular alegadamente fabricado pela companhia chinesa deu as caras com o nome de Ferrari, ganhando detalhes sobre seus aspectos técnicos na lista criada pela ferramenta de benchmark. É possível que a denominação presente no conjunto seja apenas um codinome, entrando para alguma das várias linhas criadas pela empresa asiática até o presente momento.

Xiaomi, embora atue no segmento de flagships com a série Mi, está vastamente focada em mid-ranges, principalmente pela fama em custo-benefício adquirida pela "Apple do Oriente" ao longo dos anos. Portanto, as partes internas presentes no dispositivo devem atrair os consumidores que procuram um bom desempenho geral, mas não querem pagar muito por isso. Infelizmente, não há imagens "ao vivo" do Ferrari, criando um certo mistério sobre o design externo adotado pela gigante sediada na China em seu possível futuro lançamento.


Xiaomi Ferrari pode ser o próximo smartphone intermediário a ser lançado pela companhia chinesa. Com o Snapdragon 615 e 2 GB de RAM, o celular promete um desempenho notável por um preço camarada.


De acordo com o site em questão, GFXBench, Xiaomi Ferrari contará com uma tela de 4,9 polegadas em resolução Full HD (1920 x 1080 pixels), 2 GB de RAM, chipset Qualcomm Snapdragon 615 com processador 64-bit de oito núcleos rodando a 1,6 GHz cada e Adreno 405 para os gráficos, 16 GB de memória para o armazenamento interno (sendo 4 GB destinados ao sistema operacional), câmera principal e frontal de 12 e 5 megapixels, respectivamente, utilizando o Android 5.0.2 Lollipop com a interface própria da chinesa, MIUI OS.

Atingindo 692 em testes realizados em núcleos individuais e 2481 na análise conjunta, Xiaomi Ferrari apresenta uma performance teórica digna de um smartphone intermediário de respeito. Mesmo portando apenas um codinome, as especificações técnicas do gadget se encaixam perfeitamente na linha Redmi, mas somente a criadora do produto é capaz de confirmar essa especulação. Informações adicionais sobre a data de apresentação formal e preço final cobrado ao cliente não foram divulgadas, nos restando esperar por comunicados oficiais.

Como transferir arquivos do Android para Windows Phone via Bluetooth?

Androide Windows Phone possibilitam trocar arquivos via Bluetooth. O recurso ajuda quem quer compartilhar mídia rapidamente e sem fio, funcionando entre smartphones com sistemas diferentes. Para te ajudar, o TechTudo preparou um tutorial sobre como enviar e receber arquivos via Bluetooth entre as plataformas do Google e da Microsoft.


Passo 1. Abra o arquivo que você deseja compartilhar com o seu amigo. Nesse caso, escolheremos uma fotografia;


Abra a foto que deseja enviar a partir do Android e escolha compartilhar via Bluetooth

Passo 2. Na barra superior da tela, toque sobre o ícone de compartilhamento e, em seguida, escolha a opção Bluetooth;


Passo 3.O Android começará a busca pelo dispositivo Bluetooth. Certifique-se de que a conexão do seu amigo está ligada e o aparelho está visível. Quando visualizar o dispositivo, toque sobre o nome do mesmo;


Android exibirá o telefone do amigo com Windows Phone para que você envie o arquivo

Passo 4. Tanto o Android como o Windows Phone exibirão uma senha PIN, caso essa for a primeira vez em que ambos os dispositivos são conectados. Verifique se o número é o mesmo em ambos os dispositivos e toque em conectar/parear para continuar;


Android e Windows Phone exibirão uma senha necessária para o pareamento

Passo 5. Caso a solicitação não tenha sido enviada ao usuário, toque novamente no nome do aparelho para enviar. No Windows Phone, por sua vez, aceite o envio do arquivo Bluetooth;


Passo 6. A troca de arquivos começará. Aguarde até que o processo termine;


Windows Phone receberá o arquivo após a confirmação do usuário

Pronto! Seu Windows Phone recebeu o arquivo enviado pelo Android. Para conferir a imagem, vá até a galeria do telefone e acesse a pasta Fotos Salvas.


Do Windows Phone para o Android


O processo inverso também é bastante simples e rápido. Novamente, faremos um teste com uma imagem. Siga o passo a passo:


Passo 1. Abra a foto que deseja enviar para o seu amigo e, na barra inferior da tela, toque sobre o botão de compartilhar;


Windows Phone pode enviar arquivo para Android via Bluetooth através de botão compartilhamento

Passo 2. Na lista que aparece, procure pela opção “Bluetooth”;


Passo 3. O Windows Phone exibirá uma lista de dispositivos Bluetooth disponíveis, toque sobre o nome do aparelho do seu amigo;


Windows Phone exibirá dispositivos Bluetooth próximos e Android pedirá confirmação para a troca de arquivos 

Passo 4. Assim como o Android, o Windows Phone pedirá uma confirmação, caso essa seja a primeira vez que ambos se conectam. Após fazer isso, o Android exibirá uma notificação sobre a solicitação de envio. Toque sobre ela e, na janela que aparece, toque sobre receber;


Passo 5. A transferência se iniciará. Aguarde até que o processo termine e o Android exiba essa notificação;

Android pedirá confirmação e exibirá arquivo após a troca via Bluetooth com Windows Phone

Pronto! Agora seu Android recebeu a imagem do Windows Phone. Para conferi-la, abra a galeria do telefone e vá até o álbum Bluetooth. A fotografia estará lá.